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Samsung fecha contrato de US$ 6,65 bilhões para fornecer 5G à Verizon

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Acordo vai até o final de 2025 e inclui também vendas, instalação e manutenção de equipamentos de rede

Acordo pode ajudar a impulsionar a Samsung no segmento de 5G, especialmente nos Estados Unidos (Andrew Kelly/Reuters)

A sul-coreana Samsung Electronics assinou um contrato de US$ 6 65 bilhões para fornecer à americana Verizon equipamentos de tecnologia 5G.

O acordo da Samsung com a Verizon vai até o final de 2025 e cobre principalmente a infraestrutura 5G, embora inclua também vendas, instalação e manutenção de equipamentos de rede, segundo comunicado da empresa sul-coreana.

A Samsung declinou de especificar detalhes do contrato e a Verizon não respondeu aos pedidos de comentários para a reportagem

O acordo com a Verizon pode ajudar a impulsionar a Samsung no segmento de 5G, especialmente nos Estados Unidos, na visão de analistas do mercado. A adoção na nova geração de tecnologia deve se expandir significativamente este ano, após o lançamento do primeiro smartphone da Apple habilitado para ela.

Com 13% de market share, a Samsung é a quarta empresa global no fornecimento de equipamentos para 5G, de acordo com a consultoria Dell’Oro. As três primeiras posições são ocupadas, respectivamente, pelas chinesa Huawei, sueca Ericsson e finlandesa Nokia.

 

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Prints de WhatsApp Web não valem mais como provas em tribunais

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A justificativa da Corte é de que as mensagens podem ser alteradas e o contexto de conversas omitido

Não adianta ‘printar’: na opção ‘apagar somente para mim’ o mensageiro não deixa sinais de que o trecho foi excluído (Tamires Vitorio/Exame)

Em uma decisão que atualiza os tipos de provas digitais aceitas no Superior Tribunal de Justiça, a partir de agora, prints do WhatsApp Web não poderão ser mais ser usados. A Corte justifica que as capturas de tela podem ser manipuladas, além da ordem de diálogos e mensagens poderem ser omitidas.

“Tendo em vista que a própria empresa que disponibiliza o serviço, em razão da tecnologia de encriptação ponta-a-ponta, não armazena em nenhum servidor o conteúdo das conversas dos usuários”, diz a decisão do STJ.

O novo parecer surgiu com um processo onde o acusado pelo Ministério Público foi incriminado com conversas de um grupo do WhatsApp Web.

A defesa do réu recorreu dizendo não ser possível comprovar autenticidade do material. O pedido foi negado e os advogados protocolaram um habeas corpus por constrangimento ilegal.

 

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Dona do TikTok faturou US$ 34,3 bilhões em 2020, diz jornal

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Valor é crescimento de 111% no período e aponta para força do TikTok enquanto app começa a entrar com mais força no mercado de marketing digital

ByteDance: faturamento da controladora do TikTok cresceu 111% em 2020 (Anadolu Agency / Colaborador/Getty Images)

A ByteDance, dona do popular aplicativo TikTok, disse aos seus funcionários que o faturamento do ano passado mais do que dobrou e chegou ao patamar de 34,3 bilhões de dólares. A empresa é uma das startups mais quentes da China no atual momento.

As informações foram compartilhadas internamente e reveladas pelo Wall Street Journal, já que a ByteDance não é uma empresa de capital aberto. O crescimento da receita foi de 111% enquanto que o lucro bruto subiu 93% para 19 bilhões de dólares.

Ainda de acordo com o jornal, a empresa tem cerca de 1,9 bilhão de usuários ativos mensalmente em suas diversas plataformas. A empresa possui ampla atividade na China com apps de notícias e uma versão local do TikTok.

O resultado final do TikTok foi um prejuízo de 45 bilhões de dólares, apesar disso, graças a um ajuste de contabilidade necessário para colocar os valores de ações da empresa — algo comum para startups cujo valor de mercado muda muito rápido.

O desempenho da ByteDance impressiona principalmente porque a empresa passou o último ano na ribalta das discussões internacionais. As operações americanas do TikTok quase foram proibidas por mandados executivos nos Estados Unidos, durante a gestão do ex-presidente Donald Trump.

