Nossa rede

Aconteceu

Polícia aguarda mandado de prisão preventiva para acusado de matar irmã

Publicado

dia

Justiça concede liberdade provisória ao filho da cabeleireira Sandra Maria Sousa Moraes, morta pelo próprio irmão. Jovem disse que foi obrigado a ajudar a esconder o corpo da mãe porque teve medo do tio

Sandra Moraes é a 32ª vítima de feminicídio do DF em 2019
(foto: Facebook/Reprodução)

A Justiça concedeu liberdade provisória a Brendo Sousa Moraes, 21 anos, filho da cabeleireira Sandra Maria Sousa Moraes, 39, assassinada no último sábado pelo próprio irmão. Segundo investigadores da 38° Delegacia de Polícia (Vicente Pires), Brendo teria ajudado o tio, Danilo Moraes Gomes, a enterrar o corpo da vítima, no Assentamento 26 de Setembro, em Vicente Pires, onde a família residia. O suspeito pelo assassinato continuava foragido até o fechamento desta reportagem.
Na manhã desta quarta-feira (27/11), Brendo passou por audiência de custódia no Departamento de Controle e Custódia de Presos (DCCP), no Complexo da Polícia Civil. A juíza que presidiu a sessão, Lorena Alves Ocampos, entendeu que o jovem não responde pelo feminicídio de Sandra e, conforme os depoimentos prestados à 38° DP, só soube do crime após ação do tio. “Esclareço, novamente, que não há indícios de que o autuado esteja envolvido na morte da mãe. A todo momento, ele colaborou com a polícia mostrando o local do corpo e as câmeras de segurança e descrevendo em detalhes tudo o que ocorreu”, esclareceu a magistrada.

Em depoimento, Brendo afirmou que não teve outra alternativa a não ser ajudar a esconder os restos mortais da mãe, pois, segundo ele, estava com medo e se sentia ameaçado a todo momento, pelo fato de estar sozinho com o assassino, que estaria armado. O jovem disse ainda que teria sido obrigado a dormir com a esposa na casa de Danilo, afirmando que o tio estava no controle da situação. O Correio entrou em contato com a esposa de Brendo, mas ela não quis se pronunciar sobre o caso.

Investigação

Na noite desta quarta-feira (27/11), o delegado à frente do caso, Eder Charneski, foi ao Fórum de Águas Claras para expedir mandado de prisão preventiva contra Danilo Moraes. Contudo, por conta do horário, a resposta do juiz só sairá na tarde desta quinta-feira (28/11). “Até então, estávamos recolhendo os depoimentos e juntando o máximo de provas para remeter o mandado”, explicou.
Uma das testemunhas do caso foi convocada para prestar depoimento na delegacia nesta quarta-feira (27/11), mas não apareceu. Segundo o delegado, a pessoa a ser ouvida seria uma fonte importante para o andamento das investigações. Agentes chegaram a analisar as câmeras de segurança do local, entretanto, de acordo com Charneski, não foi possível identificar como se deu o contexto do crime.

O suspeito também é procurado pela Justiça do Maranhão. Ele cumpria pena de 30 anos e seis meses no Presídio de Pedrinhas, em São Luís (MA), por latrocínio, estupro e ocultação de cadáver. “Os familiares nos informaram que ele teria fugido do complexo, mas não existe mandado de prisão. Hoje, faremos novas pesquisas e analisaremos novamente as câmeras de segurança para buscar mais informações”, acrescentou.“Batalhadora e alegre”
Sandra Maria Sousa Moraes morava há mais de seis anos com a filha Samara Sousa Moraes, 22, na Rua 1 de Vicente Pires. As duas trabalhavam em um salão que mantinham na própria casa. Sandra era cabeleireira, e Samara, manicure. Abalada, Samara não quis se pronunciar sobre o caso.

Vizinhos e amigos da vítima lamentam a morte da mulher. O auxiliar de serviços gerais Jailson Lima, 32, mora em frente à casa de Sandra e sente pela perda da amiga. “Ela só vivia aqui em casa, conversando e brincando. Era uma pessoa alegre, batalhadora e que não dependia de ninguém para ser feliz. Quando soubemos da morte, ficamos desesperados. Aqui na rua, tinha gente gritando, chorando, pois ela era muito querida”, contou.

A bancária aposentada Onicia Gontijo, 65, fazia tratamentos no cabelo com Sandra. Ela também mora em frente à casa da vítima. “Muitas mulheres daqui de Vicente Pires procuravam o salão dela e gostavam do trabalho. Era uma pessoa muito comunicativa, alegre e que gostava de agradar os clientes”, relatou.

