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Yahoo! ainda vale dinheiro — e foi vendido por US$ 1,6 bi para o SoftBank

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Páginas da marca Yahoo! estiveram em 4 das 10 mais visitas do Japão, e a página principal é tão vista por lá quanto o YouTube

Yahoo! foi um dos primeiros grandes investimentos do fundador do SoftBank, que alocou US$ 100 milhões em uma das startups originais da web nos anos 1990 (Noah Berger/Bloomberg/Bloomberg).

A marca Yahoo, que já foi um nome da Internet tão icônico quanto o Google, pode valer pouco para a geração Z, mais familiarizada com TikTok e Instagram. Mas ainda tem valor no Japão, onde a antes ilustre marca acabou de ser vendida por US$ 1,6 bilhão.

A Z Holdings, uma unidade do SoftBank, fundado por Masayoshi Son, fechou um acordo para comprar os direitos do nome Yahoo no Japão por 178,5 bilhões de ienes para substituir um licenciamento existente. O negócio segue a venda da divisão de mídia da Verizon Communications, cuja maior parte é a versão americana original do portal Yahoo, para a firma de private equity Apollo Global Management por US$ 5 bilhões.

O Yahoo! Inc. foi um dos primeiros grandes investimentos de Son, que montou uma participação de US$ 100 milhões em uma das startups originais da web em meados da década de 1990. O executivo posteriormente formou a joint venture Yahoo! Japan Corp., que com o passar dos anos se transformou na plataforma de tecnologia e comércio eletrônico Z Holdings, à medida que o Yahoo vendia seus principais ativos.

Embora a marca Yahoo tenha perdido popularidade na Internet de conteúdo em inglês, é parte vital do portfólio da Z Holdings, juntamente com o aplicativo de mensagens Line, a loja de comércio eletrônico de moda Zozo e a plataforma de pagamento móvel PayPay.
As marcas Yahoo estiveram entre quatro dos dez sites mais visitados no Japão em 2020, segundo pesquisa da Values. Só a página inicial do Yahoo Japão recebeu quase o mesmo número de usuários que o YouTube. O nome Yahoo é usado em aplicativos de previsão do tempo e mapas, portais financeiros usados por investidores novatos, uma marca de celulares de baixo custo administrada pela SoftBank e o Yahoo Auctions, o principal portal japonês semelhante ao EBay. No ano passado, a Z Holdings começou a migrar a marca Yahoo para PayPay em muitos de seus serviços financeiros, incluindo do cartão de crédito e seguros.

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Nubank anuncia função que permitirá mais de um cartão virtual por cliente

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Possibilidade de criar mais de um cartão virtual permite gerenciar vida digital melhor e traz mais segurança a clientes

Cartão do Nubank: múltiplos cartões virtuais compartilham a mesma fatura e limite de crédito do cartão físico (Nubank/Divulgação).

O Nubank anuncia nesta quarta-feira, 22, uma novidade que deve trazer mais segurança aos clientes do banco: a possibilidade de ter mais de um cartão virtual ativo.Atualmente, os clientes do banco têm acesso a apenas um cartão de crédito virtual, que é utilizado para compras online. Com a possibilidade de mais de um cartão desse tipo, o banco permite a organização dos cartões em diferentes tipos de categorias, lojas e outros critérios.Além disso, será possível criar um cartão virtual para compras únicas, sem comprometer o funcionamento de contas recorrentes, como assinaturas de serviço de streaming, jornais, delivery ou apps de transporte. Nesse caso, se o cartão utilizado para uma compra única for comprometido em um vazamento, o restante da vida financeira ficaria resguardada.

Os cartões virtuais compartilham o mesmo limite de crédito do cartão físico e todas as compras são adicionadas à mesma fatura. Para criar novos cartões virtuais é preciso acessar a área “meus cartões”, em seguida clicar em “criar cartão virtual”. Os cartões virtuais podem também ser deletados pelo app do banco.Outros bancos já contam com a possibilidade de múltiplos cartões e alguns têm códigos verificadores que mudam conforme a solicitação de uso, garantindo que, mesmo que aconteça um vazamento, o cartão teria menos chance de ser utilizado por criminosos.

