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Spotify se prepara para lançar ‘primeiros produtos físicos’

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(Foto: PXHere / Olhar Digital)

Três vagas de emprego divulgadas pelo Spotify na Suécia, terra natal do serviço de streaming, indicam que a empresa está prestes a lançar seus primeiros produtos físicos, confirmando rumores que circulam pela imprensa desde o ano passado.

As vagas são para Gerente de Projeto, Gerente de Projeto Sênior e Gerente de Operações para a divisão de Produção de Hardware, informa o The Verge. Os anúncios dizem que o Spotify “está a caminho de criar seus primeiros produtos físicos”.

Além disso, a empresa diz também que está preparando “a organização operacional para a produção, corrente de fornecimento, vendas e marketing” destes novos produtos. O que serão esses produtos físicos, porém, ainda é um mistério.

Em anúncios de emprego anteriores, o Spotify chegou a dizer que planejava um “produto capaz de definir uma categoria, como o Pebble Watch, o Amazon Echo e o Snap Spectacles”, sugerindo ainda a presença de controles por comando de voz no aparelho.

O Pebble Watch foi um dos primeiros relógios inteligentes (smartwatches) do mercado; o Amazon Echo é uma caixa de som inteligente controlada por comandos de voz; e os Spectacles são óculos conectados feitos para tirar e postar fotos no Snapchat.

Imagina-se que o Spotify esteja citando os três dispositivos como referências de aparelhos indissociáveis de suas respectivas marcas, e que servem como inspiração para o que a empresa quer fazer. Talvez, a esta altura, o Spotify nem saiba exatamente que tipo de hardware quer desenvolver.

Mas tratando-se de uma empresa de música, as opções ficam mais limitadas. Há quem diga que o Spotify pode estar desenvolvendo seu próprio par de fones de ouvido, ou mesmo uma caixa de som conectada, como o HomePod, da Apple. Por enquanto, porém, tudo não passa de especulação.

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Brasil

TSE e WhatsApp terão ferramenta para denunciar disparos em massa nas eleições

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Após o WhatsApp ter sido usado para distribuição em massa de fake news, na disputa de 2018, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pretende aprimorar uma ferramenta criada em parceria com o aplicativo para denunciar esse tipo de prática nas eleições presidenciais de 2022. A informação foi antecipada ao Estadão/Broadcast pelo head de Políticas Públicas da plataforma no Brasil, Dario Durigan.

A ferramenta será uma versão melhorada de um serviço que funcionou nas eleições municipais de 2020 e será lançada no momento em que a Justiça Eleitoral avalia suspender o funcionamento de outro aplicativo de mensagens, o Telegram, por causa da falta de colaboração no combate às informações falsas. O Telegram não tem representação no Brasil.

Agora, quem receber mensagens consideradas suspeitas poderá preencher um formulário hospedado no site da Justiça Eleitoral. Caso a mensagem seja considerada como disparo ilegal de campanha, o tribunal vai requisitar ao WhatsApp que exclua a conta. Nesse caso, os responsáveis podem ter a conta banida do aplicativo e, caso o TSE conclua que há relação direta com alguma campanha, a candidatura pode sofrer sanções que vão de multa até a cassação.

Disparos de mensagens em massa pelo WhatsApp motivaram denúncias contra a chapa de Jair Bolsonaro em 2018. O caso foi julgado pelo TSE em outubro de 2021, quando a maioria do tribunal absolveu o presidente eleito e seu vice, Hamilton Mourão, mas traçou diretrizes do que não será aceito em 2022.

“Todo mundo sabe o que aconteceu, ninguém tem dúvida de que as mídias sociais foram inundadas com disparos em massa ilegais, com ódio, desinformação, calúnia e teorias conspiratórias. Basta ter olhos de ver para saber o que aconteceu no Brasil”, disse o presidente do TSE Luís Roberto Barroso, na ocasião. Alexandre de Moraes, que irá presidir a Corte em 2022, afirmou que “se houver repetição do que foi feito em 2018, o registro (da candidatura) será cassado e as pessoas que assim fizerem irão para a cadeia por atentar contra as instituições e a democracia no Brasil.”

A plataforma usada pelo TSE e pelo WhatsApp na campanha de 2020 para denunciar disparos em massa recebeu 4.981 denúncias, número menor até mesmo que a quantidade de cidades onde houve eleições. Após passarem pelo filtro da Justiça Eleitoral, o aplicativo baniu 1.042 números cadastrados no aplicativo de mensagens.

