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Zona do Euro busca resposta à crise, e debate seu próprio futuro

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Nesta terça-feira, os ministros das Finanças dos países da zona do euro terão um encontro virtual para discutir os estímulos econômicos em reação à crise

Madrid: temor de que estímulos fiscais não sejam eficientes neste momento na Europa (Sergio Perez/Reuters)

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Instituto alemão diz que vacina pode estar disponível logo

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Ele alertou, no entanto, que controle da pandemia ainda pode demorar

O principal instituto de doenças infecciosas da Alemanha informou nessa quarta-feira (12) que uma primeira vacina contra o coronavírus poderá estar disponível no outono do Hemisfério Norte, mas alertou que o controle da pandemia ainda pode demorar.

“As projeções preliminares fazem com que a disponibilidade de uma ou várias vacinas pareça possível até o outono de 2020”, afirmou o Instituto Robert Koch em comunicado em seu site, citando um esforço global para levar as imunizações ao mercado.

“Seria perigoso neste momento confiar que uma vacinação, a partir do outono de 2020, possa controlar a pandemia”, advertiu.

O impacto de qualquer vacina pode ser moderado devido a mutações virais ou à imunidade resultante de apenas um curto período, acrescentou o instituto.

Agência Brasil

 

 

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Com ajuda de Trump, Israel e Emirados Árabes fecham acordo de paz inédito

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A partir de agora, os dois países do Oriente Médio devem começar a assinar parcerias sobre investimentos, turismo, voos diretos, segurança, entre outros

Trump: O acordo foi selado em um telefonema entre Trump, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e o xeque Mohammed Bin Zayed (Kevin Lamarque/Reuters)

 

 

Em comunicado, o embaixador dos Emirados Árabes Unidos nos Estados Unidos, Yousef Al Otaiba, avaliou que a assinatura é “uma vitória para a diplomacia e para a região” .

“Este histórico avanço diplomático avançará a paz na região do Oriente Médio e é um testemunho da ousada diplomacia e visão dos três líderes e da coragem dos Emirados Árabes Unidos e de Israel para traçar um novo caminho que desbloqueará o grande potencial no região “, afirmou o comunicado [leia na íntegra ao final].

As autoridades descreveram o acordo, que será conhecido por “Acordos de Abraham“, como o primeiro desse tipo desde que Israel e Jordânia assinaram um tratado de paz em 1994.

Ele também dá a Trump um sucesso relacionado à política externa enquanto tenta sua reeleição em 3 de novembro.

A partir de agora, Israel e Emirados Árabes Unidos devem começar a se reunir para assinar parcerias bilaterais sobre investimentos, turismo, voos diretos, segurança, telecomunicações e outros assuntos, disse o comunicado.

No final de 2018,  durante sua visita ao Brasil, o premiê Benjamim Netanyahu disse que Israel já estava investindo em encontros de aproximação com os países do Golfo Pérsico.

“Países como os Emirados Árabes, Omã e o Qatar se aproximaram de Israel nos últimos anos. A rivalidade com Israel já estava ficando para trás”, afirmou Netanyahu na ocasião, acrescentando que os países têm “todos a mesma origem, semita, e não faz sentido manter uma animosidade que começou há mais de 60 anos”.

Leia na íntegra o comunicado do acordo de paz selado entre Israel e Emirados Árabes Unidos:

Declaração do Embaixador Yousef Al Otaiba sobre normalizar totalmente as relações entre Israel e os Emirados Árabes Unidos:

O anúncio de hoje é um avanço significativo para a região e para a diplomacia, pois interrompe imediatamente a anexação e o potencial de escalada violenta; mantém a viabilidade de uma solução para os dois estados, endossada pela Liga Árabe e pela comunidade internacional; cria novas dinâmicas e possibilidades no processo de paz e reforça a estabilidade da Jordânia.

Trata-se de um avanço significativo nas relações árabe-israelenses, que reduz as tensões e cria uma nova energia para mudanças positivas em toda a região. Como duas das economias e sociedades mais dinâmicas do Oriente Médio, os laços mais próximos entre os Emirados Árabes Unidos e Israel irão acelerar o crescimento e a inovação, expandir as oportunidades para os jovens e quebrar preconceitos de longa data. Isso ajudará a mover a região além de um legado conturbado de hostilidade e conflito para um destino mais promissor de paz e prosperidade.

Os Emirados Árabes Unidos e Israel também se unirão aos Estados Unidos para estabelecer uma Agenda Estratégica para o Oriente Médio a fim de aprofundar a cooperação diplomática, comercial e de segurança junto e com outros países comprometidos com a paz e a não interferência. As iniciativas dos Emirados Árabes Unidos para encorajar o diálogo e o envolvimento regionais serão intensificadas.