De acordo com a aposentada, o irmão da vítima chegou a morar na casa dela por um tempo. “A Sandra até montou um barraco para ele. Aparentemente, a relação dos dois era normal. Jamais imaginava que ele pudesse fazer isso. Mas percebia que ele não parecia ser uma pessoa tão boa. Depois que o Danilo foi morar com ela, deixei de frequentar o salão, pois não me sentia segura”, disse.
Enterro
O corpo de Sandra ainda não foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML), pois os documentos da vítima não foram encontrados. “Provavelmente, o Danilo levou ou jogou em algum lugar. Como ela é natural de Maranhão, não tem prontuário civil, que é o que comprova a identidade”, explicou o delegado Eder Charneski.
Mobilizados com o caso, amigos de Sandra montaram uma “vaquinha” para ajudar nos custos do velório. A técnica em enfermagem Isabel Pereira, 33, é uma das pessoas à frente da ação. As duas frequentavam uma igreja evangélica em Vicente Pires. “Nós, da comunidade, nos sensibilizamos com a situação. A família dela não tem condições financeiras para promover um velório digno”, frisou.

Isabel conheceu Sandra no salão dela há mais de seis anos. “Quando soube que ela estava morta, não consegui ficar sobre as pernas. Pensei comigo: ‘como pode uma pessoa tão alegre, que gosta de ajudar, morrer desse jeito?’. Nunca vou me conformar”, lamentou.

Onde procurar ajuda

Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência —
Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República
Telefone: 180 (disque-denúncia)
Centro de Atendimento à Mulher (Ceam)
» De segunda a sexta-feira, das 8h às 18h
» Locais: 102 Sul (Estação do Metrô), Ceilândia, Planaltina
Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam)
» Entrequadra 204/205 Sul – Asa Sul
(61) 3207-6172
Disque 100 — Ministério dos Direitos Humanos
Telefone: 100
Programa de Prevenção à Violência Doméstica (Provid) da Polícia Militar
Telefones: (61) 3910-1349 / (61) 3910-1350

Entenda o caso

Sandra Maria Sousa Moraes foi encontrada morta na última segunda em um local de mata que faz divisa com o Parque Nacional de Brasília. A vítima foi achada com um cabo de telefone enrolado no pescoço. A cabeleireira teria sido estrangulada pelo próprio irmão, Danilo Moraes, considerado foragido da Justiça do Maranhão. No crime contra a irmã, o suspeito teria tido a ajuda do filho de Sandra para enterrar o corpo. A moradora de Vicente Pires é a 32ª vítima de feminicídio no Distrito Federal em 2019.
Comentário

Aconteceu

Distrito Federal fecha março com três mortes pelo novo coronavírus

Publicado

dia

Com 333 casos confirmados e o registro da terceira fatalidade, governador Ibaneis Rocha (MDB) planeja novas medidas para aliviar efeitos da pandemia no Distrito Federal. Setor de comércio e serviços já sente impactos

Ontem, militares do Exército desinfetaram áreas do Hospital de Base e do Hospital Regional da Asa Norte (Hran). As duas instituições são referências no tratamento a pacientes com Covid-19
(foto: Ana Rayssa/CB/D.A Press)

O primeiro mês desde que o coronavírus chegou no Distrito Federal — no último dia 5 — terminou com três mortos e 333 casos confirmados da Covid-19. Ontem, dia em que o DF registrou a terceira morte em decorrência da doença, o Executivo local anunciou um decreto que prevê extensão do período de quarentena na capital federal até 13 de abril. O governador Ibaneis Rocha (MDB) também encaminhou à Câmara Legislativa um projeto de lei para reconhecimento de estado de calamidade pública.

A terceira vítima da Covid-19 no DF morreu ontem (leia Para saber mais). Diógenes Segundo de Carvalho, 73 anos, estava internado desde 21 de março, no Hospital Santa Lúcia, na Asa Sul, mesmo bairro onde o paciente morava. No balanço de ontem da Secretaria de Saúde, havia 333 casos confirmados da doença no DF. Os homens são maioria (57,7%) entre os pacientes, e a maior incidência tem se dado entre pessoas na faixa de 30 a 39 anos. Dos 44 pacientes hospitalizados, 30 estão em unidades de terapia intensiva (UTI).

O Plano Piloto permanece como a área com maior número de infectados (99), seguido do Lago Sul (55). A primeira pessoa que teve o resultado positivo para o novo coronavírus no DF, uma advogada de 52 anos, moradora da região administrativa, permanece internada e em isolamento na UTI do Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Ela apresenta síndrome respiratória aguda severa (Sars), além de outras doenças que agravam o quadro clínico, considerado gravíssimo. A paciente continua sedada e respira com ajuda de ventilação mecânica.

