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Confira cursos online gratuitos para começar a programar

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Quer dar um primeiro passo na programação? Então veja estas dicas de cursos

São Paulo — Programar pode parecer difícil à primeira vista. As linhas de código não fazem sentido e a lógica por trás do conceito não é exatamente clara para quem nunca lidou com isso. Mas é tudo questão de dar um primeiro passo — e há diversos cursos online que ajudam nessa parte. Selecionamos oito deles, com opções em inglês e português, para quem quer começar nessa área ou ao menos entender melhor com diferentes linguagens de programação funcionam. Todas as aulas são gratuitas, mas é preciso pagar se quiser um certificado. Ainda assim, são boas oportunidades de aumentar seus conhecimentos. Confira a seguir.

Introdução à ciência da computação — Curso introdutório preparado por professores da universidade de Harvard, o CS50x apresenta o básico de ciência da computação, lógica, desenvolvimento e de algumas linguagens, como C, Python, SQL e JavaScript. O curso está disponível apenas em inglês, mas pode ser feito no seu ritmo, sem pressa. Ele fica no ar até o final de dezembro deste ano aqui.

Ciência da computação — Se preferir uma abordagem mais “mão na massa”, talvez valha a pena tentar o curso de ciência da computação da Codecademy. As aulas dão uma introdução a programação, dedicando uma atenção especial a Python. O curso também é todo em inglês e pode ser feito no tempo que você achar melhor. Clique aqui para acessar.

Introdução à lógica — Com uma temática similar, o curso da universidade de Stanford é dedicado a mostrar aos alunos que há, sim, uma lógica por trás daqueles códigos todos. As aulas têm áudio em inglês, mas há legendas em português disponíveis. A carga horária é de cerca de 20 horas e você se inscrever aqui.

Introdução a Python — Se você quiser se dedicar a uma linguagem específica, o Python pode ser uma boa escolha para começar. Este curso, preparado pela Microsoft, ensina os básicos dela (em inglês) e tem duração de cerca de 20 horas. O prazo para terminar as aulas é 31 de março. Acesse e se inscreva por aqui.

Conceitos de Python — Alternativa em português, este curso da USP é um pouco mais longo e já aborda mais a fundo as características do Python. Tem duração estimada de 31 horas. Está disponível aqui — e também tem uma segunda parte, aqui.

Introdução a C — Outra linguagem de programação interessante para se começar é o C. O curso da universidade de Dartmouth, nos EUA, se propõe a fazer toda a introdução e garante que mesmo iniciantes terminarão sabendo programar o básico. É curto, com duração estimada de 10 horas, e é todo em inglês. Pode ser feito até 18 de março e está disponível aqui.

Introdução a PHP — Por fim, o curso do iPED ensina como começar a desenvolver em PHP, uma linguagem mais voltada para a web. Cobre desde os primeiros passos, de instalação e configuração, até o sistema de gerenciamento de banco de dados MySQL. É gratuito, totalmente em português, tem carga horária de 10 horas e precisa ser completado em um mês.  Está disponível aqui.

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Operadora de telecom da TecBan dá 2 meses de internet grátis para empresas

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Para precificar serviço de internet, chamado LinkBooster, empresa estuda padrões de uso de empresas durante período, de graça

Objetivo da companhia é atuar em cidades menores (Kathrin Ziegler/Getty Images).

A TBNet, operadora de telecom da TecBan (dona da rede de caixas eletrônicos Banco24Horas) quer se tornar a operadora preferida de empresas. A companhia, que conta com cerca de 2,7 mil pontos ativos em todo o país, oferece dois meses de graça para empresas que quiserem contratar serviços de internet. A oferta, segundo a empresa, visa garantir a melhor precificação de uso de rede para cada necessidade.

Com pacotes de 3 GB a 100 GB, o ponto forte da empresa é o de não precisar usar cabos para instalar a própria infraestrutura. Em um dia, a TBNet consegue chegar até o local do cliente, avaliar quais são as duas operadoras mais adequadas para atendê-lo e instalar um aparelho dual chip, que vai garantir que a rede específica usada pela empresa para comunicação com filiais, por exemplo, esteja sempre disponível.

Para garantir isso, a empresa utiliza um aparelho dual chip, que conta com uma inteligência capaz de selecionar a melhor conexão para aquele local ao longo do dia. Além disso, a solução não prioriza uma única operadora em detrimento de outra por critérios comerciais, mas apenas técnicos — garantir sempre o melhor sinal para aquele cliente.

