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PSDB terá segundo turno para decidir candidato à Prefeitura de SP

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Nova prévia entre João Dória e Matarazzo está prevista para 20 de março. Diretoria irá analisar pedido de impugnação de Dória e problema em urnas.

A definição do candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo será realizada em segundo turno entre João Dória Jr. e Andrea Matarazzo no dia 20 de março. Os dois pré-candidatos foram os mais votados na prévia realizada pelo partido neste domingo (28).

A apuração, que deveria ter início às 17h na Câmara Municipal, no Centro, começou com mais de três horas de atraso por conta de problemas nas urnas de quatro regiões (de um total de 58 zonais). O resultado foi divulgado por volta da 1h30 desta segunda (29).

Dória teve 2.681 votos (43,13% do total), Matarazzo, 2.045 (32,89%), e Ricardo Tripoli, que está fora da disputa, 1.387 (22,31%). Houve apenas dois votos em branco e um nulo.

Apesar de o resultado ter sido divulgado pelo diretório municipal do PSDB, ele ainda não foi homologado devido a problemas em três urnas – nos bairros Jaçanã, Pirituba e Tatuapé – e um pedido de impugnação da pré-candidatura de Dória – José Aníbal e Alberto Goldman acusam o pré-candidato de cometer crimes eleitorais.

Haverá uma reunião executiva às 18h de hoje para deliberar sobre ambos os assuntos, mas, como nos locais há apenas 270 votos em disputa (que não são capazes de alterar o resultado), o segundo turno entre Dória e Matarazzo foi confirmado pelo diretório municipal do partido.

Alckmin e João Dória votam em prévia do PSDB em SP (Foto: Nelson Antoine/FramePhoto/Estadão Conteúdo)

Alckmin e João Dória votam em prévia do PSDB em SP (Foto: Nelson Antoine/FramePhoto/Estadão Conteúdo)

Deputado Ricardo Tripoli vota nas prévias do PSDB (Foto: Divulgação)

O deputado federal Ricardo Tripoli vota nas prévias do PSDB para a eleição para prefeito (Foto: Divulgação)

Polêmicas
O primeiro turno foi marcado por briga, denúncia e problemas na contabilização dos votos. Antes do encerramento da apuração, o senador suplente pelo PSDB, José Aníbal, e o vice-presidente do partido, Alberto Goldman, pediram ao diretório municipal o cancelamento da pré-candidatura de Dória.

Aníbal, que apoia a candidatura do deputado federal Ricardo Trípoli, e Goldman, militante do vereador Andrea Matarazzo, acusam Dória de abuso do poder econômico e de ter cometido crimes eleitorais durante o processo.

Aníbal e Goldman afirmam que o João Dória fez propaganda ilegal, através da distribuição de cavaletes, da boca de urna e do uso de carro de som nas regiões de votação.

Segundo o vereador Mário Covas Neto, presidente do diretório municipal do PSDB, o pedido será analisado posteriormente. “Isso tem que ser deliberado pela executiva. Nós precisamos que o corpo jurídico do diretório faça uma análise sobre as consequências jurídicas desse ato e a gente toma providência”, explicou o presidente.

Vereador Andrea Matarazzo durante votação das prévias do PSDB com José Serra e Alberto Goldman (Foto: Divulgação assessoria Matarazzo)

O vereador Andrea Matarazzo (centro), com José Serra e Alberto Goldman, durante votação (Foto: Divulgação) Apuração

Mário Covas Neto também revelou que os votos do diretório Zonal do Tatuapé, Zona Leste de São Paulo, não foram contabilizados. A urna eletrônica foi danificada após uma confusão durante a votação.

“Não há como computar esses votos. Porque a urna foi quebrada. Não fizeram votos impressos porque a mesa que presidia os trabalhos não se sentiu segura para continuar”, explicou. Ele não disse por que os votos de Jaçanã e Pirituba também não foram computados.

No Tatuapé, militantes dos pré-candidatos se envolveram em uma briga no diretório. A Polícia Militar foi acionada para conter o tumulto no local, que teria acontecido entre apoiadores de Tripoli e João Dória.

