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quarta-feira, 20/05/2026

DF é destaque em qualidade de vida no Brasil, mostra IPS 2026

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O Distrito Federal conquistou a primeira colocação no ranking nacional de qualidade de vida, divulgado pelo Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026. Logo atrás estão os estados de São Paulo e Santa Catarina. Já nas últimas posições estão Pará, Maranhão e Acre.

Este índice considera 57 indicadores sociais e ambientais, divididos em três áreas principais: necessidades básicas, bem-estar e oportunidades.

Entre as cidades, o Sudeste domina o topo da lista, com destaque para municípios paulistas. A liderança entre as cidades é de Gavião Peixoto, seguida por Jundiaí, Osvaldo Cruz e Pompéia, todas em São Paulo.

Entre as últimas cidades no ranking, muitas estão na região Norte. Uiramutã, em Roraima, localizada na fronteira com a Venezuela e Guiana, é a última colocada. Atrás dela vêm Jacareacanga, no Pará, e Alto Alegre, também em Roraima.

Nas capitais, Curitiba lidera seguida por Brasília e São Paulo. Maceió, Macapá e Porto Velho ocupam as últimas posições. A pesquisa evidencia uma diferença superior a 12 pontos entre as capitais melhor e pior colocadas.

Segundo Melissa Wilm, coordenadora do IPS Brasil, apesar do bom desempenho das capitais, todas enfrentam desafios graves relacionados à inclusão social, como altos índices de violência contra minorias, pessoas em situação de rua e pouca representatividade de gênero e raça nas câmaras municipais.

Ranking dos Estados

  • Distrito Federal: 70,73;
  • São Paulo: 67,96;
  • Santa Catarina: 65,58;
  • Paraná: 65,21;
  • Minas Gerais: 64,66;
  • Goiás: 64,52;
  • Mato Grosso do Sul: 64,14;
  • Espírito Santo: 63,61;
  • Rio de Janeiro: 63,47;
  • Rio Grande do Sul: 63,39;
  • Paraíba: 62,39;
  • Sergipe: 62,10;
  • Rio Grande do Norte: 61,83;
  • Mato Grosso: 61,38;
  • Ceará: 61,22;
  • Pernambuco: 60,58;
  • Tocantins: 60,50;
  • Piauí: 60,48;
  • Roraima: 59,65;
  • Amazonas: 59,34;
  • Alagoas: 58,97;
  • Bahia: 58,72;
  • Rondônia: 58,60;
  • Amapá: 58,10;
  • Acre: 58,03;
  • Maranhão: 57,59;
  • Pará: 55,80.

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