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Alemanha diz que vai apoiar adesão de Finlândia e Suécia à OTAN em clara expansão do bloco militar

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Conflito na Ucrânia foi um “ponto de virada” para as relações de segurança na Europa, afirmou o chanceler alemão.

© AP Photo / Michael Sohn

A Alemanha vai apoiar a admissão da Finlândia e da Suécia na aliança militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), disse o chanceler Olaf Scholz, depois que os dois Estados nórdicos manifestaram interesse em se juntar à aliança, apesar das décadas de neutralidade.
Falando a repórteres na última terça-feira (3), após dois dias de reuniões a portas fechadas com seus colegas finlandeses e suecos em uma cidade perto de Berlim, Scholz prometeu apoiar a tentativa de ambas as nações de ingressar no bloco militar ocidental caso enviem pedidos de adesão.
“Para nós, está claro: se esses dois países decidirem que devem se juntar à aliança da OTAN, podem contar com nosso apoio”, disse ele, acrescentando que, “mesmo no período anterior à decisão de adesão à OTAN, eles sempre puderam contar com o apoio da Alemanha. Como europeus, nos vemos obrigados a fazê-lo de qualquer maneira”.
Os comentários de Scholz seguem relatos de que Helsinque poderia declarar sua intenção de ingressar na OTAN já na próxima semana, com o presidente Sauli Niinisto supostamente pronto para anunciar a mudança em 12 de maio. Ainda não está claro se Estocolmo vai seguir o exemplo, embora o parlamento do país tenha dito recentemente que deve realizar uma revisão da política de segurança sueca antes que uma decisão seja tomada.
Enquanto relatos anteriores afirmavam que os dois países enviariam seus pedidos ao mesmo tempo, o ministro das Relações Exteriores da Finlândia, Pekka Haavisto, disse que seu país poderia seguir em frente sem seu vizinho.
“Atualmente, acho que o clima no parlamento […] inclui a possibilidade de seguir sem a Suécia”, disse o ministro ao Irish Times em entrevista na semana passada. “Seria bom fazer as mesmas coisas ao mesmo tempo que a Suécia, mas isso depende das decisões suecas. É muito cedo para adivinhar a data, mas acho que antes do verão daremos prosseguimento.”
Dirigindo-se a jornalistas na terça-feira, a primeira-ministra sueca Magdalena Andersson disse que uma decisão ainda não foi tomada e que “todas as opções estão na mesa”, comentários que ganharam eco na voz da primeira-ministra da Finlândia, Sanna Marin.
“A Finlândia e a Suécia estão enfrentando decisões importantes em relação à sua própria segurança”, disse Marin, acrescentando que “o ataque da Rússia à Ucrânia mudou drasticamente nosso ambiente de segurança e isso não pode ser desfeito”.
O chanceler alemão também classificou a operação especial militar da Rússia como um “ponto de virada” para a segurança no continente, dizendo que o ataque levou Berlim a abandonar uma política de longa data contra o envio de armas para zonas de conflito ativas. “Era certo e necessário” mudar essa política, continuou Scholz, acrescentando que “agora estamos fornecendo apoio em larga escala [à Ucrânia], o que continuaremos a fazer”.

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Nova paralisação de importante termelétrica agrava crise energética em Cuba

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Estatal de energia do país diz que situação é consequência do grave incêndio industrial que começou na sexta-feira passada no oeste cubano e que até esta quarta não foi controlado; nação vive há dois anos uma grave crise econômica

Fumaça preta de um tanque de óleo em chamas é vista em Matanzas, Cuba.

A central termelétrica Antonio Guiteras, uma das maiores de Cuba, desconectou-se novamente do sistema elétrico nacional nesta quarta-feira,10, por falta de água para resfriamento, poucas horas depois de ter restabelecido suas operações. Ao anunciar a paralisação, a estatal Unión Eléctrica (UNE) indicou em comunicado que “assim que se previr algum impacto, será comunicado em tempo oportuno”. Na última segunda, essa central deixou de funcionar por não ter nível de água suficiente para se manter em funcionamento, conforme reportado pela UNE na ocasião, o que contribuiu para que nesse dia apenas 60% das necessidades estivessem cobertas durante as horas de maior demanda. A UNE informou então que esta situação na central de Guiteras foi consequência do grave incêndio industrial que começou na sexta-feira passada na base de depósitos de combustível na cidade de Matanzas, no oeste do país, e que até esta quarta-feira não tinha sido controlado. A usina está localizada a 2,7 quilômetros da área do incidente.

