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Aneel aprova reajuste médio de 12,04% nas tarifas da Enel Distribuição São Paulo

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Para os consumidores conectados em baixa tensão, que inclui os clientes residenciais, o aumento médio será de 10,15%

Enel: o porcentual aprovado já considerou os créditos de PIS/Cofins, cuja devolução para os consumidores foi definida em lei sancionada nesta semana (Enel/Divulgação)

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira, 28, reajuste médio de 12,04% nas tarifas da Enel Distribuição São Paulo. Os novos valores passam a vigorar em 4 de julho.

Para os consumidores conectados em baixa tensão, que inclui os clientes residenciais, o aumento médio será de 10,15%. Já para aqueles que são atendidos em alta tensão, como as indústrias, o efeito médio será de 18,03%.

O porcentual aprovado já considerou os créditos de PIS/Cofins, cuja devolução para os consumidores foi definida em lei sancionada nesta semana. A medida resultou em redução de 8,7% frente ao aumento previsto inicialmente.

Foi contabilizado também parte do aporte de R$ 5 bilhões que a Eletrobras fará na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para compensar a mudança no regime de suas usinas, que deixam de ser descotizadas e passarão a vender no mercado livre de energia depois da capitalização da empresa. A redução com a iniciativa foi de 2,84%.

Segundo o relator do processo, diretor Hélvio Guerra, a lei que limita a incidência a alíquota de ICMS até 18% sobre energia elétrica poderia reduzir ainda mais os aumentos. Apesar de já ter sido sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, os estados ainda precisam regulamentá-la de modo que ela não foi considerada neste processo tarifário.

O Estado de São Paulo já implantou a redução sobre combustíveis, mas ainda não contemplou as tarifas de energia elétrica.

O diretor afirmou que simulação conservadora feita pela agência reguladora estima efeito médio de redução de 10,4% na tarifa quando ela for aplicada.

 

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Inflação abaixo do esperado nos EUA alimenta aposta de menor ritmo de alta de juros do Fed

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Índice de Preço ao Consumidor americano desacelera em julho e mercado volta a ver elevação de 0,5 p.p. em setembro como o cenário mais provável

Jerome Powell: presidente do Federal Reserve; próxima reunião de política monetária será em setembro (Samuel Corum/Getty Images)

O Índice de Preço ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) de julho caiu de 9,1% para 8,5% na comparação anual, permanecendo estável frente ao mês anterior. O dado, divulgado nesta quarta-feira, 10, serviu de alívio para o mercado financeiro, que projetava alta de 0,2% no mês e CPI de 8,7% no acumulado de 12 meses.

A expectativa de que o pior da inflação americana já tenha ficado para trás impulsionou as apostas em ativos de risco, como bolsa, moedas emergentes e até criptomoedas.

No mercado de juros futuros, investidores aumentaram as apostas de que o Federal Reserve (Fed) irá reduzir o ritmo de alta de juros de 0,75 ponto percentual para 0,50 p.p. na próxima reunião de política monetária, em setembro.

A alta mais branda havia perdido o posto de ajuste mais provável no fim da última semana, quando dados do mercado de trabalho americano saíram mais fortes que o esperado — reforçando a tese de que um aperto monetário mais duro seria necessário para conter a inflação. Mas os números desta quarta mudaram a direção das apostas.

A probabilidade de redução do ritmo, que era de 30% no início desta manhã, saltaram para acima de 60% após a divulgação do CPI, segundo o monitor do CME Group. Se confirmada, a alta irá elevar a taxa básica de juros americana para o intervalo entre 2,75% e 3%.

O CPI de julho também alimentou as expectativas de que o ciclo de alta de juros encerre em 3,5%. Para a reunião de novembro, a probabilidade de ajuste ainda residual, de 0,25 p.p. passou para 38,5% frente aos 16,3% do dia anterior.

As maiores apostas ainda são de mais duas altas de juros de 0,50 ponto percentual. A chance de os juros americanos encerrarem o ano entre 3,75% e 4% caíram 27% para perto de 10%, e a de irem para entre 3,5% e 3,75%, de 47,1% para 38,4%.

 

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China registra a maior inflação em dois anos

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O aumento dos preços é puxado pelos alimentos, especialmente a carne suína

China: país registra a maior inflação em dois anos (XU JINBAI/ Feature China/Future Publishing/Getty Images

A inflação na China atingiu seu nível mais alto em dois anos, em julho, mostraram dados oficiais divulgados nesta quarta-feira. O aumento dos preços é puxado pelos alimentos, especialmente a carne suína.

Ainda assim, os aumentos de preços na segunda maior economia do mundo são modestos em comparação com a inflação descontrolada em outros países, desde a invasão da Ucrânia pela Rússia e as interrupções no mercado de alimentos.

O índice de preços ao consumidor da China cresceu 2,7% ao ano em julho, de acordo com o National Bureau of Statistics.