Votação
O vereador e pré-candidato Andrea Matarazzo votou às 10h30, na Zonal do Jardim Paulista, na Assembleia Legislativa de São Paulo. Ele estava acompanhado pelos seus apoiadores de partido, do senador José Serra e do ex-governador Alberto Goldman. Após a votação, Matarazzo comentou sua experiência de 25 anos na vida pública e disse que está fazendo uma “campanha limpa”.

João Dória votou em Pinheiros, por volta de 11h. Antes, ele acompanhou o voto do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, no Butantã. Ele também encontrou o Secretário de Energia, João Carlos de Souza Meirelles, e o Secretário de Transportes, Clodoaldo Pelissioni.

“Disputa em eleição é absolutamente normal, não há eleição sem disputa”, afirmou Dória “Sou um grande entusiasta das prévias, as prévias permitem democracia. Permitem que ao invés de você ter 27 caciques discutindo quem deve ou não deve ser candidato a prefeito, tenha 27 mil afiliados do PSDB que fazem valer sua opinião através do voto”.

Sobre o apoio dos outros candidatos, Matarazzo e Tripoli, Dória disse que, caso seja escolhido para concorrer ao cargo, “o tempo ajuda a curar as feridas” e que o PSDB vai ser um partido unido nas eleições.

“Nosso grande adversário não está dentro do PSDB, está fora do PSDB. Nosso maior adversário, de São Paulo e do Brasil, é o PT”. Ele afirmou não acreditar em um desgaste do partido por causa das prévias. “Acredito que as prévias representam um valor democrático.”

Já Ricardo Tripoli votou às 10h na Zonal de Perdizes, em Santa Cecília. Ele estava acompanhado da mulher e três filhos, além do deputado federal Caio Narcio, de Minas Gerais. Tripoli condenou as intrigas entre os outros pré-candidatos e defendeu a união do partido.

“Eu fiz uma campanha objetivando o discurso, o diálogo, o consenso, o mais importante é o PSDB. Fiquei muito chateado com o volume de denúncias, de brigas, de intrigas, esse não é o nosso PSDB”, disse Tripoli.

“O PSDB é outro PSDB, tem uma origem na social-democracia, uma origem no respeito a população, às pessoas, a questão da ética é fundamental no PSDB e algumas coisas saíram do controle”, continuou. “Depois dessas prévias nós temos que buscar a unidade do partido”.

O presidente da Assembleia Legislativa, Fernando Capez, votou à tarde na Câmara Municipal. O deputado, que é investigado por supostas fraudes nas merendas do ensino público estadual, passou para fotos com correligionários e saiu rapidamente da área de votação. Questionado pelo sobre as votações nos pré-candidatos tucanos, disse: “Espero só que as prévias distensionem e que o partido saia unido das prévias”.

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Vacinas; Pontos de vacinação nesta sexta (24/09/2021)

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Pontos de vacinação específicos para aplicação da segunda dose conforme o fabricante da vacina, além de locais para que idosos com 85 anos ou mais tomem a dose de reforço, veja abaixo.

Segunda dose

Pontos de vacinação da segunda dose da Pfizer nesta sexta-feira (24/9)
Pontos de vacinação da segunda dose da Pfizer nesta sexta-feira (24/9)(foto: Divulgação/SESDF)
Pontos de vacinação da segunda dose da Astrazeneca nesta sexta-feira (24/9)
Pontos de vacinação da segunda dose da Astrazeneca nesta sexta-feira (24/9)(foto: Divulgação/SESDF)

Pontos de vacinação da segunda dose da Coronavac nesta sexta-feira (24/9)
Pontos de vacinação da segunda dose da Coronavac nesta sexta-feira (24/9)(foto: Divulgação/SESDF)

 

Dose de reforço de idosos com 85 anos ou mais

Pontos de vacinação da dose de reforço nesta sexta-feira (24/9)
Pontos de vacinação da dose de reforço nesta sexta-feira (24/9)(foto: Divulgação/SESDF)

Jovens entre 13 e 17 anos

Pontos de vacinação da D1 para jovens entre 13 e 17 anos nesta sexta-feira (24/9)
Pontos de vacinação da D1 para jovens entre 13 e 17 anos nesta sexta-feira (24/9)(foto: Divulgação/SESDF)

 

Adultos com 18 anos ou mais

Pontos de vacinação da D1 para adutos com 18 anos ou mais nesta sexta-feira (24/9)
Pontos de vacinação da D1 para adutos com 18 anos ou mais nesta sexta-feira (24/9)(foto: Divulgação/SESDF)

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Polícia investiga suposto superfaturamento no serviço de lavanderia em hospital público do DF

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Suspeita é de que peso da roupa, do Hospital de Sobradinho, era alterado para aumentar valor pago a empresa. Servidores e empresários são investigados; Secretaria de Saúde disse que vai colaborar com apuração.

