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Com o Mi Watch, Xiaomi terá o seu primeiro concorrente do Apple Watch

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O relógio inteligente desenvolvido pela fabricante chinesa Xiaomi começará a ser comercializado na China na próxima semana

Mi Watch: Xiaomi desenvolve sua própria versão do Apple Watch, da Apple (Xiaomi/Divulgação)

São Paulo – Nesta terça-feira, 5, a empresa de produtos eletrônicos Xiaomi anunciou o Mi Watch, seu novo relógio inteligente e o novo concorrente para o Apple Watch, da Apple. O relógio, que é o primeiro smartwatch da marca chinesa, chegará às lojas a partir da próxima semana na China e a estimativa é que custe o equivalente a 185 dólares (aproximadamente 740 reais).

O aparelho, que vem em duas opções de cores – preto e cinza -, possui uma tela AMOLED de 1,78 polegadas. Seu display, assim como o dos mais recentes relógios da Apple, também fica permanentemente ligado e utilizando o modo de baixa energia, para economizar bateria. A parte de baixo do dispositivo, que é revestida por cerâmica, guarda os sensores de monitoramento e é a parte que fica em contato direto com a pele. Em tamanho, possui 44 milímetros e abriga microfones e alto-falantes próprios.

O dispositivo, de acordo com a empresa, funcionará de maneira independente dos smartphones da Xiaomi. Ele terá uma conexão 4G própria, o que permite com que funcione sem estar conectado com um celular. O relógio também se conecta via Wi-Fi. Sobre as características internas, o aparelho tem o sistema operacional MIUI Watch – desenvolvido com base no sistema Wear OS, do Google – e terá 1 gigabyte de memória RAM e 8 GB de armazenamento interno.

Segundo a Xiaomi, a bateria do aparelho deve durar cerca de 36 horas após uma recarga total. O início das vendas na próxima semana ocorrerá apenas na China. A chegada ao Brasil e a outros países é esperada para acontecer ainda este ano, próximo ao Natal.

 

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WhatsApp prepara novo recurso para funcionar em mais de um celular

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Se liberada para todos, a nova função poderá mudar a forma como o aplicativo gerencia dados de usuários

WhatsApp: aplicativo testa recurso para usar mais de um dispositivo com a mesma conta (SOPA Images / Colaborador/Getty Images)

O aplicativo de mensagens WhatsApp, que pertence ao Facebook, prepara um novo recurso para funcionar em mais de um celular ao mesmo tempo. A informação é do WABetaInfo, site especializado em antecipar novas funções do WhatsApp.

O novo recurso já está presente em uma das versões preliminares do aplicativo para smartphone, mas ainda não chegou a todos os usuários.

Assim como no concorrente Telegram, o usuário de uma conta no WhatsApp poderá tê-la ativa em dois dispositivos ao mesmo tempo: dois celulares ou um celular e um tablet, por exemplo. Com isso, deixaria de ser necessário estar conectado sempre no mesmo dispositivo.

A nova função é diferente do que acontece hoje com o WhatsApp Web, que é um espelhamento da interface do aplicativo em um computador, e não exatamente um segundo login.

WABetaInfo ressalta que a novidade está entre as prioridades da equipe de desenvolvimento do WhatsApp. No entanto, não há previsão de lançamento oficial do novo recurso.

O que não está certo ainda é como o WhatsApp fará a gestão de dados dos usuários, como histórico de conversas, imagens, mensagens de áudio e documentos. A premissa do aplicativo é que, com o login único, os dados permanecem apenas no smartphone de cada pessoa, e não nos servidores do WhatsApp. Esse ponto, inclusive, sempre foi o principal argumento da defesa do aplicativo perante a Justiça brasileira em casos de solicitação de compartilhamento de dados de indivíduos suspeitos de envolvimento em crimes.

A adição mais recente ao WhatsApp foi o modo escuro, que deixa a interface predominantemente preta para economizar bateria de celulares e também cansar menos os olhos dos usuários. Esse recurso permaneceu em período de testes por pouco mais de um ano, o que pode servir de parâmetro para o tempo de duração dos testes de novas funções no aplicativo.

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Como as redes sociais estão combatendo a desinformação sobre o coronavírus

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O Twitter ganhou destaque ao remover tuítes de Jair Bolsonaro, mas Facebook, LinkedIn e outras redes sociais combatem conteúdo falso sobre a covid-19

Twitter: empresa removeu mensagens falsas sobre a hidroxicloroquina (Dado Ruvic/Reuters)

Diante da pandemia do novo coronavírus, as redes sociais precisam combater outro tipo de conteúdo viral que se propaga pela internet: a desinformação. Na noite do último domingo, 29, o Twitter removeu tuítes do presidente Jair Bolsonaro nos quais defendia que as pessoas voltassem ao trabalho. O presidente também citou o medicamento hidroxicloroquina como um tratamento para a doença covid-19, causada pelo novo coronavírus. No entanto, os estudos sobre a eficácia da droga ainda estão em estágios iniciais e a afirmação, portanto, não era inteiramente verídica.

Rudy Giuliani, ex- prefeito de Nova York e atualmente um dos advogados do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também teve um tuíte apagado pelo Twitter. Na mensagem, agora indisponível, Giluliani citava Charlie Kirk, que dizia que o medicamento hidroxicloroquina, usado contra malária, lúpus e artitre reumatoide, tinha taxa de 100% de efetividade no tratamento da covid-19. A informação não procede. As pesquisas sobre o medicamento ainda são preliminares e os testes feitos em hospitais ainda são em caráter experimental.

