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Na Câmara

Nova plataforma para acompanhar estoque e falta de remédios no país

Depositphotos

O Projeto de Lei 1840/26 exige que indústrias, distribuidores, farmácias e hospitais monitorem e divulguem dados sobre a disponibilidade, estoque e previsão de falta de medicamentos. A proposta está sendo analisada na Câmara dos Deputados.

A iniciativa cria a Plataforma Nacional de Monitoramento de Medicamentos, vinculada ao Ministério da Saúde. Essa plataforma, aberta ao público, mostrará informações atualizadas sobre a disponibilidade dos medicamentos e enviará alertas sobre risco de faltas para usuários cadastrados. Medicamentos para doenças crônicas, psiquiátricas, oncológicas e raras serão priorizados.

“Ter acesso a essas informações é essencial para que as pessoas possam organizar seu tratamento, evitar interrupções e garantir o direito à saúde”, afirmou Heloísa Helena (Rede-RJ), autora do projeto e atualmente suplente no mandato.

As deputadas Fernanda Melchionna (Psol-RS) e Luizianne Lins (Rede-CE) também assinam o texto.

De acordo com o projeto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) será a responsável por regulamentar as normas da lei.

Quem não cumprir as regras estará sujeito a sanções administrativas, e as instituições poderão ser proibidas de participar de licitações e processos de compra de medicamentos via Sistema Único de Saúde (SUS).

Próximos passos

Devido à urgência, o projeto poderá ser votado diretamente no Plenário, sem precisar passar pelas comissões da Câmara. O texto está associado ao Projeto de Lei 7046/25, que trata do mesmo assunto.

Para que se torne lei, o projeto precisa ser aprovado tanto na Câmara quanto no Senado.

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