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Rival do Google acusa empresa de usar o Chrome para espionar usuários

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Acusação foi feita baseada na demora da empresa para rotular como seus aplicativos para iPhone coletam e usam os dados de busca e navegação

Google Chrome: aplicativo foi acusado de espionar usuários (S3studio / Colaborador/Getty Images)

O serviço de buscas DuckDuckGo está acusando o Google de utilizar o Chrome para espionar pessoas pela internet. Rival da gigante de Mountain View no setor de buscas online, a companhia utilizou o Twitter para publicar um relatório divulgado na App Store, a loja de aplicativos do iPhone, que mostra a quantidade de dados rastreados pelo Google usando seu navegador.

O relatório produzido pela App Store conta com dados que as empresas precisam obrigatoriamente ceder e que revelam a quantidade e que tipo de informações são coletadas pelos desenvolvedores dos aplicativos disponibilizados na loja virtual do iOS. A DuckDuckGo critica o fato de que o Google teria demorado meses para divulgar suas informações.

“Após meses de espera, o Google finalmente revelou quantos dados pessoas eles coletam no Chrome e no próprio aplicativo do Google. Não admira que eles quisessem esconder isso. Espionar usuários não tem nada a ver com a construção de um ótimo navegador ou de um mecanismo de pesquisa. Nós saberíamos (nosso aplicativo faz as duas coisas)”, diz a postagem da empresa no microblog.

Apesar das críticas da DuckDuckGo, é importante lembrar que o Google recentemente adicionou rótulos de privacidade aos aplicativos que controle e que detalham o plano de coleta e de uso de informações pelos programas. Para fins de publicidade de terceiros – quando a empresa pode informações para outras empresas companhia coleta dados de localização, histórico de pesquisa e navegação, conforme explica o MacRumours.

O problema foi a demora do Google para rotular seus aplicativos dessa forma. Até o fim de fevereiro, conforme aponta a DuckDuckGo, muitos aplicativos do Google ainda não contavam com os avisos. Vale lembrar que, com a nova política da Apple, os aplicativos deveriam contar com a notificação desde dezembro do ano passado. O Google só adicionou o rótulo em algumas aplicações mais recentemente.

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Seu smartphone vai começar a avisar para prestar atenção na rua

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Atualização do app “Bem-estar Digital”, do Google, trará aviso para que usuários tenham cautela ao usar o smartphone e caminhar

App do próprio Google vai alertar usuários para prestarem atençãos aos arredores (Dinendra Haria/SOPA Images/LightRocket/Getty Images)

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Signal: Concorrente do WhatsApp lança pagamento com criptomoedas

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O Signal Payments não precisará de conta bancária para realizar transações com a MobileCoin, criptomoeda para dispositivos móveis e que protege privacidade do usuário

Signal: o aplicativo ganhou quase 40 milhões de usuários novos em 2020 (Chesnot/Getty Images)

O Signal, aplicativo de mensagens criptografadas, anunciou nesta terça-feira (06) que irá integrar o suporte para a MobileCoin, uma criptomoeda projetada para funcionar em dispositivos móveis e proteger a privacidade dos usuários.

Por enquanto, o recurso só está disponível em versão beta para usuários de Android e iOS do Reino Unido. Não há previsão de sua chegada no Brasil, que já está na espera do lançamento de um recurso semelhante de pagamento no WhatsApp.

O diferencial do Signal Payments ao seu concorrente é que nenhuma conta bancária precisará ser vinculada. O aplicativo, que se destaca pela privacidade oferecida, reenforça que não terá acesso ao saldo ou histórico completo de transações ou fundos do usuário.

Com a carteira digital do Mobile Coin, os usuários podem fazer e receber transferências, checar o saldo e o histórico de transação pelo aplicativo. De acordo com dados do CoinMarketCap, o preço da moeda saltou de 7 para 73 dólares após o anúncio do Signal nesta terça-feira (06). No momento de publicação desta matéria, seu preço estava em 38 dólares.

O Signal ganhou destaque no início de 2021 quando o WhatsApp anunciou que iria obrigatoriamente compartilhar dados de usuários com o Facebook.

Na época, um tuíte curto e direto do bilionário Elon Musk, que dizia apenas “Usem o Signal”, fez com que suas instalações tivessem um aumento de 4.200% em relação à semana anterior. Antes disso, ativistas de direitos humanos, jornalistas e até protestantes anti-governo de Hong Kong já usavam o aplicativo.

Desde então, o Signal chegou aos 40 milhões de usuários, o dobro do que tinha em dezembro do ano passado.

Para o criador do Signal, Moxie Marlinspike, a novidade do Signal Payments é uma tentativa de estender a privacidade do app para além das conversas criptografadas. “Há uma diferença palpável na sensação de como é se comunicar pelo Signal, sabendo que você não está sendo observado ou ouvido, em comparação com outras plataformas de comunicação”, disse Marlinspike ao site de notícias WIRED.

“Eu gostaria de chegar a um mundo onde você possa sentir isso não apenas quando fala com seu terapeuta pelo Signal, mas também quando você paga seu terapeuta pela sessão pelo Signal”, exemplifica o criador.

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WhatsApp lança pacote de figurinhas em apoio à vacinação

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A iniciativa preparada junto da OMS é uma homenagem aos profissionais de saúde

WhatsApp: “Vacinas para todos” é o novo pacote de stickers feito junto com a OMS. (Filip Radwanski/SOPA Images/Getty Images)

O aplicativo de mensagens WhatsApp, que pertence ao Facebook, lança hoje (06) um pacote de figurinhas em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Chamado “Vacina para todos”, o conjunto de imagens, que pode ser enviado entre contatos, foi criado para que os usuários do app comuniquem “alívio e a esperança com as possibilidades trazidas pelas vacinas contra a covid-19”, e também “gratidão aos profissionais de saúde”.