Segundo levantamento realizado pelo Mobile Time e pela Opinion Box em 2020, o WhatsApp está instalado em 99% dos smartphones do Brasil, mantendo o posto de aplicativo mais utilizado no País. Ao todo, a empresa diz ter 120 milhões de usuários mensalmente ativos no Brasil. De acordo com o estudo, 88% dos usuários confirmaram já ter recebido algum tipo de fake news pelo app. Uma em cada três pessoas confessaram já ter repassado informações adiante sem checar sua veracidade.

A empresa afirma que não faz controle de conteúdo, ou seja, não vai punir usuários por propagarem fake news, mas, sim, evitar o envio automatizado de mensagens, que, mesmo sendo proibido, foi usado nas últimas eleições.

“Qualquer usuário pode denunciar ao TSE. Isso fortalece uma mensagem que eu tenho passado ao mundo político: não contrate disparo em massa, não faça marketing político no WhatsApp. Isso faz mal para a democracia e pode prejudicar as campanhas eleitorais, levando a prejuízo da chapa”, afirmou o head de Políticas Públicas do WhatsApp no Brasil, Dario Durigan, em entrevista ao Estadão/Broadcast.

O TSE confirmou o desenvolvimento da ferramenta . Além disso, a Justiça Eleitoral e a plataforma pretendem desenvolver um assistente virtual para conversar com eleitores sobre combate a fake news diretamente no aplicativo. “O acordo do WhatsApp com o TSE visa justamente proteger a democracia contra comportamentos inautênticos, mas sem restrição indevida ao debate público e à liberdade de expressão”, afirmou o presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, por meio da assessoria de imprensa após reunião com o WhatsApp.

Neste mês, o Twitter anunciou que a plataforma no Brasil terá um recurso para denúncia de fake news, ainda em fase de testes. De acordo com a empresa, a eleição deste ano pesou para que o País fosse integrado ao experimento. A ferramenta foi questionada por especialistas e políticos que temem ser banidos do site e ficar sem propaganda na campanha.

A seguir, os principais trechos da entrevista com Dario Durigan, head de Políticas Públicas do WhatsApp no Brasil:

O que o WhatsApp fará para combater as fake news nas eleições?

O WhatsApp fez, em 2020, e vai aprimorar em 2022, uma plataforma de denúncia de conta suspeita de disparo em massa. É uma ferramenta do TSE elaborada em parceria com o WhatsApp. Isso fortalece uma mensagem que eu tenho passado ao mundo político: não contrate disparo em massa, não faça marketing político no WhatsApp. Isso faz mal para a democracia e pode prejudicar as campanhas eleitorais, levando a prejuízo da chapa.

O TSE estuda sanções para plataformas que não colaborarem, como no caso do Telegram. Isso é positivo ou representa abuso?

O combate à desinformação é importante e muito sério. Tomar medidas é tarefa de todo mundo. A realidade do WhatsApp, que é muito diferente de outros aplicativos, é de uma colaboração intensa com a Justiça. A colaboração e as respostas às decisões judiciais marcam uma diferença com grande parte dos aplicativos de mensageria.

Os políticos fazem propaganda pelo WhatsApp…

O WhatsApp não é lugar de propaganda eleitoral profissional. O WhatsApp é um lugar de conversas privadas. É evidente que há conversas sobre política. Isso é natural e compreensível. Em havendo uso de mecanismos profissionais para fins de estruturação de campanha de marketing, esse tipo de padrão abusivo, padrão não humano, as contas serão banidas.

Vai ser possível evitar fake news na eleição ou isso é incontrolável?

A fake news mal intencionada, distribuída profissionalmente, por grupos organizados, financiados, me parece que sim e caminhamos para isso. Outra coisa é a desinformação mais comum, orgânica. Aqui é um debate de longo prazo. A linguagem das pessoas no dia a dia se faz de maneira imprecisa, com vieses. Como o WhatsApp acaba sendo o espaço dessas conversas, há muita imprecisão.

A empresa quer separar a ‘tia do zap’ da milícia digital?

Não sei se eu colocaria nesses termos. Todo tipo de coordenação financiada em que não fique claro para o usuário que tipo de finalidade você quer com aquela mensagem é muito ruim, independentemente do espectro ideológico. Proteger o usuário é o que deve ser priorizado nesse combate imediato.

