Nossa rede

Mundo

Lei marcial decretada em vários bairros da segunda maior cidade de Mianmar

Publicado

dia

O Mianmar sofreu um golpe militar na semana passada

(crédito: STR / AFP)

A lei marcial foi decretada nesta segunda-feira em vários bairros de Mandalay, a segunda maior cidade de Mianmar, após as manifestações contra o golpe de Estado militar da semana passada, anunciaram as autoridades locais em uma declaração oficial.

As manifestações e reuniões de mais de cinco pessoas estão proibidas e um toque de recolher entrará em vigor de 20H00 às 4H00 locais.

 

Clique para comentar

Comentar

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*

Mundo

Não seja egoísta e tome a vacina contra covid, diz rainha Elizabeth

Publicado

dia

Por

A monarca do Reino Unido e seu marido, o príncipe Philip, de 99 anos receberam a primeira dose da vacina no castelo de Windsor

Rainha Elizabeth: mais de 18,6 milhões de britânicos já receberam a primeira dose da vacina (Ben Stansall/Reuters)

A rainha Elizabeth, de 94 anos, que no mês passado tomou a primeira dose da vacina contra a covid-19, encorajou os britânicos a também tomar o imunizante dizendo que não dói e que aqueles que estão receosos devem pensar nos demais.

A monarca do Reino Unido e seu marido, o príncipe Philip, de 99 anos e que está internado em um hospital com uma infecção não relacionada à covid-19, receberam a primeira dose da vacina no castelo de Windsor, onde estão morando durante a pandemia. A idade de ambos os coloca entre os grupos prioritários da campanha britânica de vacinação.

“Uma vez que você recebe a vacina, você tem a sensação de saber que está protegido, e acho que é muito importante, e pelo que pude perceber é bastante inofensiva”, disse a rainha em uma videoconferência com autoridades de saúde que supervisionam a vacinação nos quatro países que compõem o Reino Unido.

“Foi muito rápido, e recebi várias cartas de muitas pessoas que ficaram bastante surpresas sobre quão fácil foi receber a vacina. E a injeção — não doeu nada”, disse ela, que comparou o vírus a uma praga.

Mais de 18,6 milhões de britânicos já receberam a primeira dose da vacina, e celebridades incluindo o cantor Elton John e o ator Michael Caine se juntaram a campanhas para encorajar as pessoas a se vacinar quando uma dose estiver disponível.

“É obviamente difícil para as pessoas se elas nunca receberam uma vacina, porque elas devem pensar nas outras pessoas em vez de em nelas mesmas”, disse a rainha, que descreveu a campanha de vacinação britânica, uma das mais rápidas do mundo, como “notável”.

Outros membros da família real britânica, como o herdeiro do trono, príncipe Charles, e seu filho mais velho, príncipe William, visitaram centros de vacinação para agradecer aos funcionários e voluntários por seu trabalho.

Ver mais

Mundo

Israel diz que metade da população recebeu vacina contra covid-19

Publicado

dia

Por

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu pretende vacinar todos os israelenses acima de 16 anos até o final de março

(Bloomberg/Bloomberg)

Israel já administrou ao menos uma dose da vacina contra Covid-19 a 50% da população, e 35% dos israelenses já receberam também a segunda dose, disse o ministro da Saúde, Yuli Edelstein, nesta sexta-feira.

Israel conta os palestinos de Jerusalém Oriental, incluídos na campanha de vacinação iniciada em 19 de dezembro, como parte da população de 9,3 milhões de habitantes. Os palestinos da Cisjordânia ocupada e da Faixa de Gaza não são parte da campanha israelense.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu pretende vacinar todos os israelenses acima de 16 anos até o final de março, quando concorre à reeleição. Ele diz que isto permitiria uma reabertura pós-pandemia do país em abril.

Mas o Ministério da Saúde está preocupado com a diminuição da procura da vacina Pfizer-BioNTech.

Como contraposição a isso, a pasta está limitando o acesso a alguns locais de lazer que reabriram para pessoas que apresentam um “Passe Verde” em um aplicativo que mostra que foram totalmente vacinadas.

 

Ver mais

Mundo

Países com melhor educação fecharam escolas por menos tempo na pandemia

Publicado

dia

Por

O Brasil – sempre entre as últimas colocações no ranking do exame – teve 267 dias de escolas fechadas até o fim de janeiro

Educação na pandemia: entre os 21 países analisados, 17 fizeram monitoramento dos casos de covid para isolar infectados e entender se a contaminação foi na escola ou fora dela (Amanda Perobelli/Reuters)

Países que são considerados modelos de educação e com os melhores resultados no Pisa, a maior avaliação internacional de estudantes, fecharam escolas por menos tempo durante a pandemia. Alemanha, Reino Unido, Dinamarca, Suécia, Cingapura e França ficaram menos de 90 dias com aulas não presenciais.