As negociações para implementar a normalização começarão nas próximas semanas. Mais urgentemente, os Emirados Árabes Unidos e Israel irão expandir e intensificar nossa cooperação no combate ao coronavírus. Os planos de curto prazo também incluem discussões sobre acesso a vistos; ligações aéreas, de telecomunicações e de navegação; colaboração em saúde, água e segurança alimentar, mudança climática, tecnologia e energia; intercâmbios culturais e educacionais; visitas de nível ministerial; e uma troca recíproca de embaixadas.

Os Emirados Árabes Unidos continuarão a ser um forte apoiador do povo palestino – por sua dignidade, seus direitos e seu próprio Estado soberano. Eles também devem se beneficiar na normalização. Como fazemos há cinquenta anos, defenderemos vigorosamente esses fins, agora diretamente e reforçados com incentivos mais fortes, opções de política e ferramentas diplomáticas”.

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Alemanha pode ter vacina contra covid-19 em meses, diz ministro

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Testes clínicos estão adiantados; ministro da saúde alemão disse nesta quinta, 13, que imunização pode ser lançada nos próximos meses

Empresas de biotecnologia da Alemanha e Instituto Robert Koch (Getty Images/Getty Images)

Mesmo assim, o ministro da saúde da Alemanha, Jens Spahn, afirmou nesta quinta que a imunização está, de fato, prestes a ser chegar à fase final de testes clínicos. “Estou otimista de que nos próximos meses poderá haver uma vacina”, disse Spahn. Ele frisou, no entanto, que a população não deve se descuidar e abrir mão das medidas de proteção ao coronavírus.

O ministro também aproveitou para expressar sua desconfiança em relação à vacina desenvolvida na Rússia, a Sputnik 5. “Ainda há poucos dados sobre a metolodogia russa e não foram feitos testes amplos”, afirmou.

O grupo farmacêutico alemão BioNTech começou a testar uma vacina na China, no último dia 5, em parceria com a empresa chinesa Fosun. Cerca de 70 pacientes já receberam as primeiras doses. A imunização, chamada de BNT162b1, é uma das quatro vacinas contra a covid-19 que a BioNTech está desenvolvendo.

Outra candidata, a BNT162b2, também da BioNTech, alcançou a fase 3. Os testes estão sendo conduzidos pela BioNTech e a Pfizer. A BioNTech começou a trabalhar na formulação de imunizações para a covid-19 em janeiro, logo depois do aumento do número de casos na China. Cerca de 400 funcionários da empresa têm se dedicado às pesquisas.

A BiotNTech está desenvolvendo vacinas com base na utilização do RNA do vírus, que leva as células do corpo humano a produzir proteínas com capacidade de combater a covid-19. Outra empresa alemã de biotecnologia, a CureVac, vem investindo na mesma metodologias de imunização. A companhia recebeu investimentos da ordem de 80 milhões de euros da Comissão Europeia em abril. Ambas empresas são apoiadas pela Fundação Bill e Melinda Gates.

Outros laboratórios na Alemanha e o próprio Instituto Robert Koch vem trabalhando no desenvolvimento de vacinas contra a covid-19. No mundo todo, já há mais de 20 milhões de casos registrados de coronavírus — Estados Unidos, Brasil e Índia lideram o ranking, com metade do número de casos. A Alemanha conseguiu diminuir a curva de crescimento da doença e hoje registra menos de 22.250 mil pessoas infectadas pelo vírus.

 

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Kamala é criticada pela esquerda democrata, mesmo com apoio de Bernie

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Nesta terça-feira, o candidato Democrata Joe Biden anunciou que Kamala Harris seria sua candidata a vice-presidente

Kamala Harris: democrata é a primeira mulher negra na chapa presidencial de um grande partido político (Elijah Nouvelage/File Photo/Reuters)

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Mais ativa que nunca: a tropa de elite da KGB que barbariza a Europa

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Forças especiais criadas na antiga União Soviética reprimem fortemente os protestos na Bielorrússia, com táticas de guerra e intimidamentos

Tropa de elite da Bielorrússia, herdada a antiga União Soviética: repressão, segredos e táticas de guerra (Reuters/Reuters)

Eles dificilmente mostram o rosto ou revelam a identidade. Em geral, saem à rua vestidos de preto, levando cartuchos de munição, facas e armamentos de precisão. Na Bielorrússia, ex-república soviética, o grupo tem reprimido fortemente os protestos contra o governo iniciados há três dias, depois das eleições que deram vitória (mais uma vez) ao presidente Alexander Lukashenko, no poder há 26 anos.

Fora da Rússia e das ex-repúblicas soviéticas, pouca gente ouviu falar nos spetsnaz (“forças de operações especiais”, em russo), a tropa de elite da KGB. Mas na Bielorrússia, onde o passado soviético ainda não morreu, os spetsnaz estão mais ativos que nunca.

