Na terça-feira, Donald Trump se reuniu com o primeiro-ministro da Alemanha, Friedrich Merz, na Casa Branca. Durante o encontro, o presidente dos Estados Unidos negou ter sido forçado por Israel a entrar em conflito com o Irã e afirmou que, na verdade, os EUA pressionaram Tel Aviv a agir militarmente.
“Eles iriam atacar se nós não fizéssemos nada, o Irã planejava atacar primeiro”, explicou Trump, referindo-se às instalações militares iranianas quase totalmente destruídas pelos ataques norte-americanos.
O presidente ressaltou que, embora possa ter influenciado Israel a agir, ambas as nações estavam preparadas para o confronto, que teve um impacto significativo. Ele destacou que agora o arsenal de mísseis iraniano está se reduzindo consideravelmente.
Trump também falou sobre a força das tropas americanas, afirmando que elas são as melhores do mundo, e mostrou confiança em continuar avançando nas operações militares até que se alcancem resultados concretos.
Questionado sobre o futuro da operação, Trump indicou que o pior cenário seria o surgimento de um líder tão rígido quanto o aiatolá Ali Khamenei, recentemente morto em um ataque.
Este encontro ocorre em meio a uma visita oficial de Merz aos Estados Unidos, que busca diálogo diante das crescentes tensões no Oriente Médio.