Na véspera, Guiteras estava sincronizada com o sistema nacional, mas permaneceu em operação apenas por 17 minutos e, após esse novo intervalo, foi novamente conectada na manhã desta quarta. Ao meio-dia, o diretor-técnico da UNE, Lázaro Guerra, disse à televisão estatal que, depois de ser novamente sincronizada, a central estava contribuindo com 215 megawatts (MW) para o sistema nacional, mas alertou que tinha problemas de consumo excessivo de água e que se estava trabalhando para corrigir o erro. Para este dia, a UNE previu um déficit energético de 30% da capacidade de geração nas horas de maior demanda, o que implica em apagões prolongados na ilha. As quedas de energia – devido a falhas e danos nas antiquadas usinas termelétricas, falta de combustível e manutenção programada – afetam diferentes áreas do país há meses e, desde agosto, também a capital Havana.

Em julho, apagões foram registrados em 29 dos 31 dias, segundo dados da UNE coletados pela Agência de notícias Efe. Os apagões, que às vezes duram mais de 10 horas consecutivas, sobrecarregam todas as áreas da economia e afetam significativamente a vida cotidiana, o que começa a alimentar a agitação social em Cuba. Já no ano passado, os apagões foram uma das razões por trás dos protestos antigovernamentais de 11 de julho de 2021, os maiores em décadas, segundo analistas. Cuba depende muito do petróleo estrangeiro para produzir energia (as termelétricas geram dois terços da eletricidade) e seu principal fornecedor, a Venezuela, reduziu significativamente seus repasses. O governo cubano espera reduzir essa dependência e tem um plano para que, até 2030, 37% de sua matriz energética (pouco mais de 3.500 megawatts) seja proveniente de fontes renováveis. O país vive há dois anos uma grave crise econômica por conta da pandemia, do endurecimento das sanções dos Estados Unidos e das falhas na gestão nacional.

*Com informações da EFE

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Novo vírus de origem animal infecta 35 pessoas na China, aponta estudo

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O henipavírus é transmitido principalmente por morcegos frugívoros e causa sintomas como tosse, febre, cansaço e perda de apetite.

O henipavírus infecta uma ampla variedade de animais — Foto: Wikimedia Commons

 

Um estudo científico feito na China e publicado na quinta-feira (4) na revista científica “New England Journal of Medicine” anunciou a detecção de um novo tipo de vírus de origem animal, o henipavírus. A doença é transmitida por morcegos frugívoros e, de acordo com a publicação, já são 35 casos confirmados por meio de amostras de saliva.

Localizados nas províncias chinesas de Shandong e Henan, nenhum dos infectados está em estado grave. Apenas 26 deles apresentaram sintomas, que são: tosse, febre, cansaço, perda de apetite, dores de cabeça, musculares, náuseas e irritabilidade.

A pesquisa relata queo s pacientes tiveram contato recente com animais e não há casos de transmissão de humanos para humanos. Outros tipos de henipavírus relacionados foram detectados em morcegos, roedores e musaranhos.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), surtos subsequentes da doença na Índia, o consumo de frutas ou produtos de frutas (como suco de tamareira cru) contaminados com urina ou saliva de morcegos frugívoros infectados foi a fonte mais provável de infecção.

Sem medicamento ou vacina, o vírus Nipah causou apenas surtos na Ásia. Infecta uma ampla variedade de animais, a taxa de letalidade em humanos é estimada em 40 -75%.

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Nova autorização de viagens para a Europa será exigida em 2023

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O Etias exige que pessoas de ao menos 60 países, incluindo o Brasil, devem solicitar a autorização eletrônica para entrada nos países

Viagens: nova autorização de viagens para a Europa será exigida em 2023 (Leandro Fonseca/Exame)

Discutido desde 2013 e aprovado em 2018, o novo sistema de autorização de entrada para turistas nos países da União Europeia (UE), chamado de Sistema de Informação e Autorização de Viagens Europeu (Etias, na sigla em inglês), passaria a valer em 2021. Após vários adiamentos, a data prevista passou de maio para novembro de 2023.

Pessoas de ao menos 60 países, incluindo o Brasil, deverão solicitar a autorização eletrônica para entrada nos países do chamado Espaço Schengen. Mas nem todos os países que fazem parte do bloco assinaram o acordo, mantendo as mesmas regras, por enquanto, para recebimento de viajantes.

O Etias será exigido para quem viajar a turismo – com permanência de até 90 dias em um período de 180 dias. Ou seja, depois de retornar ao país de origem, será preciso um intervalo de ao menos 90 dias para voltar à Europa.

