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Receita paga terceiro lote da restituição do IR nesta sexta-feira

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O pagamento é do terceiro lote de um total de cinco; veja o calendário da restituição do IR completo

IR: 4 milhões de pessoas recebem o dinheiro nesta sexta-feira (Marcello Casal/Agência Brasil)

A Receita Federal paga nesta sexta-feira, 31, o terceiro lote de restituição do Imposto de Renda 2020. O pagamento será para 3.985.007 totalizando 5,7 bilhões de reais.

 Do total deste lote, R$ 2.056.423.308,19 referem-se ao quantitativo de contribuintes que têm prioridade legal, sendo 88.420 contribuintes idosos acima de 80 anos, 646.111 contribuintes entre 60 e 79 anos, 47.170 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave e 346.793 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério. Foram contemplados ainda 2.856.513 contribuintes não prioritários que entregaram a declaração até o dia 28 de março.A restituição fica disponível no banco durante um ano.

Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio da Internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Calendário

Este ano, a Receita reduziu o número de lotes de pagamento, passando de sete para cinco. Os dois primeiros já foram pagos. Veja o calendário abaixo:

Veja o cronograma da restituição

Lote             Data
1º lote            29/05
2º lote            30/06
3º lote            31/07
4º lote            28/08
5º lote            30/09

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Obesidade se torna fator de risco para pessoas jovens com covid-19

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Além de aumentar o risco de mortes e de intubação, a obesidade pode atrapalhar a ação de uma vacina contra o novo coronavírus

Obesidade: condição se torna um fator anda mais preocupante para pessoas com covid-19 (Boris SV/Getty Images)

Em maio deste ano, um estudo realizado pela Universidade Johns Hopkins apontava que a obesidade poderia facilitar que pessoas jovens pudessem contrair o novo coronavírus. Agora, um número cada vez maior de médicos especialistas e pesquisadores reforça a possibilidade de que o peso excessivo pode ser uma condição perigosa em tempos de pandemia.

Publicada na revista médica The Lancet, a pesquisa conduzida em Nova York foi realizada com dados de 265 pacientes internados em seis hospitais universitários americanos. Os resultados apontavam que entre os infectados, a maior parte eram de pessoas jovens e com Índice de Massa Corporal (IMC), medida internacional utilizada para calcular se a pessoa está no peso ideal, em níveis de obesidade.

A obesidade é descrita como um acúmulo excessivo de gordura corporal e que é medido a partir de índices acima de 30 do IMC, que utiliza um cálculo que relaciona peso, idade e altura do indivíduo.

Os autores do estudo, David A. Kass, Priya Duggal e Oscar Cingolani explicam que a obesidade pode restringir a ventilação ao impedir a excursão do diafragma. Isso, por sua vez, prejudica o sistema imunológico na luta contra o vírus. “Concluímos que em populações com alta prevalência de obesidade, a covid-19 afetará ainda mais as populações mais jovens”, relatam os pesquisadores.

O Brasil é 81º colocado no ranking global de países com o maior percentual de sua população obesa, com 22,1% dos habitantes nesta condição. Os líderes do ranking são países pequenos e, por vezes, insulares, como Nauru, Ilhas Cook, Palau, Ilhas Mashall e Tuvalu, todos com índices acima de 50%. Chama a atenção a 12ª posição dos Estados Unidos, que já tem 36,2% de sua população adulta obesa.

Este universo de mais de 107 milhões de americanos com índices de obesidade preocupa até mesmo os cientistas que estão tentando desenvolver uma vacina contra o coronavírus, já que a vacina pode ser menos efetiva em pessoas que apresentam esta condição. Até esta terça-feira (11), os Estados Unidos contabilizam quase 5,2 milhões de infectados, além de 165 mil mortes.

A situação preocupa outros países também. Em abril, autoridades da Suécia colocaram a obesidade entre os fatores de risco de covid-19.  No mês passado no Reino Unido, o primeiro-ministro Boris Johnson, por um porta-voz do governo, informou que “a covid-19 nos lembrou dos riscos imediatos e de longo prazo do excesso de peso”.

