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Três estabelecimentos são interditados em Ceilândia durante operação

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Estabelecimentos não seguiam as restrições impostas pelo GDF para conter a disseminação do novo coronavírus

A PMDF participou da operação de fiscalização –

A Operação Quinto Mandamento realizou, no último domingo, (21/02), em Ceilândia, ações de segurança para prevenção criminal e fiscalizações em estabelecimentos comerciais com foco nas medidas preventivas exigidas pela pandemia da covid-19.

Ao todo, oito comércios foram orientados com relação às medidas sanitárias de prevenção e três foram notificados e interditados por desrespeitarem as restrições impostas pelo Governo do Distrito Federal (GDF).

Operação Quinto Mandamento

A operação consiste em uma ação integrada entre a Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar, Detran, DER e DF Legal e visa a redução de crimes contra a vida.

 

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Auditores fiscais do DF Legal são presos em operação por corrupção

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Na manhã desta sexta-feira (20/5), a Polícia Civil cumpriu três mandados de prisão temporária, sendo dois contra agentes do DF Legal, além do cumprimento de 17 mandados de busca e apreensão

A polícia cumpriu 17 mandados de busca e apreensão em várias regiões – (crédito: Ascom/PDCF)

Agentes do DF Legal foram presos, na manhã desta sexta-feira (20/5), em uma operação policial que investiga supostos crimes de corrupção. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da Delegacia de Repressão à Corrupção (DRCor), cumpriu dois mandados de prisão temporária expedidos contra os auditores fiscais e um terceiro mandado contra uma pessoa que seria responsável por captar clientes e fazer a intermediação das negociações com os servidores públicos, enquanto estes executavam as ilegalidades.

Além dos mandados de prisão, a polícia também cumpriu 17 mandados de busca e apreensão em diversas regiões da capital e nas cidades de Alexânia e Goiânia. Segundo o delegado-chefe da DRCor, Adriano Valente, os clientes identificados na investigação também foram alvo de buscas.

Segundo os investigadores, um dos auditores fiscais investigados está aposentado, mas fingia estar trabalhando para praticar as irregularidades mencionadas. Até o momento, os presos podem responder pelos crimes de associação criminosa, concussão e corrupção. As penas somadas podem chegar a 27 anos de prisão.

Chamada de Operação Ludíbrio, a ação também investiga outras pessoas. A PCDF contou com apoio da Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social (Prodep), do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

Investigação e irregularidades

Depois de receber denúncias anônimas, a polícia deu início às investigações e descobriu elementos que indicam que os investigados estariam recebendo e cobrando por vantagens indevidas para não fiscalizar determinados imóveis e pessoas.

Além disso, os criminosos também receberiam para emitir autorizações diversas, como Alvarás de Construção e Cartas Habite-se, e para reduzir ou extinguir, ilicitamente, débitos e taxas. Outras irregularidades verificadas pela polícia envolvem o cancelamento irregular de autos de infrações, embargos e interdições e o repasse de informações sigilosas sobre data e local de ações fiscalizatórias.

De acordo com os investigadores, o DF legal colaborou com a Polícia Civil. A Operação Ludibrio contou com a participação de 100 policiais e recebeu esse nome por ser sinônimo de engano após ficar constatado que os investigados agiram de má-fé, ludibriando as ações fiscalizatórias estatais.

Em nota, a secretaria informou que apura os fatos e coopera com a investigação. Confira a nota na íntegra:”A Secretaria DF Legal informa que cooperou desde o primeiro momento com todas as informações. A pasta informa ainda que não coaduna com nenhum tipo de irregularidade e é pautada pela transparência e honestidade de seu trabalho para a população do Distrito Federal. A secretaria destaca que já abriu processo em sua corregedoria interna para a devida apuração dos fatos”

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Caminhoneiro que disse “achar pouco” morte de agentes da PRF é preso

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No áudio, o caminhoneiro parece incentivar o assassinato dos agentes, ao falar que tinha “que fazer é uma limpeza por não deixar a gente trabalhar” e diz que os policiais ficam “complicando com tudo”

(crédito: PRF-DIVULGAÇÃO)

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu, na tarde de quarta-feira (18/5), um caminhoneiro, de 46 anos, acusado de ser o autor de um áudio compartilhado no Whatsapp em que ele comemora o assassinato de dois agentes da PRF em Fortaleza, no Ceará. A prisão do motorista também foi motivada por porte de drogas encontradas no veículo dele, na BR-153, em Hidrolândia, em Goiás.

