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Auxílio emergencial: começa o saque para 3,5 milhões do ciclo 5 e 6

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Ainda é possível movimentar o saldo pelo aplicativo Caixa Tem

Para realizar o saque em espécie, é preciso fazer o login no app Caixa Tem, selecionar a opção “saque sem cartão” e “gerar código de saque” (Bruna Prado/Getty Images)

A partir desta segunda-feira, 11, cerca de 3,5 milhões de beneficiários do auxílio emergencial de R$ 600 e R$ 300 nascidos em maio podem sacar ou transferir os recursos da poupança social digital. Foram creditados R$ 2,4 bilhões para esses públicos nos ciclos 5 e 6.

Para realizar o saque em espécie, é preciso fazer o login no app Caixa Tem, selecionar a opção “saque sem cartão” e “gerar código de saque”. Depois, o trabalhador deve inserir a senha para visualizar o código de saque na tela do celular, com validade de uma hora. O código deve ser utilizado nos caixas eletrônicos da Caixa, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui.

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Pazuello pede confiança no SUS e diz que ‘nosso país é um só’

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O objetivo do programa é capacitar mais de 94 mil profissionais de saúde que atuam direta ou indiretamente nas ações de imunização em municípios de todo o país

(crédito: Tony Winston/MS)

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, exaltou nesta quinta-feira (21) o trabalho do Sistema Único de Saúde (SUS) e pediu confiança no sistema público. Diante da politização que a corrida por vacina contra a covid-19 resultou no cenário brasileiro, o ministro afirmou que o País é um só. “Ele nunca foi dividido, ele nunca será dividido”, disse. “Confiem no SUS”, afirmou ainda durante participação em evento do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).
O ministro iniciou seu discurso afirmando que, em nome das mais de 210 mil mortes por covid-19, a luta contra o vírus “não pode parar”. Durante o evento, foi lançado o ImunizaSUS, iniciativa do Conasems com apoio do Ministério da Saúde. O objetivo do programa é capacitar mais de 94 mil profissionais de saúde que atuam direta ou indiretamente nas ações de imunização em municípios de todo o País.
Ao reverenciar o SUS e sua universalidade, Pazuello afirmou que o canal Conasems/SUS “permite dar amplitude e capilaridade às nossas ações” – de capacitação do SUS e de agentes de saúde e de pesquisa e comunicação entre todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do País via net. Pazuello afirmou também que o programa, ao fornecer informações técnico-científicas, “vai poder levar o conhecimento até as casas”.
O ministro informou que o investimento inicial do projeto foi de R$ 58 milhões e que haverá mais R$ 140 milhões para “trabalhar junto com a formação técnica”. “Estamos dando um passo grande na melhoria do sistema de saúde”, avaliou.
O projeto, segundo Pazuello, é “paralelo à vacina e ao combate ao coronavírus”. De acordo com o ministro, a pasta está no processo de receber as novas doses dos imunizantes da Oxford/AstraZeneca e do Instituto Butantan.
Ele se mostrou otimista e disse que, a partir do meio de janeiro e começo de fevereiro, é esperada uma “avalanche de laboratórios apresentando propostas” de vacinas ao Brasil. Mas o general não citou datas.
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Operação da PF mira em fraudes de R$ 14 milhões na gestão de creches em SP

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Foram constatadas fraudes em 1.119 prestações de contas das instituições sob suspeita, totalizando mais de R$ 14 milhões desviados.

(crédito: Divulgação/Polícia Federal)