Para a CNN, Raz Shaikh, professor associado de nutrição da Universidade da Carolina do Norte-Chapel Hill afirmou que dificilmente existirá uma vacina sob medida para a população obesa já no próximo ano. Pior, o especialista ainda diz que as vacinas que estão sendo desenvolvidas dificilmente serão efetivas em pessoas obesas.

Segundo um estudo recente do Centro Nacional de Informações sobre Biotecnologia do Estados Unidos, a obesidade pode afetar a produção de células imunes que atuam no combate ao vírus. Isso porque a vacina atua como uma forma de “professora” do sistema imunológico para que este possa derrotar novas infecções semelhantes. Se não houver defesas para serem “ensinadas”, o resultado não será dos melhores.

Outro estudo, este da Universidade de Columbia, aponta que pessoas com obesidade mórbida que contraíram o novo coronavírus têm chances 60% maiores de morrerem ou de precisarem serem intubadas em relação a pessoas com índices de massa corporal normais. “O aumento da obesidade foi associado a um risco aumentado de insuficiência pulmonar ou morte de covid-19”, afirma a pesquisadora Michaela Anderson.

Segundo Licio Augusto Velloso, da Universidade de Campinas (Unicamp) e do Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades, em entrevista para a BBC, o alto número de casos nos Estados Unidos pode estar relacionado com as taxas elevadas de obesidade e diabetes de sua população. É algo diferente do que acontece na Itália, por exemplo, onde o crescimento do número de infectados se deu mais por conta da faixa etária.

Para o médico, o problema da obesidade que afetou tanto os Estado Unidos em relação ao coronavírus também pode ser fatal para os brasileiros mais jovens. De acordo com dados do Ministério da Saúde, um percentual próximo de 14% dos infectados e hospitalizados por covid-19 no país está na faixa etária dos 20 aos 39 anos.

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Governo ainda não definiu forma para tributar dividendos, diz secretária

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Cobrança terá como contrapartida a redução do Imposto de Renda sobre Pessoas Jurídicas

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GDF estimula pequenas empresas para gerar emprego e renda

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Mais 75 cartas de crédito foram entregues hoje (11). Recursos do programa Prospera superam R$ 1,5 milhão e beneficiam empreendedores urbanos e rurais

Auditório da Secretaria de Trabalho recebeu empreendedores com respeito às regras de segurança contra o coronavírus | Foto: Paulo H. Carvalho

O governo tem investido cada vez mais em pequenos e microempresários do Distrito Federal com o objetivo de multiplicar empregos e renda. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), eles são responsáveis por quase 20% da geração oportunidades do DF. Nesta terça-feira (11), um total de R$ 1,2 milhão em cartas de crédito foi liberado para donos de negócios diversos. Os recursos são provenientes do Prospera, programa que concede empréstimos para geração de oportunidades e fomenta o empreendedorismo no DF.

“Se eu não tivesse conseguido esses créditos teria que vender o almoço para comprar o jantar”Antônio da Silva, comerciante

Os 75 beneficiados – 51 de áreas urbanas e 24 de rurais – receberam as cartas de crédito no auditório da Secretaria de Trabalho, seguindo todo o protocolo de segurança contra o novo coronavírus. Antônio da Silva, 51 anos, foi um dos contemplados. Ele participou do programa há 10 anos, para adquirir equipamentos para sua lanchonete.

Devido à crise provocada pela pandemia de Covid-19, que impacta economias em todo o mundo, o comerciante decidiu solicitar os créditos novamente. “Achei o atendimento mais rápido do que a primeira vez”, lembra Antônio. “Esse empréstimo será muito importante para mim, pois fiquei meses sem poder trabalhar. Se eu não tivesse conseguido esses créditos, teria que vender o almoço para comprar o jantar”, acrescenta.

“Esse crédito muda a vida, não só das pessoas que recebem o valor, mas também de toda sua família”Alex Barreto, subsecretário de Microcrédito e Empreendedorismo da Secretaria de Trabalho

Dona de um quiosque de cosméticos, Ivonete Martins, 47 anos, também já sabe como vai investir o benefício. “Vou comprar mais mercadorias para girar o capital”, diz. Ela trabalha desde os 15 anos no ramo, mas só neste ano terá a oportunidade de expandir o negócio. “Já tinha ouvido falar do Prospera, mas nunca fui atrás efetivamente. Acredito que as vendas melhorarão muito se eu tiver mais produtos para oferecer às clientes”, ressalta.

