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Competição para o Clubhouse? Instagram aumenta número de participantes em lives

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Anúncio acontece em momento que interação em salas de bate papo virtual passa pelo áudio e participação de número maior de pessoas.

Live no Instagram: novidade permite adicionar até três pessoas à conversa com seguidores (Instagram/Divulgação)

O Instagram anunciou nesta segunda-feira, 1°, que está expandindo o número de co-participantes em lives na plataforma. Atualmente, uma live só pode ser realizada por uma pessoa e, com a implementação da novidade, até outros 3 convidados poderão participar da conversa em tempo real.

A funcionalidade é lançada em um momento que a interação em grande número de pessoas ganha novo fôlego com as conversas em apps como o Clubhouse e o Twitter, que testa um produto chamado “Spaces” e que permite reunir pessoas para discutir tópicos diante de audiências.

“A ferramenta ‘Salas Ao Vivo’ oferece às pessoas e aos criadores uma opção alternativa para criar conteúdo, proporcionando uma maneira rápida e simples de se conectar com sua comunidade e público e trazer mais pessoas para a conversa”, disse a rede social, em nota.

No começo da pandemia, as lives se tornaram a interação padrão entre criadores de conteúdo e suas audiências e tiveram grande aderência do público. Apesar disso, no decorrer de 2020 elas perderam fôlego e se tornaram menos frequentadas. Como as novas formas de interação partem da premissa de reunir maior número de pessoas e facilitar a interação, o Instagram tenta alavancar sua principal ferramenta nesse sentido.

Em um blog post, a empresa sinalizou ainda que também irá “explorar ferramentas mais interativas, como oferecer controle de moderação e funções de áudio nos próximos meses”. Ambos são os definidores das salas de conversas do Clubhouse.

O recurso está disponível dentro da funcionalidade de lives no Instagram. Basta abrir o aplicativo, passar para a esquerda, selecionar a funcionalidade “ao vivo” e clicar no ícone de “Sala” para incluir pessoas na live.

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Telefonia móvel tem crescimento excepcional e registra mais de 250 milhões de acessos

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Saiba qual foi a operadora que apresentou o maior número de acessos e é líder na participação
de mercado no segmento

Com base nos dados divulgados pela ANATEL, Agência Nacional de
Telecomunicações, houve um crescimento de 0,7% comparado ao mês anterior,
chegando a 258,3 milhões de acessos. No último ano houve um aumento de 7,2%
sendo que em 2021 foram registrados 240 milhões de acessos.
Em relação às principais operadoras de telefonia, a Vivo foi a que apresentou o
maior número de de ativos no segmento com mais de 85 milhões, seguindo líder no
mercado de telefonia móvel com 33% de participação.Na sequência está a
operadora Claro com 71,8 milhões de acessos e também leva o segundo lugar em
participação no mercado com 27,8% do market share.

A TIM está em terceiro com mais de 52 milhões de acessos e 20,3% do mercado.

E em quarto está a Oi móvel
com 42,08 milhões de usuários e um total de 16,3% de participação.
Esses números foram impactados desde que houve a total migração dos usuários
da unidade móvel da Oi para a Vivo, Claro e TIM.
A tecnologia que teve a maior porcentagem foi a do 4G com 77,7% com mais de
200.600 milhões acessos, em sequência o 3G com 28.498 e 2G com 27.108
milhões acessos.
Os estados que obtiveram maior número de acessos de telefonia móvel foram, São
Paulo com (78,3 milhões) de acessos, em sequência Minas Gerais (24,2 milhões),
Rio de Janeiro (20,6 milhões), Bahia (15,2 milhões) e Paraná (13,8 milhões).
Na região Norte, houve um declínio com 17,3 milhões de acessos em março, todas
as outras registraram aumento, mesmo que pequeno. Na região Sul o aumento foi
de 1,1%, chegando a 35,9 milhões de acessos. No Sudeste o crescimento foi de
0,9% totalizando 127,8 milhões. Centro-oeste com 0,8% passando os 19,2% e
Nordeste com 0,4%, chegando a 57,9 milhões.

