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Facebook, Instagram e WhatsApp banem contas e conteúdos ligados ao Talibã

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Empresa de Mark Zuckerberg afirma ter formado uma equipe de especialistas para remover qualquer conta mantida por ou em nome do Talibã, além de apoio ou elogios ao grupo

 

Mulheres afegãs usam celular para tirar fotos de uma reunião contra as alegadas violações dos direitos humanos contra as mulheres pelo regime do Talibã no Afeganistão, em 2 de agosto de 2021 (SAJJAD HUSSAIN/AFP/Getty Images)

Após o grupo fundamentalista islâmico Talibã retomar o poder no Afeganistão depois de 20 anos, o Facebook anunciou que está identificando e excluindo qualquer conteúdo favorável ao grupo — o que vale também para o Instagram e WhatsApp, plataformas que fazem parte da empresa.

A rede social afirmou ter criado uma equipe de especialistas afegãos para monitorar o conteúdo.

A equipe é composta de “falantes nativos de dari e pashto”, línguas mais comuns da região, e “têm conhecimento do contexto local, ajudando a identificar e alertar sobre questões emergentes na plataforma”.

Como os Estados Unidos consideram o Talibã uma organização terrorista, o Facebook afirma estar seguindo sua política de “Organização Perigosa” da companhia.

O Talibã é sancionado como organização terrorista pela lei dos EUA, e nós os banimos de nossos serviços de acordo com nossas políticas para organizações perigosas”, disse um porta-voz do Facebook à rede britânica BBC.

Isso quer dizer que qualquer conta mantida por ou em nome do Talibã, apoio ou elogios ao movimento serão removidos das plataformas.

O jornal Washington Post noticiou que, antes de chegar a Cabul, capital do Afeganistão, o Talibã enviou mensagens pelo WhatsApp aos moradores, declarando que eram os responsáveis pela segurança do local.

Além disso, o Facebook já foi duramente criticado pela falta de monitoramento nas redes sociais, o que leva a proliferação de incitação e discurso de ódio, fake news e mais.

O ex-presidente Donald Trump, por exemplo, foi banido da plataforma após a invasão ao Capitólio no início de 2021 por “encorajar e legitimar a violência”.

“Mantendo uma narrativa infundada de fraude eleitoral e chamados à ação persistentes, Trump criou um ambiente em que riscos sérios de violência eram possíveis”, afirmou Thomas Hughes, diretor administrativo do Comitê de Supervisão do Facebook, ao avaliar a suspensão.

Sobre o monitoramento das publicações ligadas ao Talibã, o porta-voz da rede social afirma: “Agora, essa situação está evoluindo rapidamente e, com ela, tenho certeza de que o risco também evoluirá. Teremos que modificar o que fazemos e como fazemos para responder a esses riscos em mudança conforme eles acontecem.”

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Google fora do ar? Curto-circuito em centro de dados deixa três feridos e gera instabilidade

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Curto-circuito em centro de dados do Google nos EUA deixa três feridos e gera instabilidade no serviço de busca

Google: usuários do Google relataram instabilidade com o serviço de busca e o aplicativo de geolocalização na noite desta segunda-feira (John Smith/Getty Images)

Uma falha elétrica em um centro de dados do Google localizado em Council Bluffs, em Iowa, nos EUA, deixou três pessoas feridas nesta segunda-feira. Elas apresentaram queimaduras pelo corpo e foram socorridas ao Nebraska Medical Center, no estado vizinho, segundo a imprensa local. De acordo com a emissora WOWT, os funcionários mexiam na rede elétrica quando ocorreu um curto-circuito.

Enquanto isso, usuários do Google relataram instabilidade com o serviço de busca e o aplicativo de geolocalização na noite desta segunda-feira, segundo o site de monitoramento Downdetector. O acesso já foi restaurado.

Procurado pela AFP, o Google disse ter ficado ciente de “um problema de atualização de software que ocorreu no final da tarde, horário do Pacífico, que afetou brevemente o Google Search e o Maps”.

“Pedimos desculpas pelo inconveniente”, acrescentou a empresa, dizendo ainda que atuou “rapidamente para resolver o problema”.

Nos Estados Unidos, incluindo grandes cidades como Nova York e Denver, mais de 40 mil pessoas usaram o Downdetector para registrar falhas no acesso ao Google, mas esse número foi reduzido consideravelmente cerca de duas horas depois. Houve reclamações também com relação ao serviços Google Cloud e Google Calendar, entre outros, mas em menor número.

