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Argentina reduz voos para Brasil, EUA e Europa por conta de novas variantes

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A possibilidade de fechamento das fronteiras ainda está descartada, com base nas recomendações de especialistas em saúde

(Ricardo Ceppi/Getty Images)

O governo da Argentina anunciou que vai reduzir voos com destino para o Brasil, Estados Unidos e Europa, em resposta às novas cepas do coronavírus e como tentativa de evitar uma segunda onda de infecções no país. A possibilidade de fechamento das fronteiras ainda está descartada, com base nas recomendações de especialistas em saúde.

Apesar de ser mantida a proibição de entrada de estrangeiros não residentes por meio de aeroportos e travessias marítimas e terrestres internacionais, o governo optou por manter a possibilidade de retorno de argentinos do exterior, incluindo destinos que, como no caso do Brasil, tem alta circulação do vírus. Em conjunto com a medida, o governo avança em um cronograma de forte testagem dos argentinos que voltam ao país.

Dessa forma, o anúncio feito na terça-feira, 9, pelo ministro da Saúde da província de Buenos Aires, Daniel Gollan, de que seria “tomada a decisão de restringir fortemente a ida de novos turistas às áreas de circulação do vírus” não se cumprirá por enquanto. “Gollan se antecipou quando ainda não havia nada definido. Da mesma forma, é correto o conceito de que haverá uma redução no fluxo de voos”, disse uma fonte oficial ao Clarín.

Se não houver mudanças na ordem da ministra da Saúde, Carla Vizzotti, serão reduzidos 20% dos voos para Brasil e México e Europa, 10% para Estados Unidos e 30% para Chile, Colômbia, Equador, Panamá e Peru.

Na contramão da decisão argentina, a França vai aliviar as restrições a viagens internacionais de alguns países, afirmou Ministério das Relações Exteriores. Segundo o órgão do governo, viajantes indo ou retornando da Austrália, Coreia do Sul, Israel Japão, Nova Zelândia, Grã-Bretanha e Cingapura terão as medidas flexibilizadas.

No entanto, as demais restrições, como a exigência de um teste de covid-19 pelo menos de 72 horas antes da viagem, permaneceram em vigor, afirmou o ministério.

As autoridades de saúde da Itália ordenaram a retirada de um lote da vacina contra o coronavírus da AstraZeneca, após a morte de dois homens na Sicília que haviam sido imunizados recentemente. A autoridade italiana de medicamentos, Aifa, confirmou que estava interrompendo o uso de um lote de doses como uma medida “de precaução”, acrescentando que nenhuma ligação foi estabelecida ainda entre a vacina e os óbitos.

Stefano Paterno, um oficial da marinha de 43 anos, e Davide Villa, um policial de 50 anos, haviam recebido o imunizante do lote ABV2856 da AstraZeneca. Paterno morreu de suspeita de ataque cardíaco na terça-feira, um dia após a vacina, enquanto que Villa morreu no fim de semana, cerca de 12 dias após a imunização.

A medida da Itália aconteceu horas depois que a Dinamarca, Noruega e Islândia anunciaram que estavam suspendendo temporariamente o uso das vacinas da AstraZeneca, após relatos da formação de coágulos sanguíneos em algumas pessoas.

Segundo a autoridade de saúde dinamarquesa, a utilização da vacina da AstraZeneca foi interrompida temporariamente no País em meio a preocupações de que ela esteja levando a maiores riscos de coágulos sanguíneos. Após o anúncio, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) afirmou que não há evidências de que as vacinas contra a covid-19 possam causar trombose.

“As informações disponíveis até o momento indicam que o número de tromboembolias em indivíduos vacinados não é maior do que o observado na população em geral”, afirmou o órgão de saúde. As reações cardiovasculares “não são classificadas como efeitos colaterais” do medicamento, apontou.

Ainda na Europa, a Alemanha relatou ontem 14.356 novos casos e 321 mortes por coronavírus. Os dados apontam que a situação do vírus no país atingiu um pico em termos de melhora nas últimas semanas. No entanto, a tendência observada parou e, na quarta-feira, a nação atingiu o maior número de casos diários desde 23 de janeiro.

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EUA devem sair da OTAN para evitar guerra com Rússia, diz representante republicana

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Washington e a OTAN devem parar a escalada de tensão na Ucrânia, a fim de evitar consequências irreparáveis para o mundo inteiro, escreveu em sua página no Twitter Marjorie Taylor Greene, representante do Partido Republicano na Câmara dos Representantes dos EUA.

