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Crivella considera ‘segura’ ciclovia que voltou a desabar no Rio

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Prefeito declarou que trabalho de prevenção para chuvas na cidade “não foi efetivo” e recomendou que população não saia de casa enquanto tempestade seguir

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, fala sobre os estragos das chuvas que atingiram a cidade – 07/02/2019 (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Diante das fortes chuvas que atingiram o Rio de Janeiro na noite desta segunda-feira 8 – causando ao menos três mortes e alagamentos em diversos pontos da cidade -, o prefeito Marcelo Crivella (PRB) considera que o trabalho de prevenção realizado pela Defesa Civil do município “não foi efetivo” para evitar transtornos.

Em entrevista para a Globo News, ele declarou que não eram esperados volumes tão grandes de água na Zona Sul do município e afirmou que a ciclovia Tim Maia é “segura”, apesar de já ter desabado em dias de tempestade ao menos quatro vezes. Apenas na primeira delas, em abril de 2016 (pouco depois da inauguração), foram registradas mortes.

“Não considero que foi efetivo (o trabalho de prevenção)”, afirmou Crivella. “A gente imaginava que teria chuva forte, mas não fomos capazes de imaginar que ela cairia com tanta força na Zona Sul. Se nós tivéssemos tido essa certeza, talvez tivéssemos uma eficiência melhor”, complementou.

O prefeito comentou ainda sobre a situação da ciclovia Tim Maia, após o desabamento de um trecho do pavimento na avenida Niemeyer. É pelo menos a quarta vez que a ciclovia, inaugurada em 2016, tem quedas na estrutura por conta de chuvas.

“(A ciclovia Tim Maia) é segura sim, desde que a gente não tenha desabamento. Por isso a gente passou a passou a trabalhar em toda a (avenida) Niemeyer, e, claro, sempre que há chuva forte a gente fecha. Não só a Niemeyer, como fecha também a ciclovia”, comentou Crivella.

No fim da noite desta segunda-feira, o Corpo de Bombeiros confirmou a primeira morte em alagamentos: um homem – que foi identificado como Guilherme Fontes, de 30 anos, um motoqueiro – foi encontrado embaixo de um veículo no bairro da Gávea e afogamento é apontado como causa provável para o óbito. Ele teria caído de sua motocicleta e sido arrastado pela correnteza.

De acordo com a Globo News, duas mulheres, que são irmãs, morreram em um desabamento no morro da Babilônia, no Leme. No mesmo incidente, outra pessoa (tia delas) foi resgatada com ferimentos e um homem é considerado desaparecido.

“A gente gostaria de pedir às pessoas que não saíssem de casa. Tocamos 34 sirenes em 21 comunidades (o número depois foi atualizado para 39 sirenes). Teve 90 milímetros em uma hora, isso causou um caos”, alertou o prefeito Marcelo Crivella.

Na madrugada desta terça-feira, a Rede Municipal de Ensino declarou suspensas as aulas em escolas durante o dia. A chuva perdeu força após o ápice na noite, mas diversas pessoas seguem isoladas em meio a alagamentos em diferentes pontos da cidade.

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Nathalia, primogênita de Fabrício Queiroz, retoma rotina nas redes sociais

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Sugada pelo escândalo que envolveu ainda a irmã e a madrasta — todas as três com a quebra de sigilo bancário requisitada —, ela submergiu por uns tempos

SEGUE O BARCO –  Nathalia no Rio: reaparição nas redes e na praia (Marcos Tristão/.)

Em 8 de janeiro deste ano, Nathalia Queiroz foi chamada ao Ministério Público do Rio de Janeiro para prestar esclarecimentos sobre o caso no qual o pai, Fabrício Queiroz, aparece como executor do esquema que movimentou ilegalmente vultosas verbas do gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro. Ela não compareceu. Sua ausência foi justificada pelo advogado: Nathalia estaria cuidando do pai em São Paulo, onde ele, que também não atendeu à convocação do MP, se tratava de um câncer. Sugada pelo escândalo que envolveu ainda a irmã e a madrasta — todas as três com a quebra de sigilo bancário requisitada —, a primogênita de Queiroz, que submergira por uns tempos, ressurgiu nas redes sociais e nas areias da Barra da Tijuca, na Zona Oeste carioca, onde voltou à ativa como personal trainer.

Nat, como se apresenta nas redes, já teve no portfólio globais como Bruna Marquezine e Bruno Gagliasso; hoje não mais. Depois de seis meses sem dar o ar da graça na internet, retornou despejando reflexões em posts como o de 17 de abril, data de seu aniversário de 30 anos. “Me transformei em uma mulher cheia de atitudes, que encara a vida de peito aberto, sem medo de nada nem de ninguém”, escreveu. No último registro, em 9 de junho, pedia “paz” e “notícias boas”. Ela se declara solteira nos perfis. Está separada há três anos do dono da academia onde iniciou a carreira, como recepcionista. “Soube do envolvimento dela e da família no escândalo pela imprensa”, limitou-se a dizer o ex-marido Amauri Marcello, 60 anos.

 Nathalia não esclareceu como conciliava as funções atléticas com o trabalho nos gabinetes de Flávio, de 2007 a 2016, e de Jair Bolsonaro, onde oficialmente foi secretária parlamentar até outubro de 2018. Pediu à reportagem que procurasse seu advogado, Paulo Klein, que informou: “Ela já foi ao MP”. Em ambos os empregos, Nat não tinha crachá e, sob as asas de Flávio, repassava ao esquema liderado pelo pai até 99% do salário. Não me sinto à vontade para falar disso. Essa história já prejudicou muito a minha vida”, disse. E desapareceu a toda em uma moto de 50 cilindradas.

 

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Onyx diz ter ‘certeza’ que STF julgará procedentes decretos de armas

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Ministro participou de uma audiência na CCJ da Câmara para explicar propostas do governo sobre o tema

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta terça-feira, 18, “ter certeza” de que o Supremo Tribunal Federal irá julgar procedentes os decretos editados presidente Jair Bolsonaro para facilitar a aquisição, registro, posse, porte e comercialização de armas de fogo.

“Tenho certeza que o Supremo vai reconhecer a legitimidade do presidente de regulamentar, que na regulamentação não há nenhum ato inconstitucional e vai ser validado pelo STF um ato do Poder Executivo”, disse. Onyx participou, nesta terça-feira, de uma audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara em que foi convocado para explicar os decretos sobre as armas.

Na semana que vem, o STF irá julgar cinco ações que questionam as alterações promovidas por Bolsonaro nas regras para se ter e portar armas. As ações foram movidas pelo PSB, Psol e pela Rede Sustentabilidade. O Psol acusa o decreto de usurpar competências que seriam do Congresso Nacional e alega que a flexibilização nas regras coloca em risco iminente a vida dos brasileiros e de quem vive, trabalha ou passeia no país.

Para a Rede, o decreto é um verdadeiro “libera geral”, “põe em risco a segurança de toda a sociedade e a vida das pessoas” e vai favorecer “poucos abastados que podem pagar para se armar até os dentes”.

Onyx afirmou ainda que o governo respeitou a Constituição ao editar os decretos e que está disposto a discuti-los em qualquer fórum.

(Com Estadão Conteúdo)

 

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Líder do PSL joga toalha e contabiliza derrota das armas na Câmara

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Derrota acachapante

Diante da acachapante derrota ontem no plenário do Senado, o governo já conta com novo revés do decreto das armas na Câmara.

“Perdeu o povo brasileiro aqui e vai perder lá também” – disse o líder Major Olímpio.

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