Em nota, o Twitter informou que ampliou as regras de sua comunidade para abranger conteúdos contrários à saúde pública, o que justifica a remoção de conteúdos falsos em relação ao novo coronavírus.

O Google optou pela remoção do aplicativo Infowars de sua loja de apps para smartphones com sistema operacional Android. O Infowars, removido da loja virtual do iPhone há mais de um ano por conter conteúdo controverso, questionou medidas preventivas para a contenção da pandemia do novo coronavírus. Ao site americano Business Insider, o Google informou que combater a desinformação na Play Store tem sido uma prioridade da empresa. “Quando encontrarmos aplicativos que violem a política da loja por distribuir informações enganosas ou prejudiciais, vamos removê-los”, informou a empresa.

Recentemente, o Google anunciou uma equipe de resposta a conteúdos sobre coronavírus que trabalha 24 horas removendo conteúdos falsos ou enganosos do buscador e do YouTube, ao mesmo tempo que destacam conteúdos de autoridades de saúde pública.

Para reduzir a desinformação na rede social, o Facebook está direcionando seus usuários a sites oficiais de governos. A rede social tem, ainda, uma aba chamada “Centro de Informação Sobre o Coronavírus” em países europeus. O objetivo é concentrar e destacar informações verificadas sobre a progressão da pandemia.

Em um raro esforço conjunto, as empresas de tecnologia Facebook, Google, YouTube, Microsoft, LinkedIn, Reddit e Twitter divulgaram um comunicado conjunto em 16 de março falando sobre as medidas que tomam para conter a propagação de informações falsas sobre a covid-19.

“Estamos ajudando milhões de pessoas a permanecer conectadas enquanto combatemos em conjunto fraudes e desinformações sobre o vírus ao destacar conteúdos de autoridades em nossas plataformas e ao compartilhar atualizações críticas em coordenação com agências governamentais de saúde em todo o mundo”, afirma o comunicado. “Convidamos outras empresas a se unirem a nós enquanto trabalhamos para manter nossas comunidades saudáveis e seguras.”

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Startup abre plataforma de telemedicina para conectar médicos a pacientes

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A brasileira Amplimed criou sua plataforma digital de telemedicina neste mês para agilizar atendimentos e evitar contágios do novo coronavírus em hospitais

Medicina: Conselho Federal liberou teleorientação em face da pandemia do coronavírus (seksan Mongkhonkhamsao/Getty Images)

Diante da pandemia do novo coronavírus, o Conselho Federal de Medicina liberou a telemedicina, em caráter de excepcionalidade. Com isso, empresas tradicionais passaram a usar mais os recursos de conectar pacientes a médicos via internet, como fizeram Prevent Senior e a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein. Mas a pauta também abriu espaço para startups de saúde. Esse é o caso da brasileira Amplimed, da área de software de gestão corporativa para o setor de saúde, que agora passa a contar com uma plataforma digital para conectar médicos a pacientes.

O software médico da Amplimed começou a ser desenvolvido quando começou a quarentena na cidade de São Paulo, em 16 de março. O plano da startup era oferecer aos médicos que já eram seus clientes uma forma de ajudar atender remotamente aos pacientes.

Dado o contexto da pandemia do novo coronavírus, a startup decidiu deixar sua plataforma de teleorientação, telemonitoramento e prontuário eletrônico gratuitos por 30 dias para todos os profissionais de saúde, mesmo aqueles que não são clientes da Amplimed. Para isso, é preciso se cadastrar neste link.

“Nossa preocupação é que o máximo de médicos consiga dar continuidade imediata às suas consultas, garantindo assistência a pacientes em isolamento e aos que estão em tratamento em casa”, diz o Dr. Marcos Sonagli, diretor médico da Amplimed.

Fundada em 2015, a startup captou até hoje 500 mil reais de investimentos e atua com software de gestão corporativa e prontuário eletrônico para profissionais de saúde autônomos ou estabelecimentos com até 50 pessoas.

A telemedicina está em discussão há anos no Brasil. No ano passado, o Conselho Federal de Medicina chegou a liberar e revogar a pauta em um intervalo de 20 dias, dada a polêmica porque o texto exigia que a primeira consulta fosse presencial. Para Gustavo Kröger, diretor do Espaço Amae e médico voluntário do Hospital das Clínicas pelo disciplina de ginecologia, o Brasil só liberou agora a telemedicina porque ainda falta uma regulamentação definitiva sobre o tema.

“A telemedicina faz toda a diferença. Ela é importante para um retorno para mostrar exames, por exemplo. Ela não substitui a consulta tradicional, ela adiciona recursos. A telemedicina melhora o acesso e a eficiência do sistema de saúde”, diz Kröger.

Com a telemedicina liberada para teleorientação e telemonitoramento, ao menos por ora, os médicos podem usar a tecnologia a seu favor para o atendimento à distância. Fora isso, com menos pessoas nos hospitais, o risco de contágio pelo novo coronavírus também é reduzido. Falta agora uma regulamentação definitiva sobre a telemedicina no Brasil.

Exemplos não faltam no exterior. O Reino Unido é o maior expoente. O país aposta na telemedicina para melhorar a eficiência do serviço público. O Serviço Nacional de Saúde (NHS, na sigla em inglês) prevê que os atendimentos digitais com clínicos-gerais poderão reduzir até um terço do número de visitas aos hospitais nos próximos cinco anos. No país, são feitos 400 milhões de consultas presenciais por ano. A medida ajudaria o serviço de saúde a economizar 1 bilhão de libras no período.

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