© Foto / Public domain / Sgt. Arturo Guzman

Ela também sugeriu que os Estados Unidos devem sair da Aliança Atlântica para evitar um conflito com a Rússia. Nesta quarta-feira (29), Greene compartilhou na sua conta do Twitter manchete de um artigo do Wall Street Journal refletindo sobre a crescente tensão entre os EUA e a Rússia após o início da operação especial russa na Ucrânia.

 

“O povo americano não quer guerra com a Rússia, mas a OTAN e nossos líderes tolos estão nos arrastando para uma. Uma guerra que ninguém vai ganhar. A escalada por causa da Ucrânia, um país [que] não é membro, arriscando uma guerra nuclear é um jogo de poder que põe em perigo o mundo inteiro. Devemos sair da OTAN”, escreveu ela na rede social.
A expansão dos EUA na Europa inclui uma presença permanente na Polônia que vai contra um acordo de 1997 com a Rússia, onde a OTAN disse que não estabeleceria um grande número de tropas estrangeiras na Polônia, escreve edição Newsweek.
Na recente cúpula do bloco em Madri, o presidente dos EUA, Joe Biden, declarou que “estamos demonstrando que a OTAN é mais necessária agora do que nunca”.
Durante o discurso, Biden disse que seria implantado na Polônia um quartel-general permanente do 5º Corpo do Exército dos EUA, uma “brigada adicional rotativa” na Romênia, de “3.000 combatentes e mais 2.000 em equipes de pessoal de combate”, e destacamentos rotativos melhorados nos Países Bálticos.
A expansão militar da OTAN tem como pano de fundo a operação especial da Rússia na Ucrânia. No entanto, para o ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, o motivo é apenas um pretexto.
Segundo ele, o aumento do contingente no Leste Europeu faz parte dos planos de violar o acordo que proibia a expansão da organização para perto da fronteira da Rússia. O governo russo vem afirmando repetidas vezes que a OTAN busca o confronto ao expandir seus limites para ex-repúblicas soviéticas.
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Presidente da Comissão Europeia deu à Ucrânia instruções de reformas

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A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, ao discursar perante os deputados da Suprema Rada e do presidente ucraniano Vladimir Zelensky, contou o que a Ucrânia precisa fazer no âmbito da implementação de reformas para possibilitar a entrada dela à UE.

© AP Photo / Jean-Francois Badias

Em 23 de junho, os chefes de Estado e governo da União Europeia aprovaram na cúpula em Bruxelas a concessão a Ucrânia e Moldávia do status de países candidatos à UE. Para as negociações de entrada serem iniciadas, os países têm de cumprir uma série de condições, incluindo a implementação de reformas anticorrupção e reformas jurídicas, bem como o fortalecimento do combate a oligarcas.

“Já estabeleceram uma ótima máquina anticorrupção. Mas esses institutos devem ser fortalecidos, é preciso os altos cargos serem ocupados por pessoas dignas”, disse a presidente da Comissão Europeia.

Segundo Ursula von der Leyen, “é preciso nomear o mais rápido possível o novo chefe da Procuradoria anticorrupção especial e o diretor do Gabinete Nacional anticorrupção”.
“Quanto à reforma do Tribunal Constitucional, é necessário estabelecer nos termos legislativos o procedimento de nomeação dos juízes de acordo com as recomendações da Comissão de Veneza [órgão consultivo sobre questões constitucionais do Conselho da Europa]”.
A política também apelou para levar a cabo as leis destinadas a combater oligarcas. “É preciso também aprovar uma nova lei sobre a mídia, que alinharia a legislação ucraniana aos padrões da União Europeia”, acrescentou.
A presidente da Comissão Europeia salientou que “uma parte significativa das leis necessárias já tinha sido aprovada, os institutos necessários tinham sido criados”.
A concessão do status de país candidato só é o início do processo de longo prazo da adesão á União Europeia. A Turquia recebeu o status de país candidato em 1999, a Macedônia do Norte – em 2005, o Montenegro – em 2010, e a Sérvia – em 2012. A Croácia foi o último, para hoje, país a aderir à União Europeia (2013), mas o processo de adesão levou dez anos.
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Fracassos das tropas ucranianas no campo de batalha provocam aumento de desertores, diz MD russo

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O número de desertores e militares do Exército ucraniano que recusam participar em operações de combate está aumentando, informou o Ministério da Defesa da Rússia nesta sexta-feira (1º) em comunicado de imprensa.