 

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Getnet lança máquina de pagamento produzida à base de resíduos plásticos

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Empresa já produziu 70 mil unidades do modelo POS 3G Wi-Fi feitas de equipamentos que seriam descartados

Produto é inédito no mercado de adquirência (SOPA Images/Getty Images)

A Getnet, empresa de tecnologia e soluções de pagamento do grupo global PagoNxt, acaba de lançar a primeira máquina de cartão fabricada com peças recicladas de resíduos de equipamentos descartados. Já estão disponíveis 70 mil unidades em todo o Brasil. A ação é pioneira no mercado nacional de adquirência e foi desenvolvida em parceria com as empresas NewLand, Paytec e Brasil Reverso.

A partir de agora, todas as máquinas da Getnet, do modelo POS 3G com Wi-Fi, entregues pela NewLand, terão componentes reciclados pela Brasil Reverso no processo de fabricação. Para a produção destas primeiras unidades, a Getnet reciclou 42% de seus equipamentos que iriam para descarte. A expectativa é de que cerca de 150 mil terminais desse tipo sejam entregues a aproximadamente 20 mil clientes de todo o país até o final do ano. Os próximos passos são aumentar a quantidade de peças recicladas no processo de fabricação e aproveitá-las também em outros modelos.

“Nosso modelo de negócios, cultura e valores está cada vez mais em linha com o modo como queremos impactar positivamente a sociedade e o meio ambiente. Estamos evoluindo com o conceito de circularidade da nossa cadeia, para oferecer uma solução sustentável para o ciclo de vida de nossos produtos. E, por se tratar de material eletrônico que contém bastante plástico na composição, continuaremos com os estudos para avançar nesta frente”, diz Luciano Ferrari, vice-presidente de relações com investidores e ESG da Getnet.

Ao retornarem para o estoque da Getnet, todas as máquinas da modalidade aluguel passam por um processo de laboratório técnico e estético conduzido pela Paytec, uma das maiores operadoras logísticas para produtos e serviços de meios de pagamento da América Latina. Os equipamentos que não estão em bom estado para serem reutilizados são encaminhados à recicladora técnica Brasil Reverso, que é responsável pela desmontagem, separação de peças, reciclagem e pelo descarte correto dos resíduos.

O plástico resultante desse processo é triturado e encaminhado à NewLand, fabricante das máquinas, que consegue utilizar o plástico reciclado na composição de peças para a fabricação de um novo POS, que terá a mesma qualidade e eficiência dos aparelhos que não possuem material reciclado.

“Em nosso processo de reciclagem ganhamos mais eficiência de estoque de equipamentos, além de reduzir a produção de lixo eletrônico e garantir o processo de descarte corretamente. Além disso, vamos trazer os demais fornecedores da nossa cadeia a pensarem em soluções para esse processo, incrementando o formato de produto reciclado e buscando aumentar ao máximo o número de terminais inseridos no conceito de circularidade”, afirma Ferrari.

A logística reversa para o reaproveitamento de equipamentos também é uma constante na companhia. Somente no primeiro trimestre deste ano, a empresa conseguiu reaproveitar mais de 235 mil máquinas de pagamentos que voltaram ao mercado em ótimas condições de funcionamento, evitando o descarte de 10 toneladas de material eletrônico.

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Facebook e Amazon anunciam capacitação de graça de 50 mil brasileiros para trabalhar com o metaverso

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Gigantes da tecnologia se uniram em projeto que pretende capacitar trabalhadores para o metaverso, enquanto novas vagas de emprego continuam surgindo no setor

Programa de capacitação começa dia 20 de agosto (Chesnot / Colaborador/Getty Images)

 

O mercado das criptomoedas foi surpreendido por uma série de fatores, tanto internos quanto macroeconômicos, que geraram uma queda de mais de 50% em seus principais ativos. Grandes corretoras como a Coinbase realizaram demissões em massa e amargaram perdas significativas em seus balanços.

Por outro lado, os projetos não param e a evolução tecnológica desconhece a crise macroeconômica que se desenha, enquanto a falta de profissionais na área tecnológica parece ser uma realidade cada vez mais preocupante, que deve representar uma carência de mão de obra especializada de um milhão de profissionais somente no Brasil até 2030 de acordo com uma pesquisa da consultoria McKinsey.

No rol da evolução e da luta das empresas para garantir a presença de profissionais qualificados em seus quadros de funcionários, as oportunidades de aprendizado gratuito parecem brotar, assim como as novas chances de emprego.

A Meta (ex-Facebook) anunciou em maio deste ano investimentos massivos para a criação do metaverso, ocasião em que o CEO da gigante tecnológica, Mark Zuckerberg, falou em “perder quantias significativas de dinheiro nos próximos cinco anos” para bancar o projeto.