A Polícia Federal (PS) e a Receita Federal deflagraram na manhã desta quinta-feira, 21, a Operação Daycare, para apurar supostos desvios de recursos destinados a centros de educação infantil (CEI’s) e creches do município de São Paulo que são geridas por organizações da sociedade civil. Segundo a PF, foram constatadas fraudes em 1.119 prestações de contas das instituições sob suspeita, totalizando mais de R$ 14 milhões desviados.
A ofensiva mira crimes de peculato, falsificação de documento público, falsificação de documento particular, sonegação de contribuição previdenciária e participação em organização criminosa. Cerca de 85 policiais federais e nove servidores do Fisco cumprem 22 mandados de busca e apreensão em São Paulo (17) Itaquaquecetuba (1), Santana do Parnaíba (1) e Mogi das Cruzes (3).
As ordens foram expedidas pela 8ª Vara criminal da Justiça Federal de São Paulo, que ordenou ainda a suspensão de convênios e respectivos repasses firmados com 36 organizações da sociedade civil (OSCs) responsáveis pelas creches. Também foram suspensas as atividades desempenhadas pelos escritórios de contabilidade e pelos respectivos sócios sob suspeita e proibido o acesso dos investigados a creches e OSCs.
A Justiça Federal paulista também determinou os sequestros de veículos, bens imóveis e valores depositados em contas bancárias dos investigados.
Segundo a PF, foi apurado que os sócios de cinco escritórios de contabilidade sob suspeita criaram organizações da sociedade civil que passaram a gerir creches conveniadas com a Prefeitura Municipal de São
Paulo. Os investigadores apontam ainda que as direções das OSCs “foram convenientemente distribuídas para os empregados e familiares dos sócios dos escritórios de contabilidade”.
“Essas organizações, em tese, não podem auferir e distribuir lucros entre seus associados, com a referida prestação do serviço de apoio. Destarte, objetivando obter e potencializar vantagens econômicas com as atividades de apoio prestadas, os escritórios de contabilidade passaram a simular despesas e se apropriar dos valores repassados pelo ente público (com subsídios da União) para fazer frente a tais despesas inverídicas”, explicou a PF em nota.
A corporação registrou ainda que as despesas simuladas eram de duas naturezas: contribuições sociais devidas à União em virtude do emprego de mão de obra nas creches; e despesas com a aquisições de materiais didáticos e de papelaria, gêneros alimentícios, entre outros.
A Receita fez o cruzamento das informações constantes dos processos de prestações de contas apresentados à Prefeitura pelos escritórios de contabilidade com os dados do sistema de arrecadação do Fisco, e confirmou que 1.119 prestações de contas foram fraudadas com documentos falsos (GPS, GFIP e comprovantes bancários), totalizando R$ 14.229.486,49 de valores desviados (despesas declaradas à Prefeitura como executadas, mas cujos valores não foram recolhidos).
Além disso, os investigadores constataram que oito fornecedoras que são responsáveis por 26,95% das aquisições das creches de São Paulo estão registradas em nome de parentes e empregados dos sócios dos escritórios de contabilidade.
“Conforme diligências in loco, tais fornecedoras sequer existem nos endereços em que estão cadastradas. Ademais, as creches são destinatárias de 92,58% das vendas realizadas por essas fornecedoras e os valores das mercadorias revendidas supera em 9 vezes o valor das aquisições feitas pelas fornecedoras. Tudo isso denota que os produtos não eram fornecidos conforme prestações de contas apresentadas e que tratam-se de empresas noteiras”, indica a PF.
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Com Manaus em colapso, Pazuello diz que ações são com “prefeito e governador”

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Ministro da Saúde viaja à capital do Amazonas nesta quinta-feira (21/1) para, segundo ele, “acompanhar e apoiar”, mas destaca que ações cabem à esfera municipal e estadual. Sistema entrou em novo colapso e médicos estão tendo que decidir quem é enviado às UTIs

(crédito: Marcio James/AFP)

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, viaja nesta quinta-feira (21/1) a Manaus em meio a um novo colapso do sistema de saúde da capital do Amazonas. A situação é crítica e, como divulgado pelo Correio, um novo plano de ação foi adotado, no qual os médicos estão tendo que decidir quem vai ou não para as unidades de terapia intensiva (UTIs).

A jornalistas, o ministro afirmou nesta quinta-feira que vai à cidade “acompanhar e apoiar”. “As ações em Manaus estão a cargo do prefeito e do governador. Elas não estão a cargo do ministério. O ministério é um apoio. Tudo que o governador, tudo o que o secretário de município pediu está sendo feito ou já foi feito, e nós vamos continuar fazendo o que for necessário. Ir a Manaus é mostrar a presença do ministério onde está mais difícil”, afirmou.

Crise anunciada

Na quinta-feira da semana passada, no dia 14, a situação em Manaus se agravou quando houve falta de oxigênio e pacientes começaram a morrer por asfixia. Na ocasião, o ministro havia deixado o município um dia antes. Na segunda-feira anterior (11), em pronunciamento, o ministro afirmou que atenderia 100% da demanda na região e citou a falta de oxigênio.

No último dia 18, a Advocacia Geral da União (AGU) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o governo federal sabia da crise de falta de oxigênio em Manaus desde o dia 8 de janeiro, sexta-feira, seis dias antes de o sistema entrar em verdadeiro colapso e pacientes na capital do Amazonas morrerem por asfixia.

O próprio ministro falou sobre o assunto, reiterando as informações já repassadas pela AGU. “Não havia a menor indicação de falta de oxigênio. A elevação (da demanda) foi muito rápida. E tomamos conhecimento que ela chegou no limite quando a empresa nos informou. Só soubemos no dia 8 de janeiro”, afirmou.

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O que está por trás da falta de matéria-prima para vacinas, que ameaça imunização no Brasil

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Especialistas alertam que a vacinação contra a covid-19 pode ser interrompida em pouco tempo por falta total de imunizantes

(AFP/AFP)

As dificuldades na importação de doses e de insumos para produzir vacinas são uma grande ameaça à campanha de imunização brasileira, iniciada neste domingo, 17, em São Paulo. Para especialistas, há risco real de a vacinação contra a covid-19 ser interrompida em pouco tempo, por falta total de imunizantes.

