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Corpo de Bombeiros controla incêndio e inicia rescaldo no Park Way

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No início da noite desta quarta, a corporação fez trabalho de rescaldo, para evitar que o fogo recomeçasse

A área afetada será divulgada na quinta-feira (5/9), após contagem do Corpo de Bombeiros
(foto: Thiago Cotrim/CB/ DA Press)

O Corpo de Bombeiros controlou o incêndio no Park Way, próximo ao aeroporto de Brasília, no fim da tarde desta quarta-feira (4/9). Pela manhã, as chamas se alastraram por uma área florestal na quadra 14. No início da noite, iniciou-se o trabalho de rescaldo para evitar todos os riscos de reignição.
A área afetada será divulgada nesta quinta-feira (5/9), após contagem dos bombeiros. Na região, o fogo chegou a atingir um condomínio, no entanto, o Corpo de Bombeiros conseguiu contê-lo antes que chegasse a uma das casas.  Ao todo, a corporação atuou com 95 militares.
De acordo com o capitão do Corpo de Bombeiros, Souza Mendes, o total de áreas queimadas de 1° de janeiro a 3 de setembro deste ano no DF foi superior a 7,2 mil hectares, o que equivale a 72 milhões de metros quadrados. Só nos três primeiros dias de setembro, foram 556 hectares queimados. Ao todo, os bombeiros receberam 6.169 chamados.
Seca
O Distrito Federal bateu recorde histórico de dia mais seco

. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a umidade relativa do ar chegou a 8% no momento mais seco desta quarta-feira (4/9). A temperatura máxima chegou a 34,2ºC. A capital já está há 93 dias sem chuva. Para quinta-feira (5/9), a previsão é de mais calor. Caso a umidade fique, mais um dia, abaixo de 12%, a Defesa Civil anunciará estado de emergência.

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PF faz operação contra homem suspeito de instigar criança a ‘se exibir de forma pornográfica’ no DF

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Agentes cumpriram um mandado de busca e apreensão na casa do investigado nesta quinta-feira (30). Segundo corporação, suspeita é que ele tenha feito várias vítimas.

Tela de celular (imagem de aquivo) — Foto: Getty Images/BBc

A Polícia Federal deflagrou uma operação de repressão a crimes de pornografia infantil pelo celular, na manhã desta quinta-feira (30), no Distrito Federal. Os policiais cumpriram um mandado de busca e apreensão na residência de um investigado.

Segundo a corporação, ele teria instigado uma criança de 8 anos de idade, por meio de um aplicativo de celular, a “se exibir de forma pornográfica”. A PF afirma que ele pedia para que a vítima dançasse “funk de saia” e se filmasse na piscina, além de expor o próprio órgão genital.

Os investigadores chegaram ao homem após denúncia do irmão da vítima, que registrou prints dos diálogos dele com a criança. De acordo com a apuração, o suspeito também agiu de forma semelhante com outros menores.

Ele é investigado por instigar criança com o fim de com ela praticar ato libidinoso, e armazenamento de imagens contendo pornografia infanto-juvenil.

Os crimes estão previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e, se condenado, a pena pode chegar a sete anos de reclusão e multa. A operação recebeu o nome de “Like”, em referência ao nome do aplicativo utilizado para cometer os crimes.

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‘Luz na Infância’: operação contra pornografia infantil cumpre 163 mandados em 13 estados e seis países

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Nona fase da ação é realizada pelas polícias civis estaduais, nesta quinta-feira (30), sob coordenação do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Policiais participam da nona fase da operação “Luz na Infância”, no Alagoas — Foto: Polícia Civil

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) deflagrou, nesta quinta-feira (30), a nona fase da operação “Luz na Infância”, de combate à pornografia infantil. Segundo a pasta, o objetivo é identificar autores de crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes praticados na internet.

Ao todo, são 163 mandados de busca e apreensão. Eles estão sendo cumpridos pelas polícias civis estaduais, sob coordenação do ministério, nos seguintes estados:

  • Alagoas
  • Bahia
  • Espírito Santo
  • Goiás
  • Maranhão
  • Mato Grosso do Sul
  • Mato Grosso
  • Pará
  • Paraíba
  • Paraná
  • Rio Grande do Norte
  • Rio Grande do Sul
  • São Paulo

Além disso, também estão sendo realizadas buscas em outros seis países. São eles:

  • Estados Unidos
  • Equador
  • Costa Rica
  • Paraguai
  • Panamá
  • Argentina

 

Na Bahia, um homem foi preso em flagrante durante o cumprimento do mandado de busca, após ser pego com imagens de pornografia infantil. Em Maceió (AL), também houve uma prisão em flagrante.