Rivais como o YouTube, da Alphabet, companhia dona também do Google, apontou em abril para um número de usuários na casa dos 2 bilhões, com um serviço que tem legado muito maior do que o do TikTok.

A ByteDance também tem muito caminho pela frente no marketing digital. Em mercados como o Brasil, a empresa começou sua especialização e inclusão de publicidade mais recentemente.

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Futuros modelos do Apple Watch vão medir temperatura e glicose

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Relógio inteligente vai ganhar processador mais rápido e versão para esportes radicais

Apple Watch (Tomohiro Ohsumi/Getty Images)

A Apple está desenvolvendo novos modelos e recursos de saúde para seu relógio inteligente, o Apple Watch, incluindo uma melhora no desempenho do aparelho, uma edição para esportes radicais e sensores para verificação de temperatura corporal e nível de açúcar no sangue.A gigante sediada em Cupertino, na Califórnia, planeja atualizar a linha já este ano — com um modelo que provavelmente se chamará Apple Watch Series 7 — com processador mais rápido, melhora da conectividade sem fio e tela renovada, de acordo com pessoas com conhecimento dos planos.

No próximo ano, a empresa planeja atualizar a principal versão do Apple Watch e apesentar um sucessor para o Apple Watch SE, de preço mais popular, além de uma nova versão voltada para praticantes de esportes radicais.

Borda mais fina

A Apple já tinha como objetivo colocar um sensor de temperatura corporal no modelo deste ano, mas é mais provável que seja incluído na atualização de 2022.

Já o sensor do nível de açúcar no sangue, que ajudaria diabéticos a monitorar níveis de glicose, deve demorar vários anos para ficar pronto para lançamento comercial.

Para o modelo deste ano, a Apple testou uma tela com borda mais fina e uma nova técnica que traz o display para mais perto da película que cobre o aparelho. O novo Watch provavelmente será um pouco mais espesso, mas não a ponto de o usuário perceber a diferença.

O modelo atualizará a funcionalidade de banda ultralarga, a mesma tecnologia usada pelo localizador de itens AirTag.

Abrindo portas

Durante a conferência promovida para desenvolvedores no início de junho, a Apple fez uma prévia da próxima atualização do software watchOS 8, que permitirá que o dispositivo destranque portas e quartos de hotel.

O modelo voltado para esportes radicais, descrito por alguns dentro da Apple como edição “explorer” ou “adventure”, estava sendo elaborado para lançamento ainda este ano, mas agora é mais provável que o lançamento aconteça em 2022.

Esse novo modelo ajudaria a Apple a competir com produtos robustos de rivais como Garmin e Casio Computer.

Uma porta-voz da Apple não quis comentar. Segundo as fontes, os planos da companhia não estão totalmente definidos e podem mudar.

Quesito importante na pandemia

A Luxshare Precision Industry é a principal responsável pela montagem da linha Apple Watch. Hon Hai Precision Industry e Foxconn também trabalham nessa atividade. A Compal Electronics, de Taiwan, também atua na montagem do Apple Watch SE.

A mensuração da temperatura corporal se tornou essencial para a detecção da Covid-19, gerando aumento na demanda por aparelhos como o Withings Thermo.

Algumas empresas oferecem pequenos termômetros digitais que se conectam à entrada do carregador de bateria do smartphone. Adicionar esta funcionalidade ao Watch ajudaria a Apple a concorrer com outros smartwatches e pulseiras fitness, incluindo produtos vendidos pela Fitbit, pertencente à Alphabet, dona do Google.

A Apple tenta desenvolver há muito tempo um recurso para monitorar açúcar no sangue e nenhum concorrente oferece isso. No momento, existem aplicativos nos quais o usuário insere seu nível de glicose manualmente.

Algumas fabricantes de dispositivos médicos, como a Dexcom, compartilham dados com o Apple Watch. Os usuários normalmente precisam espetar o dedo para retirar sangue e obter uma medição exata de glicose, mas a Apple almeja uma solução não invasiva, capaz de analisar o sangue através da pele.

