Alana Anísio Rosa, de 20 anos, foi vítima de um ataque violento após recusar um pedido de namoro. Ela foi esfaqueada mais de 15 vezes dentro de sua casa no bairro Galo Branco, em São Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro.
Após permanecer em estado grave no hospital, Alana recebeu alta e se manifestou publicamente pela primeira vez. Ela convocou a população para uma manifestação no dia 15 de abril, data da audiência de custódia do acusado, Luiz Felipe.
A jovem destacou a importância de cobrar justiça e a necessidade de leis mais rígidas para casos de violência contra a mulher. Ela lembrou que muitas vítimas não têm a mesma chance de sobreviver e alertou para a urgência de ações efetivas.
A mãe de Alana, Jaderluce Anísio Rosa, expressou sua revolta com o caso e a obcecação do agressor, que invadiu a casa da família para cometer o crime na ausência da jovem. Jaderluce clamou por punições severas e ressaltou que o agressor nunca teve um relacionamento com a filha, apenas uma insistência não correspondida.
O crime chocou a população local e trouxe à tona o debate sobre a proteção às mulheres em situações de violência. A manifestação marcada visa manter o caso em evidência e reforçar a luta por justiça e segurança.