Programa

Ivonete Martins: “Vou comprar mais mercadorias para girar o capital” | Foto: Paulo H. Carvalho / Agência Brasília

O Prospera tem o objetivo de incentivar o crescimento e atender às necessidades financeiras de micro e pequenos empreendedores do DF, de áreas urbanas e rurais. Com a crise econômica causada pelo coronavírus, o programa passa por reformulações temporárias. O governo local suspendeu todos os pagamentos das parcelas de empréstimos durante a vigência do decreto de enfrentamento à Covid-19, e por mais dois meses depois da norma.

O GDF também decidiu diminuir os juros em 50% – que já eram os menores do mercado –, de 0,7% para 0,3%. Não há cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) ou de qualquer outra taxa.

O subsecretário de Microcrédito e Empreendedorismo da Secretaria de Trabalho, Alex Barreto, destaca que o Prospera é um dos principais esforços do Poder Executivo local para gerar emprego na capital.

R$ 5 milhõesinvestidos em micro e pequenos empresários em 2020

“Esse crédito muda a vida não só das pessoas que recebem o valor, mas também de toda a sua família. É um salto na qualidade da empresa em um momento difícil que todos estão vivendo”, destaca.

Antônio Silva: “Esse empréstimo será muito importante para mim, pois fiquei meses sem poder trabalhar” | Foto: Paulo H. Carvalho / Agência Brasília

Ainda segundo o subsecretário, em 2020 já foram entregues cerca de 600 cartas de crédito. Em valores, isso significa que o governo investiu quase R$ 5 milhões em donos de negócios no DF. Atualmente, 1,8 mil pessoas recebem o empréstimo do Banco de Brasília (BRB), agente financeiro do programa.

“Também fazemos a intermediação entre a secretaria e os micro e pequenos empreendedores. O foco é o fortalecimento dessas atividades produtivas”, salienta o diretor de Serviços e Produtos do BRB, Dario Garcia.

A secretária de Empreendedorismo do DF, Fabiana Di Lúcia, lembra que os micro e pequenos empresários são os que mais geram emprego e renda na cidade. “São cerca de 350 mil empresas na capital e a maioria delas é formada por donos de pequenos negócios. Por isso é essencial que eles tenham todo esse apoio”, defende a gestora.

Como participar

Os pedidos de crédito devem ser feitos nas agências do trabalhador de Taguatinga e do Plano Piloto, com os documentos necessários. Nos casos de solicitação de crédito para áreas urbanas o horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

No caso das áreas rurais os interessados devem procurar um dos postos da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater-DF), nos mesmos dias e horário. Os endereços e números de telefones podem ser conferidos no site da Secretaria de Trabalho.

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Coronavírus: DF registra 3 mil novos casos em 24 horas e passa dos 126 mil infectados

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Secretaria de Saúde confirmou 31 mortes nesta segunda-feira (10). Total de óbitos chega a 1.762.

Testagem rápida para coronavírus no DF — Foto: Breno Esaki/Agência Saúde

O Distrito Federal registrou 3.012 casos do novo coronavírus nas últimas 24 horas. O total de infectados chegou a 126.069. A informação foi dada pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), no início da noite desta segunda-feira (10). Desse total, 84,4% estão recuperados.

A pasta também registrou mais 31 mortes por Covid-19. Desde o começo da pandemia o total de óbitos chega a 1.762 pessoas (veja detalhes abaixo).

De acordo com a secretaria, 154 pessoas que morreram na capital vieram de outras regiões para buscar atendimento médico em Brasília. “A maioria era do Entorno do DF”, aponta a pasta.

