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iPhone 11 é o celular mais vendido do mundo — mesmo sem liderar o mercado

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A Canalys aponta que no terceiro trimestre de 2020, foram vendidas 16 milhões unidades do iPhone 11, seguido por outro smartphone da Apple

iPhone 11: celular teve bons resultados neste ano (Budrul Chukrut/SOPA Images/LightRocket/Getty Images)

Apesar dos valores altos, o iPhone 11, da Apple, é o celular mais vendido do mundo pelo quarto trimestre consecutivo, segundo uma análise da consultoria singapuriana Canalys. A empresa aponta que no terceiro trimestre de 2020, foram vendidas 16 milhões unidades do celular. Em segundo lugar, o iPhone SE vendeu 10 milhões de unidades — mesmo sendo mais barato, as funções mais aprimoradas do 11 foram determinantes na hora da escolha dos consumidores, de acordo com a Canalys.

A sul-coreana Samsung, líder global do mercado de smartphones, quase empatou com o iPhone SE, com o Galaxy A21S, com pouco menos de 10 milhões de unidades vendidas. Ao contrário dos iPhones mais caros, os smartphones da Samsung que apareceram na lista, em sua maioria, são de baixo custo — o mais caro é o A51 que, em quinto lugar, custa cerca de 1.600 reais no Brasil.

O mesmo acontece com os smartphones da Xiaomi. Em sexto lugar está o Redmi Note 9, incluindo o Redmi 10X 4G. Nenhum celular com a tecnologia 5G entrou na lista que levou em conta os meses de julho a setembro deste ano. A expectativa da Canalys é que, com o lançamento do iPhone 12 e de diversas versões de Androids com a tecnologia a situação mude já no próximo trimestre.

Vale lembrar que a Canalys leva em conta, no momento da análise, a quantidade de smartphones que foi vendida por unidade ao comércio, e não quantos efetivamente chegaram aos consumidores.

Confira a lista dos smartphones mais vendidos no mundo:

  1. iPhone 11
  2. iPhone SE
  3. Galaxy A21S
  4. Galaxy A11
  5. Galaxy A51
  6. Redmi Note 9 / Redmi 10X 4G
  7. Redmi 9
  8. Galaxy A31
  9. Redmi 9A
  10. Galaxy A01 Core
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WhatsApp: Índia pede que aplicativo cancele mudança nas regras de privacidade

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Para a alta corte indiana, nova política de privacidade não deveria ser obrigatória

WhatsApp: o aplicativo adiou sua nova política de privacidade para maio (Filip Radwanski/SOPA Images/Getty Images)

O governo indiano pediu para que o WhatsApp anulasse sua nova política de privacidade que gerou polêmica nas últimas semanas.

Usuários do aplicativo de mensagens vêm recebendo um aviso de uma nova política que torna obrigatório o compartilhamento de dados com o Facebook e suas subsidiárias. Dados como número de telefone, endereço IP, informações do dispositivo e dados sobre as interações com outros contatos seriam partilhados.

A reação do público foi tão gigantesca que concorrentes do aplicativo, como o Signal e o Telegram, receberam milhões de instalações. Entre os dias 6 e 10 de janeiro, eles receberam mais de 15 milhões de novos usuários.

O Ministério de Eletrônica e Tecnologia da Informação enviou uma carta ao CEO do WhatsApp, Will Cathcart, com um pedido para revogar a política proposta. O ministério também pediu para “respeitar a privacidade das informações” e a “segurança de dados dos usuários indianos” e enviou um questionário para entender mais sobre a coleta.

A carta foi enviada um dia após um embate judicial em Delhi. Para a alte corte indiana, os usuários têm o direito de não aceitar as novas diretrizes.

Já os representantes do WhatsApp e do Facebook disseram ao tribunal que o argumento da corte não era sustentável. De acordo com eles, as mensagens privadas ainda continuariam criptografadas, e a mudança só afetaria conversas com uma empresa.

Na última sexta-feira (15), o WhatsApp até adiou a nova política para evitar mais repercussão. Agora, ela só será obrigatória a partir do dia 15 de maio.

“Ouvimos de várias pessoas quanta confusão estava em torno da nossa atualização mais recente. Existe muita desinformação causando preocupação e queremos que todos entendam nossos princípios e fatos”, disse a companhia em uma publicação em seu blog oficial.

A Índia é o maior mercado de aplicativos do mundo, com 400 milhões de usuários, então deve-se esperar que o posicionamento do governo preocupe o WhatsApp.