Agora, a empresa anuncia um novo projeto com objetivo de capacitar 50 mil brasileiros em tecnologias de nuvem, marketing digital e tecnologias para o metaverso, até 2023. Trata-se do Programa Portal Tech, que é uma parceria da Meta com a Amazon Web Services (AWS), serviço de computação em nuvem desenvolvido pela Amazon.

De acordo com o programa, os objetivos são “apresentar essas tecnologias a pessoas não familiarizadas com o setor e capacitar gratuitamente jovens e adultos formados em escolas públicas que tenham interesse em trabalhar nesse mercado, com foco em aumentar a participação de grupos hoje sub-representados em tecnologia, como mulheres, pessoas negras e da comunidade LGBTQIA+.

Os formados no curso profissionalizante do Portal Tech serão conectados com empresas que têm vagas de emprego para talentos com essa formação.” A primeira fase acontece no dia 20 de agosto e é direcionada ao acesso ao conhecimento enquanto a segunda fase é voltada à capacitação para a empregabilidade.

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WhatsApp deixará você escolher quem te vê online; saiba como fazer

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Além dessa novidade, WhatsApp anunciou que o usuário poderá sair dos grupos de forma silenciosa

WhatsApp: novidades foram anunciadas nesta terça-feira, 9. (Jakub Porzycki/Getty Images)

O WhatsApp anunciou algumas mudanças na plataforma nesta terça-feira, 9. Agora terá uma nova função que permite que usuários saiam dos grupos de forma silenciosa, além de escolher quais dos os contatos poderão vê-lo online.

Nesta atualização do aplicativo, o usuário poderá ter a opção de notificar apenas os administradores quando sair de um grupo. Na versão atual do app, todos os integrantes são avisados.

Com a atualização, o usuário que sair do grupo, receberia a seguinte notificação: “Apenas os administradores serão notificados que você saiu do grupo”.

Além dessa novidade, a plataforma também anunciou que o usuário pode bloquear a captura de tela em mensagens de visualização única, ou seja, não poderá ser feito o famoso “print screen” da tela em mensagens de única visualização.

WhatsApp vai permitir esconder que o usuário está ‘online

Em mais uma novidade, a plataforma anunciou que o usuário poderá escolher quem irá vê-lo quando estiver online, além disso, será possível selecionar quem poderá identificar sua última visualização de conversa. Essas são as famosas opções: “online” e “visto por último”.

Como esconder as opções “online” e “visto por último”?

> Vá até as configurações, selecione “Conta”;

Selecione “Privacidade”;

>Clique em “Visto por último e online”;

>Escolha quem pode ver o “visto por último” (“Todos”, “Meus contatos”, “Meus contatos, exceto…” e “Ninguém”);

> Escolha quem pode ver o “online” (todos ou a mesma opção escolhida no “visto por último”)

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5G acelera ainda mais a digitalização da saúde no Brasil

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Inovação no setor começou há mais de 40 anos, mas novas tecnologias reduzem custos e facilitam acesso à informação

Era digital na saúde permite acesso a áreas mais remotas (BSIP/Universal Images Group/Getty Images/Bloomberg)

 

Muito se fala sobre o “novo cenário da saúde”, mas a inovação no setor acontece desde muito antes do que imaginamos. Antes mesmo do surgimento do SUS, diante do descontentamento com o atendimento oferecido até então pelo Instituto de Aposentadorias e Pensões (IAPS), foram criados os planos de saúde, na década de 1950.

Em 1956, o médico Juljan Czapski fundou a Policlínica Central, em São Paulo, considerada a primeira empresa de planos de saúde no Brasil. A saúde suplementar atende hoje cerca de 47 milhões de usuários (quase 23% da população brasileira), segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), com o uso ampliado ainda mais após a criação do SUS.

Com o avanço da indústria automobilística na gestão de Juscelino Kubitschek, o acesso à saúde foi incentivado para garantir a força de produção. Em 1967, foi criada a primeira Unimed.

Após esse movimento, esperava-se melhorar o atendimento à saúde da população e acabar com as desigualdades de acesso, mas a busca por um atendimento ainda melhor, com uma população crescente, evidenciou uma parcela da população que era totalmente dependente do SUS e não tinha dinheiro para pagar um plano de saúde.

Foi em 1996 que surgiu no Brasil o conceito de “clínicas populares”. Consultas com valores de R$ 50,00 a R$ 90,00 ficaram mais acessíveis à população que aguardava o atendimento do SUS ou que não estava satisfeita com ele e conseguia arcar com consultas esporádicas. Foi criado, então, um “transbordo do SUS”.

