O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), manifestou descontentamento com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que considerou inconstitucional a lei que proíbe cotas raciais nas universidades do estado. A lei havia sido aprovada pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina no final de 2025 e sancionada pelo próprio Jorginho Mello em janeiro deste ano.
Em suas redes sociais, o governador afirmou que a lei não acabava com as cotas, mas que buscava melhorar o sistema. A ação no STF foi movida por entidades, partidos políticos e pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, que contestaram a constitucionalidade da lei.
Jorginho Mello criticou a decisão e reafirmou seu posicionamento sobre a melhoria das cotas raciais no estado. A sentença do STF gerou debates entre diferentes grupos e marcou uma importante discussão sobre política e inclusão social em Santa Catarina.