O Distrito Federal está em primeiro lugar entre as unidades da federação em incidência de casos (10,9) por grupo de 100 mil habitantes, segundo o Ministério da Saúde. Para tentar evitar o aumento da contaminação pelo novo coronavírus, o governador Ibaneis decidiu estender o prazo de quarentena no DF. O decreto, ainda sem data para ser publicado, deve manter os servidores distritais em teletrabalho, comércios fechados, escolas sem aula e aglomerações proibidas. Contudo, algumas restrições podem ser flexibilizadas.

Dados da Secretaria de Economia apontam perdas de até R$ 1,2 bilhão devido à queda na arrecadação de impostos. Diante disso, chegou à Câmara Legislativa (CLDF) um projeto de lei do Executivo local para reconhecimento de estado de calamidade pública no DF. A proposta, semelhante à aprovada em nível federal, desobriga o GDF de cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), de atender metas fiscais e empenhos previstos para o Orçamento de 2020.

Insumos
Para evitar mais casos de contágio pela Covid-19, na manhã de ontem, 10 militares do 16º Batalhão Logístico do Exército Brasileiro desinfectaram as áreas internas e externas do Hospital de Base e do Hospital Regional da Asa Norte (Hran) — referência para o tratamento de pacientes com a doença. A iniciativa deu continuidade às ações na Rodoviária do Plano Piloto e na Estação Central do Metrô.

Ainda ontem, o Corpo de Bombeiros Militar do DF adquiriu mais de R$ 2 milhões em itens de equipamento de proteção individual (EPIs). Entre eles, há luvas, máscaras N-95 — para proteção contra doenças de transmissão aérea ou por gotículas de saliva —, óculos de proteção, capotes, toucas descartáveis, termômetros infravermelho e frascos de álcool em gel.

A compra ocorreu com dispensa de licitação, pois, devido ao estado de emergência, processos sem abertura de pregão estão permitidos. O material começa a ser entregue até sábado. A corporação também vai receber 800 chips de detecção do coronavírus por meio de saliva, que virão de Singapura. A tecnologia permite a coleta de até oito amostras de uma vez e os resultados ficam prontos em cerca de três horas. A remessa chega até o fim da semana.

Entre outras medidas em andamento, há a adaptação do primeiro andar do Estádio Nacional Mané Garrincha para abrigar pessoas com a Covid-19 que deixarem a UTI e precisarem se recuperar fora de casa. O espaço de 6 mil metros quadrados terá capacidade para 200 leitos de retaguarda, nos quais os pacientes poderão permanecer por até 14 dias, a depender da gravidade do quadro.

Equipamentos e produtos de limpeza foram retirados do Hospital Regional do Guará (HRGu) e do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) após o fim do contrato entre a Ipanema, responsável pela prestação de serviços nas duas unidades de saúde, e o GDF. Vencedora do novo contrato, a BRA repôs os produtos ainda pela manhã.

Educação
A Secretaria de Educação informou à reportagem que ainda trabalha para definir como ocorrerá a transmissão de conteúdos durante o período de quarentena no DF. Por enquanto, a pasta estuda mecanismos para não prejudicar os 600 mil estudantes da rede. Na semana passada, o Conselho de Educação do Distrito Federal (CEDF) aprovou um parecer que autoriza a execução de atividades escolares não presenciais. A medida vale para instituições de ensino das redes públicas e particular.

A iniciativa deve atender, primeiramente, 80 mil estudantes do ensino médio da rede pública; depois, os demais. No entanto, as datas ainda não foram divulgadas. Enquanto isso, professores passam por treinamento para lidar com a Plataforma Moodle, além de ferramentas da Google e Microsoft. As unidades particulares que quiserem interromper o recesso e promover atividades mediadas por tecnologia terão de enviar o planejamento à Secretaria de Educação, para avaliação do CEDF. Caso necessário, o ano letivo em todas os colégios do DF poderá passar para 2021.

Uma das alternativas que o GDF estuda para atender estudantes que não têm acesso à internet são as aulas pela televisão, por meio de parceria com emissoras, como a TV Justiça. Presidente do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Distrito Federal (Sinepe-DF), Álvaro Domingues disse que as instituições estão se planejando para o caso de a quarentena durar mais tempo. “Estamos nos preparando para realizar o suporte da melhor maneira possível com aprendizagem não presencial. Depois de retornarmos, poderemos refazer o planejamento, de modo a cumprir os dias letivos ”, afirmou.

Para saber mais

Vítimas
A primeira morte por coronavírus no Distrito Federal aconteceu em 23 de março. No entanto, a Secretaria de Saúde divulgou o caso apenas no sábado, pois a paciente precisou passar por três exames para confirmação do laudo de Covid-19. Viviane Rocha de Luiz, 61 anos, era assessora técnica da Câmara Técnica de Vigilância Sanitária do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e teve contato com uma pessoa infectada de São Paulo. A segunda vítima, Maurílio José de Almeida, 77, morador do Núcleo Bandeirante, morreu na segunda-feira, no Hospital Brasília.