 

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Novo notebook da Dell tem 15 horas de duração de bateria

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Com mercado em alta no mundo, Dell renova linha de notebooks no Brasil

Dell Inspiron 13 5000: aparelho tem versões com preços a partir de 6.700 reais (Dell/Divulgação)

A Dell anunciou hoje os novos modelos de notebooks da linha Inspiron 13 5000. Os aparelhos chegam ao mercado com diferentes opções de configuração e podem chegar a ter processador Intel Core i7, 8 GB e 512 de espaço em SSD (unidade de memória mais veloz do que o HD comum).

Em todas as versões, o notebook tem revestimento de alumínio e tela de 13 polegadas com resolução Full HD, que está acima da resolução HD e abaixo da 4K.

Na configuração com processador Intel Core i5, a Dell promete duração de bateria de até 15 horas de uso. Segundo a empresa, os testes foram feitos em laboratório com o uso de aplicativos de produtividade usados normalmente pelos usuários (como o pacote Microsoft Office).

Menos de três meses depois do lançamento global, a Intel traz ao país a nova linha de processadores da família Tiger Lake, que estão presentes nos notebooks da Dell e são os responsáveis pelos ganhos de desempenho computacional e eficiência de energia em relação a gerações passadas dos aparelhos da linha Inspiron.

Os notebooks Dell Inspiron 13 5000 contam com conexões HDMI, USB (3.2), USB Type-C e leitor de cartão de memória microSD. Os produtos também podem ter a memória Optane de 32 GB, da Intel, que acelera a velocidade de laptops.

A Dell não informou se os notebooks serão vendidos em redes de varejo, mas eles já estão disponíveis na sua loja online oficial. Veja os preços sugeridos de cada modelo:

  • Processador Intel Core i5 e 256 GB de memória: R$ 6.679
  • Processador Intel Core i5 e 512 de memória + Optane: R$ 7.218
  • Processador Intel Core i7 com 512 GB + Optane: R$ 7.729

O boom no mercado de notebooks

O mercado global de computadores cresceu em 2020. No terceiro trimestre, a consultoria Canalys estima que as vendas subiram 13%, marcando a maior alta da última década. O quarto trimestre foi ainda melhor. O crescimento registrado foi de 25% em relação ao mesmo período em 2019. Foram vendidas 90,3 milhões de unidades no mercado mundial entre outubro e dezembro.

Canalys estimates (sell-in shipments), PC analysis, January 2021 - Global PC shipments 2010 to 2020

No ano, o crescimento do setor foi de 11%, sendo o maior crescimento registrado desde 2010. No total, foram vendidas 297 milhões de unidades. Os notebooks puxaram o crescimento. A consultoria estima que 235,1 milhões desses aparelhos eram laptops, uma alta de 25% em relação a 2019.

O momento é bom para a Dell. Resta saber se a maioria dos consumidores já comprou um novo notebook ou se o novo lançamento chegou a tempo.

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E-commerce já tem 600 empresas no Brasil, mostra mapeamento inédito

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Crescimento das vendas pela internet impulsiona a criação de novos negócios que oferecem diferentes serviços para o varejo online

Centro de distribuição do Magazine Luiza: a pandemia levou a um crescimento recorde das vendas pela internet no Brasil (Germano Lüders/Exame)

O mercado de comércio eletrônico brasileiro já é atendido por quase 600 startups e empresas, que oferecem os mais diversos serviços em diferentes áreas de atuação. O dado faz parte do estudo Scape Report E-commerce 2020/2021, produzido pela Pipeline Capital, consultoria especializada em operações de fusão e aquisição e captação de investimentos no setor de tecnologia.

O estudo traz um mapeamento inédito das principais empresas que atuam no comércio eletrônico no Brasil, em diferentes áreas. São ao todo 598 empresas identificadas em nove categorias.

A maior delas é a categoria de marketing e vendas, com 168 empresas (28% do total) – incluindo desde agências de marketing digital e plataformas de gestão de clientes (CRM) a serviços online de comparação de preços e empresas que oferecem programas de fidelidade.

Também foram mapeadas no estudo empresas das áreas de implementação e plataformas de e-commerce, meios de pagamento, marketplaces, gestão das operações, logística, atendimento a clientes, segurança e suporte.

O crescimento das vendas pela internet no país tem impulsionado o surgimento de um número crescente de empresas para oferecer diferentes serviços para varejistas que apostam cada vez mais no canal digital.