Polícia Civil deflagra operação que investiga superfaturamento em lavanderia do Hospital Regional de Sobradinho, no DF — Foto: PCDF/Divulgação

A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou, nesta sexta-feira (24), uma operação que investiga superfaturamento na prestação do serviço de lavanderia do Hospital Regional de Sobradinho. A suspeita é de que o peso da roupa estava sendo alterado para beneficiar a empresa.

Ao todo, os policiais cumpriram nove mandados de busca e apreensão na capital e em Goiás. Os investigadores estiveram na Secretaria de Saúde, na casa de servidores públicos, de empresários e na sede da lavanderia.

Os investigadores informaram que receberam denúncia anônima em junho. Segundo os policiais, funcionários públicos e administradores da lavanderia são suspeitos de participação no esquema.

Em nota, a pasta disse que vai colaborar com as investigações, “disponibilizando toda as informações solicitadas pela polícia, de maneira transparente e de acordo com a legislação”. A operação foi batizada de “Roupa Suja”.

Policial civil em operação que investiga fraude em lavanderia de hospital do DF — Foto: PCDF/Divulgação

Policial civil em operação que investiga fraude em lavanderia de hospital do DF — Foto: PCDF/Divulgação.

A investigação, da Delegacia de Repressão à Corrupção (DRC), identificou que as roupas tinham o peso aumentado, para que o valor cobrado na lavanderia fosse maior que o normal. Com o pagamento maior, ocorria o desvio das verbas públicas.

Segundo os policiais, há indícios de que a pesagem era feita de forma “absolutamente irregular e precária”, sem “as devidas cautelas formais”. A falta dos procedimentos, de acordo com os agentes, “viabiliza adulteração de valores”.

Aumento de valores

 

Policiais civis investigam lavanderia de hospital público do DF — Foto: PCDF/Divulgação

Policiais civis investigam lavanderia de hospital público do DF — Foto: PCDF/Divulgação

Além da alteração no peso das roupas para a lavagem, os policiais também identificaram que o serviço sofreu aumentos progressivos, “bastante significativos e aparentemente irrazoáveis”. Por exemplo, o montante desembolsado pelo poder público para custear a lavanderia subiu 300% de 2018 para 2019.

Em 2020, o valor subiu novamente, aproximadamente 60%. Segundo os policiais, o aumento chama a atenção mesmo que seja considerado os índices regulares de inflação.

De acordo com a Polícia Civil, o contrato vigente entre a Secretaria de Saúde e a lavanderia é de R$ 3 milhões. Entretanto, o termo aditivo atual é o terceiro e o montante movimentado pela pasta é de R$ 6 milhões para custear o serviço.

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Hospital de Santa Maria reativa atendimento médico domiciliar

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Parado há dois anos, o serviço voltou a funcionar em agosto e já foram feitas mais de 260 visitas a pacientes

Desde que foi reativado em 2 de agosto, depois de ficar paralisado durante dois anos, o Núcleo Regional de Atendimento Domiciliar (Nurad) do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) já prestou mais de 260 serviços médicos e assistenciais para pacientes em suas residências, atingindo, nesta quinta-feira (23), a média de seis visitas por dia.

A equipe, formada por dez profissionais de saúde do HRSM, faz atendimentos semanais ou mensais, dependendo do estado clínico do paciente | Fotos: Ascom/ Iges-DF

Com a reativação do Nurad, voltaram a ser atendidos, em suas próprias residências, bebês prematuros ou abaixo do peso, além de pacientes com doenças agudas, crônicas ou degenerativas e enfermos que já não têm cura, mas que continuam a receber assistência para aliviar o sofrimento físico e mental que enfrentam.