As forças especiais, altamente treinadas para lidar com situações que vão desde sequestros a atos de terrorismo, têm perseguido e reprimido fortemente os manifestantes. “Ninguém sabe ao certo quantos são ou quem são”, diz o bielorrusso Dan Polevikov, que participa dos protestos. “Mas todos sabem o que são capazes de fazer”.

A força de elite foi criada na antiga União Soviética, onde estava subordinada à KGB, e atuou na guerra do Afeganistão (1979-1989). Os Alpha Spetsnaz, que ainda estão operantes na Bielorrússia, são a elite da tropa de elite soviética. O grupo foi despachado para Beirute, no Líbano, em 1985, quando quatro diplomatas russos foram sequestrados por um grupo xiita. Parentes dos sequestradores foram encontrados mortos em Beirute, com o corpo severamente machucado.

Os spetsnaz são treinados para mergulhar, saltar de paraquedas e invadir rapidamente prédios públicos e residências sem serem notados. Na Bielorrússia, eles são considerados responsáveis por ao menos parte das 6.000 prisões que aconteceram desde domingo – participar de protestos é um ato de coragem no país.

A União Europeia anunciou nesta quarta, 12, que convocou uma reunião emergencial dos ministros de relações exteriores dos países europeus para discutir a violenta repressão aos manifestantes e o resultado da eleição presidencial. O encontro deve acontecer nesta sexta, 14.

As pesquisas de boca de urna das eleições presidenciais davam vitória à ex-professora de inglês Svetlana Tikhanouskaya, de 36 anos, candidata da oposição. Essa semana, Svetlana fugiu para a Lituânia, onde já estavam seus três filhos.

“E eu sei que muitas pessoas vão me entender, muitas vão me julgar e muitas vão me odiar”, disse ela em um vídeo no YouTube depois de deixar a Bielorrússia, onde estaria sofrendo ameaças de morte. “Então, pessoal, tomem cuidado, por favor — nenhuma vida vale o que está acontecendo agora. As crianças são a coisa mais importante em nossas vidas.”

A população da Bielorrússia sabe bem o quanto Svetlana pode ter razão – a força de elite da antiga KGB está a postos, na rua, junto com a polícia,

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Líderes do Líbano foram alertados sobre explosivos em julho, diz documento

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O primeiro-ministro e o presidente do Líbano foram alertados que as 2.750 toneladas de nitrato de amônio poderiam destruir Beirute

Líbano: explosão deixou ao menos 163 mortos e 6 mil feridos (STR/NurPhoto/Getty Images)

Autoridades de segurança do Líbano alertaram o primeiro-ministro e o presidente, mês passado, que 2.750 toneladas de nitrato de amônio armazenados no porto de Beirute representavam um risco de segurança e poderiam destruir a capital, se explodissem, segundo documentos vistos pela Reuters e autoridades de segurança.

Pouco mais de duas semanas depois, os produtos químicos industriais foram pelos ares em uma enorme explosão que destruiu quase todo o porto e faixas da capital, matando pelo menos 163 pessoas, ferindo outras 6.000 e destruindo 6.000 prédios, segundo autoridades municipais.

Um relatório da Direção-Geral de Segurança Pública sobre os eventos que levaram à explosão incluiu referência a uma carta enviada ao presidente Michel Aoun e ao primeiro-ministro Hassan Diab, em 20 de julho.

Embora o conteúdo da carta não estivesse no relatório visto pela Reuters, uma autoridade sênior de segurança disse que resumia as descobertas de uma investigação judicial, iniciada em janeiro, que concluiu que as substâncias químicas deveriam ser postas em segurança imediatamente.

O relatório de segurança pública, que confirmou a correspondência ao presidente e ao primeiro-ministro ainda não havia sido publicado.

“Havia o risco de que esse material, se roubado, pudesse ser usado em um ataque terrorista”, disse a autoridade à Reuters.

“No fim da investigação, o Procurador-Geral (Ghassan) Oweidat preparou um relatório final que foi enviado às autoridades”, disse, referindo-se à carta enviada ao primeiro-ministro e ao presidente pela Direção-Geral de Segurança Pública, que supervisiona a segurança portuária.

“Eu os alertei que isso poderia destruir Beirute, se explodisse”, afirmou a autoridade, envolvida na redação da carta e que se recusou a ter a identidade divulgada.

A Reuters não conseguiu confirmar a sua descrição da carta de maneira independente.

A Presidência não respondeu ao pedido por comentários sobre a carta de 20 de julho.

Um representante de Diab, cujo governo renunciou na segunda-feira, disse que o primeiro-ministro recebeu a carta em 20 de julho e ela foi enviada ao Conselho Supremo de Defesa para aconselhamentos dentro de 48 horas. “O atual ministério recebeu o documento 14 dias antes da explosão e agiu em resposta a ela em questão de dias. As administrações anteriores tiveram seis anos e não fizeram nada.”

O Procurador-Geral não respondeu aos pedidos por comentários.

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sexta-feira, 14 de agosto de 2020

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