De acordo com o Nubank, a função de cartões virtuais múltiplos começa a ser disponibilizada hoje e estará disponível de maneira gradativa a todos os clientes.

 

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5G na América , acorrida pela tecnologia

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Adotar a tecnologia vai permitir que os países da região se modernizem, evitem atrasos econômicos e ganhem impulso no desenvolvimento

Torre de celular em São Paulo: adoção do 5G é essencial para atrair e reter setores de alta intensidade tecnológica, como as indústrias automobilística, aeroespacial, biotecnológica e de bens eletrônicos (Germano Lüders/Exame).

 

A China encerrou o primeiro semestre deste ano com a marca de 500 milhões de assinaturas do 5G, acompanhadas por mais de 1,4 milhões de estações-base instaladas em todo o país pelas três grandes operadoras: China Mobile, China Unicom e China Telecom. Enquanto isso, os Estados Unidos contam com serviço 5G para cerca de 50 milhões de assinantes, em 280 cidades, oferecido por empresas como Verizon, T-Mobile e AT&T. A Europa segue um pouco atrás nessa tecnologia, e espera chegar à marca de 40 milhões de assinaturas até o fim de 2021, tendo à frente operadoras como Vodafone, Deustche Telekom, Telefónica, TIM e outras.

Por trás dos números citados acima está a guerra tecnológica entre Estados Unidos e aliados, de um lado, e a China emergente de Ji Xinping, do outro. A maioria dos países europeus deu as costas para a Huawei, companhia chinesa campeã em equipamentos de telecomunicações. Essas nações priorizaram produtos de líderes locais do setor de telefonia, como Ericsson e Nokia — mesmo cientes de que ambas essas companhias perdem para os chineses em tecnologia e preço. Da mesma maneira, países como o Reino Unido fizeram valer as boas relações com os irmãos norte-americanos (honrando, também, os estreitos laços mantidos entre as duas regiões no que diz respeito a segurança e inteligência). Essa decisão veio a custo de perder muito dinheiro ao expulsar a Huawei das ilhas britânicas: calcula-se que a rescisão de contratos com o gigante de Shenzhen tenha representado um prejuízo de mais de 33 bilhões de dólares para um país que estava pronto para liderar a troca de tecnologia – e, consequentemente, obter uma importante vantagem competitiva.

O que está acontecendo na América Latina? Do ponto de vista comercial, o panorama latino-americano é bem menos atraente para a adoção do 5G. As nações da região estão diante de outros problemas, bem mais urgentes do que essa mudança tecnológica. Mesmo assim, estados industrialmente mais desenvolvidos não devem descuidar da transição para o novo modelo, pois isso poderia custar caro a médio prazo. É extremamente importante que países como Brasil, México e Argentina adotem o 5G o mais rápido possível, para continuar sendo opções competitivas nas cadeias globais de produção: a Internet das Coisas está logo ali na esquina, e vai exigir o 5G.

Por que as economias latino-americanas deveriam avançar para o 5G — e rápido? A mudança tecnológica imposta pela Quinta Geração da comunicação móvel é uma ótima oportunidade para que indústrias regionais se posicionem de forma estratégica no quebra-cabeças competitivo resultante da localização (e da recolocação e reconsideração) de atividades produtivas de maior valor agregado. Ou seja: atrair e reter setores de alta intensidade tecnológica, como as indústrias automobilística, aeroespacial, biotecnológica e de bens eletrônicos de consumo, é uma corrida disputada pelas economias mais desenvolvidas – que, em muitos casos, querem reverter os deslocamentos de setores para outras regiões, ocorridos no início do século 20. O movimento de atração inclui ainda países em desenvolvimento, com grande capacidade de absorção tecnológica. E, na América Latina, quem desponta nesse xadrez são Brasil, México e Argentina.

Por que, para as operadoras, é menos atraente fazer avançar o 5G na América Latina? Nessa região, a realidade mostra que ainda é possível progredir muito nos serviços 4G, que ainda não alcançam toda a população e podem melhorar bastante. As operadoras hesitam em realizar os enormes investimentos exigidos pela rede 5G, e querem enxergar as perspectivas comerciais com clareza. Por serem mercados sobretudo de varejo, onde a receita se encontra em agregar cada vez mais indivíduos, esses países têm o Brasil como o local mais interessante para as “telcos” (devido ao tamanho da população), acompanhado pelo México e, bem à distância, pelas demais nações. Além disso, esses são mercados de renda média ou média-baixa, o que contribui para o atraso na adoção.

