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Após corte da Selic, renda fixa segue como melhor opção

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Poupança continua sendo vista como última opção porque rende bem menos que a taxa básica de juros, reduzida para 14% nesta quarta-feira

Com o atual nível dos juros, poupança continua sendo a aplicação com o rendimento mais baixo (Wavebreak Media/Getty Images/VEJA/VEJA)

Com o atual nível dos juros, poupança continua sendo a aplicação com o rendimento mais baixo (Wavebreak Media/Getty Images/VEJA/VEJA)

Mesmo com o corte da taxa básica de juros, os fundos de investimento e demais aplicações em renda fixa seguem como os mais indicados para quem busca bom retorno com baixo risco. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a taxa Selic em 0,25 ponto porcentual nesta quarta-feira, para 14% ao ano

A poupança continua sendo vista como última opção porque rende bem menos que a Selic. O juro precisaria retornar aos 8% para a poupança render 70% da Selic e se tornar mais atrativa.

Em 2015, quem investiu na caderneta perdeu 2,35% do poder de compra. Com a Selic atual, a rentabilidade da poupança perde para os fundos de renda fixa cujas taxas de administração sejam inferiores a 2,5% ao ano.

(Com Estadão Conteúdo)

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Dólar abre em alta em meio a cautela internacional

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Às 9:12, o dólar avançava 0,44%, a 5,6528 reais na venda, enquanto o contrato mais líquido de dólar futuro subia 0,48%, a 5,650 reais

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Economia

Ibovespa vira para queda com temores sobre 2ª onda; Dow Jones cai 3%

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Resultados corporativos e expectativa sobre balanços contribuem para bom humor na bolsa; no exterior, falta de estímulo e alta dos casos de covid preocupam

Pregão; iBovespa; Mega Bolsa; B3; Investidores, Economia
Foto: Germano Lüders
20/05/2014

Depois de permanecer em leve alta pela manhã desta segunda-feira, 26, a bolsa brasileira virou para queda, refletindo tom negativo no exterior, com a alta do número de casos nos Estados Unidos e na Europa, onde países como Itália e Espanha retomaram medidas de isolamento para conter a segunda onda de contaminação. No mercado local, mesmo balanços corporativos positivos e otimismo sobre a temporada de balanços, o Ibovespa, caia 0,82% para 100.424 pontos, às 13h59. O dólar que chegou a subir 0,8% contra o real no início do dia, é negociado próximo da estabilidade a 5,629 reais na venda.

Entre os principais componentes do Ibovespa, as ações dos grandes bancos sobem antes do resultado do Santander impedem que o índice caia ainda mais. No entanto, as ações da Petrobras (PETR3 e PETR4) caem quase 3%, em linha com a depreciação do barril de petróleo no mercado internacional. Há temores de que a segunda onda de coronavírus impacte negativamente a demanda pela commodity. Também com peso relevante no índice, as ações da Vale recuam 1,7%, após queda do minério de ferro na China.

Além das preocupações sobre a doença, no mercado internacional, os investidores ainda seguem atentos às negociações sobre o pacote de estímulo americano. Segundo a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, o presidente Donald Trump está avaliando a última proposta e pode dar uma resposta ainda hoje. No mercado, o sentimento é de que não haverá tempo hábil para o pacote ser aprovado antes das eleições americanas. No mercado americano, o S&P 500 recua 2,39% , o Dow Jones, 2,91% e o Nasdaq, 2,25%.

Na Europa, onde as bolsas também operam no vermelho, o destaque negativo fica para o índice da DAX da bolsa de Frankfurt, que fechou em queda de 3,71%, após dados do Instituto For Economics Research apontar que o clima e as expectativas de negociações estão abaixo do esperado na Alemanha. O índice pan-europeu Stoxx 600 caiu 1,81%.

Em meio ao cenário de pessimismo no mundo, o dólar se fortalece contra divisas desenvolvidas e emergentes. O índice DXY, que mede o desempenho da moeda americana contra seus pares sobe 0,29%. No mercado de câmbio, o destaque negativo segue com a lira turca, que se desvaloriza quase 2%. Na semana passada, a decisão do governo de turca de manter a taxa de juros frustrou as expectativas do mercado, que aguardava a elevação da taxa de juros, que está a 10,25% ao ano.

Nesta semana, haverá decisão sobre a taxa de juros do Bank of Japan (BoJ), do Banco Central Europeu (BCE) e, aqui no Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) começa a reunião amanhã, 27, para a decisão de quarta-feira, 28. Ainda que tenha aumentado os temores sobre inflação, que vem superando as estimativas do mercado, os investidores seguem apostando na manutenção da taxa Selic a 2% ao ano.