Os novos stickers estarão diponíveis em smartphone com sistema operacional Android e iPhones, em um dezena de idiomas (inglês, árabe, francês, alemão, indonésio, italiano, português, russo, espanhol e turco) e foi concebido como uma continuação de um pacote lançado no ano passado, a linha “Juntos em Casa”.

“Enquanto as vacinas para covid-19 são distribuídas em todo o mundo, este novo pacote de figurinhas visa incentivar sua aceitação e representar nossa esperança,” disse Andy Pattison, Líder da equipe de Canais Digitais da OMS.

Veja as imagens das novas figurinhas abaixo:

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Rede de TV russa divulga adaptação soviética rara de “Senhor dos Anéis”

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Obra que foi ao ar em 1991 era considerada perdida até ter sido colocada no YouTube

Senhor dos Anéis Soviético: obra rara que só havia ido ao ar uma vez foi publicada por rede de TV russa (YouTube/Reprodução)

Perdido nos últimos 30 anos, uma versão produzida na União Soviética do sucesso de J.R.R. Tolkien, Senhor dos Anéis, foi divulgada no YouTube por uma rede de TV.

O filme é uma adaptação para a TV do primeiro livro da trilogia, A Sociedade do Anel, e é tido como a única feita no período soviético na Rússia. Muitos acreditam que a obra, que foi ao ar 10 anos antes do sucesso de Hollywood dirigido por Peter Jackson, estava perdida.

Com duração de 1h50min, a obra foi publicada no YouTube em 2 partes, que podem ser vistas no canal da TV 5 (parte um | parte dois), sucessora da TV Leningrado, que veiculou o filme pela primeira vez. Um milhão de pessoas já assistiram à versão russa do clássico desde que foi lançado, há uma semana.

Traduções e adaptações da obra de Tolkien na União Soviética eram difíceis, já que a obra trata de um grupo de humanos, elfos e anões se reunindo para subverter a ascensão de um poder totalitário do leste.

Alguns personagens não retratados na obra hollywoodiana estão na russa, como Tom Bombadil, que foi deixado de fora da adaptação americana porque a personagem arrastava a história. Antes de ser publicada no YouTube pela TV 5, o filme havia ido ao ar apenas uma vez.

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Google traz ao Brasil o alto-falante inteligente Nest Audio, por R$ 849

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Aparelho é versão para som de alta fidelidade do Google e aumenta aposta da empresa no mercado de inteligência artificial por áudio no país

Google Nest Audio: dispositivo chega ao Brasil por R$ 849 (Thiago Lavado/Exame)

O Google anunciou nesta terça-feira, 6, a chegada de uma nova caixa de som inteligente da empresa ao país. Evolução do Nest Mini, que foi lançado por aqui em 2019, o Nest Audio é maior e traz mais robustez no som, o que se reflete também em seu preço: o alto-falante, que conta com a inteligência do Google Assistente integrada sai ao custo de R$ 849.

Anunciado em setembro nos Estados Unidos, o produto aposta na fidelidade de áudio e reprodução de qualidade para conquistar clientes. O preço do aparelho no Brasil é maior, comparativamente, do que o lançamento nos EUA, de 99 dólares. A alta do dólar e os custos de importação no Brasil encareceram a vinda do Nest Audio.

O lançamento no Brasil inclui ainda 3 meses gratuitos de YouTube Premium e acesso ao serviço de música da plataforma. O aparelho é maior do que o Nest anterior, pesando pouco mais de um quilo e maior em dimensões, que acomodam um tweeter de 19mm e um mid-woofer de 75mm, para destaque dos graves.”Este lançamento complementa a linha Nest e dá aos nossos consumidores a possibilidade ter um aparelho ideal para quem busca potência de som e entretenimento”, disse, em nota, Vinicius Dib, diretor de dispositivos do Google na América Latina.

Feito com 70% de plástico reciclado, o Nest Audio chega em duas cores, giz e carvão, e conta com ajustes de volume por toque no topo do aparelho, além do botão de “play/pause”. Claro, há também a possibilidade de comandar o dispositivo por voz e integrar outros aparelhos de casa inteligente, como lâmpadas e adaptadores de tomada de marcas como Positivo, Multilaser, TCL, iRobot, LG e Sony.

O Google começou a disponibilizar inteligência em alto-falantes no país de maneira tímida, inicialmente em uma parceria com a fabricante JBL, e integrando o Google Assistente aos aparelhos da companhia. Depois, decidiu por trazer o Nest Mini e agora continua a aposta com o Nest Audio.

Nesse ínterim, houve uma evolução do mercado e adoção pelos brasileiros da tecnologia de inteligência artificial acionada por voz. Uma pesquisa divulgada no ano passado pela consultoria de análise de dados Ilumeo aponta que a funcionalidade já é presente e conhecida na vida dos brasileiros: dentre os consultados 92% dizem possuir algum conhecimento da tecnologia e 48% faz uso de assistentes pessoas ao menos uma vez por semana.

Durante o período, a Amazon, que produz os dispositivos Echo e a inteligência Alexa, também aumentou a aposta no país, trazendo para cá os recém-lançados dispositivos nos EUA e atualizando a oferta no país. No site da gigante no Brasil é possível encontrar sete modelos de alto-falantes inteligentes, incluindo o Echo Studio, que também oferece suporte a áudio de alta fidelidade.

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Multilaser traz ao Brasil marca de mouses e teclados Rapoo

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Na era do home office, a empresa brasileira aposta em uma nova marca para o país para vender produtos mais sofisticados

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terça-feira, 13 de abril de 2021

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