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Rússia restabelecerá voos comerciais com 52 países, incluindo Brasil

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A partir do dia 9 de abril, a Rússia retirará as restrições da COVID-19, restabelecendo os voos comerciais com outros 52 países, informou Mikhail Mishustin, primeiro-ministro do país.

© Sputnik / Maksim Blinov

 

“O nível de contaminação está diminuindo, isso significa que já é hora de ampliar as rotas disponíveis às companhias aéreas russas. No momento, elas podem voar sem restrições para 15 países […] Agora, nós restabeleceremos os voos comerciais com 52 países, incluindo a Argentina, Índia, China, África do Sul e outros países amigáveis”, adicionou.
Além dos países citados pelo primeiro-ministro, vale destacar que a lista ainda inclui o Brasil, a Venezuela, Israel, Peru e Tailândia, entre outros.
Além disso, a partir do dia 9 de abril deixará de haver restrições na entrada e saída do país por vias terrestres na fronteira com a China.
No dia 27 de março de 2020 os voos comerciais e fretados com outros países foram suspensos devido à pandemia da COVID-19.
Em agosto de 2020 Moscou iniciou gradualmente o restabelecimento dos voos.

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Primeiro soldado russo é condenado à prisão perpétua na Ucrânia

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Vadim Shishimarin, de 21 anos, admitiu ter matado um civil de 62 anos que empurrava sua bicicleta enquanto falava ao telefone

(AFP/Sergei SUPINSKY)

Um tribunal de Kiev condenou nesta segunda-feira (23) um soldado russo considerado culpado de crimes de guerra à prisão perpétua, no primeiro veredicto do tipo desde o início da invasão russa daUcrânia, cujo presidente pediu em Davos o fim de todo o comércio com a Rússia.

Enquanto os bombardeios russos se concentravam no leste da Ucrânia, todos os olhos estavam voltados para Kiev nesta segunda, onde foi realizado o primeiro julgamento de um soldado russo por crimes de guerra na Ucrânia.

Vadim Shishimarin, de 21 anos, admitiu ter matado um civil de 62 anos que empurrava sua bicicleta enquanto falava ao telefone.

“O tribunal considerou (Vadim) Shishimarin culpado e o sentenciou à prisão perpétua”, declarou o juiz Sergiy Agafonov.

Em audiência na semana passada, Shishimarin declarou que lamentava o ocorrido e pediu “perdão” à viúva da vítima, justificando suas ações pelas “ordens” recebidas.

Mas os promotores disseram que ele disparou entre três e quatro balas com a intenção de matar o civil.

O tribunal também o considerou culpado de assassinato premeditado. “O assassinato foi cometido com intenção direta”, disse o juiz.

O advogado de Shishimarin, Viktor Ovsyannikov, afirmou que vai recorrer do veredicto. Espera-se que esta sentença histórica seja seguida por outras, já que a Ucrânia abriu milhares de casos de crimes de guerra desde a invasão por Moscou.

Cessar o comércio com a Rússia

Enquanto o veredicto era lido, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pediu no primeiro dia do Fórum Econômico Mundial em Davos o fim de qualquer tipo de comércio com a Rússia e as sanções “máximas” possíveis.

“As sanções deveriam ser assim, deveriam ser máximas (…) E acho que ainda não existem tais sanções contra a Rússia”, afirmou Zelensky em um discurso por videoconferência diante de uma sala cheia que se levantou para aplaudi-lo.

Os países ocidentais impõem sanções econômicas à Rússia. Mas enquanto os Estados Unidos e o Reino Unido pararam de importar petróleo, a União Europeia ainda não chegou a um acordo sobre o assunto devido à dependência de alguns de seus membros do petróleo e gás russos.

“Deveria haver um embargo ao petróleo russo, todos os bancos russos deveriam ser bloqueados, sem exceção, o setor de tecnologia russo deveria ser abandonado. Não deveria haver comércio com a Rússia”, assegurou o presidente.

