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terça-feira, 17/03/2026




PMs afastados após morte de médica em operação no Rio

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A Polícia Militar do Rio de Janeiro afastou os policiais que estavam envolvidos na operação em que a médica Andrea Marins Dias, de 61 anos, foi morta no domingo (15), no bairro de Cascadura, zona norte da cidade.

Andrea havia acabado de sair da casa dos pais e dirigia seu carro quando foi baleada. A suspeita é que o veículo dela foi confundido com o de criminosos durante uma perseguição policial na região.

A PM informou que abriu um processo para investigar o ocorrido. Os policiais usavam câmeras corporais e estão colaborando com as investigações, conduzidas pela Polícia Civil.

Os agentes fazem parte do 9º Batalhão, localizado em Rocha Miranda.

De acordo com o boletim de ocorrência, dois policiais estavam fazendo patrulha de rotina quando foram informados por uma pessoa que um carro modelo Corolla Cross estaria envolvido em um roubo na área.

Depois de procurar por três ruas, os policiais viram dois carros e uma moto. Nesse momento, tiros foram disparados contra a viatura e eles revidaram, segundo o relato dos agentes.

Em seguida, o carro suspeito acelerou e foi perseguido pela viatura. Após passar por cinco ruas, o carro parou e os policiais encontraram Andrea caída no banco do motorista, já sem vida.

A ministra Anielle Franco, da Igualdade Racial, enviou ofício ao governador Cláudio Castro (PL) e ao secretário de Segurança Pública, Victor dos Santos, solicitando informações detalhadas sobre a ação.

O ministério quer saber quantos policiais participaram, se as imagens das câmeras foram guardadas, se houve perícia no local, depoimentos de testemunhas e se os protocolos policiais foram seguidos.




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