O índice sobe “devido ao aumento dos preços da carne de porco, legumes frescos e outros alimentos”, disse a estatística Dong Lijuan.

Segundo ela, o preço dos alimentos subiu 6,3% em relação ao ano anterior e, no caso da carne suína, chegou a 20,2% devido ao aumento da demanda e à relutância dos produtores em vender para maximizar o lucro.

Em contraste, o índice de preços ao produtor, que mede a inflação industrial, subiu 4,2% em julho, em relação ao ano anterior, ante 6,1% no mês anterior, segundo dados oficiais.

O Instituto Nacional de Estatística atribui isso à queda dos preços de matérias-primas no mercado internacional, como petróleo bruto e metais não ferrosos.

(Agência O Globo)

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Economia

Inflação nos EUA, onda de balanços com BB e Smart Fit, reação à CVC e o que mais move o mercado

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Mercado espera que Índice de Preço ao Consumidor americano dê indícios sobre tamanho da alta de juros do Federal Reserve

Inflação americana: consenso é de alta de 8,7% para CPI de julho (o: Khanchit Khirisutchalual/Getty Images)

Investidores iniciam esta quarta-feira, 10, à espera de que o Índice de Preço ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos dê novas pistas sobre o futuro da política monetária do Federal Reserve (Fed).

A expectativa é de que o CPI de julho, que será divulgado às 9h30, desacelere de 1,3% para 0,2% na comparação mensal e, na anual, de 9,1% para 8,7%. Para o núcleo do CPI o consenso é de aceleração de 5,9% para 6,1% no acumulado em um ano.

Economistas tentam descobrir qual será o pico da inflação americana. Números abaixo das projeções de mercado tendem a fortalecer a tese do “pouso suave”, de que o Fed não irá conter a alta de preços ao preço de uma dura recessão.

Dados do payroll, que saíram acima do consenso na sexta-feira, 5, aumentaram a probabilidade de o Fed manter o ritmo de alta de juros em 0,75 ponto percentual — em vez de reduzir para 0,50 p.p., como sinalizado.

A chance, nesta manhã, está em 70% para uma elevação de 0,75 p.p. em setembro, segundo o CME Group. Investidores aguardam os dados desta quarta para reforçarem ou reduzirem as apostas de um aperto monetário mais intenso.

Índices futuros americanos iniciaram o dia em alta, após terem fechado em queda no último pregão sob expectativas para o CPI. O índice Nasdaq, com maior concentração de empresas mais sensíveis à taxa de juros, teve o pior desempenho de Wall Street, caindo mais de 1%. Nesta manhã, é o que mais sobe no mercado de futuros.

No Brasil, onde o fim do ciclo de alta de juros se torna cada vez mais claro entre economistas, o Ibovespa fechou em alta pelo sexto dia consecutivo. No mercado, já se fala em rotação para ações de crescimento, que seriam as mais beneficiadas pela redução da inflação e consequente afrouxamento da política monetária do Banco Central.

Desempenho dos indicadores às 7h20 (de Brasília):

  • Dow Jones futuro (Nova York): + 0,21%
  • S&P 500 futuro (Nova York): + 0,24%
  • Nasdaq futuro (Nova York): + 0,27%
  • FTSE 100 (Londres): + 0,11%
  • DAX (Frankfurt): + 0,02%
  • CAC 40 (Paris): + 0,03%
  • Hang Seng (Hong Kong)*: – 1,96%
  • Shangai Composite (Xangai)*: – 0,54%
  • Nikkei 225 (Tóquio)*: – 0,65%

Reação à CVC

O último pregão, porém, não foi dos melhores para as ações da CVC (CVCB3), que fecharam em queda de 10,96%, em meio ao pessimismo para o resultado divulgado após o encerramento dos negócios. Para piorar, a ação teve recomendação revisada de compra para neutra por analistas do J.P. Morgan no início da semana de seu balanço.

Em resultado divulgado na última noite, a companhia registrou prejuízo líquido de R$ 94,8 milhões, 43,2% abaixo do apresentado no mesmo período do ano passado. Já o caixa da companhia encolheu em R$ 300 milhões em meio a compromissos para arcar com os gastos de viagens futuras de seus clientes. As reservas confirmadas dispararam 124,4% no período para R$ 3,75 bilhões.

Balanços do dia com BB e SmartFit

Para esta noite, mais de 20 balanços estão previstos. Entre os mais aguardados está o do Banco do Brasil (BBAS3), que será o último entre os bancões a apresentar resultado. A agenda de balanços da noite ainda terá MRV (MRVE3),  Alianasce Sonae (ALSO4), Braskem (BRKM5), C&A (CEAB3), Soma (SOMA3), BRF (BRFS3),  Estapar (ALPK3), SLC (SLCE3), Minerva (BEEF3) e Petz (PETZ3). Já o resultado da Smart Fit (SMFT3) está previsto para esta manhã.

Vendas do Varejo

Nesta manhã, também serão divulgadas as vendas do varejo de junho sob estimativa de 0,1% de queda frente ao mesmo período do ano passado.