Desde que chegou às lojas em 2015, o Apple Watch se tornou peça fundamental do portfólio de produtos da marca. Junto com o iPhone e o iPad, o dispositivo forma o ecossistema de hardware da empresa e colaborou para que a categoria mais ampla de wearables, produtos para casa e acessórios da Apple gerasse mais de US$ 30 bilhões no último ano fiscal.

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70% das equipes de cibersegurança estão emocionalmente sobrecarregadas

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Estudo revela como volume alto de alertas afeta desempenho e saúde mental de colaboradores em mais de 21 países

O estudo analisou as respostas de 2.303 colaboradores em mais de 250 empresas em 21 países (PeopleImages/Getty Images)

A Trend Micro, empresa líder mundial em soluções de cibersegurança, divulgou resultados de um novo estudo que revela que 70% das equipes dos Centros Operacionais de Segurança (SOC – Security Operations Center) e Tecnologia da Informação (TI) estão emocionalmente sobrecarregados — e o principal culpado é o excesso de alertas.

O estudo analisou respostas de 2.303 colaboradores das áreas de TI e SOC em mais de 250 empresas de diferentes portes e segmentos em 21 países. 85% dos participantes lideram equipes de SOC, enquanto outros 15% gerenciam SOCs dentro de equipes de TI.

A pesquisa revelou que 70% dos entrevistados são impactados emocionalmente no trabalho em função do gerenciamento de alertas de ameaças de TI. Fora do horário de expediente, os altos volumes de alertas deixam muitos gerentes incapazes de desligar ou relaxar, e irritáveis com amigos e familiares.

Isso ocorre porque a maioria (51%) sente que a equipe está sobrecarregada com o volume de alertas, número que sobe ainda mais nos setores imobiliário (70%), jurídico (69%), serviços (65%) e de varejo (61%).

“Estamos acostumados à segurança cibernética sendo descrita em termos de pessoas, processos e tecnologia”, destaca Victoria Baines, pesquisadora de cibersegurança e autora do levantamento. Para ela, as pessoas são retratadas como uma vulnerabilidade e não como um ativo, e as defesas técnicas são priorizadas sobre a resiliência humana.

“Está na hora de renovar os investimentos em nossos ativos de segurança humana”, afirma Baines. “Isso significa cuidar de nossos colegas e equipes, e garantir que eles tenham ferramentas que permitam se concentrar no que os humanos fazem de melhor.”

O estudo também revela que 55% admitem que não têm total confiança em sua capacidade de priorizar e responder os alertas. Não é à toa, portanto, que as equipes gastam até 27% do seu tempo lidando com falsos positivos.

Além disso, o alto volume faz com que os colaboradores:

Por último, 74% dos entrevistados já lidam com algum tipo de violação ou esperam uma dentro de um ano, o que só aumenta a carga de estresse — o custo médio por violação é de 235 mil dólares, prejuízo que não sai barato para as organizações, tanto em questão financeira como de reputação.

Outros motivos entram em questão para explicar a sobrecarga dos colaboradores:

  • Aumento dos ataques ransomware (sequestro de dados): a Trend Micro detectou aumento de 34% em novas famílias de ransomware em 2020;
  • Distribuição do trabalho:  a mudança em massa para o home office impactou a produtividade das equipes, acostumadas a trabalhar juntas no escritório;
  • Uso de ferramentas legítimas: hackers aproveitam, cada vez mais, recursos e ferramentas legítimas do sistema para realizar movimento lateral e roubo de dados;
  • Excesso de sistemas de alerta: uma das principais causas de sobrecarga dos colaboradores é o grande número de ferramentas de proteção em uso na empresa, levando a um volume cada vez maior de alertas.

Bharat Mistry, diretor técnico da Trend Micro, acredita que, para evitar perder funcionários por exaustão física ou emocional, as organizações devem procurar plataformas de detecção e resposta de ameaças mais sofisticadas, que possam se correlacionar e priorizar alertas de forma inteligente. “Isso não só melhorará a proteção geral, mas também aumentará a produtividade dos analistas e os níveis de satisfação no trabalho.”

“Os membros das equipes SOCs desempenham papel crucial na linha de frente cibernética, gerenciando e respondendo a alertas de ameaças para manter suas organizações a salvo de ataques potencialmente catastróficos. Mas, como mostra esta pesquisa, essa pressão às vezes tem um custo pessoal enorme”, comenta Mistry.