Em relação ao preço, falando de forma técnica, a TBNet afirma que tem um preço 30% inferior ao de contratação de links MPLS.

Saindo do jargão para explicar o que isso significa: imagine que empresas precisam realizar uma comunicação via internet entre todas as filiais de uma mesma empresa, ou, por exemplo, garantir que todos os sistemas utilizados para manter uma única loja de pé estejam sempre funcionando. de forma integrada. Para garantir que tudo funcione corretamente ao longo do dia, é necessário garantir uma velocidade razoavelmente constante de internet, minimizando o risco de ataques e sem a necessidade de muitas atualizações constantes (como em uma VPN). Para garantir tudo isso, as empresas podem usar uma solução de telecomunicações, chamada Link MPLS.

Para sintetizar em uma única frase: é como se uma rede VPN — normalmente utilizada em diferentes tipos de empresas — necessitasse de uma internet própria para funcionar. Isso demanda tempo e esforços, já que a maior parte das operadoras consegue fazê-lo apenas com uma conexão a cabo para levar os dados do ponto A ao ponto B. Além disso, a instalação desse serviço pode levar até 60 dias para ser realizada por operadoras convencionais, segundo a TBNet.

Para se diferenciar nesse mercado, além de oferecer o modem dual chip, a TBNet tem, no contrato, uma cláusula de “atendimento de emergência” aos clientes, em que, por um determinado valor, as empresas têm acesso a atendimento emergencial caso o aparelho da companhia apresente falhas.

“Essa oferta de serviços já nos permitiu, por exemplo, fechar contratos com empresas posteriormente. Mostramos o valor do nosso serviço em uma eventual interrupção do contrato vigente da empresa com outra operadora e já temos casos em que os clientes desistiram da solução contratada para ficar com a nossa”, diz Alexandre Coelho, Gerente Executivo da TBNet.

Hoje, a empresa que surgiu para conectar os caixas eletrônicos da TecBan opera 2,7 mil pontos de clientes externos e outros 11 mil da empresa dona dos caixas eletrônicos Banco 24Horas.

Entre os clientes, está o Banco Itaú, que usa os aparelhos da TBNet em mais de 1.500 pontos. O banco afirma que a experiência da empresa ao lidar com caixas eletrônicos pesou, bem como a oferta de internet em 4G — o que reduziu significativamente os problemas com cabos e conexões.

“Começamos a trabalhar com a TBNet desde 2018 e entendemos, desde então, que trabalhar com 4G poderia trazer mais estabilidade nas conexões e reduziria nosso custo operacional. Percebemos uma evolução de qualidade com o uso dos dois chips, além da  efetividade em recuperar a internet, aplicar melhorias e validar os resultados”,  diz Fábio Napoli, Diretor de TI do Itaú Unibanco.

Em busca de mais clientes como esse, a TBNet afirma que está instalando cerca de 100 novos pontos de internet mensalmente. Um dos clientes recentes é uma cooperativa de farmácias no ABC, em que mais de 20 pontos foram instalados de uma única vez.

Para 2022, a companhia acredita que será possível já começar o ano com cerca de 3 mil pontos instalados — e tem sede para mais. “Nossa oferta é única no mercado, resultado de um esforço contínuo e investimentos em tecnologia. Enxergamos espaço para avançar cada vez mais no país, especialmente em cidades menroes”, diz Alexandre.

De olho em cada vez mais dados, é claro que a tecnologia não podia ficar de fora — e é nisso que a TBNet se apoia para os próximos anos.

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Facebook planeja adotar novo nome para renovar imagem, diz site

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A mudança deve posicionar o negócio como carro-chefe dos muitos produtos de uma empresa que supervisiona marcas como Instagram e WhatsApp

Facebook: Se for verdade, a reformulação faria sentido, já que a marca Facebook se torna menos importante para o grupo que busca renovar a imagem manchada pela investigação regulatória (NurPhoto/Getty Images)

 

O Facebook está planejando adotar um novo nome para se concentrar no metaverso e deve anunciar a mudança na próxima semana, publicou o The Verge na terça-feira, citando uma fonte.

O presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, tem falado sobre o metaverso desde julho, e o grupo tem investido fortemente em realidade virtual e realidade aumentada, desenvolvendo hardwares como óculos de realidade aumentada e tecnologias de pulseira.

A mudança deve posicionar o negócio como carro-chefe dos muitos produtos de uma empresa que supervisiona marcas como Instagram e WhatsApp, segundo a reportagem. O Google adotou essa estrutura quando se reorganizou em uma holding chamada Alphabet, em 2015. O Facebook disse que não comenta “boatos ou especulações”.