Para além do panorama geral, o Brasil apresenta nichos para a chegada do 5G, sobretudo em setores como agronegócio e manufatura, seguidos pelo varejo em regiões de maior poder aquisitivo (as cidades de São Paulo e Rio, por exemplo).

As operadoras ainda aguardam o leilão do 5G no Brasil. Enquanto isso, prestam um serviço virtual chamado “5G DSS”. A Claro já está usando espectros de radiofrequência existentes e tecnologia da Ericsson para levar adiante esse serviço virtual – ainda em escala limitada e em poucas áreas do Rio e de São Paulo. Enquanto isso, a TIM avança nesse mesmo sentido em cidades como Bento Gonçalves (Rio Grande do Sul), Itajubá (Minas Gerais) e Três Lagoas (Mato Grosso do Sul), com equipamentos de Nokia, Ericsson e Huawei. A Vivo, por sua vez, utilizaria o 5G DSS por meio da Huawei. O caso da Oi no 5G, ao lado de Nokia e Huawei, é bem particular: a despeito da recuperação judicial da empresa, ela avança em sua rede de fibra, a mais importante do Brasil.

Para além das vontades nacionais de desenvolvimento e adoção de novas tecnologias, os países da região fazem parte do tabuleiro internacional do 5G. Nesse jogo, o Brasil é a peça mais valiosa do Cone Sul, e deve apostar na tênue linha de manobra envolvendo suas relações tanto com Estados Unidos quanto com a China. Brasília mantém uma estreita aliança com Washington na área de segurança – e, por outro lado, tem fortes laços com Pequim, evidentes nos números do comércio bilateral: como destino comercial, o mercado chinês representa mais que o dobro do americano, e responde por mais de 40% da exportação de soja.

O governo brasileiro está, portanto, numa encruzilhada entre os dois adversários nessa guerra tecnológica. Nesse cenário, o governo chinês induziu o Planalto a não se manifestar contra a livre concorrência da Huawei em futuros leilões locais de fornecimento de equipamento para o 5G. O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI/PR) já agiu nesse sentido, e publicou um protocolo de segurança cibernética que deve ser cumprido por qualquer possível provedor ou concessionária participante do certame. O texto não cita qualquer proibição ou restrição a empresas específicas. Após a recente visita ao Brasil do assessor de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Jake Sullivan, enviado pela Casa Branca, a pressão aumentou. Agora, Brasília se vê diante da possibilidade de limitar a participação da Huawei em redes do governo — o que seria uma forma elegante de manter equidistância nessa disputa.

Mesmo com essa espécie de “apoio” à Huawei, a estreita relação entre Brasília e Washington sugere que a decisão sobre os provedores que serão definitivamente responsáveis pelos equipamentos do 5G continuará sendo adiada. O atraso nos leilões das frequências para operar a nova tecnologia joga a favor do desenvolvimento da arquitetura alternativa OpenRAN, na qual trabalham os Estados Unidos. O OpenRAN poderia substituir a tecnologia RAN (arquitetura proprietária), dominada pelas chinesas Huawei e ZTE. Vale lembrar que o OpenRAN seria uma opção de padrão aberto, permitindo concorrência entre diversos provedores. Nesse caso, não se espera que o desempenho seja tão bom quanto o de tecnologias proprietárias – ao menos não no curto prazo.

De todo modo, as decisões que precisam ser tomadas têm impactos consideráveis, tanto para as relações internacionais como para a indústria. Adotar a nova tecnologia o quanto antes vai permitir que os países da região se modernizem, evitem atrasos para suas economias e ganhem impulso no caminho de um desenvolvimento que é necessário. O cálculo, porém, precisa ser o mais preciso possível: os ganhos obtidos de um lado podem ter consequências negativas do outro. Será um trabalho árduo para legisladores.

Gabriel Balbo é analista de relações internacionais econômicas, tecnologia e geopolítica, diretor da ESPADE e autor do livro “5G, La Guerra Tecnológica del Siglo” (5G, A Guerra Tecnológica do Século).