Também voltaram a receber assistência os pacientes cadastrados no Programa de Oxigenoterapia Domiciliar da Secretaria de Saúde (SES), parceira do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (Iges-DF) nesse e em outros projetos. A SES fornece oxigênio e os materiais necessários para os enfermos, enquanto a equipe do Nurad presta atendimento a esses pacientes.

O Nurad foi desativado em agosto de 2019 e retomou as atividades neste ano a partir da mobilização da superintendência do HRSM, da Diretoria de Atenção à Saúde e da Assessoria de Planejamento do Iges-DF, que administra a unidade hospitalar.

O serviço é prestado por dez profissionais de saúde do HRSM, entre médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, fisioterapeutas e assistentes sociais. Dependendo do estado clínico do paciente, o atendimento é semanal ou mensal.

Para o superintendente do HRSM, Ubiraci Nogueira, a retomada dos serviços do Nurad é importante porque, além de levar assistência aos pacientes, contribui para desocupar diversos leitos no hospital. “Dessa forma, podemos atender um número maior de pacientes sem perder a qualidade dos serviços prestados”, explica.

*Com informações do Iges-DF

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Covid-19: DF começa nova antecipação da segunda dose da Pfizer

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Expectativa é atender até 240 mil pessoas

© Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil.

O governo do Distrito Federal (DF) realiza, a partir de hoje (23), uma nova antecipação de segunda dose da vacina contra a covid-19, voltada a pessoas que tomaram a primeira dose do imunizante da Pfizer/BioNTech.

Quem tomou a primeira dose da vacina e teve a previsão da segunda dose marcada para até o dia 27 de outubro poderá ter o complemento da imunização a partir desta quinta-feira.

A expectativa é atender até 240 mil pessoas nessa condição. Os locais de vacinação estão listados no site da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Não há necessidade de agendamento.

Ontem, o DF começou a aplicar a dose de reforço para pessoas com 85 anos ou mais, desde que tenham pelo menos seis meses da primeira dose ou da dose única (no caso da Janssen). Também ontem teve início o agendamento da dose de reforço para imunossuprimidos, cuja aplicação começará na segunda-feira (27). Agência Brasil

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Hran é referência em atendimento a pessoas com síndrome de Down

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Serviço contempla mais de 1,8 mil pacientes e familiares com acolhimento multidisciplinar, que deve ser agendado por telefone

Equipe do hospital atua com cerca de 30 profissionais

O Centro de Referência Interdisciplinar em Síndrome de Down (CrisDown) do Hospital Regional da Asa Norte (Hran) é referência não apenas no Distrito Federal e região do entorno, mas para outros estados do país, no atendimento a pessoas com síndrome de Down. São cerca de dois mil pacientes cadastrados, contemplando desde gestantes que recebem o diagnóstico da trissomia do cromossomo 21 a outras faixas etárias de público.

Crianças de diferentes idades encontram acolhimento e serviço especializado no Hran | Foto: Davidyson Damasceno/Iges-DF

Assim, bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos encontram atendimento humanizado e interdisciplinar no local. Segundo a coordenadora do CrisDown, a terapeuta Carolina Vale, o serviço atende atualmente 1.878 pacientes. A equipe possui em torno de 30 profissionais, entre fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo, psicólogo, nutricionista, assistente social, geneticista, pediatra, cardiopediatra, neuropediatra e clínico geral.

A coordenadora do serviço explica que o trabalho é interdisciplinar e foi pensado assim para proporcionar um olhar integral aos pacientes: “O intuito do CrisDown, quando construímos o serviço, foi facilitar essa interlocução entre as áreas e evitar que os pacientes ficassem andando na rede em busca de atendimento com diversos profissionais”.

Um dos pacientes atendidos é o pequeno José Pedro, de 3 anos e 8 meses. Acompanhado da mãe, a professora Eliane Dourado, ele foi acolhido no serviço assim que nasceu e passa por sessões semanais de fisioterapia e terapia ocupacional, além de ter acompanhamento com o ortopedista e a pediatra. “A equipe é muito acolhedora e o atendimento é sempre muito humanizado. Os profissionais são muito comprometidos e solícitos com as nossas necessidades”, avalia Eliane.

A também professora Ana Lúcia Silva de Souza, mãe de Rafael, de 2 anos e 4 meses, leva o filho ao CrisDown desde quando ele tinha dois meses de vida e diz estar satisfeita com o acolhimento recebido. “Viemos participar de uma palestra e, desde então, ele está aqui sendo atendido. O desenvolvimento dele tem sido surpreendente. Ele já está andando, já fala algumas palavras”, comemora.