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Economia

Mega-Sena desta quarta sorteia prêmio de R$ 8 milhões; saiba como apostar

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Apostas podem ser feitas até as 19h nas casas lotéricas credenciadas, pela internet ou no aplicativo da loteria

Mega-Sena desta quarta sorteia prêmio de R$ 8 milhões; saiba como apostar (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

A Caixa Econômica Federal realiza nesta quarta-feira o concurso 2.509 da Mega-Sena, com um prêmio estimado em R$ 8 milhões. O sorteio está marcado para as 20h no Espaço da Sorte, em São Paulo. Haverá transmissão ao vivo pelas redes sociais da instituição.

As apostas da Mega-Sena podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio nas casas lotéricas credenciadas, pela internet ou no aplicativo da loteria. O palpite mínimo custa R$ 4,50.

Além desse modelo de aposta, com seis números selecionados, que paga o prêmio principal, ainda é possível ganhar prêmios ao acertar quatro ou cinco dezenas.

Como apostar na Mega-Sena? Qual valor?

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. A aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

Probabilidades de vencer a Mega-Sena

A probabilidade de acertar as seis dezenas com uma aposta simples de R$ 4,50 é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa Econômica Federal.

Valores para jogar na Mega-Sena

  • 6 números: R$ 4,50
  • 7 números: R$ 31,50
  • 8 números: R$ 126,00
  • 9 números: R$ 378,00
  • 10 números: R$ 945,00
  • 11 números: R$ 2.079,00
  • 12 números: R$ 4.158,00
  • 13 números: R$ 7.722,00
  • 14 números: R$ 13.513,50
  • 15 números: R$ 22.522,50

Como fazer um bolão da Mega-Sena

Para aumentar as chances de ganhar, muitos jogadores optam por adquirir cotas dos bolões, já que concorrem com uma maior quantidade de jogos e de números em uma aposta, gastando menos.

Para realizar o bolão, basta formar um grupo, escolher os números da aposta, marcar a quantidade de cotas e registrar em qualquer uma das 13 mil lotéricas do país. Ao ser registrada no sistema, a aposta gera um recibo de cota para cada participante que, em caso de premiação, poderá resgatar o prêmio individualmente.

O apostador também pode adquirir cotas de bolões organizados pelas lotéricas. Para isso, é preciso solicitar ao atendente a quantidade de cotas que deseja e guardar o recibo para conferir a aposta no dia do sorteio. Nesse caso, poderá pagar uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota, a critério da lotérica.

Na Mega-Sena, os bolões têm preço mínimo de R$ 10. Porém, cada cota não pode ser inferior a R$ 5. É possível realizar um bolão de no mínimo duas e no máximo 100 cotas. É permitida a realização de no máximo dez apostas por bolão. Nos casos de mais de uma aposta, todas elas deverão conter a mesma quantidade de números de prognósticos.

Link para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet, através deste link.

(Com informações de Agência O Globo)

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Economia

BV e Mercado Livre realizam feirão online de carros

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A partir de 10 de agosto, clientes terão acesso a ofertas de automóveis de mais de 6 mil lojas com condições especiais

Carros: feirão celebra a renovação da parceria entre BV e Mercado Livre para financiamento de automóveis por mais três anos (Carl Court/Getty Images)

Nesta quinta-feira, 4, o Banco BV anunciou a realização de um feirão online de carros em parceria com o Mercado Livre. A partir de 10 de agosto, os clientes terão acesso a ofertas de mais de 6 mil lojas com condições especiais e esteira de contratação digitalizada.

O feirão celebra a renovação da parceria entre as duas empresas para financiamento de veículos na plataforma do Mercado Livre por mais três anos. Nela, os consumidores podem realizar a simulação do financiamento junto ao BV em mais de 80 mil anúncios de carros, além de uma pré-análise do crédito. Os lojistas recebem os contatos dos interessados para finalizar a negociação diretamente no sistema que já é utilizado com o BV.

Condições especiais até o final de agosto

Os clientes interessados em comprar um veículo no feirão terão direito a uma carência de 60 dias para o pagamento da primeira parcela do financiamento. Além disso, será possível financiar veículos de até 19 anos com prazos que podem se estender por até 60 meses, entre carros zero km e usados de mais de 6 mil lojas da plataforma. Não há limite de valor para financiar.

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Economia

Polícia prende suspeito de estrangular companheira dentro de casa, em Ceilândia, no DF

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A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu, nesta segunda-feira (8),o homem suspeito de matar a companheira estrangulada, dentro de casa, em Ceilândia, no Distrito Federal. Leandro Nunes Manoel Caixêta se apresentou à Delegacia da Mulher e está preso temporariamente por ordem da Justiça.
O caso, investigado como feminicídio, ocorreu na última quarta-feira (3). Os policiais informaram apenas que a vítima tem 31 anos, mas não revelaram o nome dela, já que o caso está sob sigilo.
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