No áudio, que parece ter sido destinado a um grupo, o caminhoneiro comenta o ocorrido com os agentes Márcio Hélio Almeida, de 53 anos, e Raimundo Bonifácio do Nascimento, 43, que foram atingidos por tiros durante uma patrulha em uma BR da capital do Ceará.

O autor dos disparos caminhava na rodovia e os policiais foram direcioná-lo para fora do tráfego de veículos para evitar atropelamento. No momento da abordagem, o homem atirou nos agentes. “Eu acho é pouco. Morreu só dois?”, desdenha o caminhoneiro no áudio viralizado.

O motorista parece incentivar o assassinato dos agentes, ao falar que tinha “que fazer é uma limpeza por não deixar a gente trabalhar” e diz que os policiais ficam “complicando com tudo”. “É bom para ver se eles quietam o facho agora. Bando de filho da p*”, conclui o áudio. Escute:

A PRF informou ao portal R7 que o serviço de inteligência da corporação rastreou o homem após o áudio chegar até a força policial. A equipe da PRF em Hidrolândia foi direcionada para abordar o motorista, que confessou ter gravado e enviado a mensagem.

Para a corporação, a celebração do homem e a fala de que teria que “ter uma limpeza” configura apologia ao crime de homicídio. Na vistoria do veículo, os agentes encontraram uma porção de maconha. A PRF afirma que é a segunda vez que o homem é flagrado com drogas ilícitas.

O motorista assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) no qual se compromete a responder judicialmente por apologia ao crime de homicídio e a posse de drogas.

PRF lamenta morte de agentes, que estavam há mais de 15 anos na corporação

Em nota pública, a PRF lamentou o ocorrido com Márcio e Raimundo. “O falecimento dos nossos policiais entristece toda a instituição. Manifestamos nossa sincera solidariedade e irrestrito apoio à família, desejando conforto também a familiares e amigos neste momento de dor”, escreveu a corporação.

De acordo com a PRF, Márcio tinha 15 anos como policial rodoviário. Natural de Baturité (CE), ele passou por diversos setores na instituição, e chegou a trabalhar em Roraima. Márcio era casado e deixa um filho.

Já Raimundo Bonifácio começou a trajetória na PRF em 2005. Também cearense, ele nasceu em Viçosa e atuou na corporação no Maranhão e em Roraima, além do Ceará. Raimundo também era casado e deixa duas filhas. Os dois faziam parte do Comando de Operações Especiais da PRF.

“A PRF apura o caso em conjunto com as demais forças de segurança responsáveis, tendo sido criado um gabinete de crise para acompanhamento da ocorrência”, conclui a corporação.

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Polícia Federal prende, no Rio, acusado de fraudes previdenciárias

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Os mandados foram cumpridos ontem (19) na casa do investigado, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. O nome do preso ainda não foi anunciado.

(crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Policiais federais cumpriram mandado de prisão preventiva e de busca e apreensão contra um homem de 60 anos, acusado de usar documentos falsos para obter benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os mandados foram cumpridos ontem (19) na casa do investigado, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. O nome do preso ainda não foi anunciado.

A Justiça também suspendeu os benefícios previdenciários fraudados. Segundo a Polícia Federal (PF), a investigação começou em 2020. Desde então, foram identificados pelo INSS pelo menos 30 benefícios obtidos de forma fraudulenta, entre eles, pensões por morte e benefícios assistenciais ao idoso.

A estimativa é que o esquema tenha causado um prejuízo de cerca de R$ 500 mil. O investigado responderá pelos crimes de falsificação de documento público, uso de documento público falso, receptação de documentos provenientes de furto e roubo, apetrechos de falsificação e estelionato previdenciário.

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Homem é espancado suspeito de estuprar menina de 12 anos em MG

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Rapaz foi internado em estado grave na UTI e jovens agressores foram presos; suposto abuso ainda não tem registro oficial da Polícia Militar

Agência Brasil

Um homem suspeito de abusar sexualmente de uma adolescente de 12 anos foi agredido em Pouso Alegre, no Sul de Minas. A Polícia Militar prendeu dois homens que cometeram a agressão física na noite dessa quarta-feira (18/05), no Bairro Vila Nossa Senhora Aparecida. Já o homem agredido, de 56 anos, foi internado em estado grave no Hospital das Clínicas Samuel Libânio.