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Dia do Streaming: os 5 melhores filmes e séries para maratonar

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Estreias de “Bel-Air”, remake da série “Um Maluco no Pedaço”, no Star+. Já na Netflix mais uma temporada do talk show “O próximo convidado dispensa apresentação com David Letterman”

(Divulgação/Apple TV+)

Para o Dia do Streaming, comemorado hoje (20), selecionamos 5 estreias entre suspense e comédia, documentários e séries que valem o play. No Star+, duas estreias, incluindo o remake da série dos anos 1990, Um Maluco no Pedaço. Em Bel-Air, Will (Jabari Banks) deixa para trás a Filadélfia ao se mudar para Los Angeles. Will Smith, é o produtor executivo da série. Na Netflix, estreia mais uma temporada de O próximo convidado dispensa apresentação com David Letterman, um programa que combina humor, curiosidades e conversas profundas com diversos convidados.

Now and Then (Apple TV+)

A série é um suspense complexo que explora as diferenças entre os anseios juvenis e a realidade da vida adulta. A série mostra a mudança na vida de um grupo de melhores amigos da faculdade quando um deles morre durante uma comemoração no fim de semana. Vinte anos depois, uma ameaça reúne à força os cinco amigos sobreviventes e coloca em risco a vida de aparências que eles construíram.

Cyber Hell: Exposing an Internet Horror (Netflix)

Neste documentário, o diretor Choi Jin-seong conta a história de duas estudantes universitárias, um grupo de jornalistas e a equipe de policiais de crimes cibernéticos que investigaram a “Enésima Sala”, uma rede ilegal de exploração sexual online. Com entrevistas, arquivos, animações e reconstituições, o filme revela como mulheres e meninas eram coagidas a subir imagens explícitas delas mesmas em salas de bate-papo do Telegram. Os líderes da rede disponibilizavam essas imagens para milhares de usuários, que pagavam em criptomoedas. Esta é a história de um dos crimes digitais mais graves da região, da era do anonimato digital que permitiu que isso acontecesse e das vítimas que romperam o silêncio e ajudaram a fazer justiça.

O próximo convidado dispensa apresentação com David Letterman (Netflix)

O apresentador mais famoso da TV está de volta em O próximo convidado dispensa apresentação com David Letterman, um programa que combina humor, curiosidades e conversas profundas com pessoas extraordinárias. Nos seis episódios da quarta temporada do talk show na Netflix, Letterman recebe convidados como Cardi B, Kevin Durant, Billie Eilish, Julia Louis-Dreyfus, Ryan Reynolds e Will Smith.

Vale Night (Star+)

Na trama, Vini (Pedro Ottoni) resolve dar uma volta com seu filho após a mãe, Daiana (Gabriela Dias), cansada das responsabilidades da maternidade, decidir deixar a criança aos cuidados do pai e pegar um “Vale Night” para sair com suas amigas. Os problemas começam a aparecer quando Vini se dá conta de que perdeu seu filho em meio a uma saída e começa uma caçada cheia de situações inusitadas pela comunidade em que vive em busca da criança antes que Daiana volte e perceba que algo está errado. O longa dirigido por Luís Pinheiro é estrelado por Linn da Quebrada, Pedro Ottoni, Gabriela Dias, Yuri Marçal e Jonathan Haagensen.

Bel-Air (Star+)

Bel-Air é o reboot da série de sucesso dos anos 1990 protagonizado pelo Will Smith, o ator também é o produtor executivo da série. Mantendo-se à premissa original, a produção acompanha Will (Jabari Banks) deixando para trás a única casa que ele já conheceu, no oeste da Filadélfia, por uma segunda chance em um lugar desconhecido, onde ele vê sua vida virar de cabeça para baixo ao se mudar para um dos bairros mais luxuosos de Los Angeles, encontrando novos desafios e preconceitos em um mundo de riqueza e aspiração.

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Amazon Prime: assinatura fica mais cara nesta sexta-feira

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Para quem já possui o benefício, os novos valores começarão a valer a partir de 24 de junho; saiba quanto vai custar

Amazon Prime: preço se mantinha o mesmo desde 2019 (Getty Images/Bloomberg / Colaborador)

O Amazon Prime já não custa mais R$ 9,90. A  partir desta sexta-feira, 20, o plano que incluiu entrega rápida grátis e serviços de streaming, e que se mantinha desde de setembro de 2019, quando lançado no Brasil, passou para R$ 14,90, enquanto o plano anual de R$ 89 subiu para R$ 119.

Já para as pessoas que possuem o benefício, os novos valores começarão a valer a partir de 24 de junho, com a data da próxima renovação da assinatura, seja mensal ou anual.