Vale lembrar que países nos quais é exigido o visto de entrada não terão acesso ao formulário eletrônico. No caso do Brasil, por exemplo, só quem pretende viajar para trabalhar ou estudar deverá providenciar um visto específico para cada situação.

Segundo a União Europeia, o Etias não se trata de um visto. A autorização poderá ser pedida online e a maioria deve ser concedida imediatamente, devendo ser renovada a cada três anos. Caso o passaporte expire, será preciso renová-la.

O objetivo da medida é reforçar a segurança do bloco ao verificar informações relevantes de turistas de países isentos de visto para entrada na União Europeia antes que a viagem seja feita. Atualmente, os turistas têm apenas de passar por um controle de fronteira. O agente da imigração decide se dá ou não a autorização de entrada ao verificar a documentação apresentada.

O tempo de preenchimento será de, no máximo, dez minutos. Conforme o Parlamento Europeu, os pedidos serão processados automaticamente. Caso o sistema identifique um problema, os dados serão verificados manualmente e a decisão deve ser tomada em até quatro semanas. Em caso de recusa, ela deverá ser justificada e o requerente terá o direito de recorrer da decisão.

Dados e valor

Entre as informações pedidas deverão estar: nome, data e local de nascimento, sexo, nacionalidade e número do passaporte. Também serão feitas perguntas sobre antecedentes criminais e presença em zonas de conflito.

A autorização deverá custar € 7 (em torno de R$ 40), e poderá ser paga em cartão de crédito ou débito. Menores de 18 anos e maiores de 70 anos não precisarão pagar pela autorização.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(Estadão Conteúdo)

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Batida do FBI na mansão de Trump causa agitação política no EUA

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Na terça-feira, 9, a Casa Branca garantiu que não foi avisada da ação

Trump tem uma longa ficha corrida de problemas na Justiça (Carlos Barria/Reuters)

A batida do FBI na mansão de Donald Trump em Mar-a-Lago, na Flórida, causou um terremoto político nos Estados Unidos. A busca foi celebrada pelos democratas, que há muito tempo exigem uma investigação do ex-presidente, e criticada pelos republicanos, que acusam o Departamento de Justiça dos EUA de abuso de poder. Na terça-feira, 9, a Casa Branca garantiu que não foi avisada da ação.

Os agentes entraram na mansão de Trump na segunda-feira, aparentemente em busca de documentos confidenciais que teriam sido levados por ele, em vez de serem enviados para os Arquivos Nacionais, como manda a lei. O FBI e o Departamento de Justiça não comentaram os motivos do mandado de busca.

Trump tem uma longa ficha corrida de problemas na Justiça. Além das caixas de documentos que sumiram, ele é alvo da comissão legislativa que investiga os ataques de 6 de janeiro de 2021, quando uma multidão insuflada por ele invadiu o Congresso. Ele pode ser indiciado por obstrução da contagem de votos e conspiração para cometer fraude eleitoral.

O ex-presidente também enfrenta um processo por interferir na eleição presidencial no Estado da Geórgia, onde ele foi derrotado pelo democrata Joe Biden por apenas 11.799 votos. Em uma ligação gravada, ele pressionou as autoridades estaduais a mudarem o resultado. “Eu preciso só de 11.800 votos”, disse Trump ao secretário de Estado, Brad Raffensperger.

Alguns especialistas, no entanto, acreditam que as acusações de fraude fiscal e bancária em Nova York são a maior ameaça. O promotor Cyrus Vance passou dois anos analisando as finanças de Trump em busca de crimes, como aumento artificial de seus ativos para obter empréstimos.

Os casos são diferentes, mas a justificativa do ex-presidente é a mesma: trata-se de perseguição política. A notícia da busca do FBI foi divulgada por ele mesmo em suas redes sociais. Por isso, segundo pessoas próximas, em vez de preocupado, ele estaria aproveitando o momento. Michael D’Antonio, biógrafo de Trump, disse à CNN que o republicano deve estar “se deliciando” com o caso.

“Ele é especialista em autopromoção. Pare ele, qualquer publicidade é boa”, afirmou. “E o seu grupo de apoiadores radicais, cerca de 35% do eleitorado, será estimulado por isso.”

A tentativa de obter dividendos políticos se refletiu na reação de outros republicanos, que terão seu futuro decidido nas urnas, nas eleições legislativas de novembro. Eles criticaram a operação do FBI e acusaram o Departamento de Justiça de abuso de poder.

Preocupada com a repercussão, a Casa Branca disse neata terça-feira que não sabia de nada. “Ninguém no governo foi avisado”, garantiu a porta-voz de Biden, Karine Jean-Pierre. “O presidente confia na autonomia do Departamento de Justiça.”

