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quarta-feira, 22/04/2026

Ibovespa recua por tensões no Oriente Médio; dólar permanece estável

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O Ibovespa teve uma queda de 1,65% em um dia marcado pela preocupação dos investidores devido às tensões na região do Oriente Médio, fechando em 192.888 pontos, a menor pontuação desde 8 de abril. Essa queda mostra que, após um período de altas, os investidores estão revendo os riscos e ajustando suas posições.

As ações dos bancos e das mineradoras, que têm grande peso no índice, foram as que mais caíram, puxando o índice para baixo. Em contrapartida, as ações do setor de energia ajudaram a conter as perdas, acompanhando a valorização do petróleo no mercado internacional. No entanto, o resultado do dia foi negativo. Além disso, dados recentes indicam uma diminuição na entrada de investimento estrangeiro na bolsa, o que também contribuiu para a queda do índice.

O dólar à vista fechou quase estável, com uma leve queda de 0,01%, cotado a R$ 4,974, o menor valor desde 25 de março de 2024. Apesar de fechar estável, a moeda apresentou variações durante o dia, refletindo a cautela do mercado diante das incertezas externas, especialmente relacionadas ao conflito entre os Estados Unidos e o Irã.

Desde o início do ano, o dólar já caiu 9,39% em relação ao real, mostrando uma valorização da moeda brasileira, impulsionada pelo fluxo de capital e pela diferença de juros entre o Brasil e outros países.

Os preços do petróleo subiram com força, superando novamente os US$ 100 por barril, impulsionados pelas tensões no Oriente Médio. O barril do tipo Brent aumentou 3,5%, chegando a US$ 101,91, enquanto o WTI subiu 3,66%, para US$ 92,96.

O aumento ocorre por causa das incertezas sobre a continuidade das negociações entre os Estados Unidos e o Irã, além de novos eventos na região do Estreito de Ormuz. Mesmo com a prorrogação do cessar-fogo anunciada pelo presidente Donald Trump, o cenário continua instável, mantendo a pressão sobre os preços do petróleo.

Informações com agências de notícias.

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