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terça-feira, 05/05/2026

Governadora do DF pede ajuda da União para salvar BRB

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Em Brasília

O Governo do Distrito Federal (GDF) solicitou ao Governo Federal que aprove um empréstimo de R$ 6,6 bilhões, oferecido pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), para ajudar a fortalecer o Banco de Brasília (BRB). A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, acredita que a União atenderá a solicitação.

Celina Leão explicou que todo o pedido foi formalizado seguindo os procedimentos exigidos pelo Banco Central e que aguarda a aprovação do Ministério da Fazenda e do Presidente da República. O documento deve ser entregue ainda esta semana.

Além disso, o GDF pediu uma reunião com o presidente Lula para tratar da situação do banco. Segundo a governadora, estudos indicam que a crise do BRB pode trazer riscos ao mercado financeiro. Ela ressaltou que trata-se de uma questão séria e institucional que deve ser resolvida com respeito e sem ideologia.

Celina Leão está esperançosa com a audiência solicitada e confiante de que Lula os receberá, considerando que a população espera uma liderança firme diante da crise.

Desde o início dos problemas no BRB, a governadora tem buscado apoio da União, incluindo conversas com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o ministro da Fazenda, Dario Durigan.

No entanto, em abril, Celina Leão chegou a afirmar que não havia recebido resposta do governo federal para seus pedidos de ajuda, apesar das tentativas e solicitações formais de reuniões.

Crise Financeira

O BRB enfrenta uma crise financeira grave após a descoberta de um rombo bilionário causado por fraudes em transações envolvendo o Banco Master. O prejuízo estimado já chega a R$ 12 bilhões. Desde então, o banco tem trabalhado para manter sua liquidez e aumentar seu capital.

Para ajudar na recuperação, foi aprovada a Lei Distrital nº 7.845/2026, que permite ao GDF, controlador principal do BRB, tomar medidas para restabelecer a saúde financeira do banco.

Entre as medidas está a possibilidade de usar imóveis públicos do Distrito Federal como garantia para um empréstimo de até R$ 6,6 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

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