Se for verdade, a reformulação faria sentido, já que a marca Facebook se torna menos importante para o grupo que busca renovar a imagem manchada pela investigação regulatória e legal de como lida com a segurança do usuário e com discursos de ódio.

“Isso reflete a expansão dos negócios do Facebook. E acho que a marca Facebook provavelmente não é a maior, considerando todos os eventos dos últimos anos”, disse o analista de internet James Cordwell, da Atlantic Equities.

O Facebook está sob ampla investigação global sobre suas práticas de moderação de conteúdo e danos vinculados às suas plataformas, com documentos internos vazados por um denunciante formando a base para uma audiência no Senado dos Estados Unidos.

No mês passado, o Facebook nomeou Andrew Bosworth, que chefia os esforços de realidade aumentada e realidade virtual da empresa de mídia social, incluindo produtos como o fone de ouvido Oculus Quest VR, como diretor de tecnologia.

Zuckerberg planeja falar sobre a mudança de nome na conferência anual Connect da empresa em 28 de outubro, mas pode ser revelado antes, disse a Verge.

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Google lança smartphone Pixel 6 com processador próprio

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A principal estrela do novo aparelho é seu processador, apelidado de “Tensor”, o primeiro desenvolvido pelo próprio Google

O gigante californiano espera agora ganhar protagonismo com o Pixel 6 e o Pixel 6 Pro, que serão comercializados nos Estados Unidos por 599 e 899 dólares, respectivamente, um valor inferior ao dos últimos iPhones.

O Google aposta em sua experiência com aprendizagem automática, o que supostamente tornará a experiência do usuário mais intuitiva. Essa função “oferece capacidades que apenas um telefone do Google pode oferecer, como a função de tradução instantânea que lhe permite traduzir mensagens e vídeos [também disponível sem conexão]”, diz a descrição do novo dispositivo.

O Google também garante que os Pixel 6 são mais resistentes e seguros graças a um novo chip que os protegem “eficazmente contra hackers”.

A companhia vem tentando entrar no mercado de telefonia celular desde antes do lançamento de seu primeiro Pixel, em 2016. Quatro anos antes, o Google adquiriu a Motorola por 12,5 bilhões de dólares. No entanto, o negócio não prosperou e, dois anos depois, repassou a marca para a chinesa Lenovo por menos de 3 bilhões de dólares.

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Com novo CEO e plano de reviravolta, Intel divulga resultados

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Focada em aumentar a produção interna e terceirizar para alcançar rivais, a empresa espera receita de 18,2 bilhões de dólares

Intel: balanço pode mostrar novos rumos da empresa (Reuters/Reuters)

A Intel vai divulgar nesta quinta-feira, 21, os números referentes ao balanço da empresa no 3º trimestre de 2021. A empresa de processadores, que já alcançou faturamento anual superior a 400 bilhões de dólares, pode ter resultados otimistas mesmo considerando a escassez de componentes em toda a indústria.

A estabilização da indústria automotiva e a alta demanda por computadores e notebooks devido a pandemia do coronavírus devem refletir nas receitas. De acordo com dados da IDC, remessas de PCs chegaram a 86,7 milhões de unidades no terceiro trimestre deste ano.

A expectativa é que o faturamento se beneficie também da melhoria nos negócios de data centers e a crescente adoção de soluções baseadas em nuvem em computação móvel, junto com infraestrutura de rede para 5G.

A Intel passou por momentos difíceis nos últimos anos, como a perda de clientes como Amazon, Apple e Microsoft, que começaram todos a criar chips próprios e a contratar fabricantes terceirizados para fabricá-los e o atraso dos chips com tecnologia de 7 nanômentros — ao passo que a Apple já lançava processadores para smartphones com 5 nanômetros.

2021 pode acabar sendo melhor para a Intel. Segundo o Yahoo Finance, a empresa superou as estimativas de lucro dos analistas nos últimos quatro trimestes. Já em março deste ano, o recém-chegado CEO Pat Gelsinger anunciou mudanças que visavam a reestruturação da empresa.

Gelsinger disse que iria investir 20 bilhões de dólares em duas fábricas no Arizona e trabalhar mais próxima de parceiros, inclusive fabricando processadores e chips para outras empresas. “A Intel está de volta. A velha Intel é a nova Intel”, afirmou.