O Brasil – sempre entre as últimas colocações no ranking do exame – teve 267 dias de escolas fechadas até o fim de janeiro. A maioria dos Estados ainda não reabriu as redes e a preocupação com a situação atual da pandemia de coronavírus no País está fazendo com que governadores e prefeitos adiem a volta.

Os dados foram tabulados pela consultoria Vozes da Educação, com apoio da Fundação Lemann e do fundo Imaginable Futures, considerando a situação da educação em 21 países durante a pandemia. Ao cruzarem informações da Organização Mundial da Saúde sobre números de casos com o total de dias em que escolas ficaram abertas, concluíram que elas não foram responsáveis pelo aumento das transmissões – como outros estudos científicos têm mostrado.

“Temos de comprar brigas maiores antes de pensar em deixar as escolas fechadas”, diz o diretor executivo da Fundação Lemann, Denis Mizne. “Dados os efeitos deletérios sobre a aprendizagem, para a saúde mental e para as famílias, e a quantidade de evidências de baixa infecção nas escolas, a gente deveria estar discutindo o que mais se pode fazer para abrir escola mais rápido”, acrescenta.

Um exemplo no estudo é a França, que fechou bares e restaurantes mantém as escolas abertas desde o dia 4 de janeiro e não teve aumento de casos. No Reino Unido, apesar de escolas terem sido fechadas em janeiro e fevereiro em um duro “lockdown”, o primeiro-ministro Boris Johnson anunciou que elas voltarão em março, mais de um mês antes de academias, salões de beleza e outros serviços.

Segundo a fundadora do Vozes da Educação, Carolina Campos, responsável pela pesquisa, as análises mostram que outros locais abertos, como bares, restaurantes e comércio, influenciaram muito mais na subida da curva de casos do que as escolas. O estudo também indica que os países que ficaram menos tempo com a educação fechada também tiveram uma reabertura de sucesso. Entre os fatores em comum estão uma comunicação transparente com a sociedade, monitoramento dos casos de covid e coordenação nacional.

Entre os 21 países analisados, 17 fizeram monitoramento dos casos de covid para isolar infectados e entender se a contaminação foi na escola ou fora dela. Só cinco (Argentina, Chile, França, Reino Unido e Uruguai) incluíram os professores na lista prioritária para vacinação contra a covid.

Novo normal”

Muitos deles tiveram que abrir e fechar escolas diversas vezes, mas, para Carolina, isso é o esperado para o “novo normal na educação”, já que estamos ainda no meio de uma pandemia e “infecções infelizmente ainda vão ocorrer”. “É importante que os pais no Brasil entendam que abrir e fechar escola ou colocar uma turma em quarentena não são sinônimos de insucesso”, diz. “Isso é muito melhor do que manter as escolas fechadas. Se o Brasil tivesse reaberto em setembro, quando a curva estava baixa, teríamos oferecido com dignidade um semestre para as crianças.” O estudo mostra que países que tiveram sucesso na reabertura promoveram uma comunicação homogênea entre gestores, fizeram lives com o ministro da Educação, criaram sites com números de casos das escolas, dialogaram com sindicatos.

Mesmo em vizinhos latinos há exemplos de boa comunicação e integração. O ministro da Educação argentino tem viajado para dialogar nas 24 províncias. No Chile, foi criado o programa “Yo confío en mi escuela” (Eu confio na minha escola), dando à comunidades autonomia para decidir a reabertura.

No Brasil, não há nenhum plano do Ministério da Educação para volta presencial. Sindicatos também têm tentado impedir a abertura das escolas em Estados como São Paulo. Para Mizne, o calendário de aberturas no País está muito lento. “Países que levam a educação a sério priorizaram a reabertura. Essa discussão já está superada lá fora.”

 

Ver mais

Mundo

Relação estremecida? EUA conclui que príncipe saudita mandou matar jornalista

Publicado

dia

Por

Jamal Khashoggi, morador dos EUA que escrevia artigos de opinião para o jornal Washington Post nos quais criticava as políticas do príncipe herdeiro, foi morto e esquartejado em 2018

Jamal Khashoggi: jornalista foi assassinado em 2018 (Chris McGrath / Equipe/Getty Images)

O príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, aprovou uma operação para capturar ou matar o jornalista dissidente Jamal Khashoggi, que foi assassinado em 2018, de acordo com uma avaliação antes confidencial da inteligência dos Estados Unidos que foi divulgada nesta sexta-feira de maneira calculada para limitar o dano nas relações bilaterais.

Khashoggi, morador dos EUA que escrevia artigos de opinião para o jornal Washington Post nos quais criticava as políticas do príncipe herdeiro, foi morto e esquartejado por uma equipe de agente ligados ao príncipe herdeiro no consulado do reino em Istambul.