Segundo comunicado da Amazon, a mudança foi necessária após uma série de investimentos da empresa com o programa de benefícios, como a expansão do frete rápido e grátis no Brasil e a produção de mais conteúdos originais no Prime Video — a nova série no universo de Senhor dos Anéis, por exemplo, já é a produção mais cara da história da TV.

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Facebook não consegue impedir desinformação antiaborto em espanhol, diz estudo

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Um grupo examinou nove perfis atingindo mais de 2,79 milhões de pessoas vendendo informações imprecisas sem consequências

Fotografia: Dado Ruvic/Reuters

Páginas antiaborto do Facebook com milhões de seguidores estão espalhando desinformação sobre aborto para falantes de espanhol com pouca ou nenhuma intervenção da plataforma de mídia social, de acordo com um novo relatório da Naral Pro-Choice America.

O grupo de direitos ao aborto examinou nove páginas do Facebook que alcançam mais de 2,79 milhões de pessoas para o relatório inédito, parte de seus esforços para mostrar como a desinformação é disseminada pelos opositores do aborto. Os pesquisadores descobriram que várias das páginas “repetidamente espalham informações medicamente imprecisas sobre o aborto sem nenhuma ação do Facebook”, destacando o que os especialistas descreveram como uma crise de desinformação em espanhol que está escapando.

O relatório vem quando os direitos reprodutivos estão em perigo nos EUA, com a expectativa da Suprema Corte de derrubar a decisão histórica Roe v Wade , que garantia o direito ao aborto nos EUA.

“Nunca foi tão importante que as pessoas tenham acesso a informações medicamente precisas sobre o aborto – não importa o idioma que falem. O que está claro aqui é que extremistas anti-escolha estão capitalizando o fracasso das empresas de mídia social em moderar a desinformação em espanhol”, disse Mini Timmaraju, presidente da Naral Pro-Choice America, em um comunicado.

A pesquisa do grupo descobriu que os artigos em espanhol se concentravam na política de aborto dos EUA que recebeu mais engajamento nas mídias sociais “anti-escolha esmagadoramente magra” e vêm de veículos com afiliações religiosas.

Muitas das páginas do Facebook em espanhol examinadas pelos pesquisadores da Naral espalham desinformação sobre a segurança do aborto, alegando que isso aumenta o risco de câncer de mama, ansiedade, infertilidade, depressão e suicídio. Algumas postagens foram visualizadas milhares de vezes sem intervenção do Facebook.

O conteúdo espalha a mesma desinformação sobre o aborto que os grupos antiaborto de língua inglesa, que também divulgam informações medicamente imprecisas sobre o aborto e demonizam os provedores de aborto, diz o relatório.

O catolicismo desempenha um papel fundamental em grande parte do conteúdo em espanhol, o que sugere que o apoio à assistência ao aborto conflita com a identidade religiosa. O movimento antiaborto de língua espanhola se baseia em estereótipos, disse Gabriela Rico, pesquisadora principal do relatório, como que as pessoas latinas se opõem amplamente ao aborto e são todas católicas.

“Esta não é apenas uma suposição falsa e racista, mas uma maneira de o movimento anti-escolha apagar a maioria das pessoas latinas que apoiam a liberdade reprodutiva – muitas vezes por causa, não apesar de sua fé”, Rico, uma pesquisa da Naral manjedoura, disse.

Uma pesquisa recente da Navigator Research descobriu que 65% dos hispano-americanos apoiam o Congresso aprovando uma lei para garantir o direito ao aborto nos EUA.

A disseminação da desinformação sobre o aborto é parte do fracasso mais amplo do Facebook em moderar o conteúdo em espanhol, dizem especialistas. Um estudo no ano passado descobriu que apenas 30% da desinformação em espanhol é sinalizada com rótulos de advertência, em comparação com 70% em inglês. Os legisladores pediram à empresa que faça mais para lidar com o que eles consideram uma “ crise de desinformação ”. Em resposta aos legisladores, o Facebook se concentrou nos recursos que a empresa colocou para limitar a desinformação, afirmando que tem “35.000 pessoas trabalhando nesses desafios”.

O Facebook não respondeu imediatamente a um pedido de comentário sobre as descobertas de Naral.

Várias plataformas de mídia social não conseguiram impedir a desinformação sobre o aborto em espanhol e inglês, mas as decisões de moderação do Facebook foram “particularmente problemáticas”, disse o relatório.

O fracasso em remover a desinformação sobre o aborto tem “implicações diretas para 72% das pessoas latinas nos Estados Unidos que usam sua plataforma”, afirma o relatório.