De acordo com a Polícia Militar, até o momento não há ocorrência do suposto abuso da menor de idade, que não está no município. Na noite da agressão, a PM encontrou o homem com ferimentos na cabeça, sangramento e inconsciente. O Samu encaminhou o suspeito para o pronto-atendimento.
Dois jovens, de 22 e 24 anos, que estavam no local, foram presos. Um deles é o irmão da menor. Ele disse aos policiais que o homem é irmão de um ex-companheiro de sua mãe. O jovem acrescentou que a mãe enviou uma mensagem de WhatsApp dizendo que a irmã dele contou que foi abusada por esse homem algumas vezes. Não há informações sobre a data que os possíveis abusos teriam ocorrido.Ao detalhar a história para os policiais, o irmão da adolescente destacou que contou essa suspeita para um amigo e que juntos foram à casa desse homem. Ele ficou nervoso quando os dois jovens mostraram o áudio em que a adolescente contava o que aconteceu.

Ainda segundo a PM, depois que o homem negou as acusações, o irmão dela pegou uma barra de ferro e bateu nele. O outro jovem deu socos no rosto do homem.
A reportagem entrou em contato com a delegacia que informou que a Polícia Civil vai investigar a tentiva de homicídio. A corporação acrescenta que até o momento não há registro policial do possível estupro. A indicação em casos de crime sexual é que a vítima denuncie o fato à Polícia Civil ou Militar.

 

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PCDF prende homem que abusou de criança por R$ 10

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A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por intermédio da 19ª DP, prendeu, nesta manhã (19), em cumprimento a mandado de prisão preventiva, um homem, de 56 anos, acusado de abusar sexualmente de um garoto, de apenas 11 anos de idade, em troca de R$ 10. Segundo apurado, o investigado, é um padeiro e teria praticado sexo oral com a criança mediante a oferta de dinheiro, fato ocorrido na terça-feira (16, na região do Sol Nascente – Ceilândia.

Segundo apurado, a criança teria ido entregar um aparelho de eletrodoméstico a pedido do seu genitor e, no trajeto, foi abordada pelo estuprador. O criminoso ofereceu o valor de R$ 10 para a criança praticar o ato libidinoso em uma casa do local.

“O crime foi descoberto em razão de a criança ter levado o dinheiro para a escola e ter comentado com os professores que ganhou o dinheiro de forma muito suada”, conta o delegado-adjunto da 19ª DP, Thiago Peralva.

Após ser acionado o Conselho Tutelar, a criança foi levada para a sede da 19ª DP e o criminoso submetido ao interrogatório policial, quando confessou o crime. Caso seja condenado, ele poderá pegar até 15 anos de prisão.

Mais informações hoje (19), a partir das 11h, durante atendimento à imprensa, na sede da 19ª DP. O delegado Thiago Peralva estará à disposição da imprensa no local. Favor portar crachá de identificação.

 

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Mãe é indiciada por homicídio após deixar filho morrer desnutrido

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A mulher de 20 anos foi indiciada por homicídio culposo. A investigação policial concluiu que ela foi a culpada pela morte do bebê

(crédito: Reprodução)

Uma jovem, de 20 anos, foi indiciada pela Polícia Civil (PC) por homicídio culposo – quando não há intenção de matar – pela morte do filho, um bebê de cinco meses. O inquérito que investigava o caso foi concluído, nesta quarta-feira (18/5), e apontou que a criança morreu por desnutrição. O caso aconteceu em julho do ano passado em Pitangui, no Centro-Oeste do estado.

O bebê morreu dois meses após a denúncia ser registrada na Polícia Civil. Na época, a mãe já havia perdido provisoriamente a guarda do filho, que estava sob os cuidados em um abrigo.

O bebê foi levado a entidade já com quadro grave de desnutrição pelo Conselho Tutelar, que chegou a ser acionado, segundo a Polícia Civil.

“Durante o período em que esteve no abrigo institucional, a criança foi submetida a tratamento médico. Todavia, menos de dois meses depois, veio a óbito”, relatou a PC em nota.

A polícia instaurou inquérito para apurar o caso. No decorrer das investigações, foi requisitado a necropsia da vítima, bem como documentos à instituição que a abrigou e aos hospitais em que o bebê foi atendido. Testemunhas também prestaram depoimentos.

“De posse dos elementos produzidos ao longo da investigação criminal, a Polícia Civil verificou a existência de indícios de que a morte da criança fora causada por negligência da mãe, que por não alimentar devidamente o filho, causou-lhe grave desnutrição o que culminou em sua morte”, relatou a polícia.

O inquérito será remetido à Justiça, e a mãe, que tem outro filho, de três anos, que está sob a guarda dos avós paternos, continua em liberdade.

*Amanda Quintiliano especial para o EM

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