A empresa também mudou o modelo de funcionamento de fábricas. Ela passou a desenvolver os processadores e enviá-los para fabricação em companhias que terceirizam o serviço, como Samsung e TSMC — um mercado que deve valer em torno de 100 bilhões de dólares em 2025.

Em termos de lançamento, a Intel anunciou a chegada de dois novos processadores de 11ª geração no segundo trimestre, com velocidades de até 5 GHz, para notebooks leves e ultrafinos. Os modelos anunciados, segundo diz a empresa, são 25% mais rápidos que os modelos equivalentes da rival AMD.

Agora, focada em aumentar a produção interna e terceirizar para alcançar competidores, a companhia espera receita de 18,2 bilhões de dólares, ante projeções de 18,1 bilhões.

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Rússia vai multar Google com valor de até 20% do faturamento anual no país

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A Rússia aumentou a pressão sobre as empresas estrangeiras de tecnologia à medida que busca assegurar maior controle sobre a internet no país

Rússia: ativistas da oposição acusam Google e Apple de cederem à pressão do Kremlin depois de remover um aplicativo de votação de suas lojas. (Maxim Shemetov/Reuters)

 

A Rússia disse nesta terça-feira que vai buscar neste mês impor multa ao Google equivalente a até 20% do faturamento da empresa no país por não excluir conteúdo considerado ilegal pelo governo.

A agência reguladora de comunicações Roskomnadzor disse que o Google não pagou 32,5 milhões de rublos (458.100 dólares) em multas cobradas neste ano e que agora buscará um valor entre 5% e 20% do faturamento da empresa na Rússia, algo que pode chegar a 240 milhões de dólares. O Google não comentou o assunto de imediato.

A Rússia aumentou a pressão sobre as empresas estrangeiras de tecnologia à medida que busca assegurar maior controle sobre a internet no país, desacelerando a velocidade de transmissão de dados do Twitter desde março e multando rotineiramente outras empresas por violações de conteúdo.

Ativistas da oposição acusam Google e Apple de cederem à pressão do Kremlin depois de remover um aplicativo de votação de suas lojas.

A Roskomnadzor disse no início de outubro que pediria a um tribunal para impor uma multa sobre o faturamento do Facebook, citando legislação assinada pelo presidente Vladimir Putin em dezembro de 2020.

“Um caso semelhante será aplicado em outubro contra o Google”, disse Roskomnadzor em comentários por à Reuters nesta terça-feira.

O banco de dados de negócios Spark mostra que o faturamento do Google na Rússia em 2020 foi de 85,5 bilhões de rublos. Uma multa de 5% a 20% equivaleria a 4,3 bilhões a 17,1 bilhões de rublos.

O Google está atualmente se defendendo contra uma decisão judicial que exige o desbloqueio da conta do YouTube de um empresário russo sancionado senão enfrentará uma multa composta sobre seu faturamento geral que dobraria a cada semana e obrigaria a empresa a fechar as portas no país em questão de meses.

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10 perfis no Twitter para estar sempre um passo à frente no mercado cripto

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Rede social pode oferecer dados e informações relevantes sobre o mercado de criptomoedas e blockchain: confira 10 perfis de ferramentas que valem a pena seguir

Perfiso de ferramentas especializadas em criptoativos podem ajudar investidores e pessoas que querem entar neste mercado (NurPhoto/Getty Images)

O mercado de criptoativos e blockchain é muito dinâmico. Não apenas os preços, com uma volatilidade acima da maioria dos outros mercados, mas também a velocidade com que novas tecnologias, casos de uso e projetos aparecem. Acompanhar e estar informado sobre tudo isso é uma missão quase impossível. Mas as redes sociais podem ajudar.

No Twitter, principal rede social para a conversa sobre este universo, são vários os perfis que podem ajudar a entender o que está acontecendo no setor de criptoativos e blockchain. Esse tipo de informação pode ser importante para quem quer descobrir pontos de entrada ou saída para seus investimentos, descobrir tendências e obter outras informações úteis para quem participa ou quer participar do mercado.

Para facilitar a vida de quem quer usar as redes sociais para estar sempre bem informado sobre o universo de criptoativos de blockchain, listamos abaixo 10 perfis de ferramentas ligadas ao setor que você precisa seguir no Twitter.

Confira a lista abaixo (em ordem alfabética) – a maioria dos perfis é em inglês, mas com a ferramenta de tradução nativa do próprio Twitter, o conteúdo é acessível para qualquer pessoa:

1- Bitcoin Archive (@BTC_Archive)

O perfil Bitcoin Archive publica informações, claro, sobre a maior criptomoeda do mundo. Notícias, preço, estatísticas, curiosidades, dados históricos e memes estão no cardápio de publicações da página, que também oferece uma Newsletter para quem quiser receber ainda mais informações sobre o bitcoin por email.

