Fernando Rocha, chefe do departamento de estatísticas do Banco Central, informou que o nível de endividamento das famílias permaneceu estável durante o ano, mantendo-se próximo ao maior valor já registrado. De janeiro a maio, a taxa variou entre 49,9% e 49,8%.
Por outro lado, a porcentagem da renda que as famílias destinam para pagar suas dívidas aumentou e atingiu o maior índice da série histórica em maio, alcançando 28,5%.
Rocha destacou que, embora haja pequenas variações, essa parcela da renda comprometida com dívidas tem mostrado uma tendência de crescimento. Ele também mencionou que as políticas adotadas pelo Banco Central têm influenciado a economia conforme esperado, causando uma desaceleração no mercado de crédito.
Essas informações foram divulgadas durante a coletiva sobre dados monetários e de crédito referente a junho, realizada pelo Banco Central.