A plataforma pode ser responsabilizada por alguém ter usado o aplicativo para fake news?

A mensagem ganha proteção da criptografia de ponta a ponta. O conteúdo é dos usuários. O WhatsApp não tem acesso ao conteúdo, não modera o conteúdo das conversas. É estranho ao WhatsApp fazer controle de conteúdo.

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Aconteceu

TIM inaugura loja no metaverso

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Loja da TIM no metaverso Cryptovoxels (Tim/Reprodução)

Trata-se de um tipo de replicação para o mundo virtual de uma loja conceito aberta no Rio de Janeiro

metaverso está, aos poucos, se tornando um lugar de interesse para as grandes marcas e empresas. Um relevante sinal disto é o desembarque da operadora TIM nas terras virtuais, que inaugura nesta quinta-feira, 27, uma loja dentro do Cryptovoxels plataforma de construção de metaverso.

O curioso é que o espaço se baseia em um lugar no mundo real, também inaugurado hoje. Trata-se de uma loja conceito, que teve um soft opening no final do ano passado no Barra Shopping, no Rio de Janeiro, e que, segundo a telefônica, ‘marca o início de uma nova experiência na jornada do cliente, repleta de inovação e com direito à chegada na nova camada da realidade que integra os mundos real e virtual’.

A nova loja é vista pela TIM como parte da estratégia omnichannel, no qual se tenta integrar todos os canais de atendimento ao cliente em um só. Nela, o cliente poderá experimentar acessórios e smartphones já com a tecnologia 5G e até equipamentos para conexão de residências utilizando a ultra banda larga fixa da TIM Live. O próprio consumidor poderá realizar atividades básicas desde consultar, imprimir, pagar faturas, adquirir planos, serviços e muito mais.

Já a replicação da loja no virtual foi uma idelização da agência MetaMundi, que funciona como um crossover da Metaverse Agency, de Byron Mendes, e Dellarte Soluções Culturais, de Steffen Daueslberg. Os mesmo produtos da loja conceito estarão lá e se o cliente decidir por realizar uma compra, será direcionado do metaverso para o site de vendas da TIM.

“Aproveitamos a abertura da flagship para marcarmos nossa entrada no metaverso. Escolhemos o Cryptovoxels pois ele é o mais habitado por marcas e, principalmente, por brasileiros. Com esse passo, faremos também com que os nossos clientes já estejam habituados ao mundo metaverso e associem a nova realidade à marca TIM”, afirma Bruno Vasconcellos, diretor de e-commerce e canais remotos da TIM Brasil.

Na TIM virtual

O espaço é dividido em duas partes: no primeiro andar, uma experiência estética similar à da loja conceito do Barra Shopping; no segundo, com acesso feito via teleporte, há um espaço “gamer”, com portfólio de produtos da TIM e de seus parceiros.

E, ainda no primeiro trimestre de 2022, será lançada uma arena de eventos virtuais com foco em música e entretenimento. Ali, por exemplo, a marca traria convidados para apresentações.

Na TIM real

O estabelecimento tem uma área para exposição de smartphones, gadgets e outros acessórios.

Outra área exclusiva para atendimento ao cliente, com disponibilidade de especialistas em tecnologia para sanar dúvidas e outros consultores de atendimento.

Há também um espaço dedicado para serviços oferecidos por parceiros da TIM, como Netflix, HBO, Deezer e Ampli.

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Brasil

Doze capitais já podem receber novas redes 5G; veja lista

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Quinta geração de internet móvel oferece alta velocidade

O Ministério das Comunicações informou nesta quarta-feira, 26, que 12 capitais brasileiras já estão totalmente prontas – tanto em infraestrutura quanto em legislação – para receber a quinta geração de internet móvel, o 5G.

Leiloado em novembro do ano passado, o padrão 5G oferecerá internet de alta velocidade em todas as capitais brasileiras até 31 de julho deste ano. Eis as prontas até então:

  • Brasília (DF);
  • Curitiba (PR);
  • Florianópolis (SC);
  • Fortaleza (CE);
  • Natal (RN);
  • Palmas (TO);
  • Porto Alegre (RS);
  • Rio de Janeiro (RJ);
  • São Paulo (SP);
  • Vitória (ES);
  • Aracaju (SE);
  • Boa Vista (RR)

Para as demais localidades, é importante que haja adequação de leis municipais e da instalação de infraestrutura adequada para o funcionamento da tecnologia. De acordo com os termos do leilão do 5G, empresas que arremataram as concessões de uso das bandas também firmaram o compromisso de ampliar para 100% do território nacional a cobertura do padrão atual, o 4G.