Riad nega qualquer envolvimento do príncipe herdeiro, o governante de fato da Arábia Saudita.

“Avaliamos que o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Muhammad bin Salman, aprovou uma operação em Istambul, na Turquia, para capturar ou matar o jornalista saudita Jamal Khashoggi”, disse o escritório do diretor de Inteligência Nacional em um relatório publicado em seu site.

“Baseamos esta avaliação no controle do príncipe herdeiro sobre a tomada de decisão no reino, no envolvimento direto de um conselheiro importante e de membros da equipe de segurança de Muhammad bin Salman na operação e no apoio do príncipe herdeiro ao uso de medidas violentas para silenciar dissidentes no exterior, inclusive Khashoggi”.

Washington coreografou os acontecimentos para suavizar o golpe. Na quinta-feira, o presidente norte-americano, Joe Biden, conversou com o pai de 85 anos do príncipe herdeiro, rei Salman, uma ligação na qual os dois lados disseram ter reafirmado sua aliança de décadas e prometido cooperação.

Ver mais

Mundo

Ônibus sem motorista circula pela cidade espanhola de Málaga

Publicado

dia

Por

O veículo “pode interagir com as infraestruturas, com os semáforos”, que também estão equipados com sensores que indicam quando estão vermelhos

(crédito: JORGE GUERRERO / AFP)

Um ônibus sem motorista começou a circular nas ruas de Málaga, sul da Espanha, em um projeto inédito na Europa. Dotado de sensores e câmeras, este ônibus 100% elétrico entrou em serviço no sábado, para fazer um trajeto que une o porto ao centro da cidade andaluza. Um circuito de 8 km que ele faz por seis dias na semana.

O ônibus sabe em cada momento onde está, sabe em cada momento tudo o que tem ao seu redor”, explicou à AFP Rafael Durbán Carmona, diretor da divisão sul da sociedade Avanza, líder do consórcio público-privado responsável pelo projeto.

O veículo “pode interagir com as infraestruturas, com os semáforos”, que também estão equipados com sensores que indicam quando estão vermelhos, apontou.

O ônibus também tem um dispositivo de inteligência artificial que lhe permite melhorar suas “decisões” em função dos dados que coleta ao longo do trajeto.

Desenvolvido pela empresa espanhola Irizar, se parece com outro ônibus qualquer: mede doze metros de comprimento e pode levar 60 passageiros.

A Europa viu outros projetos de veículos autônomos, como na França ou na Estônia, mas nenhum que envolva um ônibus urbano de tamanho normal que ocupe as mesmas ruas que outros automóveis.

A legislação espanhola não autoriza que um veículo circule sem alguém para conduzi-lo, portanto um motorista ocupa o assento sem tocar no volante ou nos pedais. Sua tarefa consiste em, excepcional e ligeiramente, corrigir a trajetória, como por exemplo ao chegar a rotatória.

Ver mais

Mundo

Covid-19 aumenta escassez mundial de cilindros de oxigênio, segundo a ONU

Publicado

dia

Por

Essa carência provocou várias mortes evitáveis e obrigou as famílias dos pacientes hospitalizados a pagar mais para garantir o acesso ao oxigênio

(crédito: Orlando SIERRA / AFP)

A pandemia de coronavírus deixou sem fôlego o já limitado estoque de oxigênio médico e a ONU estima que são necessários US$ 1,6 bilhão para enfrentar a emergência.

A covid-19 exerceu uma enorme pressão sobre os sistemas de saúde de todo o mundo, principalmente nos países mais pobres, onde muitos hospitais enfrentam a escassez de oxigênio.

Essa carência provocou várias mortes evitáveis e obrigou as famílias dos pacientes hospitalizados a pagar mais para garantir o acesso ao oxigênio.

O ACT Accelerator, um grupo de busca mundial de vacinas, diagnósticos e tratamentos da covid-19 liderado pela Organização Mundial da Saúde, disse nesta quinta-feira (25) que vai lançar um grupo de trabalho de emergência para buscar soluções.

“Essa é uma emergência mundial que precisa de uma resposta verdadeiramente global”, afirmou Philippe Duneton, diretor da agência sanitária internacional Unitaid, que lidera o pilar terapêutico do ACT.

No grupo de trabalho participarão a OMS, Unicef, o Banco Mundial e Save the Children.

O fornecimento mundial de oxigênio já era limitado antes da pandemia para tratar doenças como a pneumonia, que deixa 2,5 milhões mortes todo ano.

 

Ver mais

Hoje é

domingo, 28 de fevereiro de 2021

Publicidade

Disponível nosso App

Publicidade

Escolha o assunto

Publicidade

Viu isso?