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Vitória de Trump é melhor resultado para o mercado de ações, diz JPMorgan

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Ex-vice-presidente Joe Biden tem uma vantagem substancial nas pesquisas de opinião nacionais

Trump: “Vemos uma vitória ‘ordenada’ de Trump como o resultado mais favorável para as ações”, afirmou o banco de investimentos JPMorgan (Jonathan Ernst/Reuters)

O banco de investimentos JPMorgan espera que o índice S&P500 suba para 3.900 pontos se o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, for reeleito na próxima semana, classificando tal resultado como o mais favorável para os mercados de ações

Uma alta para 3.900 pontos marcaria um salto de 12,6% em relação ao fechamento do índice na sexta-feira da semana passada.

Uma vitória sem tumultos dos democratas seria “basicamente neutra” para os mercados, disse o JPM em nota recebida nesta segunda-feira, acrescentando: “Vemos uma vitória ‘ordenada’ de Trump como o resultado mais favorável para as ações“.

As chances de uma “onda azul” democrata diminuíram ligeiramente desde meados de outubro. O ex-vice-presidente Joe Biden tem uma vantagem substancial nas pesquisas de opinião nacionais, embora a disputa seja mais acirrada em Estados cruciais que provavelmente decidirão a disputa.

O JPMorgan disse que vários de seus dados, como o registro de eleitores e o humor no Twitter, apontam para uma “corrida cada vez mais acirrada”.

Entre os diferentes setores, o JPM vê as ações de energia e financeiras como as prováveis principais beneficiárias da vitória de Trump.

“Avaliamos que os setores de energia, financeiro e de saúde provavelmente poderiam ver as mudanças mais fortes, uma vez que foram explicitamente referenciados por cada candidato na campanha”, acrescentou o banco.

 

 

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Economia

Mercado sobe previsão da inflação em 2020 para 2,99%

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Projeção para o índice em 2021 foi de 3,02% para 3,10%

Shopping: relatório Focus trouxe ainda a projeção para o IPCA em 2022, que seguiu em 3,50% (Germano Lüders/Exame)

Os economistas do mercado financeiro alteraram a previsão para o IPCA – o índice oficial de preços – em 2020. O Relatório de Mercado Focus divulgado nesta segunda-feira, 26, pelo Banco Central, mostra que a mediana para o IPCA neste ano foi de alta de 2,65% para 2,99%. Há um mês, estava em 2,05%. A projeção para o índice em 2021 foi de 3,02% para 3,10%. Quatro semanas atrás, estava em 3,01%.

O relatório Focus trouxe ainda a projeção para o IPCA em 2022, que seguiu em 3,50%. No caso de 2023, a expectativa permaneceu em 3,25%. Há quatro semanas, essas projeções eram de 3,50% e 3 25%, nesta ordem.

A projeção dos economistas para a inflação está bem abaixo do centro da meta de 2020, de 4,00%, sendo que a margem de tolerância é de 1,5 ponto porcentual (índice de 2,50% a 5,50%). No caso de 2021, a meta é de 3,75%, com margem de 1,5 ponto (de 2,25% a 5,25%). A meta de 2022 é de 3,50%, com margem de 1,5 ponto (de 2,00% a 5,00%), enquanto o parâmetro para 2023 é inflação de 3,25%, com margem de 1,5 ponto (de 1,75% a 4,75%).

Entre as instituições que mais se aproximam do resultado efetivo do IPCA no médio prazo, denominadas Top 5, a mediana das projeções para 2020 foi de 2,82% para 2,91%. Para 2021, a estimativa do Top 5 passou de 3,17% para 3,27%. Quatro semanas atrás, as expectativas eram de 2,12% e 3,20%, respectivamente.

No caso de 2022, a mediana do IPCA no Top 5 permaneceu em 3,50%, ante 3,48% de um mês atrás. A projeção para 2023 no Top 5 seguiu em 3,38%, ante 3,50% de quatro semanas antes

PIB

Os economistas do mercado financeiro revisaram suas projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2020. Conforme o Relatório de Mercado Focus, a expectativa para a economia este ano passou de retração de 5,00% para queda de 4,81%.

Há quatro semanas, a estimativa era de baixa de 5,04%. Para 2021, o mercado financeiro mudou a previsão do Produto Interno Bruto (PIB), de alta de 3,47% para 3,42%. Quatro semanas atrás, estava em 3,50%.

No Focus divulgado nesta segunda-feira, a projeção para a produção industrial de 2020 foi de baixa de 5,98% para retração de 5,90%. Há um mês, estava em baixa de 6,30%. No caso de 2021, a estimativa de crescimento da produção industrial foi de 4,27% para 4,00%, ante 4,41% de quatro semanas antes.

A pesquisa Focus mostrou ainda que a projeção para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB para 2020 passou de 67,40% para 67,74%. Há um mês, estava em 67,00%. Para 2021, a expectativa permaneceu em 70,00%, ante 69 95% de um mês atrás.

Déficit primário

O Relatório de Mercado Focus trouxe hoje manutenção na projeção para o resultado primário do governo em 2020. A relação entre o déficit primário e o PIB este ano seguiu em 12,00%. No caso de 2021, foi de 3,00% para 3,10%. Há um mês, os porcentuais estavam em 12,00% e 2,84%, respectivamente.