© AP Photo / Vadim Ghirda

“Os fracassos das Forças Armadas da Ucrânia no campo de batalha provocam um aumento no número de desertores e daqueles que recusam combater. Foi registrada uma retirada desorganizada de diversas unidades das Forças Armadas de Lisichansk”, informa a entidade militar russa.
Ressalta-se que o comando ucraniano tenta esconder de todas as maneiras estes fatos de falta de militares nas unidades.
O representante oficial da Defesa russa tenente-general Igor Konashenkov, declarou que o Exército ucraniano está tendo muitas baixas na área de Lisichansk, tendo perdido cerca de 200 homens nas últimas 24 horas.
A aviação, as forças de mísseis e a artilharia da Rússia atingiram 32 postos de comando das tropas ucranianas e uma estação de radar de detecção de alvos aéreos perto da cidade de Odessa.
Durante combates de artilharia em Donbass, a Força Aeroespacial da Rússia atingiu com armas de alta precisão dois pelotões de lançadores múltiplos de foguetes e dois pelotões de artilharia ucranianos.

O tenente-general informou também que os meios de defesa antiaérea russos derrubaram dois aviões de ataque ao solo Su-25 na Força Aérea da Ucrânia na região de Carcóvia.
“Dois aviões Su-25 da Força Aérea ucraniana foram derrubados pela defesa antiaérea da Rússia nas áreas dos povoados de Barvenkovo e Kurulka na região de Carcóvia”, disse Konashenkov. Além disso foram abatidos 11 veículos aéreos não tripulados em diversas regiões.
Durante a operação, as Forças Armadas da Rússia eliminam exclusivamente instalações da infraestrutura militar ucraniana, sem realizar ataques contra alvos civis em cidades, ressalta a Defesa russa.
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Governo de Boris Johnson abalado por novo escândalo sexual

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Chris Pincher, responsável pela disciplina parlamentar, admite que bebeu “demais” e pede desculpas pela “vergonha”

(Toby Melville/Getty Images)

O governo do primeiro-ministro britânico Boris Johnson, já enfraquecido por vários escândalos, enfrenta uma nova dor de cabeça após a renúncia de um integrante do Executivo acusado de apalpar outros homens, o mais recente de uma série de casos similares dentro do Partido Conservador.

A notícia é péssima para o primeiro-ministro conservador após uma semana no exterior, com participações em três reuniões de cúpula, nas quais se afastou das dificuldades políticas internas enquanto se apresentava como grande apoiador da Ucrânia contra a Rússia de Vladimir Putin.

A crise social no Reino Unido é cada vez mais intensa com o aumento da inflação e, depois do “partygate”, agora ele enfrenta um novo obstáculo.

Na carta de renúncia com data de quinta-feira, o “whip” Chris Pincher – responsável pela disciplina parlamentar dos deputados conservadores – admite que bebeu “demais” e pede desculpas pela “vergonha” que passou e provocou em outras pessoas.

De acordo com a imprensa britânica, o político de 52 anos foi acusado de apalpar dois homens – incluindo um deputado -, diante de testemunhas em um clube privado do centro de Londres, o Carlton Club, o que provocou reclamações ao partido.

A recente série de casos de caráter sexual no partido que governa o país há 12 anos é constrangedora.

Um deputado suspeito de estupro, que não foi identificado, foi detido e depois libertado sob fiança em maio. No mês anterior, outro deputado conservador renunciou depois que foi flagrado assistindo um vídeo pornô em seu smartphone na Câmara dos Comuns. E um ex-deputado foi condenado em maio a 18 meses de prisão por agressão sexual contra um adolescente de 15 anos.

Nos últimos dois casos, os deputados renunciaram, o que provocou eleições legislativas parciais e derrotas para os conservadores nas urnas. Com os resultados das urnas, o presidente do partido, Oliver Dowden, deixou o cargo.

Degradação

Embora Pincher tenha renunciado ao cargo no partido, ele permanece como deputado, segundo o jornal The Sun, porque teria reconhecido seus erros.

“O primeiro-ministro aceitou a renúncia e acha que foi certo ele renunciar”, disse o porta-voz adjunto de Johnson. “(Ele) acha que esse tipo de comportamento é inaceitável e encorajaria aqueles que desejam fazer uma reclamação a fazê-lo”, acrescentou.

Mas diante dos pedidos de expulsão do partido e para uma investigação interna, a pressão aumenta sobre Boris Johnson para que adote medidas mais firmes.

“É impossível que os conservadores ignorem uma possível agressão sexual”, tuitou Angela Rayner, a número dois do Partido Trabalhista, principal grupo de oposição.

“Boris Johnson tem sérias perguntas a responder sobre como Chris Pincher recebeu esse papel e como ele pode continuar sendo um parlamentar conservador”, acrescentou, antes de criticar a “degradação total das normas da vida pública” no governo do primeiro-ministro.