Zelensky também pediu mais armas para seu país. “A Ucrânia precisa de todas as armas que pedimos, não apenas das que foram fornecidas”, declarou, considerando que, se as tivesse obtido em fevereiro, “o resultado teria sido dezenas de milhares de vidas salvas”.

Vários líderes ucranianos estão presentes em Davos, incluindo o ministro das Relações Exteriores, Dmitro Kuleba, e o prefeito de Kiev, Vitali Klitschko.

Táticas de terra arrasada

Após fracassar em seu objetivo inicial de capturar Kiev, as forças de Moscou estão agora focadas em garantir e expandir seus ganhos militares na região do Donbass e na costa sul da Ucrânia.

Na cidade de Severodonetsk, foco de confrontos recentes, o governador regional Sergei Gaidai acusou as forças russas de “usar táticas de terra arrasada, destruindo deliberadamente” a cidade.

Gaidai denunciou que a Rússia está reposicionando tropas da região de Kharkiv (norte), tropas que participaram do cerco de Mariupol (sudeste), milícias separatistas pró-Rússia e até tropas recém-mobilizadas da Sibéria para se concentrar nas regiões de Donetsk e Lugansk.

O mesmo acontece em termos de armas. “Tudo está concentrado aqui”, acrescentou o governador, incluindo os sistemas antiaéreos e antimísseis S-300 e S-400, semelhantes aos americanos Patriot.

Severodonetsk, um ponto crucial na batalha pelo Donbass, está sob fogo de Moscou “24 horas por dia”, denunciou Gaidai.

O exército ucraniano anunciou no Facebook no domingo um balanço de pelo menos sete civis mortos e oito feridos no bombardeio de 45 comunidades na região de Donetsk.

O destino de Severodonetsk se assemelha ao de Mariupol, com uma paisagem apocalíptica após várias semanas de cerco.

De acordo com o MP ucraniano, o país abriu mais de 12 mil investigações por crimes de guerra desde 24 de fevereiro, quando começou a invasão russa.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, em viagem pela Ásia, disse em Tóquio nesta segunda-feira que a Rússia “tem que pagar um preço de longo prazo” por sua “barbárie na Ucrânia” em termos de sanções impostas a Moscou.

“Não se trata apenas da Ucrânia”, afirmou Biden. “Se as sanções não forem mantidas em muitos aspectos, que sinal enviaríamos à China sobre o custo de uma tentativa de tomar Taiwan à força?”, perguntou.

A Rússia anunciou nesta segunda-feira que recebeu o plano de paz proposto pela Itália e o está estudando.

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Japão detecta grupo de navios chineses perto da ilha de Okinawa em meio a tensões no Pacífico

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Ministério da Defesa do Japão informou que neste sábado (21) que um grupo de navios chineses, incluindo um porta-aviões, navegou do oceano Pacífico para o mar da China Oriental através das águas entre duas ilhas da prefeitura de Okinawa.

© AFP 2022 / STR

Representantes do ministério japonês supõem que os navios estiveram conduzindo treinamento no Pacífico. Detalha-se que o porta-aviões Liaoning, acompanhado por outros seis navios, passou entre a ilha principal de Okinawa e a ilha de Miyakojima, no sudoeste do Japão.
Autoridades japonesas acreditam que o treinamento era parte dos esforços da Marinha da China com o objetivo de aumentar sua capacidade de executar operações em águas distantes.
O ministério continua a monitorar e a efetuar uma análise detalhada das ações do porta-aviões.