No primeiro trimestre de 2020, as vendas pela internet tiveram crescimento recorde e movimentaram 38,8 bilhões de reais, um volume 47% maior do que no mesmo período de 2019. Os dados são da consultoria Ebit Nielsen. O número de pedidos cresceu 39%, somando 90,8 milhões de transações.

O crescimento foi puxado, naturalmente, pelo fechamento do comércio de rua na fase mais aguda da quarentena durante a pandemia do novo coronavírus. Como alternativa, as pessoas passaram a fazer mais compras pela internet. Mas a digitalização das vendas tende a continuar.

“O e-commerce brasileiro passa hoje pela sua maior diversificação desde as primeiras operações em meados dos anos 1990, como o estudo Scape Report de E-commerce deixa claro”, diz Pyr Marcondes, sócio da consultoria.

Segundo ele, existe hoje uma pulverização dos serviços relacionados ao e-commerce e também uma alta demanda por inovação constante nos modelos de negócios das empresas que atuam no setor.

“Para 2021, todas essas tendências devem se aprofundar. Veremos nascer novos subsetores, novas plataformas internacionais vão desembarcar no Brasil e algumas novas serão criadas aqui mesmo. Deverá ser um dos setores mais promissores e pujantes da economia do país”, afirma Marcondes.

O estudo está disponível para download no site da consultoria.

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Como Steve Jobs “previu” o fim do Adobe Flash Player

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Co-fundador da Apple rejeitou o padrão desde 2010, por considerá-lo obsoleto

Jobs: Flash servia bem para computadores, mas não para dispositivos touch (Bloomberg / Colaborador/Getty Images)

Apesar do encerramento do suporte — e das atividades — do padrão terem fim recente, Steve Jobs já o rejeitava desde 2010 por considerá-lo obsoleto. Em uma carta aberta publicada no site da Apple em abril do mesmo ano, chamada “Thoughts on Flash”(Pensamentos sobre o Flash), o executivo da Apple afirmava que o Flash havia sido desenvolvido para computadores que usavam mouse e que, por isso, não via razão para adotá-lo em iPhones ou iPads.

Na época, a Adobe não ficou nada feliz com a declaração de Jobs — e as ações da companhia caíram 3% após a declaração de Jobs.

Contudo, anos depois, Bob Burrough, co-cirador do iPhone, afirmou que Steve Jobs não negou o uso do Flash de antemão, mas chegou a testar o Flash para seus equipamentos em 2008. Outro fator que contribuiu para a decisão estava no fato de que a empresa  não dava o suporte necessário à Apple quando era necessário consertar problemas simples de engenharia de software. De acordo com as declarações de Burrough, Jobs lamentou a falta de uma relação próxima entre as duas companhias.

O tempo provou que Jobs tomou uma decisão inteligente. O encerramento do Flash faz sentido para a companhia e dá a vez a padrões mais novos, além de seguir a uma decisão tomada em 2017, quando Apple, Adobe, Google, Microsoft, Mozilla e Facebook concordaram em remnover o conteúdo e tecnologia Flash de seus produtos. Além disso, os principais navegadores devem remover o plug-in de suas plataformas até o fim deste mês.

 

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YouTube suspende conta de Trump citando potencial de violência

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O Youtube, que pertence ao Google, disse ainda que decidiu desabilitar os comentários do canal de Trump por tempo indeterminado

Trump fala a jornalistas antes de viajar ao Texas 12/01/2021 REUTERS/Kevin Lamarque (Kevin Lamarque/Reuters)

O YouTube removeu um vídeo publicado pela conta do presidente Donald Trump e impediu que o canal divulgue novos conteúdos por um período de sete dias. A empresa comunicou a decisão há pouco, por meio da sua conta no Twitter destinada a avisos de imprensa.

“Após revisão e à luz das preocupações sobre um potencial contínuo de violência, removemos o novo conteúdo publicado pelo canal de Donald J. Trump por violação das nossas políticas”, escreveu o YouTube. “Agora ele tem seu primeiro aviso e estará temporariamente impedido de enviar novo conteúdo por um mínimo de 7 dias.”

A empresa, que pertence ao Google, disse ainda que, devido a preocupações com violência, decidiu desabilitar a seção de comentários do canal de Trump por tempo indeterminado.

