No Dia Mundial da Amamentação, a rede de serviços da Secretaria de Saúde do Distrito Federal é reconhecida como exemplo em todo o país. As ações incluem salas especiais para mães, o selo de qualidade dourado, isenção de taxa de inscrição em concursos para doadoras de leite materno e o trabalho dos bancos de leite humano.
De acordo com a coordenação de políticas de amamentação da SES-DF, esse reconhecimento é fruto do esforço de uma equipe dedicada de profissionais e do apoio da comunidade. Entre as iniciativas importantes estão o método Canguru, que incentiva o contato direto entre pais e recém-nascidos, a regulamentação da presença de doulas nas unidades de saúde desde 2020, e a classificação dos 14 bancos de leite humano com o certificado Padrão-Ouro pela Fiocruz e pela Rede Nacional de Bancos de Leite Humano.
A política de amamentação no DF começou com a Lei nº 454, de 14 de junho de 1993. Desde então, várias medidas foram adotadas para proteger e incentivar a amamentação na capital.
Os resultados são animadores. Segundo o boletim mais recente sobre a saúde e alimentação das crianças acompanhadas pela Atenção Primária à Saúde do DF, mais de 68% dos bebês com menos de 6 meses recebem leite materno exclusivamente, e 90,5% deles têm peso considerado ideal.
Esse índice é mais de 20% maior que a média nacional e alcança a meta da Organização Mundial da Saúde de pelo menos 50% de amamentação exclusiva até 2025. Para o aleitamento materno prolongado, até os dois anos ou mais, 72,5% das crianças no DF continuam sendo amamentadas, número quase 30% superior à média do país, que é 43,4%.