Perfil das vítimas

Das 31 mortes confirmadas nesta segunda, 17 eram mulheres e 14, homens. Com relação à faixa etária, a maioria tinha entre 60 e 69 anos. Veja detalhes abaixo:

Faixa etária

  • 11 a 19 anos: 1
  • 50 a 59 anos: 6
  • 60 a 69 anos: 10
  • 70 a 79 anos: 6
  • 80 ou mais anos: 8

Região de residência

  • Águas Claras: 1
  • Arniqueira: 1
  • Brazlândia: 2
  • Ceilândia: 5
  • Guará: 2
  • Jardim Botânico: 1
  • Planaltina: 1
  • Plano Piloto: 2
  • Recanto das Emas: 2
  • Samambaia: 3
  • São Sebastião: 1
  • Sobradinho: 1
  • Sobradinho II: 2
  • Taguatinga: 4
  • Vicente Pires: 1

Comorbidades

Ao todo, 23 pacientes tinham comorbidades – doenças relacionadas capazes de agravar o quadro – e oito, não. Os distúrbios registrados são:

  • Doença Cardiovascular: 19
  • Distúrbios Metabólicos: 15
  • Nefropatia: 3
  • Imunossupressão: 1
  • Obesidade: 2
  • Pneumopatia: 1

Onde ocorreram as mortes

  • Hospitais particulares: 9
  • Hospital das Forças Armadas: 1
  • Hospital Regional da Asa Norte: 2
  • Hospital Regional de Ceilândia: 2
  • Hospital Regional de Samambaia: 2
  • Hospital Regional de Santa Maria: 6
  • Hospital Universitário de Brasília: 4
  • Hospital de Base: 1
  • Upa – Núcleo Bandeirante: 1
  • Upa – Recanto das Emas: 1
  • Upa – Sobradinho: 2

Ocupação de leitos de UTI

Leito de UTI em hospital público do Distrito Federal  — Foto: TV Globo/Reprodução

Leito de UTI em hospital público do Distrito Federal — Foto: TV Globo/Reprodução

De acordo com o portal Sala de Situação, do governo do DF, que monitora a ocupação dos hospitais durante a pandemia, mostrava que apenas 23, das 287 vagas reservadas para pacientes com Covid-19 na rede privada estavam disponíveis. A taxa de ocupação era de 91,84%.

Na rede pública, até às 16h31 desta segunda, 77,07% dos leitos para cuidado intensivo estavam ocupados, ou seja, das 752 vagas, 548 estavam ocupadas e 41, bloqueadas. Os leitos livres eram 163. O número inclui unidades pediátricas, neonatais e adultas.

Perfil de infectados

Segundo o governo do DF, a maioria dos pacientes infectados é composto por mulheres (53,1%) e tem entre 30 e 39 anos. Veja abaixo os casos por faixa etária:

  • Menor de 2 anos: 771
  • 2 a 10 anos: 2.528
  • 11 a 19 anos: 5.736
  • 20 a 29 anos: 23.678
  • 30 a 39 anos: 34.143
  • 40 a 49 anos: 27.921
  • 50 a 59 anos: 17.179
  • 60 a 69 anos: 8.262
  • 70 a 79 anos: 3.845
  • 80 ou mais anos: 2.006

Com relação às regiões do Distrito Federal, Ceilândia tem a situação mais grave na capital. Até o início da noite desta segunda, a cidade ultrapassou 15.754 casos e 336 mortes. Veja tabela completa abaixo:

Casos de coronavírus por região do DF, em 10 de agosto  — Foto: SES-DF/Reprodução

Casos de coronavírus por região do DF, em 10 de agosto — Foto: SES-DF/Reprodução

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Ibaneis reforça projetos especiais da governadoria

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Empossado nesta segunda-feira (10), Marcelo Lavocat Galvão agora chefia assessoria ligada ao gabinete do governador

O advogado Marcelo Lavocat Galvão tomou posse nesta segunda-feira (10) como chefe da Assessoria de Projetos Especiais do gabinete do governador Ibaneis Rocha. Membro decano do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o procurador cedido ao Governo do Distrito Federal trabalhará lado a lado com o chefe do Executivo.

Foto: Renato Alves/Agência Brasília

Marcelo Galvão foi Procurador-Geral do DF entre os anos de 2009 a 2011. É formado em Direito pela Universidade de Brasília (UnB) e possui mestrado e doutorado em Direito Tributário pela Universidade de São Paulo (USP). Ele compôs a equipe jurídica durante o governo de transição e, agora, assume o cargo do advogado Gustavo Rocha, atual chefe da Casa Civil.

