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terça-feira, 05/05/2026

Alerta do MPDFT sobre golpes na regularização do título de eleitor

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O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) avisou a população sobre golpes envolvendo a regularização do título de eleitor. Golpistas estão enviando mensagens falsas usando nomes e logos de órgãos públicos para enganar as pessoas.

Esses criminosos prometem um processo rápido de regularização, ameaçando suspender serviços públicos ou bancários caso haja irregularidade. Eles mandam links perigosos para uma suposta ‘regularização imediata’. Também pedem para baixar aplicativos desconhecidos, solicitam dados pessoais ou cobram valores indevidos.

O MPDFT lembra que a Justiça Eleitoral nunca envia links por mensagens, não pede para baixar aplicativos de terceiros e oferece todos os serviços gratuitamente. A regularização deve ser feita somente pelos canais oficiais.

Eleitores precisam conferir sua situação o quanto antes, pois o prazo para corrigir pendências e evitar o cancelamento do título termina em 6 de maio. Após essa data, o título pode ser cancelado, o que impede votar e se candidatar.

Devem regularizar quem não votou, não justificou ou não pagou multas nas últimas três eleições consecutivas. A consulta pode ser feita no site oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no aplicativo e-Título ou presencialmente no cartório eleitoral. O sistema mostra débitos e indica como regularizar, com pagamento por boleto, Pix ou cartão nas plataformas oficiais.

O prazo para transferir o domicílio eleitoral e mudar o local para votar também termina em 6 de maio. Ter o título regular é importante para concursos públicos, passaporte, matrícula em instituições públicas e participação em licitações.

Para evitar desinformação, o MPDFT orienta buscar informações apenas nos canais oficiais da Justiça Eleitoral, desconfiar de mensagens alarmantes e não compartilhar conteúdos duvidosos. Casos suspeitos devem ser denunciados pelo Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (Siade) ou pelos canais da Justiça Eleitoral. Compartilhar apenas informações verdadeiras é fundamental, pois desinformação eleitoral é crime.

Dados fornecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral.

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