O plano de imunização começou com apenas seis milhões de doses da Coronavac, importadas da China. Outros dois milhões de doses do imunizante de Oxford, produzidas na Índia, já deveriam ter chegado. Mas, depois de dois adiamentos, o governo desistiu de fixar nova data para receber o produto. O volume disponível não é suficiente nem mesmo para vacinar os profissionais de saúde, que somam cinco milhões de pessoas no Brasil.

O Instituto Butantan tem 4,8 milhões de doses em fase final de produção, mas aguarda nova autorização da Anvisa para uso emergencial. O pedido foi feito ontem. O órgão não recebeu novas remessas do Insumo Farmacêutico Ativo, o princípio ativo da vacina, importado da China.

“Temos um carregamento de matéria-prima pronto lá na China para ser despachado”, afirmou o presidente do Butantan, Dimas Covas. “Estamos aguardando apenas a autorização do governo chinês para poder trazer e, assim, iniciar a 2ª etapa de produção. Mas dependemos da matéria-prima para poder continuar esse processo.” Segundo ele, o problema é de ordem burocrática, sem detalhar.

O Butantan tem capacidade para fabricar um milhão de doses por dia, segundo Covas. Mas, para isso, depende de insumos feitos pelo laboratório chinês Sinovac que precisam ser importados. “A capacidade de produção foi atingida, mas precisamos dessa matéria-prima”, disse Covas. A instituição estimar que ainda demore dez meses para ter capacidade de produzir a vacina sem depender de insumos importados. Uma nova fábrica do Butantan está em construção na zona oeste de São Paulo.

Covas não informou quantas doses poderão ser feitas com a matéria-prima que aguarda importação. “Mil litros (da matéria-prima) dão origem a um milhão de doses”, disse.

Oxford

Já Fiocruz nem começou a sua produção. A instituição ainda não recebeu nenhuma remessa do IFA para a vacina de Oxford/AstraZeneca. O produto também vem da China. Em nota, a instituição informou que a chegada dos insumos em janeiro ainda está dentro do calendário contratual.

Por contrato, se a AstraZeneca não entregar o princípio ativo, deve fornecer as vacinas prontas. A farmacêutica diz que continua trabalhando na liberação dos lotes de IFA, na China. Segundo Pazuello, o governo chinês não está sendo célere na liberação da burocracia para a exportação das substâncias.

Sobre a importação de dois milhões de doses prontas do imunizante de Oxford, plano que o governo previa executar no fim de semana, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse ontem que ainda não havia recbido “resposta positiva” sobre a compra. Sem citar uma data, ele disse que teve “sinalização” de que o embarque vai se resolver nesta semana.

Especialistas concordam que, independentemente do ritmo, foi muito importante ter começado a campanha de imunização, ainda que com muito poucas doses disponíveis.

“Certas estratégias não podem ser postergadas. Estamos no auge do número de novos casos e óbitos, qualquer estratégia com evidência científica deve ser implementada, mesmo que o ritmo da vacinação não seja o ideal”, afirmou o chefe do setor de infectologia da Unesp, Alexandre Naime Barbosa. “Esse é o preço que estamos pagando pela falta de planejamento por parte do governo federal.”

Especialistas destacam que o governo não levou adiante as negociações com a Pfizer e a Moderna para a compra de imunizantes. Lembram também que, num primeiro momento, o País não quis entrar no consórcio da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a compra de vacinas e, por fim, quando decidiu participar, foi com apenas 10% das doses. Segundo explicou o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, é uma tradição brasileira fazer esse tipo de compra em pool. É uma forma a ganhar preferência dos fabricantes.

“Isso tudo nos coloca numa condição extremamente fragilizada, sobretudo diante do aumento de demanda global para todas essas fábricas, como a da Índia, que estão com um cronograma altamente apertado em razão das próprias demandas internas e de outras externas”, resume o virologista Flávio Guimarães, da UFMG.

“Mais do que nunca, vejo como alternativa a continuação do investimento brasileiro num imunizante nacional; temo que o fornecimento externo não vá oferecer a cobertura que precisamos” afirma ele.

 

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Estoque de oxigênio acaba em cidades do Pará

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Municípios enfrentam situação grave, com pacientes à beira da Morte, em cenas parecidas com as que foram vistas em Manaus

(crédito: Divulgação )

Pelo menos seis municípios do Oeste do Pará registram o colapso do sistema de saúde com os estoques de oxigênio chegando a zero. A situação mais grave é no município de Faro, onde diversos pacientes revezam um cilindro de oxigênio no hospital da cidade. Imagens publicadas pelos moradores mostram o desespero de familiares dos doentes e profissionais de saúde.