 

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Temos mais dados do que nunca. Como usá-los a nosso favor?

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Com 40 trilhões de gigabytes de dados gerados no mundo no último ano, profissionais com habilidade para traduzir informações em decisões estratégicas serão essenciais dentro das empresas

Com mais dados à disposição do que nunca, o grande desafio das empresas e seus executivos é pinçar quais evidências são relevantes e estratégicas para mudar o ponteiro do negócio (Reprodução/Reprodução)

Durante os próximos seis minutos, tempo estimado para a leitura desta reportagem, o mundo terá gerado 9,1 mil terabytes de dados. Isso significa mais de dois milhões de stories publicados, 1,2 milhão de pessoas em conferência via Zoom, 400 mil aplicações para vagas de emprego no LinkedIn e 250 milhões de mensagens trocadas no WhatsApp. É o que estimaram, no ano passado, o Instituto Gartner e a plataforma de gestão de dados Domo.

Com mais dados à disposição do que nunca, o grande desafio das empresas e seus executivos é pinçar quais evidências são relevantes e estratégicas para mudar o ponteiro do negócio. A princípio, as escolhas orientadas pela ciência da informação sempre foram o ponto de partida para a tomada de decisão, mas a forma como as companhias e seus times absorveram o volume de dados não aconteceu de forma proporcional ao seu crescimento desenfreado.

O avanço tecnológico deu às companhias ferramentas e recursos poderosos, capazes de coletar e processar dados em uma escala nunca antes imaginada e tempo recorde. “O efeito dessa transformação se assemelha ao de um tsunami: invade a empresa por todos os lados e tudo que existe é mudado”, diz Fernando Americano, cofundador da Le Wagon Latam e professor do curso Data Driver, que ensina como tomar decisões baseadas em dados, lançado recentemente pela Future Dojo.

É como se a matemática, a estatística e as incontáveis planilhas manuais dessem vez à ciência de dados para transformar grandes quantidades de informação em insights de criação de valor. Isso não exclui, é claro, a importância do fator humano. Os profissionais da área, segundo um relatório de 2018 da McKinsey, são fundamentais para uma operação analítica eficiente e o principal elo para traduzir os dados no mundo de hoje.

Mais do que mapear riscos, prever tendências ou validar hipóteses nos mais variados cenários, a leitura correta de dados sobre o negócio, segmento ou mercado pode garantir, além de vantagem competitiva, cerca de 35% menos custos em manutenção preventiva, 15,5% menos investimento em marketing e 3% menos fraudes, conforme indicou estudo da mesma consultoria, realizado com mais de 100 empresas no intervalo de um a três anos.

Na prática

Para transformar essa grande quantidade de dados em melhores decisões, cabe às empresas a escolha de tornar seus times aptos a traduzirem os dados coletados em alternativas de rotas seguras para o negócio.

José Borbolla, Gerente Sênior de Data Science e Diretor de Data Powerhouse na Bayer, que também integra o time de professores do curso Data Driver, explica que não basta adquirir as ferramentas e dispositivos mais modernos. “É preciso capacitar equipes e lideranças, em todos os níveis hierárquicos, com um repertório analítico mais amplo”, explica.

De acordo com especialista, somente quando todas as áreas tiverem uma maior capacidade de ler, interpretar, analisar de maneira crítica e traduzir aqueles dados e informações em melhores decisões, será possível extrair todo o potencial disponível deles.

A realidade é que, independente da área de atuação, a alfabetização de dados será uma habilidade esperada pelas empresas de seus talentos. Borbolla apresenta um raciocínio básico: se não há conhecimento sobre a natureza do desafio de negócio, detalhes sobre seu contexto, conhecimentos estatísticos, capacidade analítica e aptidão na tradução desse processo, não adianta querer ler dados por ler.