“As comunidades latinas são constantemente alvo de desinformação antiescolha – vi isso não apenas no meu trabalho neste relatório, mas em minha própria família e comunidade”, disse Rico. “As pessoas que falam espanhol merecem receber informações precisas sobre liberdade reprodutiva, não ser enganadas e usadas como peões em um jogo político.”

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GameStop: saga termina com falência do fundo que apostou contra a empresa

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No ano passado, a GameStop serviu de cabo de guerra entre pequenos investidores e o fundo Melvin Capital. No final da história, a empresa ganhou sobrevida e os que apostaram contra fecharam as portas

(Getty Images/Spencer Platt)

Há pouco mais de um ano, as ações da varejista americana Game Stop subiam mais de 750% em um mês. Uma alta súbita fruto de uma disputa ‘meme’ entre os investidores que apostaram na queda das ações — os short sellers, no jargão do mercado — versus um grupo de day traders de um fórum do Reddit que promoveram a compra em massa do papel.

Nesta quinta-feira, 19, a histórica saga ganhou um ponto final com o anúncio de que o Melvin Capital, que liderava os shorts sellers, está liquidando os ativos que gerenciava para poder fechar as portas.

O proprietário do fundo, Gabe Plotkin, disse aos investidores que o”próximo passo” é “se afastar” do gerenciamento de capital de outros, e garantiu que pelo menos metade do dinheiro será transferida até 31 de maio, com o restante chegando até 30 de junho.

Escolhas ruins

O Melvin Capital foi um fundo de sucesso, que começou a operar em 2021 com mais de US$ 12 bilhões no caixa. No entanto, sua aposta pública contra a GameStop e outras empresas em dificuldades a tornou em uma espécie de vilã do mercado de ações, sofrendo uma onda de investimentos centrada na GameStop e outras empresas que elas apostou contra.

Por consequência, o fundo de Plotkin amargou uma perda de 53% em janeiro de 2021 e foi necessária uma injeção de dinheiro de US$ 2,75 bilhões para amenizar as marcas da batalha que travou e manter as perdas em 39% no ano.

A saga GameStop não foi o único fator envolvido, no entanto. Melvin registrou uma perda de 23% até abril, parcialmente relacionada às escolhas ruins de ações.

Depois do impulso à GameStop, os especuladores do Reddit mudaram sua atenção para a BlackBerry e outras empresas enfraquecidas, mas a história de sucesso não se repetiu e não houve consequências semelhantes às de Melvin para outros fundos de investimento.

Ainda assim, a paralisação ilustra o poder de investidores coordenados na Internet – eles podem demolir os gestores de ações convencionais nas circunstâncias certas.

(Com agências)

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WhatsApp lança pacote para PMEs venderem mais pelo app

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Aplicativo de mensagens mais utilizado no Brasil vai simplificar configuração de APIs e permitir que o mesmo número de telefone seja usado por mais de um celular na interação com clientes

Interface do WhatsApp Business: mais de 5 milhões de contas empresariais estão cadastradas no app de mensagens só no Brasil (Divulgação/Divulgação)

O uso do WhatsApp como um canal de vendas para pequenos negócios vai ficar mais fácil a partir de agora.

Nesta quinta-feira, 19, o aplicativo de mensageria da Meta (ex-Facebook) anuncia um novo jeito de conectar-se aos sistemas de empresas interessadas em vender produtos ou serviços por ali.

O que é uma API

No linguajar de programação, a conexão entre softwares de dois ou mais empresas ocorre via APIs, sigla em inglês para interfaces de programação capazes de fazer um software ‘conversar’ com o outro.

Até agora, empresas interessadas na conexão de seus softwares ao WhatsApp, para poder interagir com clientes por ali, precisavam começar esse tipo de integração praticamente do zero.

Tratava-se de um trabalho por vezes demorado e dependente da assistência de empresas de tecnologia dedicadas às APIs, e parceiras da Meta, como a mineira Take Blip.

O que muda no WhatsApp

Isso porque a junção desses sistemas, por exemplo, dependia da configuração dos servidores da empresa interessada com os datacenters da Meta e de parceiros.

A partir de agora, os interessados na venda pelo WhatsApp poderão configurar as APIs diretamente em servidores da Meta na nuvem.

A novidade pode evitar eventuais deslocamentos para fazer esse tipo de serviço no ambiente onde está o servidor da empresa.