O imbróglio está agora nas mãos de Merrick Garland, secretário de Justiça, que tem o poder de indiciar ou não o ex-presidente. Considerado um moderado, Garland vem prometendo, desde que assumiu o cargo, agir de acordo com a lei, sem se importar com a pressão política.

Amigos e ex-assessores descrevem Garland como um promotor extremamente cuidadoso, que jamais autorizaria um mandado de busca na casa de Trump se não tivesse segurança de que a operação lhe renderia provas. Muitos republicanos moderados, no entanto, prenderam a respiração.

No momento em que Trump perde influência no partido, não consegue mais arrecadar tanto dinheiro e vem sendo esnobado pela Fox News, a emissora favorita dos conservadores americanos, o temor é o de que a blitz do FBI possa ter ressuscitado as credenciais políticas do ex-presidente.

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Projéteis inteligentes russos Krasnopol são capazes de escolher alvos, diz jornal

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As bombas guiadas modernizadas russas Krasnopol-M2, disparadas por sistemas de artilharia autopropulsada de 152/155 mm, agora são capazes de escolher alvos durante o disparo múltiplo, escreve o jornal Voennaya Mysl.

© Sputnik / Vitaly Timkiv / Abrir o banco de imagens

De acordo com a publicação, durante os testes do novo sistema de armamento foram conduzidos disparos múltiplos de forma simultânea com munições guiadas Krasnopol-M2 a partir de dois canhões contra dois alvos – um tanque retirado de serviço e um escudo-alvo.
Ao mesmo tempo, cada projétil foi guiado individualmente contra um alvo específico através da iluminação por telêmetros a laser baseados em terra.
De acordo com a publicação, os projéteis modernizados atingiram cada alvo quase simultaneamente com alta precisão. A distância entre os alvos era de apenas 20 metros.
Bomba Krasnopol-M2 para sistema de artilharia de 155 milímetros e KM-8 Gran para morteiros de calibre 120 milímetros - Sputnik Brasil, 1920, 09.08.2022
Bomba Krasnopol-M2 para sistema de artilharia de 155 milímetros e KM-8 Gran para morteiros de calibre 120 milímetros
Os testes dos projéteis Krasnopol-M2 estão sendo realizados com sucesso.
“As características tático-técnicas do novo modelo excedem significativamente o desempenho [do complexo] anterior, e estamos confiantes de que será adotado pelo Exército russo”, aponta o artigo.
A versão básica da munição de artilharia guiada de 152 mm Krasnopol é usada pelos militares russos na operação militar especial na Ucrânia e sua alta precisão tem sido confirmada.
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China não vai cessar exercícios militares até que questão de Taiwan seja resolvida, opina analista

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Os exercícios militares do Exército de Libertação Popular (ELP) em torno de Taiwan se tornarão rotineiros e não terminarão até que a ilha e a China continental se reunifiquem, escreve o jornal estatal chinês Global Times citando vários analistas.

© AP Photo / Zha Chunming

O Governo da República Popular da China demonstra claramente o seu desejo de acelerar o processo de reunificação, inclusive através do uso da força, após a recente visita provocatória da presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Nancy Pelosi.
“As Forças Armadas de Taiwan possuem submarinos obsoletos, mas eles também deverão ser neutralizados se o ELP lançar uma operação de reunificação pela força”, disse um especialista chinês à edição, na condição de anonimato.
O especialista também observou que as forças externas que podem intervir militarmente em Taiwan, como os EUA e o Japão, têm submarinos mais avançados, “por isso praticar operações de defesa antissubmarina em condições reais em torno da ilha de Taiwan é muito importante”, ressaltou o analista militar.
“Os exercícios mostraram que o Exército chinês consegue detectar um submarino inimigo, determinar sua localização e atacá-lo de diferentes posições, além de se defender contra seu ataque”, disse o interlocutor.
Segundo o especialista militar e comentarista Song Zhongping, os exercícios militares não vão cessar até que a questão de Taiwan seja resolvida.

“Os exercícios do ELP podem se tornar rotina. Quanto mais tempo a ilha estiver sob bloqueio, mais isso demonstra o controle da China continental sobre ela”, disse Zhongping.

Ao mesmo tempo, o especialista observou que os exercícios visam apenas dissuadir os separatistas de Taiwan e a interferência externa e não perturbar o cotidiano da população de Taiwan.
Em resposta à visita a Taiwan da presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Nancy Pelosi, o Exército da China iniciou exercícios em grande escala com uso de mísseis, caças e navios de guerra nas proximidades de Taiwan.
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