Na era digital da saúde, acelerou-se o surgimento de ferramentas e tecnologias que facilitam o acesso à saúde e trazem inovação ao atendimento. Um dos primeiros grandes marcos da entrada na era digital é o surgimento do Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP). Ainda no avanço dessa nova era na medicina, a assinatura digital surgiu para que todos os documentos, inclusive documentos médicos, como prontuários, receituários, pedidos de exame e atestados médicos fossem assinados com validação jurídica e segurança de dados.

O avanço da saúde digital no Brasil traz grandes benefícios aos pacientes, médicos, gestores e demais profissionais da saúde.

O paciente tem acesso à informação em saúde de forma facilitada e ampliada, atuando como personagem principal do processo de prevenção e tratamento de doenças e agravos. Os dados em saúde se integram, contribuindo para uma melhor visualização do indivíduo no centro do cuidado, com a análise e a consideração de seus aspectos físicos, emocionais, econômicos e sociais.

Amplia-se a facilidade no agendamento antecipado de consultas, via internet ou telefone, além da ampliação do cuidado para áreas remotas e carentes de atendimento, através da telessaúde.

Com isso tudo, conseguimos melhorar o planejamento de atendimento do paciente para os médicos e demais profissionais do setor, diminuindo o tempo de deslocamento aos centros de saúde com a agilidade no primeiro atendimento através do teleatendimento. Toda essa oferta na área será ainda mais acelerada com a implantação da tecnologia 5G no Brasil.

Dessa forma, conclui-se que o “novo cenário da saúde” é apenas uma intensificação de estratégias e mudanças que acontecem gradativamente há pelo menos 40 anos no Brasil e no mundo. As tecnologias aceleraram o processo de digitalização da saúde, e instituições públicas e privadas já utilizam a tecnologia como forma de melhorar o atendimento do setor, diminuindo custos e ampliando o cuidado.

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Tecnologia ainda é desafio para mercado de cripto no Brasil, dizem especialistas

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Infraestrutura e conectividade ainda são vistos como empecilhos para o investimento

(Getty Images/Reprodução)

O Brasil tem enormes desafios no futuro para suprir carências tecnológicas e dar suporte e constância ao mercado de criptomoedas, tendo em vista, sobretudo, a necessidade de se investir fortemente em infraestrutura.

Essa foi a  principal conclusão do painel “Mercado Financeiro: como criptomoedas e tecnologias disruptivas moldam o futuro dos investimentos”, que reuniu especialistas na última segunda-feira, 1º de agosto, durante o evento Lidera, encontro anual da Comunidade da Fundação Estudar.

Participaram do debate Ronaldo Lemos, presidente da Comissão de Tecnologia da OAB-SP, Richard Schäli, investidor e fundador da Secanta Capital Research, Roberto Dagnoni, CEO e presidente do Conselho do 27M, holding controladora do Mercado Bitcoin, e Juliana Walenkamp, strategy and business development de Web3.

“O Brasil possui muitas oportunidades para inovar, mas precisa de muitos serviços e capacidade de processo. Além disso, carece de uma boa conectividade. O país ainda está em uma camada muito superficial, e isso se aplica também quando pensamos em blockchain, que é uma disruptiva para o mercado de  bitcoin, além do metaverso, propriamente dito”, afirmou Ronaldo Lemos.

“O blockchain vai revolucionar todo o sistema financeiro mundial. Será um computador gigante que vai descentralizar informações, com um histórico imenso de transações. Hoje, as tecnologias são subestimadas, e isso acontece em vários setores. Estamos indo para uma nova era, em que a velocidade da inovação estará cada vez mais rápida. Temos uma grande inovação a cada cinco anos, pelo menos, quando antigamente, isso demorava no mínimo duas décadas”, disse Richard Schäli, que tem apenas 15 anos e investe desde os 7.

Juliana Walenkamp lembrou que o blockchain trará ainda mais segurança e oportunidades tanto para usuário e cliente quanto para as instituições. “Quando falamos em blockchain, estamos falando de transparência, segurança e muitos outros aspectos neste sentido. É uma tecnologia que poderá ser usada por muitos serviços e não necessariamente apenas pelo setor financeiro. Estamos falando de uma base de dados, registro de transações e integridade para produtos e soluções, com produtos mais baratos e soluções mais rápidas.”

Para Roberto Dagnoni, o Brasil ainda está longe de assegurar essa realidade tecnológica e de investimentos em criptomoedas, tanto para a população quanto para as empresas. “Precisamos trabalhar muito o aspecto da experiência do usuário no blockchain. É difícil, porque as pessoas precisam gerenciar seus próprios coins, e não é uma tarefa trivial. Estamos longe de ter um acesso real neste mundo como gostaríamos.”

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