O governo de Boris Johnson também foi abalado pelo escândalo das festas celebradas em Downing Street, apesar das restrições determinadas pelo governo durante a pandemia de covid. O caso provocou um voto de desconfiança dentro do Partido Conservador, mas ele conseguiu sobreviver.

Nomeado em fevereiro, Chris Pincher já havia renunciado como “whip júnior” em 2017, acusado de ter feito propostas sexuais a um atleta olímpico e potencial candidato conservador nas eleições. Ele foi absolvido após uma investigação interna.

Reincorporado pela ex-primeira-ministra Theresa May, ele passou a trabalhar para o ministério das Relações Exteriores como secretário de Estado quando Boris Johnson chegou ao poder em julho de 2019.

A polícia de Londres informou que não foram apresentadas denúncias de agressão no Carlton Club.

 

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Conflito na Ucrânia é ‘comédia’ de Zelensky e comércio de armas dos EUA, diz ex-chefe da F1

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Em uma entrevista à emissora ITV, o ex-chefe da Fórmula 1, Bernie Ecclestone, afirmou que o presidente russo, Vladimir Putin, é uma pessoa de “primeira classe” e criticou as ações tomadas pelo líder ucraniano, Vladimir Zelensky.

© Sputnik / Aleksey Nikolskyi / Abrir o banco de imagens

 

Durante a entrevista, Ecclestone afirmou que não apoia o conflito na Ucrânia, mas que Putin fez o que acreditou ser o melhor para a Rússia.
“Eu levaria um tiro por ele.” Bernie Ecclestone afirmou que o presidente ucraniano deveria escutar Putin e evitar a guerra, pois Putin “é uma pessoa razoável”.
Além disso, ele ressaltou que o líder russo é um bom amigo e que ele “levaria um tiro por ele [Putin]”.
“Eu não gostaria disso, mas se precisasse, eu levaria um tiro, pois ele é uma pessoa de primeira classe. E o que ele está fazendo é algo que ele acreditou ser o melhor para a Rússia”, declarou.
O empresário britânico, de 91 anos de idade, culpou Zelensky por não se esforçar para evitar o conflito, e disse que ele é mais capacitado para ocupar cargos como ator e comediante.
“A outra pessoa na Ucrânia [Zelensky], sua profissão, pelo que entendi, era comediante, e parece que ele quer continuar nesta profissão […]”, afirmou o empresário, ressaltando que se Zelensky fosse capacitado, teria realizados todos os esforços para evitar a crise.
Ecclestone aproveitou a oportunidade para destacar os interesses norte-americanos que, segundo ele, estão ligados ao comércio de armas.
“Observe quantas vezes a América se moveu em diferentes países que não têm qualquer ligação com a América […] Realmente, este é o comércio da América. Eles gostam de guerras, pois vendem muitos armamentos”, enfatizou.
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Kiev rompe relações diplomáticas com Síria por causa do reconhecimento de Donetsk e Lugansk

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A Ucrânia decidiu romper as relações diplomáticas com a Síria depois de Damasco ter reconhecido a independência das repúblicas populares de Donetsk e Lugansk, comunicou o Ministério das Relações Exteriores ucraniano.

© Sputnik / Aleksei Nikolskyi / Abrir o banco de imagens

“Em resposta a esta ação hostil, a Ucrânia anuncia o rompimento das relações diplomáticas com a Síria sem romper as relações consulares, de acordo com o artigo 2 da Convenção de Viena sobre Relações Consulares de 1963”, diz o comunicado.

A entidade explicou que Kiev vê as ações de Damasco como uma tentativa de afetar a integridade territorial da Ucrânia.

“O lado ucraniano também inicia um procedimento para impor um embargo comercial à Síria, bem como outras sanções contra pessoas físicas e jurídicas”, salienta a nota.

Em 29 de junho, o Ministério das Relações Exteriores da Síria anunciou que o país árabe tinha decidido reconhecer a independência das repúblicas populares de Donetsk e Lugansk.
Donetsk e Lugansk declararam sua independência da Ucrânia em maio de 2014, não reconhecendo as novas autoridades que chegaram ao poder depois do golpe de Estado produzido em Kiev em fevereiro do mesmo ano. O primeiro país a reconhecer sua independência foi a Rússia, que o fez em 21 de fevereiro de 2022.
Imediatamente após serem reconhecidos como Estados independentes, Donetsk e Lugansk assinaram acordos de amizade e assistência mútua com a Rússia. Em 24 de fevereiro a Rússia iniciou uma operação militar para a desmilitarização e desnazificação da Ucrânia, em resposta às solicitações de assistência das repúblicas de Donetsk e Lugansk para se defenderem dos ataques de Kiev.
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