 

A Força Marítima de Autodefesa do Japão monitorou hoje a passagem de sete navios da Marinha do Exército de Libertação Popular no mar da China Oriental entre Miyakojima e Okinawa.
O portal japonês NHK escreve que esta é a quarta vez que o Liaoning foi detectado navegando pelo trajeto de ida e volta nas águas entre as ilhas.
De acordo com o ministério, desde 3 de maio foram vistos caças e helicópteros pousando e decolando no porta-aviões chinês por mais de 300 vezes.
Na semana passada foi informado que Pequim estava realizando exercícios militares no disputado mar do Sul da China, coincidindo com a visita do presidente dos EUA, Joe Biden, à Coreia do Sul e ao Japão.
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Biden promete resposta militar caso China invada Taiwan

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O presidente dos EUA, Joe Biden, declarou que os EUA estão prontos para responder militarmente e defender Taiwan em caso de invasão chinesa.

© AP Photo / Susan Walsh

 

Desta forma, Biden confirmou que pretende garantir a segurança do estreito de Taiwan, não permitindo “mudanças no estado de coisas”.
“Continuamos comprometidos em manter a paz e a segurança no estreito de Taiwan, e estamos determinados a garantir que seu status quo não seja unilateralmente alterado”, afirmou Biden.
Além disso, ao ser questionado sobre se os EUA poderão se envolver em um plano de defesa da área, Biden afirmou que o país está pronto para defender Taiwan “em caso de invasão” chinesa.
“Escutem, estas são as obrigações que nós assumimos”, enfatizou.
Anteriormente, o diretor do Escritório da Comissão Central para Relações Exteriores da China, Yang Jiechi, disse ao assessor de Segurança Nacional dos EUA, Jake Sullivan, durante conversa telefônica que Pequim tomará medidas duras se Washington interferir nos assuntos internos do país.
Ele especificou que a questão de Taiwan é a mais importante e sensível nas relações sino-americanas e que, se os EUA continuarem jogando a chamada carta taiwanesa e seguindo o “caminho errado”, isso inevitavelmente resultará no surgimento de uma “situação perigosa”.
Pequim considera Taiwan parte inalienável de seu território soberano e se opõe a quaisquer contatos oficiais entre a ilha e outros países. Enquanto isso, os EUA apoiam as forças pró-independentistas em Taiwan e vendem armas à ilha.
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UE seguirá fornecendo armas à Ucrânia em detrimento de seus interesses, diz especialista

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Os países da União Europeia seguem fornecendo armas à Ucrânia em detrimento dos interesses nacionais e do potencial de defesa, afirmou o analista militar Igor Korotchenko.

© AFP 2022 / YANN SCHREIBER

Comentando a declaração do chefe de Política Externa e de Segurança da União Europeia (UE), Josep Borrell, de que o bloco ficou sem equipamento militar ao ajudar a Ucrânia, o analista afirmou que, de fato, as possibilidades de entregas em grande escala de armas se esgotaram, contudo, ninguém fala sobre amenizar o conflito.
“A assistência militar à Ucrânia continuará, até o momento ninguém fala sobre reduzir o fornecimento de armas e a dinâmica do conflito”, declarou à Sputnik.
O analista explicou que a principal mensagem de Borrell é que a assistência militar da UE geralmente não recebe qualquer compensação por isso, ou seja, os países não recebem dinheiro ou equipamento militar para substituir as armas “doadas” a Kiev.
Korotchenko enfatizou que uma parte tangível desta assistência militar é recebida hoje pela Ucrânia dos EUA e Reino Unido, países que não são parte da UE.
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Nova Zelândia envia 30 instrutores ao Reino Unido para treinar militares ucranianos

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Jacinda Ardern, primeira-ministra da Nova Zelândia, anunciou o envio de dezenas de militares para treinar o uso de obuseiros leves que apenas são usados por alguns países.