A cidade fica na divisa com o Amazonas, e muitos moradores viajaram até Manaus no final do ano para encontrar parentes. A capital do Amazonas enfrenta uma nova cepa de coronavírus, que de acordo com análises preliminares faz com que o vírus causador da covid-19 se espalhe mais rápido. O comportamento é semelhante ao identificado nas cepas que surgiram no Reino Unido e na África do Sul.

Em Faro, moradores criaram o movimento Todos por Faro tenta mobilizar o governo para envio de oxigênio. O prefeito da cidade, Paulo Carvalho (PSD), afirmou que pelo menos 40 pacientes estão internados no distrito de Maracanã com saturação abaixo de 80%. Isso significa grave comprometimento das funções respiratórias.

O Governo do Pará intensificou a fiscalização em Santarém, Juruti, Terra Alta, Faro, Óbidos e Oriximiná, para evitar a entrada de moradores do Amazonas. O temor é de que a epidemia se agrave, principalmente em razão da nova cepa. “Somos solidários com o povo do Amazonas, mas neste momento precisamos resguardar a vida da nossa população”, disse o secretário regional de Governo da região Oeste, Henderson Pinto, em visita à região no domingo (17), de acordo com o site O Liberal. O município de Juriti também registra grave comprometimento dos estoques de oxigênio.

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Terremoto de 6,8 graus na Argentina tem reflexos sentidos no Brasil

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Nas redes sociais, moradores de São Paulo e do Rio Grande do Sul afirmaram que também sentiram os tremores

(crédito: Marina Mercante/CB)

Um terremoto de 6,8 de magnitude, ocorrido a oito quilômetros de profundidade, atingiu a Argentina na madrugada desta terça-feira (19/1). O epicentro foi registrado na província de San Juan (ao oeste do país, na fronteira com o Chile), mas o tremor também foi sentido na vizinha Mendoza e, em menor escala, em muitas outras áreas do país. O terremoto foi seguido por pelo menos outros sete tremores secundários.
“Até o momento não há mortes, apenas duas crianças com traumatismo
moderado e um idoso com traumatismo grave que está sendo transferido para o hospital”, disse o governador de San Juan, Sergio Uñac, em entrevista coletiva na qual detalhou os danos materiais mais proeminentes deixados pelo terremoto em várias partes da província.
Nas redes sociais, moradores de São Paulo e do Rio Grande do Sul afirmaram que também sentiram os tremores. “Tava quase dormindo, me senti um pouco mareada. Olhei pro lado e a cortina do quarto estava num vaivém. Reflexos do terremoto argentino aqui em SP”, escreveu, no Twitter a apresentadora Rita Lobo. O abalo se espalhou ainda para o Chile. “Estou em Santiago (no Chile) e foi horrível (…) Estou no 20º andar e por um momento eu achei que ia desabar tudo”, publicou outra usuária do Twitter.
De acordo com o Instituto Nacional de Prevenção Sísmica da Argentina, o terremoto ocorreu às 23h46 perto da cidade de San Juan de Media Agua. Em seguida, nas duas horas seguintes, foram registrados sete tremores secundários menos intensos, entre 3,2 e 4,9 graus pela escala Richter e com 8 a 15 quilômetros de profundidade.
Depois do terremoto mais forte, os cidadãos não demoraram muito para relatar na mídia e nas redes sociais cortes de energia, danos a casas e lojas e rachaduras em estradas.
Miguel Castro, do centro sismológico de Mendoza, disse ao canal TN que o tremor foi percebido em outras áreas do país porque “a magnitude foi grande e a profundidade pequena”, já que “as ondas sísmicas viajam muitos quilômetros, ainda mais quando se trata de uma magnitude dessa envergadura”.
O especialista acrescentou que o terremoto o fez lembrar o de 23 de novembro de 1977 na cidade de Caucete, que teve magnitude de 7,4, com 65 mortos e mais de 300 feridos. “Mas desta vez o epicentro estava localizado a cerca de 47 quilômetros a sudoeste da cidade de San Juan, onde há uma série de falhas ativas que pertencem ao vale Pie de Palo. E uma falha que surge à superfície no rio San Juan também está muito próxima”, disse ele.
Usuários de redes sociais em San Juan e outras partes do país, como Córdoba (centro) e até mesmo em Buenos Aires, a mais de mil quilômetros do epicentro, disseram ter sentido o terremoto e alguns postaram vídeos mostrando episódios do tremor.
San Juan é uma das áreas com maior incidência sísmica na Argentina e é lá que em 1944 foi registrado o pior terremoto do país, que causou a morte de cerca de 10 mil pessoas. Por isso, possui edificações preparadas para resistir a esse tipo de evento natural. (Com agências internacionais).
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

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