25.5 C
Brasília
quarta-feira, 18/03/2026




Justiça não permite que goleiro Bruno volte à liberdade condicional

Brasília
nuvens quebradas
25.5 ° C
27.3 °
25.5 °
65 %
2.1kmh
75 %
qua
25 °
qui
27 °
sex
27 °
sáb
25 °
dom
26 °

Em Brasília

São Paulo – O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro recusou um pedido feito pela defesa do goleiro Bruno Fernandes das Dores de Souza, que queria voltar a usufruir da liberdade condicional. Atualmente, ele é considerado foragido.

Bruno foi condenado pelo assassinato de Eliza Samudio, mãe de um dos seus filhos. Poucos dias depois de ter recebido a liberdade condicional em fevereiro, ele viajou para o Acre sem permissão, o que levou o juiz Rafael Estrela Nóbrega a revogar o benefício.

Com essa decisão, foi emitido um mandado de prisão para Bruno, que teve seu regime de pena alterado do semiaberto para o fechado.

O goleiro deslocou-se para o Acre para acertar um contrato profissional com o clube Vasco-AC. Ele iniciou os treinamentos, foi registrado oficialmente pela CBF e até jogou uma partida.

No pedido de habeas corpus, a defesa alegou que a volta para o regime fechado é um ato ilegal, pois o descumprimento das condições da liberdade condicional não deve ser considerado falta grave.

A desembargadora Katya Maria Menezes Monnerat, da 1ª Vara Criminal, afirmou que a liberdade condicional é um benefício que suspende o cumprimento da pena, desde que sejam cumpridas as condições determinadas pelo juiz, e por isso negou o pedido liminar.

Bruno foi sentenciado a 23 anos e um mês de prisão por homicídio qualificado, sequestro, cárcere privado e lesão corporal no caso do assassinato de Eliza Samudio. A pena deve terminar em 8 de janeiro de 2031.




Veja Também