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Como atualizar o WhatsApp e se proteger da falha de segurança

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App para Android e iPhone que permitia instalação de programa espião

WhatsApp: veja como atualizar o aplicativo no Android e no iPhone e se manter seguro (Dado Ruvic/Reuters)

São Paulo – O WhatsApp reportou uma falha grave que permite a instalação de um software espião no seu smartphone. A falha já foi corrigida pela empresa, mas, para estar seguro, é preciso que seu celular tenha a versão mais recente do aplicativo.

Para atualizar o WhatsApp, basta acessar a sua loja de apps do celular. No Android, o caminho é entrar na Play Store, tocar no ícone de lista no canto superior esquerdo, selecionar meus a opção chamada “apps e jogos”, encontrar o WhatsApp na lista de aplicativos que será exibida e tocar em “Atualizar”.

No iPhone, é preciso abrir a App Store, tocar no ícone de atualizações, no menu inferior, encontrar o WhatsApp e atualizá-lo.

Caso o app não aparece na lista de atualizações do Android ou do iPhone, isso significa que ele já está na sua versão mais recente.

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São Francisco se posiciona contra uso de identificação facial pelo governo

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A cidade de São Francisco votou por impedir que o governo utilize dessa tecnologia em seu território

Reconhecimento facial: São Francisco se opõe à decisão nacional (Getty/Getty Images)

São Paulo – A cidade de São Francisco, na Califórnia, acaba de se tornar a primeira cidade dos Estados Unidos a banir o uso de reconhecimento facial por serviços do governo. A medida foi votada pelo conselho da cidade, e teve 8 votos favoráveis contra 1 voto contra.

A tecnologia utilizada para reconhecimento facial é feita através de algoritmos que, por meio de uma foto ou imagem em vídeo, comparam o rosto humano com informações disponibilizadas pelo sistema — que arquiva informações reunidas pelo governo. Essas fotos podem ser tiradas em áreas públicas, mesmo sem consentimento dos indivíduos.

Para Matt Cagle, membro da União Americana pelas Liberdades Civis, essa decisão representa um grande passo para São Francisco na questão de uma democracia justa. “Com esse voto, São Francisco declarou que a tecnologia de vigilância facial é incompatível com uma democracia saudável, e residentes merecem ter uma voz em decisões sobre a vigilância de alta tecnologia.”, disse Cagle para a BBC.

Apesar de essa tecnologia não ser utilizada pela polícia local e mais outros 53 departamentos, o Aeroporto Internacional de São Francisco e o Porto de São Francisco poderão utilizar o serviço, conforme previsto pela lei federal. Empresas privadas, bem como sistemas de segurança e celulares, também poderão fazer uso do reconhecimento facial.

Para que a medida seja oficialmente aprovada e assinada pela prefeita de São Francisco, London Breed, o conselho precisa votar novamente. Apesar do fato de que duas supervisoras estavam ausentes na primeira votação, o resultado final deve permanecer o mesmo. A medida deve entrar em vigor na próxima semana, após a segunda votação.

 

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Táxi aéreo elétrico realiza primeiro voo em Munique

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O avião tem alcance de 300 quilômetros, permitindo trajetos como o de Nova York a Boston

O primeiro jato de passageiros do mundo com decolagem e aterrissagem totalmente vertical e elétrica foi apresentado ao mercado após completar seu primeiro voo.

A startup alemã Lilium planeja ter uma frota da aeronave de cinco assentos – que pode operar com um piloto ou em modo drone – voando por cidades em todo o mundo até 2025. O serviço será cobrado por trajeto e não poluirá a atmosfera, com emissão zero de carbono. O jato é cinco vezes mais rápido do que um carro e produzirá menos ruído do que uma moto.

O avião tem alcance de 300 quilômetros, permitindo trajetos como o de Nova York a Boston. Um rápido voo entre o Aeroporto Internacional John F. Kennedy e Manhattan deve custar cerca de US$ 70 por passageiro, sendo mais barato do que um helicóptero e oferecendo preços competitivos em relação aos serviços de limusine mais caros, disse o diretor comercial da empresa, Remo Gerber, em entrevista.

Um protótipo em tamanho real e peso total decolou da base da Lilium, nos arredores de Munique, em 4 de maio, e iniciou testes de voo para garantir a aprovação regulatória, informou a empresa nesta quinta-feira. A aeronave é movida por 36 motores que giram após a decolagem para que o jato se desloque para a frente como um avião tradicional, usando apenas 10% da energia de drones multirotor com base na tecnologia de helicópteros. Essa economia, por sua vez, permite que a aeronave voe a mesma distância por 10 vezes, superando os problemas de alcance, considerados um grande obstáculo para os aviões elétricos.

 

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WhatsApp, Facebook e Instagram enfrentam instabilidade no Brasil

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