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Home office, Facebook renova linha Portal, de videochamada

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O aparelho que aglomera funcionalidades do iPad e Alexa ganhou atualizações para tentar a sorte, mais uma vez, no mercado de assistentes virtuais e tablets

Exposição de dispositivo de video chamadas Portal, do Facebook. (Foto/Reuters)

O Facebook anunciou nesta terça-feira, 21, dois novos modelos do combalido aparelho de videochamadas Portal, incluindo uma versão portátil da primeira versão do dispositivo.

Apesar de companhia demonstrar que o foco do dispositivo é o mundo corporativo, o Facebook já não teve sucesso na primeira investida do produto em 2018, e agora tenta retornar à tarefa de convencer os compradores de que eles precisam de um modelo do tipo.

O desafio é competir com o fato de que tablets têm os mesmos recursos de um Portal, e já existe uma certa hegemonia de assistentes virtuais de outras marcas nos lares dos consumidores em potencial.

As atualizações anunciadas nesta terça-feira incluem um “modo doméstico”, que permite compartilhar tela e controlar o acesso aos contatos e apps. A empresa também introduziu um recurso que permite ao usuário assistir à TV por meio do aparelho com outros que não estejam usando o Portal.

O Facebook afirmou que o portátil Portal Go vai custar 199 dólares e a versão de tela maior, Portal+, a mais recente geração do aparelho, vai custar 349 dólares.

A rede social também afirmou que vai começar a incluir suporte ao Microsoft Teams no Portal em dezembro.

O Facebook lançou em agosto o teste de um aplicativo remoto de realidade virtual em que usuários do óculos Quest 2 podem realizar reuniões adotando a forma de avatares de si mesmos.

(Com Reuters)

 

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Adeus, home office? Google compra escritório em Nova York por R$10 bilhões

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Compra é vista como um plano de retorno aos escritórios, ainda que no longo prazo

St. Johns Terminal: edifício é a mais cara aquisição nos EUA de um prédio empresarial desde o início da pandemia (COOKFOX Architects/Divulgação)

O Google anunciou nesta terça-feira, 21 que irá comprar um edifício empresarial em Nova York por 2,1 bilhões de dólares, o equivalente a mais de 10 bilhões de reais.

É a maior aquisição de um prédio do tipo desde o início da pandemia, de acordo com o jornal americano The Wall Street Journal, o que pode significar que empresas gigantes, incluindo aquelas que foram as primeiras a adotar o modelo de trabalho remoto, ainda tenham apetite por espaços de convivência e trabalho.

O prédio ainda está em construção na parte oeste de Manhattan, às margens do Rio Hudson. O projeto é chamado de St. John’s Terminal, em referência a um antigo terminal de cargas que ficava no local. O Google já aluga o espaço, mas afirmou planejar exercer uma opção de compra a partir no ano que vem.

Nova York é a segunda maior concentração de trabalhadores do Google nos EUA, atrás apenas da Califórnia.

O movimento do Google vem sendo interpretado como um retorno ao trabalho presencial, ainda que no longo prazo. No passado, o Google já afirmou que pretende exigir que funcionários da empresa se vacinem contra a covid-19 e protelou planos de retorno por conta do avanço da variante Delta nos EUA.

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Apple lança hoje nova versão do iOS 15. Saiba o que muda no iPhone

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Atualização vai ocorrer de forma gradual para os usuários no mundo e estará disponível a partir da sexta geração dos celulares

A atualização do iOS 15 estará disponível a partir da sexta geração (Thiago Lavado/Exame)

A partir desta segunda-feira, dia 20, os usuários de iPhone começam a receber as atualizações do novo sistema operacional iOS 15, lançado pela Apple em junho deste ano no WWDC 21, que ocorreu de forma virtual por conta da pandemia da Covid-19. Na nova versão, o usuário vai poder, entre outras coisas, ocultar o seu endereço IP de forma a aumentar sua privacidade.

Semana passada, a empresa lançou sua nova linha de iPhones 13, relógios e iPads. Em uma apresentação virtual, a companhia revelou ainda que pretende trazer para o Brasil seu serviço de treinos e exercícios on-line, o Apple Fitness+.