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O que é a rede social Parler, usada por adoradores de Trump

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Banida das lojas de aplicativos após invasão no Capitólio, rede social era opção predileta da direita radical

Parler: a rede social recebeu quase 1 milhão de instalações após eleição de Joe Biden (Jaap Arriens/NurPhoto/Getty Images)

Após a invasão feita por apoiadores de Trump no Capitólio em Washington, nos Estados Unidos, na última quarta-feira (6), e o banimento do presidente Donald Trump das redes sociais, as atenções se voltaram para o aplicativo Parler, uma rede social parecida com o Twitter.  Favorita dos trumpistas, a rede social foi essencial para organizar o ataque que tentou impedir a confirmação da vitória do democrata Joe Biden e virou refúgio para os apoiadores de Trump diante da postura mais ativa das redes sociais de bloquear mensagens que incentivam a violência ou promovem a desinformação.

Junto com o banimento de Donald Trump em diversas redes sociais, não demorou para que as gigantes Google, Apple e Amazon se manifestassem contra o aplicativo que poderia potencialmente influenciar mais um tumulto — desta vez, na posse de Joe Biden, que acontecerá no dia 20 de janeiro.

Hoje (11), o aplicativo foi banido das lojas de aplicativos da Apple e do Google. A Amazon anunciou que não forneceria seus serviços de computação em nuvem para a rede. O CEO do Parler, John Matze, afirmou em sua última postagem na rede que o aplicativo “provavelmente ficará inativo por mais tempo do que o esperado” por conta de fornecedores “abandonando” o Parler.

Mas, afinal, o que é a rede social que, para muitos, apareceu tão rápido quanto desapareceu?

O que é o Parler

Parler é uma rede social semelhante ao Twitter, descrita como uma “plataforma de comentários e notícias sociais”. Ela ganhou atenção de apoiadores de Donald Trump, extremistas, conservadores e fãs de teorias da conspiração por se anunciar como um aplicativo que “apoia a liberdade de expressão”. Na realidade, a falta de moderação torna o aplicativo um espaço perfeito para a divulgação de fake news e desinformação.

Em novembro, postagens feitas por Trump no Twitter afirmando que a eleição havia sido fraudada pelo Partido Democrata foram sinalizadas como potencialmente falsas pelos moderadores da rede social. Uma análise do New York Times apontou que 15 das 44 publicações do presidente receberam algum tipo de marcação.

Em postagem, o Twitter afirmou ter marcado cerca de 300.000 tuítes de diversos usuários sobre as eleições como potencialmente enganosos.

Restrições como estas, que também aconteceram no Facebook, tornaram o Parler o refúgio de adoradores do presidente americano. De acordo com informações do The Verge, o aplicativo recebeu quase 1 milhão de downloads entre os dias 3 e 8 de novembro, durante a semana da eleição nos Estados Unidos.

Como é o conteúdo do Parler

Em poucos meses, a rede social se tornou um espaço repleto de mensagens que destilam misoginia, xenofobia, racismo, anti-semitismo e, principalmente, ódio aos democratas americanos.

“Acabe com isso, Senhor Presidente. Julgue, enforque ou atire neles publicamente. Os traidores, ladrões e pervertidos que deixaram nosso abençoado país como refém”, publicou o usuário IMPatriotRU.

“Para todos os democratas: isso não é um videogame. Existem muitos veteranos que vão gostar de dar um tiro em seus cérebros. Muitos de nós mal podem esperar por isso. Pensei que gostariam de saber”, escreveu o usuário Josephcarson607.

Na semana após a invasão ao Capitólio, muitos usuários começaram a falar sobre um apagão nacional que seria divulgado pelo presidente Donald Trump através do sistema de transmissão de Emergência nos Estados Unidos. Não há nenhum indício que a informação seja verdadeira.

A postagem do usuário linwood sobre o apagão foi vista por mais de 700 mil usuários antes do aplicativo ser banido. Nele, ele escreve: “Nós temos um homem de coragem e fé no comando. Ele estará no comando por mais 4 anos de acordo com o Estado de direito”.

O Parler é usado no Brasil?

O presidente Jair Bolsonaro também é usuário da rede social desde julho de 2020 junto com seu filho, o senador Flávio Bolsonaro.

 

De acordo com a Bloomberg, no mês que ambos anunciaram sua presença na rede social, metade das instalações do aplicativo foram de brasileiros. O nome de usuário do presidente pode ser encontrado facilmente em sua descrição no Twitter.

Bolsonaro anunciando Parler no Twitter

Agora, com o banimento do aplicativo na App Store e na Google Play Store, fica inconclusivo para onde os apoiadores de Trump e Bolsonaro irão migrar. Algumas redes sociais menos conhecidas, como o Minds, MeWe, Gab e até o aplicativo de mensagens Telegram vêm sendo promovidos por usuários como possíveis opções.

 

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sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

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