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segunda-feira, 27/04/2026

Atirador em jantar com Trump pode ser condenado à prisão perpétua

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Na tarde desta segunda-feira (27/4), Cole Tomas Allen foi acusado durante uma audiência de três crimes relacionados a um ataque a tiros em um jantar onde estava presente o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Os crimes são transporte de arma de fogo, disparo de arma durante crime violento e tentativa de assassinato do presidente norte-americano.

Se considerado culpado, o professor de 31 anos pode receber a prisão perpétua devido à gravidade dos atos cometidos.

Cole Tomas Allen tentou entrar no jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, realizado no hotel Hilton Washington, no sábado (25/4). Ele foi detido com uma espingarda, uma pistola e armas brancas.

Câmeras de segurança mostram que o professor ultrapassou um bloqueio do Serviço Secreto dos EUA e realizou disparos do lado de fora do salão onde era realizado o evento.

Além do presidente Trump, membros importantes do governo estavam presentes e foram evacuados após os tiros. Cole foi imobilizado e preso no local, e um agente de segurança ficou ferido durante o incidente.

Durante a audiência, Cole Tomas Allen não declarou se é culpado ou inocente. A Justiça dos EUA deve decidir até a próxima quinta-feira (30/4) se ele continuará preso.

Manifesto enviado antes do ataque

Pouco antes do ataque, Cole Tomas Allen enviou um e-mail contendo um manifesto contra o governo aos seus familiares. No texto, ele expressa sua raiva e insatisfação com a gestão de Donald Trump.

Ele relata que o sentimento de raiva dominava seus pensamentos antes do tiroteio e descreve a experiência como algo terrível.

No manifesto, Cole explica que seus principais alvos eram autoridades do governo, mas não hesitaria em atirar em seguranças ou funcionários do hotel se fosse necessário.

O professor também denuncia falhas de segurança no hotel Washington Hilton, explicando que conseguiu entrar armado sem ser percebido, criticando a incompetência na organização do evento.

O ataque no jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca levantou preocupações sobre a segurança em eventos importantes e trouxe à tona o debate sobre o controle de armas nos Estados Unidos.

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