“Nossa missão é garantir a tecnologia 5G conectando o Brasil e levando a internet para todos os brasileiros”, afirmou em nota o ministro das Comunicações, Fábio Faria. “Ao longo dos anos, faremos com o que o país tenha assegurado a cada um o direito de acesso à internet; todos nós sabemos a importância que isso tem”, complementou.

Para que a tecnologia chegue a todas as cidades, é ideal a adequação da Lei Geral das Antenas. O prazo para o processo vai até 2029.

Na parte de infraestrutura, o Decreto nº. 10.480 de 2020 detalha a expedição de licenças para que as operadoras possam realizar a instalação da rede. A instalação das novas antenas do 5G difere das tecnologias anteriores, já que necessitam de densidade maior de replicadores de sinal.

Os grandes centros urbanos terão uma antena para cada 100 mil habitantes – número 10 vezes maior do que o que se usa atualmente no padrão 4G. “Este é mais um dispositivo que contribui para a expansão das redes 5G, que, em comparação às tecnologias anteriores, requerem maior densidade de antenas (mas de menor tamanho)”, explica o secretário de Telecomunicações Arthur Coimbra.

A responsabilidade de fiscalização e regulamentação das antenas que serão instaladas em todo o Brasil é da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que participará de todo o processo de transição da atual rede de antenas para o novo padrão.

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Saúde

Sim, é possível ser dependente de telas

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Marcio Atalla: O celular é a última coisa que você pega antes de dormir e a primeira ao acordar? Cuidado

Pesquisas cientificas já comprovam que o vício em telas, sobretudo em smartphones conectados à internet, é real. É um vício como qualquer outro, que altera o comportamento e a maneira como o cérebro funciona. A chegada das telas, nas décadas passadas, em forma de TV e de computador residencial, já foi um grande impacto na construção do comportamento sedentário e do início de uma grande mudança na forma como interagimos uns com os outros. Atualmente, com o grande avanço tecnológico, esse quadro só piorou.

Mas como não falar das maravilhas em se ter o mundo ao alcance das mãos? Ter a possibilidade de resolver os mais variados problemas com a utilização apenas de um teclado? Agendamentos médicos, transferências bancárias, rastreamento de pessoas em caso de urgência, ligações em vídeo para matar saudades daqueles que estão fisicamente muito longe… A tecnologia nos trouxe muitas possibilidades, podemos e devemos usá-las, claro.

No entanto, temos que lidar com esse tema de forma muito consciente. Saber o que toda essa facilidade tecnológica pode fazer de bem e o que pode fazer de mal. Segundo um estudo feito por médicos psiquiatras de universidades japonesas e alguns americanos de Universidade de Portland, envolvendo estudantes universitários, o uso da Internet mudou drasticamente nossas vidas e também a maneira como nos comunicamos. Os usuários estão cada vez mais conectados à Internet, e o tempo gasto com pessoas no mundo real só diminui. Os homens geralmente se isolam para se envolver em jogos online, enquanto que as mulheres preferem passar tempo na mídias sociais. A associação com quadros de depressão e ansiedade já é comprovada, com maior incidência entre mulheres.

Mas por que será que as pessoas perdem tanto tempo, e a maior parte dele, em redes sociais, vendo pouco conteúdo relevante, postando fotos, deixando comentários etc.? Porque as pessoas falam de si mesmas em 90% do tempo e recebem feedback como likes e comentários de forma imediata. Segundo uma pesquisa feita pela Universidade de Harvard, esse comportamento gera um mecanismo de recompensa no cérebro, graças à liberação de hormônios ligados ao prazer, como a dopamina, a endorfina, a ocitocina e a serotonina. O grande problema é que esse prazer é efêmero, e, em busca de mais momentos de prazer como esse, a pessoa não consegue viver e aproveitar o mundo real, mas apenas transformá-los em postagens. Enfim, a felicidade e a autoestima dependem do número de curtidas e da repercussão que recebem nas redes sociais.

Claro que adolescentes e crianças são os mais vulneráveis, e para eles a atenção deve ser ainda maior. Não apenas porque iniciam o uso das telas desde pequenos, o que aumentam as chances de criar dependência, mas principalmente, porque a maturação total do cérebro só acontece a partir dos 21 anos, e com ela, a maior capacidade de autocontrole, de “frear” comportamentos perigosos ou inadequados.