Ao traçar um paralelo, é como se a leitura de dados fosse comparada à forma como um médico trabalha. O paciente chega com uma questão a ser resolvida – que pode ser um exame de rotina ou a busca por tratamento – e o especialista faz uma série de perguntas para entender a fundo seus sintomas e histórico. Com esse levantamento de informação, é possível conceber uma hipótese diagnóstica, a qual guiará quais exames (ou dados) precisam ser coletados. Os resultados serão interpretados, levando em conta o contexto do paciente, para uma conclusão assertiva sobre qual método deve ser adotado na resolução do problema.

Na prática, é sabido, nem tudo acontece como esperado e, às vezes, o paciente não tem clareza sobre seus sintomas. Para esses casos, mesmo que os dados mudem caso a caso, o método para elencá-los é quase sempre o mesmo.

No entendimento de Ana Carla Costa, gerente de produto na Wildlife Studios, o primeiro passo é definir qual métrica é determinante para o sucesso, que pode ser o lucro, o número de usuários ativos ou até mesmo a porcentagem de decisões que são feitas com base em dados. Em seguida, é necessário entender como instrumentar essa métrica de sucesso, ou seja, definir como esse dado será medido e registrado. Por fim, é preciso definir o conjunto de métricas controláveis que melhor se correlaciona com a métrica de sucesso, que nada mais é que entender quais são as alavancas que podem ser usadas para guiar as decisões de negócio no dia a dia.

A tomada de decisão

No Brasil, mais da metade das empresas usa dados para orientar a estratégia de negócio. É o que mostrou um estudo global realizado pela plataforma de business intelligence MicroStrategy em 2019. Este número representa não só uma tendência que deve crescer – com o analista de dados figurando no ranking das profissões do futuro – como também um aumento na busca das empresas por consultorias especializadas.

Aquelas que atendem a essas demandas e, de quebra, ainda trazem o olhar estratégico e 360º para o negócio, sem dúvidas, largam na frente. É o caso da SenseData, que surge como uma plataforma capaz de integrar fontes distintas de dados para garantir a melhor experiência do cliente, seja com a visão completa da empresa, seja com a geração de ações reais, com base nos indicadores.

Fornecedora de empresas como Gupy, Reclame Aqui e VR Benefícios, a startup atua de forma estratégica no gerenciamento de Customer Success – ou seja: no relacionamento entre a companhia e seus clientes. “A área de dados vem crescendo de forma exponencial nos últimos anos e, com a pandemia, o mercado foi impulsionado”, analisa Mateus Pestana, cofundador e CEO da SenseData.

Entre as projeções do especialista, sua aposta vai para a utilização de dados acionáveis, os quais são responsáveis por uma verdadeira revolução no uso de dados. Mais do que garantir insumos e embasamento para a tomada de decisão, eles compõem o agrupamento de insights e ações automatizadas para cada ponto de contato com o cliente.

Se a sua empresa ainda não faz uso dos dados a seu favor, é provável que ela fique aquém do novo mercado. E este, por sua vez, está mais digitalizado, experiente e pronto para agir em situações críticas orientado por evidências do que nunca.

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Google construirá novo cabo submarino para conectar Brasil e EUA

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O cabo, chamado Firmina, será o mais longo do mundo, disse o Google em um blog

Google: empresa teve aumento de 23% na receita do 4T20 (David Paul Morris / Correspondente/Getty Images)

Google, da Alphabet, disse nesta quarta-feira que está construindo um cabo submarino que conectaria Estados Unidos, Brasil, Uruguai e Argentina, para aumentar a capacidade de conexão à internet entre essas regiões.

O cabo, chamado Firmina, será o mais longo do mundo, disse o Google em um blog, acrescentando que irá da costa leste dos Estados Unidos a Las Toninas, na Argentina, com pontos adicionais em Praia Grande, Brasil, e Punta del Este, Uruguai.

“O Firmina melhorará o acesso aos serviços do Google para usuários na América do Sul. Com 12 pares de fibra, o cabo transportará o tráfego de forma rápida e segura entre a América do Norte e a do Sul, dando aos usuários acesso rápido e de baixa latência a produtos do Google, como Pesquisa, Gmail e YouTube, bem como serviços do Google Cloud “, disse o Google.

O anúncio ocorre em meio a um aumento na demanda por serviços de internet e nuvem, uma vez que a pandemia de covid-19 desencadeou aumento de trabalho, compras e entretenimento online.

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