Impactos na Semana Santa
As celebrações da Semana Santa no DF passaram por mudanças. A Arquidiocese de Brasília informou que as orientações do Executivo serão seguidas e que as missas presenciais e demais celebrações religiosas continuam suspensas. Os encontros serão retomados a depender da evolução da crise pandêmica. Durante a semana que antecede a Páscoa, as igrejas ficarão abertas para oração, mas sem aglomeração de fiéis. A recomendação é de que as pessoas fiquem em casa e acompanhem as missas por meios digitais. Algumas cerimônias, como o Lava-pés e a Via-Sacra de Planaltina serão adiadas, mas as datas ainda não foram divulgadas.

Credenciamento virtual
Como medida para evitar o contágio pelo novo coronavírus, o processo de credenciamento para empresas e instituições educacionais interessadas em participar do Cartão Creche acontecerá exclusivamente pela internet. O processo seletivo começa amanhã e resultará na abertura de 5 mil vagas para crianças de até 3 anos em creches particulares. A documentação necessária pode ser consultada no site das secretarias de Educação e de Desenvolvimento Econômico. Os arquivos devem ser enviados em formato .pdf pelo e-mail cartaocreche@desenvolvimento. df.gov.br.

 

Ver mais

Aconteceu

Coronavírus: Patio Brasil recebe doações de alimento e itens de higiene

Publicado

dia

Produtos serão entregues à Secretária de Saúde e ao Sesc. A doação pode ser feitas na porta do shopping, entre as 12h e as 20h

Shoppinga vai receber doações de produtos de higiene e de proteção para profissionais de saúde
(foto: CBNFOT040220150515.JPG)

O shopping Pátio Brasil está arrecadando doações de itens de higiene e alimentos. A ação é uma parceria entre a empresa, a Secretária de Saúde, o Serviço Social do Comércio do Distrito Federal (Sesc) e a Federação de Comércio de Bens, Serviço e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio).
O produtos incluem máscaras, luva, álcool em gel e alimentos para as famílias carentes. Os itens serão entregues à Secretaria de Saúde e ao Sesc, que farão a distribuição de acordo com o público-alvo.
Para doar, basta deixar o produto em uma caixa, identificada, que vai ficar na portaria do shopping. A doação pode ser feita entre as 12h e as 20h.
Ver mais

Aconteceu

Coronavírus: DF Legal já fechou 6 mil estabelecimentos

Publicado

dia

Fiscalizações estão sendo feitas desde o decreto publicado em 19/3

Fiscalização procura fazer cumprir decreto que fecha estabelecimentos para evitar agravamento da epdiemia
(foto: Créditos: DF Legal/Divulgação )

Desde que o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, assinou o decreto suspendendo o funcionamento de bares, restaurantes, casas noturnas e comércio em geral, a Secretaria de Estado de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) fechou cerca de 6 mil estabelecimentos. As medidas são para reduzir o risco de contaminação pela Covid-19 na capital.
De acordo com o DF Legal, em 13 dias de operação foram interditados 190 estabelecimentos. Desses, 21 receberam multas. Dos comerciantes que não querem fechar, os donos das distribuidoras de bebidas são os que mais insistem em continuar abertos. As cidades com maior incidência são Ceilândia, Guará e Samambaia.
Na última sexta-feira (27/3), foram liberadas as lotéricas e lojas de conveniência, mas é proibido ter consumo no local ou disposição de mesas e cadeiras. A secretaria DF legal ressalta que os comerciantes têm de permanecer com as portas fechadas, seguindo o decreto do GDF.
Apenas serviços considerados essenciais para a população podem continuar operando. São eles: clínicas médicas, laboratórios, farmácias, supermercados, padarias, açougues, peixarias, minimercados, mercearias e afins, lojas de materiais de construção e produtos para casa, atacadistas e varejistas, postos de combustíveis e operações de delivery.
Todos os dias são fiscalizados quase 30 mil lojas no Distrito Federal. No início do decreto (19/3), o DF Legal atuava apenas com as notificações para os pedidos para fechamentos. No entanto, aqueles que desobedeceram as ordens tiveram os estabelecimentos interditados.
Hoje, o GDF conta com 150 fiscais e 80 apoios operacionais nas ruas. Além disso, contam ainda com o apoio da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e Administrações Regionais de cada cidade do DF.
Serviço
Reclamações sobre estabelecimentos abertos podem ser feitas pelo 162 ou 190, número disponibilizado pela PMDF. Para mais informações: 3961-5125 ou 3961-5126.
Ver mais

Disponível nosso App

Publicidade

Escolha o assunto

Publicidade