Já a relação entre déficit nominal e PIB em 2020 seguiu em 15 80%, conforme as projeções dos economistas do mercado financeiro. Para 2021, permaneceu em 6,87%. Há quatro semanas, estas relações estavam em 15,50% e 6,50%, nesta ordem.

O resultado primário reflete o saldo entre receitas e despesas do governo, antes do pagamento dos juros da dívida pública. Já o resultado nominal reflete o saldo já após as despesas com juros.

Os avanços nas projeções nos últimos meses refletem a expectativa de que, com o aumento das despesas do governo durante a pandemia do novo coronavírus, o País terá um cenário fiscal ainda mais difícil.

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Economia

Aumento no preço dos alimentos segue pelo menos até o fim do ano

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Economistas e varejistas apontam fatores da alta contínua

Alimentos ficam mais caros no Brasil (Pilar Olivares/Reuters)

Pelo menos até o final do ano, o brasileiro vai ter de conviver com a alta dos preços dos alimentos básicos, como arroz, carnes, óleo de soja e feijão. Dólar em alta, oferta ainda escassa desses produtos por causa da entressafra e o auxílio emergencial mesmo pela metade, garantindo o consumo dos mais pobres, são fatores apontados por economistas e varejistas para que os preços dos alimentos continuem subindo.Mais uma vez, a comida apareceu como vilã: em outubro, a inflação ao consumidor subiu 0,94%, pela prévia do índice oficial, o IPCA-15, divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi a maior alta do indicador para o mês desde 1995 e o resultado ficou acima do esperado pelo mercado. Alimentos e bebidas ficaram 2,24% mais caros e responderam por 50% da alta.

A inflação de supermercados, onde estão concentradas as vendas sobretudo de alimentos, confirma a pressão. Em setembro, a inflação dos supermercados no Estado de São Paulo, apurada pela Fipe, atingiu 2,2%. Foi a maior variação para o mês em 26 anos e equivale ao acumulado no passado até setembro, segundo a Associação Paulista de Supermercados (Apas).

Tanto no IPCA-15 como no índice dos supermercados, óleo de soja, arroz e carnes lideraram os aumentos, com altas de 22,34%, 18 48% e 4,83%, respectivamente na prévia da inflação deste mês. “Achamos que no caso dos grãos o cenário não deve mudar até o início de 2021, para quando está previsto aumento da safra”, diz o presidente da Apas, Ronaldo dos Santos.

André Braz, coordenador do Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Getulio Vargas (FGV), diz acreditar que não há no radar indicações de que os preços da carne, do arroz e do feijão vão recuar. “Há chance de esses produtos subirem mais até o final do ano e melhora só em 2021 com novas safras e a expectativas, quem sabe, de uma taxa de câmbio menor.” As primeiras prévias de outubro indicam que os alimentos continuam subindo cerca de 2% este mês. No ano, a alta dos alimento chega beira 10%.

“A produção de alimentos demora a ser ajustada, é diferente da manufatura”, observa Fabio Bentes, economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio. Esse seria, na sua avaliação, outro fator que indica que a inflação deverá continuar subindo acima do índice geral de inflação até dezembro. “Vamos ter picos nos alimentos, mas não vejo sustentabilidade por falta de demanda mesmo.”

Omar Assaf, diretor da Apas, diz que as vendas em geral nos dois últimos meses desaceleraram nos supermercados. “O bolso do consumidor vai limitar essa tendência de alta”, diz.

Fábio Romão, economista da LCA Consultores, ressalta que boa parte do repasse de preços do atacado para o varejo ainda está por vir. “A alta de preços está mais espalhada e chegando a outros itens, além dos alimentos. Com a pandemia, muitos produtores pisaram no freio e a demanda por itens para o domicílio subiu com o auxílio emergencial.”

“A inflação de alimentos tem implicações importantes, pega as camadas mais populares, justamente em um momento de redução do valor do auxílio emergencial, é um impacto muito difícil”, avalia a consultora econômica Zeina Latif. Segundo ela, há também um efeito macroeconômico que deve ser monitorado: os preços de alimentos, por terem muita visibilidade, contaminam outros preços.

“É difícil para as empresas não repassarem preços e é preciso acompanhar o comportamento da inflação e as estratégias do Banco Central podem ter de mudar. Também acende um alerta para a discussão da questão fiscal”, diz ela.

Para o ex-diretor do Banco Central e chefe do Centro de Estudos Monetários do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da FGV, José Júlio Senna, o aumento da dívida pública é a questão que mais preocupa para o ano que vem. “Não é possível prever o momento em que o desequilíbrio fiscal detonaria as expectativas de um retorno da inflação, mas sem uma política fiscal, não existe uma política monetária viável.”

 

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Economia

Títulos de renda fixa atrelados ao IPCA viram opção

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Segundo especialistas, nesse contexto a renda fixa pode ganhar força, com destaque para os títulos pós-fixados com taxas de retorno atreladas ao IPCA

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terça-feira, 27 de outubro de 2020

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