© AFP 2022 / Marty Melville

A Nova Zelândia enviará 30 militares ao Reino Unido para ensinar efetivos ucranianos a utilizar o obuseiro leve L119, revelou na segunda-feira (23) Jacinda Ardern, primeira-ministra neozelandesa.
“Os soldados ficarão estacionados no Reino Unido até o final de julho. Seu objetivo específico será ajudar a treinar soldados ucranianos a usar um tipo específico de artilharia”, declarou ela, citada pela emissora TVNZ. Ela disse que o armamento é apenas usado por alguns países, pelo que foi pedido à Nova Zelândia que fornecesse o treinamento necessário.
Quanto aos instrutores, eles ficarão no Reino Unido até terminarem o treinamento e não viajarão à Ucrânia sob nenhuma circunstância, garantiu a premiê da Nova Zelândia.
“Estamos recebendo esses pedidos, os tomando seriamente em consideração e assegurando que eles estão dentro dos parâmetros […] que eles se inserem nas nossas obrigações internacionais”, de acordo com Ardern.
A primeira-ministra lembrou que em abril Wellington já enviou à Europa um avião de transporte militar Hercules C-130 com 66 militares com o objetivo de participar do transporte de ajuda militar para a Ucrânia.
Já o marechal da Força Aérea Kevin Short, chefe de Estado-Maior da Nova Zelândia, anunciou que se espera o treinamento de cerca de 230 soldados ucranianos para usarem as peças leves. O treinamento dura cerca de uma semana, mas é necessário mais tempo para testar e acostumar os soldados às ações no campo de batalha, notou.
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ONU denuncia reportagem ‘homofóbica e racista’ sobre disseminação de varicela

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Alguns retratos da mídia de casos entre pessoas africanas e LGBTI alimentam a culpa, diz a agência, como infecções relatadas na Europa, EUA e Austrália

Fotografia: CDC/Reuters

A agência de Aids das Nações Unidas chamou alguns relatórios sobre o vírus da varíola dos macacos racistas e homofóbicos, alertando para o agravamento do estigma e minando a resposta ao crescente surto.

O UNAIDS disse que “uma proporção significativa” de casos recentes de varíola símia foi identificada entre gays, bissexuais e outros homens que fazem sexo com homens.

Mas a transmissão provavelmente ocorreu por meio de contato físico próximo com um sofredor de varíola e pode afetar qualquer pessoa, acrescentou, dizendo que alguns retratos de africanos e pessoas LGBTI “reforçam os estereótipos homofóbicos e racistas e exacerbam o estigma”.

Em 21 de maio, a Organização Mundial da Saúde recebeu relatórios de 92 casos de varíola símia confirmados em laboratório e 28 casos suspeitos de 12 países onde a doença não é endêmica, incluindo vários países europeus, EUA, Austrália e Canadá.

“O estigma e a culpa minam a confiança e a capacidade de resposta eficaz durante surtos como este”, disse o vice-diretor executivo do UNAIDS, Matthew Kavanagh.

“A experiência mostra que a retórica estigmatizante pode rapidamente desativar a resposta baseada em evidências, alimentando ciclos de medo, afastando as pessoas dos serviços de saúde, impedindo os esforços para identificar casos e incentivando medidas punitivas ineficazes.”

O Ministério da Saúde da Argentina disse no domingo que detectou um caso suspeito de varíola em Buenos Aires, em meio ao crescente alarme global sobre o aumento de casos na Europa e em outros lugares da infecção viral mais comum na África Ocidental e Central.

Israel e Suíça disseram que identificaram uma pessoa infectada que viajou recentemente para o exterior. Israel está investigando outros casos suspeitos.

A Áustria confirmou seu primeiro caso do vírus no domingo, enquanto as autoridades de saúde dos EUA disseram que podem ter encontrado o terceiro caso do país e estavam realizando testes em um paciente no sul da Flórida.

Os sintomas da varicela incluem febre, dores musculares, linfonodos inchados, calafrios, exaustão e uma erupção cutânea semelhante à varicela nas mãos e no rosto.

Não existe tratamento, mas os sintomas geralmente desaparecem após duas a quatro semanas. A doença é considerada endêmica em 11 nações africanas.

 

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