Como muda a vida de empreendedores

Em paralelo, o site do WhatsApp para empresas terá uma série de conteúdos para facilitar a vida dos empreendedores — e dos programadores contratados por PMEs — na hora de plugar os sistemas das empresas ao da Meta.

Em outra frente da Meta na missão de virar um canal de vendas para empresas emergentes, o layout das contas comerciais do WhatsApp vai permitir ao empreendedor colocar mais informações de contato da empresa, como o endereço do site dela.

Além disso, um mesmo número de telefone comercial conectado ao WhatsApp poderá ser utilizado em até dez aparelhos celulares.

“Vai ficar mais fácil para qualquer empresa com uma equipe de atendimento a clientes, como call center, por exemplo, conversar com seus públicos pelo WhatsApp”, diz Matt Idema, vice-presidente da Meta.

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Layout novo do WhatsApp Business: empresas poderão colocar o endereço de websites e, assim, ampliar a divulgação de catálogos pelo app (Divulgação/Divulgação)

Quem está envolvido no anúncio

Alçado ao posto em 2017, Idema tem a função de, entre outros temas, melhorar a experiência das empresas no uso comercial do app.

No Brasil, o WhatsApp ganhou em fevereiro um diretor-geral de operações: Guilherme Horn, executivo com 30 anos de experiência nas áreas de inovação e estratégia de grandes empresas como os bancos BV e Banco do Brasil e consultoria Accenture.

Além disso, Horn foi um dos fundadores da plataforma digital de investimentos Órama, vendida ao Bradesco em 2008. O Brasil é o segundo mercado do WhatsApp a ter um diretor com as atribuições de Horn — o primeiro foi a Índia.

As novidades estão sendo anunciadas nesta quinta-feira por Mark Zuckerberg, fundador da Meta.

“Em apenas alguns minutos, qualquer empresa ou desenvolvedor pode acessar facilmente nosso serviço, operar diretamente no WhatsApp para personalizar sua experiência e acelerar o tempo de resposta aos clientes usando nossa WhatsApp Cloud API segura hospedada pela Meta”, disse Zuckerberg na primeira edição da Conversations, uma conferência virtual dedicada a atrair empresas para o ecossistema da Meta.

“Este é um passo importante para ajudar mais empresas a se conectarem com as pessoas e ajudar mais pessoas a enviar mensagens para as empresas – grandes e pequenas.”

O tamanho do mercado do WhatsApp

Os números conquistados até aqui na frente de negócios do WhatsApp dão uma dimensão da oportunidade à frente da empresa.

Atualmente, 175 milhões de pessoas trocam mensagens todos os dias com uma conta WhatsApp Business, como é chamada a unidade de negócios do app. Por semana, são mais de 1 bilhão de pessoas conectadas.

Todos os meses, mais de 40 milhões de pessoas acessam catálogos virtuais de empresas. O Brasil responde a pouco mais de 25% desse fluxo.

Por aqui, são 5 milhões de contas de WhatsApp Business. Na pandemia, esse número mais que dobrou — e os brasileiros aparentemente estão gostando disso tudo.

Segundo dados da Meta, 2 em 3 brasileiros preferem interagir com empresas através de serviços de mensageria como o WhatsApp a ligar para números 0800, mandar e-mails para empresas e por aí vai.

O que já mudou no app

Em função disso, a lista de quem já adota o WhatsApp Business no Brasil inclui também grandes empresas como as varejistas C&A, Magalu, Renner, estrelas do e-commerce como iFood, PicPay e Quinto Andar, além de boa parte das instituições financeiras.

As novidades desta quinta-feira são mais uma aposta da Meta na faceta comercial do WhatsApp.

Em 2020 a versão comercial do app ganhou a função chamada Carrinho para clientes enviarem pedidos a empresas com catálogos virtuais extensos, como restaurantes ou lojas de roupas.

No ano passado, a empresa anunciou uma função de busca de negócios nas redondezas, num serviço com alguma semelhança ao oferecido pelo Google Maps. A ferramenta está em fase piloto na cidade de São Paulo.

No mês seguinte, o WhatsApp anunciou a ferramenta Coleções para permitir que produtos do catálogo sejam separados em categorias para facilitar as compras feitas pelo app.

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Nova página de APIs do WhatsApp Business: o trabalho de programação para conectar sistemas das empresas ao do app agora vai poder ser feito na nuvem (Divulgação/Divulgação)

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