2- Chainalysis (@chainalysis)

A Chainalysis é provavelmente a maior plataforma de análise da tecnologia blockchain no mundo. A empresa oferece dados, softwares, pesquisas e outras informações para gestoras, corretoras, instituições financeiras, empresas de cibersegurança e muito mais.

No Twitter, divulgam informações relevantes desde análises de preço e mercado com base nos dados dos blockchains até pesquisas sobre adoção, cibersegurança e outras informações úteis. De acordo com a própria Chainalysis, sua missão é aumentar a confiança e transparência dos criptoativos para que eles atinjam o seu potencial.

3- CryptoQuant (@cryptoquant_com)

A CryptoQuant é uma ferramenta de análise de dados on-chain, cujo foco está em cripto como investimento. No Twitter, publicam análises técnicas e gráficas, alertas de preço e negociação, dados sobre hashrate e mineração, explicações sobre movimentações do mercado e muito mais.

4- Delphi Digital (@Deplhi_Digital)

A Delphi é uma casa de análise, pesquisa e consultoria sobre investimentos em ativos digitais. Na rede social, divulgam relatórios sobre diferentes criptoativos, informações de novas plataformas e soluções em blockchain, perspectivas de mercado e também oferecem aos seguidores a possibilidade de assinar uma newsletter para receber tudo por email.

5- Glassnode Alerts (@glassnodealerts)

O Glassnode Alerts é o perfil de alertas da Glassnode, uma das mais populares ferramentas de dados e análise de mercado do setor de cripto e blockchain. No Twitter, o perfil divulga os dados mais relavantes sobre criptoativos, principalmente relacionados ao preço e métricas como endereços ativos, volume de transações, queima e emissão de tokens, liquidações de contratos futuros e muito mais.

6- Messari (@MessariCrypto)

A Messari é mais uma famosa casa de pesquisa e análise de dados focada no universo cripto e blockchain. No Twitter, divulgam infográficos e métricas relevantes sobre o mercado de forma geral, além de relatórios, novidades e explicações sobre o funcionamento de projetos, protocolos e soluções do setor. E também divulgam vagas de emprego na indústria cripto!

7- Nomics (@nomicsfinance)

A Nomics é uma ferramenta de preços semelhante ao CoinMarketCap, que é a plataforma mais conhecida desse tipo de serviço. No entanto, diferente do concorrente, não é ligado à nenhuma exchange (o CMC pertence à Binance) e tem uma interface mais atrativa e completa. No Twitter, divulgam as oscilações de preço dos criptoativos, além de dados históricos e curiosos sobre os principais ativos digitais do mundo. É interessante não apenas para acompanhar os movimentos de preço, mas também para descobrir novos projetos e tendências.

8- Santiment (@santimentfeed)

A Santiment é uma plataforma de dados semelhante a Glassnode e Messari, mas com um diferencial interessante: a análise sobre o sentimento do mercado. Com base em dados on-chain e relatórios sobre o mercado, os investidores e até de redes sociais, a plataforma oferece métricas confiáveis sobre o “humor” dos investidores, o que pode ser um dado útil para determinar perspectivas e tendências de preço.

9- Skew (@skewdotcom)

A Skew é mais uma plataforma de análise de dados sobre o mercado cripto. Ela oferece informações relevantes sobre o mercado à vista, mas também sobre derivativos, como contratos futuros e opções. No Twitter, também divulga estatísticas e dados simples, mas que podem garantir “insights” bastante úteis para os investidores.

10- Whale Alert (@whale_alert)

A Whale Alert, como o próprio nome diz, é um alerta de baleias, que é o apelido dado aos maiores investidores. A ferramenta rastreia dados em blockchain e divulga informações sobre as maiores transações detectadas. Essas informações podem ser bastante úteis, já que movimentam bilhões de dólares. Segundo especialistas, é possível obter informações relevantes analisando o comportamento das baleias.

Por exemplo, quando grandes investidores começam a enviar grandes quantidades de criptoativos de suas carteiras pessoais para carteiras de corretoras, isso pode ser um sinal de que um grande fluxo vendedor se aproxima, o que pode derrubar os preços. Por outro lado, quando as baleias enviam das corretoras para suas carteiras pessoais, isto é um sinal de acumulação – e possível alta nos preços.

BÔNUS: 11- Future of Money (@futofmoney)

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