“Ficarei à disposição do governador para realizar consultorias. Vou fazer ponte com o Poder Judiciário e Procuradoria-Geral do DF, sem interferir na competência de cada uma delas”, afirma Galvão. Ele usará as experiências jurídica e de governo para assessorar pessoalmente as ações da gestão.

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GDF investe na saúde mental dos servidores

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Desde o fim de março foram mais de mil atendimentos on-line. Subsecretaria de Segurança e Saúde no Trabalho mantém serviços contínuos e reforça ações


Em tempos de crise, como o que afeta o mundo em 2020, são comuns e até esperados sinais e sintomas de tristeza, angústia, ansiedade, insegurança e medo – assim como alterações no sono, na alimentação e no humor. Embora nem sempre sejam indicativos de transtorno, é preciso ficar atento.

Nesse contexto da pandemia de Covid-19, servidores do Governo do Distrito Federal contam com atendimentos online para cuidar da saúde mental. Além da psicoterapia e dos atendimentos tradicionais, há o plantão de acolhimento. De 25 de março, quando ocorreu a primeira sessão de suporte psicológico on-line, até o fim de julho, foram 1.273 atendimentos a distância.

Foto: Freepik

Os serviços são prestados pela Subsecretaria de Segurança e Saúde no Trabalho, da Secretaria de Economia. A unidade tem entre suas responsabilidades atividades e programas de promoção à saúde de servidores efetivos – exceto policiais civis e militares, bombeiros e funcionários de empresas públicas. Os serviços de atenção à saúde mental, compostos por ações coordenadas e sistematizadas em formato de programas, são contínuos.

“No caso da psicoterapia, há data para começar, mas não para terminar. Já o plantão online é uma estratégia de prevenção ao adoecimento psíquico durante a pandemia, com sessões determinadas. O acolhimento aos servidores já existia anteriormente e vai continuar acontecendo”, afirma a psicóloga Jacqueline Ferraz da Costa, que atua na Gerência de Saúde Mental e Preventiva da Subsecretaria de Segurança e Saúde no Trabalho.

Transtornos de ansiedade
Durante a pandemia, as queixas seguem o padrão internacional e o que já era observado em atendimentos anteriores, com predomínio de transtornos de ansiedade. Em 2019, foram registrados 17.755 afastamentos de 9.127 servidores do GDF relacionados a transtornos mentais e comportamentais — um terço foi classificado como transtornos ansiosos.

Os dados deste ano ainda estão em análise, mas, segundo a equipe Gerência de Saúde Mental e Preventiva, já é notável o crescimento dos registros de transtorno obsessivo-compulsivo, principalmente relacionados aos comportamentos obsessivos de limpeza ou de higiene. “Em alguns casos, as mãos chegam a ficar feridas pelo excesso de uso do álcool em gel, da lavagem ou da limpeza do ambiente”, diz a Jacqueline.

Também aumentou o número de casos de fobia social. “Há muitas pessoas manifestando medo de sair de casa. Se precisam fazer isso, começam a ter taquicardia, náusea e dor de cabeça, sintomas clássicos da ansiedade”, relata. Outras demandas comuns têm sido a necessidade de conversar com alguém que não seja da família — em muitos casos, o servidor quer justamente saber como ajudar parentes ansiosos —  e como lidar com o luto.

O acolhimento inicial pode minimizar a angústia em uma única sessão ou o profissional responsável pelo atendimento pode identificar a necessidade de acompanhamento por um período maior. Há servidores que diariamente recebem a ligação de um psicólogo ou psiquiatra.

Aliada aos atendimentos, uma das estratégias da Subsecretaria de Segurança e Saúde no Trabalho de prevenção para minimizar os fatores de risco para o adoecimento psíquico é a psicoeducação. A abordagem é utilizada em intervenções individuais ou em grupo e com a produção de materiais informativos sobre os cuidados com a saúde mental durante a pandemia.

Com informações da Secretaria de Economia/DF

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quarta-feira, 12 de agosto de 2020

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