Um tribunal da Argentina confirmou a decisão de primeira instância e autorizou a apreensão dos bens da ex-presidente Cristina Kirchner. A medida está relacionada à condenação de seis anos de prisão por corrupção contra Cristina Kirchner.
A Justiça já havia determinado que Cristina Kirchner e outros envolvidos no caso pagassem aproximadamente US$ 500 milhões, cerca de R$ 2,5 bilhões, em indenizações. A defesa da ex-presidente recorreu, mas o pedido foi negado.
Em 2022, a Suprema Corte da Argentina confirmou a condenação e declarou Cristina Kirchner inelegível, impedindo-a de ocupar cargos públicos. O processo envolve um esquema de fraude em contratos de obras rodoviárias na região da Patagônia, que favoreceu um empresário aliado durante o governo dela.
No dia 1º de setembro de 2022, quando ocupava o cargo de vice-presidente da Argentina, Cristina Kirchner sofreu uma tentativa de assassinato no bairro da Recoleta, em Buenos Aires. O agressor, o brasileiro Fernando André Sabag Montiel, apontou uma pistola a poucos centímetros do rosto da ex-vice-presidente, mas a arma falhou no disparo.
Montiel foi preso em flagrante e no ano seguinte foi condenado a 10 anos de prisão pelo ataque.
