O Distrito Federal conquistou a primeira colocação no ranking nacional de qualidade de vida, divulgado pelo Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026. Logo atrás estão os estados de São Paulo e Santa Catarina. Já nas últimas posições estão Pará, Maranhão e Acre.
Este índice considera 57 indicadores sociais e ambientais, divididos em três áreas principais: necessidades básicas, bem-estar e oportunidades.
Entre as cidades, o Sudeste domina o topo da lista, com destaque para municípios paulistas. A liderança entre as cidades é de Gavião Peixoto, seguida por Jundiaí, Osvaldo Cruz e Pompéia, todas em São Paulo.
Entre as últimas cidades no ranking, muitas estão na região Norte. Uiramutã, em Roraima, localizada na fronteira com a Venezuela e Guiana, é a última colocada. Atrás dela vêm Jacareacanga, no Pará, e Alto Alegre, também em Roraima.
Nas capitais, Curitiba lidera seguida por Brasília e São Paulo. Maceió, Macapá e Porto Velho ocupam as últimas posições. A pesquisa evidencia uma diferença superior a 12 pontos entre as capitais melhor e pior colocadas.
Segundo Melissa Wilm, coordenadora do IPS Brasil, apesar do bom desempenho das capitais, todas enfrentam desafios graves relacionados à inclusão social, como altos índices de violência contra minorias, pessoas em situação de rua e pouca representatividade de gênero e raça nas câmaras municipais.
Ranking dos Estados
- Distrito Federal: 70,73;
- São Paulo: 67,96;
- Santa Catarina: 65,58;
- Paraná: 65,21;
- Minas Gerais: 64,66;
- Goiás: 64,52;
- Mato Grosso do Sul: 64,14;
- Espírito Santo: 63,61;
- Rio de Janeiro: 63,47;
- Rio Grande do Sul: 63,39;
- Paraíba: 62,39;
- Sergipe: 62,10;
- Rio Grande do Norte: 61,83;
- Mato Grosso: 61,38;
- Ceará: 61,22;
- Pernambuco: 60,58;
- Tocantins: 60,50;
- Piauí: 60,48;
- Roraima: 59,65;
- Amazonas: 59,34;
- Alagoas: 58,97;
- Bahia: 58,72;
- Rondônia: 58,60;
- Amapá: 58,10;
- Acre: 58,03;
- Maranhão: 57,59;
- Pará: 55,80.