A chegada do iOS 15 acontece dias depois de a companhia ter pedido para os usuários em todo o mundo atualizem todos os dispositivos para a versão 14.8, após detectar uma falha de software, que permite que o programa de espionagem Pegasus se instale nos aparelhos sem a necessidade de qualquer clique.

A atualização do iOS 15 vai ocorrer de forma gradual para os usuários no mundo e estará disponível a partir da sexta geração. Segundo a Apple, estarão aptos os iPhones 6S, 6S Plus, SE, 7, 7 Plus, 8, 8 Plus, além de todos os modelos X, 11, 12 e o 13. Para atualizar, basta acessar os ajustes do celular e verificar se há downloads pendentes.Com o iOS 15, os iPhones terão o chamado “App Privacy Report”. Ou seja, será possível saber quando os aplicativos instalados acessaram os dados dos usuários. Alguns testes já vinham sendo feitos na versão 14.5.

  • IP oculta

O usuário terá a possibilidade ocultar o endereço IP dos celulares. Para isso, a empresa criou o Mail Privacy Protection que vai bloquear tentativas de rastreio, ao ocultar o endereço de IP e o status de leitura de e-mail.

  • Siri

Com a Siri, assistente de voz da Apple, os dados não serão enviados para a nuvem. Isso vai permitir mais privacidade e agilidade em um abrir determinado app. Na prática, será capaz ainda de realizar atividades
offline.

  • iCloud+

Para quem assina o serviço iCloud+, será possível ocultar o endereço do e-mail na hora de fazer inscrições em sites . Para isso, será gerado uma combinação aleatória de letras e números em vez do nome do usuário. No iCloud+, haverá ainda o ”Private Relay”, que na prática torna a navegação anônima, pois funciona como uma espécie de VPN.

  • Notificação

O sistema de notificações foram alteradas. Foi criado o modo “Foco”. Assim, há a opção de separar perfil pessoal e de trabalho como forma de filtrar alertas e ter menos interrupções.

  • Facetime

No aplicativo que permite ligações entre iPhones, será possível compartihar a tela com outros usuários na ligação, além de ouvir músicas e vídeos em conjunto com os serviços de streaming da companhia, como o Apple Music e Apple TV. Além disso, como ocorre em outros apps como Google Meets e Zoom, será possível desfocar o fundo da videochamada.

  • Reconhecimento de foto

As fotos também passam a contar com mais recursos de inteligência artificial. Chamado de “Live text”, será possível reconhecer nas fotos telefones e fazer uma ligação. Ou, então, com o nome na foto de um restaurante, por exemplo, fazer uma pesquisa na internet.

  • Informação sobre transporte

O Maps ganha informações sobre transportes públicos , já disponível no Google Maps. Haverá informações específicas para quem dirige ou quem está dentro de um ônibus, com notificações na hora de desembarcar. Para algumas cidades, haverá ainda recursos de realidade aumentada para quem está andando pelas ruas.

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China aperta o cerco e limita TikTok a 40 minutos diários para crianças

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Menores de 14 anos também só poderão usar rede entre 6h e 22h

TikTok: redes sociais começam a ser limitadas na China, assim como games (Barcroft Media / Colaborador/Getty Images)

O app Douyin, a versão chinesa do sucesso TikTok, está limitando o tempo de uso da rede para usuários abaixo de 14 anos de idade na China. A partir de agora, o limite diário é de 40 minutos do app para essa faixa etária.

Além do limite de tempo para uso, o horário também será regulado, com o aplicativo funcionando apenas entre 6h e 22h.

Para fazer valer a política nova, a ByteDance, desenvolvedora do app, está pedindo que usuários confirmem suas idades. De acordo com o jornal South China Morning Post, a empresa teria publicado em seu canal oficial no WeChat, pedindo que pais ajudassem seus filhos a configurar o aplicativo.

Assim como o TikTok no Ocidente, o Douyin é um sucesso enorme na China, onde acumula mais de 600 milhões de usuários ativos diários.

A medida é parte do cerco que o governo chinês têm imposto a empresas de tecnologia, principalmente redes sociais e fabricantes de games, para diminuir o que chama de “vício em internet”.

No final de agosto, o país afirmou que iria limitar o consumo de videogames a 3 horas semanais, para combater a dependência entre os mais jovens.

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