Já no Espírito Santo, a operação se concentrou em três municípios. Mais informações sobre a ação devem ser divulgadas em entrevista coletiva, às 11h.

Veja os balanços das fases anteriores da Operação Luz na Infância

  • Luz na Infância 1: Realizada em 20 de outubro de 2017, cumpriu 157 mandados de busca e apreensão. Foram presas 108 pessoas.
  • Luz na Infância 2: Realizada em 17 de maio de 2018, cumpriu 579 mandados de busca e apreensão. Foram presas 251 pessoas.
  • Luz na Infância 3: Realizada em 22 de novembro de 2018, cumpriu 110 mandados de busca e apreensão no Brasil e na Argentina. Foram presas 46 pessoas pela Polícia Civil.
  • Luz na Infância 4: Realizada em 28 de março de 2019, cumpriu 266 mandados de busca e apreensão. Foram presas 141 pessoas.
  • Luz na Infância 5: Realizada em 04 de setembro de 2019, cumpriu 105 mandados de busca e apreensão. Foram presas 51 pessoas. Além do Brasil, a operação foi realizada nos Estados Unidos, Equador, El Salvador, Panamá, Paraguai e Chile.
  • Luz na Infância 6: Realizada em 18 de fevereiro de 2020, cumpriu 112 mandados de busca e apreensão e prendeu em flagrante 43 pessoas no Brasil e quatro no exterior.
  • Luz na Infância 7: Realizada em 6 de novembro de 2020, cumpriu 189 mandados de busca e apreensão e prendeu em flagrante 74 pessoas no Brasil e 35 no exterior.
  • Luz na Infância 8: Realizada em 9 de junho de 2021, cumpriu 189 mandados de busca e apreensão e prendeu 73 pessoas em flagrante.

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Policial e bombeiro que morreram após naufrágio de canoa no Lago Serra da Mesa são sepultados nesta quarta-feira, no DF

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Acidente aconteceu no município de Campinaçu (GO), na noite da última sexta-feira (24). Natair de Melo e Francisco Roque serão velados e homenageados pela Polícia Civil e pelo Corpo de Bombeiros.

O policial civil Natair Melo e o bombeiro aposentado Francisco Roque de Araújo estão desaparecidos após naufrágio no Lago Serra da Mesa Goiás — Foto: Reprodução/Redes sociais

Os corpos do policial civil Natair de Melo e do bombeiro Francisco Roque, que morreram após o naufrágio de uma canoa, serão sepultados nesta quarta-feira (29), no Distrito Federal. O acidente aconteceu no Lago Serra da Mesa, em Campinaçu (GO), na noite da última sexta-feira (24).

Natair de Melo, de 54 anos, será velado e homenageado no Complexo da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), e sepultado no cemitério de Taguatinga. Francisco Roque Araújo, de 53 anos, será velado e homenageado 1º Grupamento de Bombeiro Militar do DF, e sepultado no cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul.

A embarcação levava quatro amigos, todos de Brasília. Os outros dois ocupantes, também um bombeiro e um policial civil, nadaram até a margem e conseguiram se salvar. As buscas pelos outros dois levaram quatro dias e foram concluídas na segunda-feira (27), quando os corpos foram encontrados.

De acordo com o Corpo de Bombeiros de Goiás, o grupo pescava no lago, quando água entrou na embarcação e causou o naufrágio. Segundo a corporação, o grupo estava acostumado a pescar no local. No entanto, no momento do acidente, ventava muito.

A Marinha disse no sábado (25) que vai investigar o acidente. De acordo com a nota enviada pela corporação, “um inquérito administrativo será instaurado para apurar as causas, circunstâncias e responsabilidades do incidente”.

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Polícia prende funcionários suspeitos de furtar R$ 1 milhão em joias de família no Lago Sul, no DF

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Doméstica e jardineiro foram demitidos após donos da casa perceberem crimes; objetos foram revendidos em comércio no Conic. Após demissão, casal fugiu para Minas Gerais, onde foi detido.

Fachada da 10ª DP, no Lago Sul — Foto: Marília Marques/G1

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu, nesta quarta-feira (29), um casal suspeito de furtar cerca de R$ 1 milhão em joias e dinheiro de uma família do Lago Sul, no Distrito Federal. Segundo a corporação, os objetos roubados eram revendidos em comércio no Conic (veja detalhes abaixo).

As investigações da 10ª Delegacia de Polícia, no Lago Sul, que começaram em abril. A corporação afirma que a mulher trabalhava como doméstica e o homem, era jardineiro na casa das vítimas. Segundo a polícia, eles realizavam os furtos em períodos espaçados, para não levantar suspeitas da família.

