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sábado, 11/07/2026

DF orienta como prevenir e cuidar da raiva e leishmaniose

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O Distrito Federal informa os donos de cães e gatos sobre como evitar, reconhecer e cuidar em casos de suspeita ou confirmação de raiva animal e leishmaniose visceral canina, doenças que preocupam durante o ano todo.

A leishmaniose visceral canina é causada pelo protozoário Leishmania infantum e transmitida pela picada do mosquito-palha. O animal pode ficar infectado por muito tempo sem mostrar sinais. Quando aparecem, os sintomas mais comuns são fraqueza, apatia, perda de peso, queda de pelos, unhas crescendo demais, feridas na pele, especialmente no focinho e nas orelhas, e aumento de órgãos como baço, fígado e gânglios linfáticos.

Se houver suspeita, os profissionais de zoonoses recolhem sangue e fazem um teste rápido. Se der positivo, é feito outro exame chamado Elisa para confirmar. Para leishmaniose visceral canina, é necessário um laudo laboratorial e, se o animal tiver dono, um laudo de um veterinário confirmando ou suspeitando da doença.

Após a confirmação, o tutor é orientado sobre a opção de eutanásia, que é feita de forma humana e agendada. Se preferir tratar o animal, a equipe acompanha o tratamento para garantir os cuidados corretos. O local só oferece cuidados básicos e diagnóstico, não realiza tratamento. Animais contaminados podem ficar no canil ou gatil por até 24 horas para não transmitir a doença. Se confirmado o diagnóstico, o animal deve ser levado para a QNF, Parque Lago do Cortado, em Taguatinga, pelo contato (61) 99670-0897.

A raiva é uma doença viral grave e fatal que afeta mamíferos, inclusive humanos. Ela se transmite pela saliva de animais infectados através de mordidas, arranhões ou lambidas. Os sintomas incluem mudança repentina no comportamento, como agressividade ou isolamento, paralisia, muita saliva e dificuldade para engolir.

O Distrito Federal realiza campanhas de vacinação contra a raiva durante o ano todo em postos fixos. Para vacinar, o animal deve estar saudável e com pelo menos três meses de idade. O dono precisa ser maior de idade e apresentar documento de identidade. O governo recomenda evitar contato com cães e gatos desconhecidos, especialmente quando estão se alimentando, com filhotes ou dormindo, nunca mexer em morcegos ou animais silvestres encontrados caídos ou em situação estranha, informar a vigilância ambiental ao ver animais com sinais de raiva ou mortos, e, em caso de mordida ou arranhão, não matar o animal e buscar atendimento médico imediato.

Mais informações podem ser obtidas na unidade da SHCNW — Setor de Habitações Coletivas Noroeste Trecho 02, Lote 4, em Brasília-DF, pelos telefones (61) 3449-4434 e 3449-4432. A coleta de sangue para exame de leishmaniose é feita das 8h às 16h, e a vacinação contra raiva acontece de segunda a sexta, das 8h às 16h.

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