Pandemia

“Empoderamos as famílias para acreditar que é possível que no futuro esses pacientes se tornem pessoas capazes de desenvolver habilidades essenciais para autonomia e independência”Carolina Vale, coordenadora do CrisDown

Carolina Vale lembra que, com a pandemia, foi necessário repensar a forma de atendimento. “A gente precisava fazer alguma coisa, pois os pacientes tinham perdido muito em termos de desenvolvimento global – motor, cognitivo e de fala – e isso nos angustiava”, relata.

“São seis pacientes pela manhã e seis à tarde”, detalha a terapeuta. “Geralmente, os pais entram junto para acompanhar as atividades e poder auxiliar em casa, mas cada família fica distante, dentro da sala, seguindo os protocolos recomendados”. Mesmo com as dificuldades impostas pelo momento, diz Carolina, o serviço acolheu quase 100 pacientes em 2020.

O serviço

O CrisDown nasceu em 2013 e funcionou primeiramente na Unidade Básica de Saúde (UBS) da 905 Norte. Atualmente, o serviço está disponível no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), onde era a creche. A entrada é separada do hospital, proporcionando mais tranquilidade aos pacientes.

É preciso entrar em contato por WhatsApp (99448-0691) e agendar. “Antes era acolhimento aberto, era possível receber muitas pessoas. Hoje, em função da pandemia, isso mudou. Passamos a trabalhar com agendamento e atendemos três famílias às sextas pela manhã”, esclarece a coordenadora. Quando chegam ao CrisDown, as famílias conversam com a equipe. Após esse acolhimento, é feita a estratificação de risco.

Após essa etapa, explica a gestora, o paciente é classificado de acordo com o risco. “Os vermelhos [marcados com identificação dessa cor] possuem prioridade, e então é feito o agendamento de acordo com a necessidade”, explica.

“Aqui, investimos no presente para modificar o futuro. É preciso oferecer oportunidade e possibilidade para que [os pacientes] possam se desenvolver. Empoderamos as famílias para acreditar que sim, é possível que no futuro [esses pacientes] se tornem pessoas capazes de desenvolver habilidades essenciais para autonomia e independência”, salienta.

*Com informações da Secretaria de Saúde

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Saúde disponibiliza 11.936 vagas para o reforço em pessoas imunossuprimidas

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Agendamento começa nesta quarta-feira, às 14h, e a vacinação a partir da próxima segunda-feira (27)

Começa nesta quarta-feira (22) o agendamento da dose de reforço contra covid-19 para pessoas com alto grau de imunossupressão. O agendamento deve ser feito no site vacina.saude.df.gov.br por aqueles que se enquadram nos critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde. A vacinação começará na próxima segunda-feira (27) e vai até sexta-feira (1º/10) em 19 pontos específicos que poderão ser escolhidos no ato do agendamento. Ao todo, serão disponibilizadas 11.936 vagas, e haverá aplicação das doses em todos os dias da próxima semana.

Antes de agendar, é necessário se cadastrar no mesmo site. Veja o passo a passo e os critérios para agendamento na arte abaixo:

Arte: Secretaria de Saúde do DF

O sistema irá reconhecer se quem preencheu faz tratamento no SUS. Neste caso, no cabeçalho do comprovante de agendamento constará a informação se é preciso, ou não, apresentar laudo médico. Serão aceitos laudos com validade de até seis meses.

Reforço

“A imunização desse grupo será por agendamento, pois, neste momento, o Ministério encaminhou doses apenas para a metade desse público. É necessário comprovar a situação de saúde. Estão aptos a tomar a dose de reforço todos aqueles acima de 18 anos que tenham tomado a segunda dose ou dose única há mais de 28 dias e que se enquadrem na descrição proposta pelo Ministério da Saúde”, destaca o diretor da Vigilância Epidemiológica, Fabiano dos Anjos.

A vacina a ser utilizada para a dose adicional deverá ser, preferencialmente, do laboratório Pfizer-BioNTech ou, de modo alternativo, do laboratório Janssen ou AstraZeneca.

*Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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