Mas atenção! Ser adulto não é salvo-conduto para evitar o vício. Muitos insistem em dizer que não são dependentes, mas mantém um comportamento bem diferente do que a própria percepção que tem de si mesmos em relação às telas, sobretudo celulares. Portanto, se você leva seu celular pro banheiro, não consegue se sentar à mesa para uma refeição sem que ele esteja em seu campo de visão, e é a última coisa que você pega antes de dormir e a primeira ao acordar, sim, você pode estar tão dependente que nem percebe, e seu comportamento é de negação. Vale uma autorreflexão!

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Brasil

Uber vai contratar 70 profissionais em menos de um mês. Veja vagas

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Durante a semana de recrutamento em fevereiro, a empresa vai realizar as últimas etapas do processo de seleção

Em menos de um mês, a Uber quer preencher 70 vagas para o seu centro de tecnologia no Brasil. Para alcançar essa meta acelerada, a empresa vai realizar uma semana de recrutamento, que será a fase final do processo seletivo.

A segunda edição da “Engineering Hiring Week” acontece entre os dias 14 e 18 de fevereiro.

Profissionais de engenharia e desenvolvimento mobile Android e iOS de todo o Brasil podem se cadastrar no processo seletivo.

Antes do evento, serão realizadas duas etapas: entrevista com recrutador e o Pair Programming challenge, uma sessão de 1 hora para resolução de problema algorítmico.

Quem for selecionado vai receber um convite para a fase final, que terá mais duas entrevistas para avaliação de habilidades técnicas como arquitetura, programação e resolução de problemas.

Funcionários da Uber de todo o mundo vão participar dessa etapa de conversas. E a resposta sobre a vaga será dada após uma semana.

Os novos funcionários vão trabalhar na sede, o Uber Campus, com regime híbrido ou poderão ter elegibilidade para trabalho 100% remoto.

Rafael Pereira, head do centro de tecnologia da Uber no Brasil, explica que uma das características mais interessantes sobre as funções é sentir o impacto imediato dos produtos sendo desenvolvidos.

Embora o time esteja no Brasil, os projetos desenvolvidos no país têm aplicação global. Para saber mais sobre os projetos do centro de tecnologia, a empresa vai realizar um encontro online nesta quarta-feira, 26, às 18h. Confira no site. 

Os interessados podem se inscrever pelo site.

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Tecnologia

Netflix frustra previsões, faz projeções fracas e ações caem

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O total de assinantes globais da empresa atingiu 221,8 milhões

(Getty Images/Reprodução)

 

A Netflix ficou aquém das previsões de Wall Street para novos assinantes no fim de 2021 e apresentou uma previsão mais fraca do que o esperado para o início de 2022, já que os rivais aumentaram a competição na batalha por clientes.

O maior serviço de streaming do mundo adicionou 8,3 milhões de clientes de outubro a dezembro, quando lançou uma nova programação, incluindo os filmes Red Notice e Don’t Look Up e uma nova temporada de The Witcher. O total de assinantes globais da empresa atingiu 221,8 milhões.

Analistas do setor projetaram que a Netflix adicionaria 8,4 milhões de clientes, de acordo com dados da Refinitiv. As ações da Netflix caíram nas negociações do after market.

A Netflix elevou os preços na semana passada em seu maior mercado, Estados Unidos e Canadá, onde analistas dizem que o crescimento está estagnado, e agora busca expansão no exterior.

A empresa enfrentou uma montanha-russa durante a pandemia, com crescimento acentuado no início de 2020, quando as pessoas ficaram em casa e os cinemas foram fechados, seguido por uma desaceleração em 2021. A Netflix conquistou mais de 36 milhões de clientes em 2020 e 18,2 milhões em 2021.

Em 2022, espera-se que o crescimento de assinantes da Netflix se estabilize e volte ao ritmo registrado antes da pandemia, dizem analistas. A próxima programação da empresa inclui novas temporadas de OzarkBridgerton e Stranger Things e um documentário de três partes sobre Kanye West.

Mas as concorrentes, incluindo Walt Disney e AT&T HBO Max, estão investindo bilhões na criação de nova programação para seus serviços de streaming.

A Netflix registrou receita de US$ 7,71 bilhões no quarto trimestre, em linha com estimativas de US$ 7,71 bilhões.

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