Eles trabalhavam na casa desde fevereiro deste ano e foram demitidos quando os donos da casa perceberam o desaparecimento dos objetos. Após a demissão, a dupla fugiu para Esmeralda, em Minas Gerais, onde foram presos.

Receptação

 

Prédios do Conic, em imagem de arquivo (2015) — Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

Prédios do Conic, em imagem de arquivo (2015) — Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

A Polícia Civil afirma que as joias roubadas na residência eram vendidas para um comércio de ouro localizado no Conic. Os agentes cumpriram mandados de busca e apreensão na loja e na casa do proprietário.

Aos policiais, o comerciante confessou a compra sem saber da procedência dos objetos. Ele relatou ainda que derreteu e vendeu o ouro das joias roubadas. O homem é investigado pelo crime de receptação e, se condenado, pode pegar de três a oito anos de prisão, além de pagamento de multa.

Já o casal preso responderá pelo crime de furto qualificado pelo abuso de confiança, que tem pena de reclusão de dois a oito anos e multa.

A Polícia Civil do Distrito Federal alerta que é preciso cautela na hora de comprar artigos valiosos sem procedência conhecida. A aquisição desses objetos é passível de punição penal.

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Caso Henry: Monique Medeiros está novamente presa

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Mãe do menino deve ir para o Batalhão Especial Prisional, em Niterói


Tânia Rego/Agência Brasil

A professora Monique Medeiros da Costa e Silva, acusada da morte do filho Henry Borel juntamente com o ex-vereador Jairo Souza dos Santos Júnior, o Dr. Jairinho, está presa na 16ª DP, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, de onde será levada ainda hoje para o Instituto Médico Legal (IML) para exames de entrada no sistema prisional do Rio. O ex-vereador era companheiro de Monique à época da morte do menino, em 8 de março de 2021.

Do IML, Monique será encaminhada para o Instituto Penal Oscar Stevenson, em Benfica, na zona norte, onde deve passar por audiência de custódia. Em seguida, vai ser transferida para o Batalhão Especial Prisional (BEP) em Niterói, na região metropolitana do Rio, onde deve permanecer, por decisão da Justiça, até que sejam apuradas as supostas ameaças que alegou ter recebido no presídio onde estava antes de ser autorizada a prisão domiciliar.

O retorno de Monique ao sistema prisional foi uma decisão da 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), que acatou pedido do Ministério Público do Estado contestando a decisão da 2ª Vara Criminal do Rio, no dia 5 de abril, que autorizou a transferência da professora para prisão domiciliar, em endereço não conhecido, por causa das supostas ameaças.

No despacho de retorno ao presídio, o desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto, relator do processo, disse que por estar em local sigiloso a fiscalização pelo Ministério Público fica prejudicada, como também a segurança da integridade de Monique pelo Estado.

“Assim, em sentido diametralmente oposto ao que a magistrada expôs na decisão, o contexto dos autos não apresenta a garantia necessária e suficiente para a supressão da medida restritiva máxima, não sendo minimamente recomendável, por insuficiente e ineficaz à espécie, a manutença da imposição da medida cautelar com monitoramento eletrônico”, observou o desembargador.

Para o magistrado, a decisão de primeira instância concedeu liberdade sem determinação de alvará de soltura e sem comprovação das ameaças alegadas pela defesa de Monique para a concessão da medida. Joaquim Domingos de Almeida Neto destacou que a ré responde por homicídio praticado com tortura, havendo, no caso, violência extremada, sendo um crime hediondo.

“Considerando que estranhamente não foi expedido alvará de soltura, e sim ‘ordem de liberação’ para endereço sigiloso, determina-se a imediata expedição de ofício para que a magistrada de piso providencie a captura incontinente da recorrida e sua recondução à enxovia”, concluiu no texto.

O desembargador apontou a existência de uma “quimera jurídica” no caso, por não poder se confundir prisão domiciliar com monitoramento eletrônica, em situação tida como híbrida.

“Importante ressaltar que a decisão que decretou a prisão preventiva da recorrida e do corréu está pautada em argumentação legal, com fundamentos concretos e coerentes e com absoluta pertinência aos motivos que justificam a manutenção da prisão preventiva esgastular, não se afigurando suficiente e adequado a adoção de qualquer das medidas substitutivas, mais brandas”, afirmou.

A defesa disse à Agência Brasil que recebeu a decisão do tribunal “de forma serena e respeitosa, mas que discorda de forma veemente”. Acrescentou ainda que “os recursos e habeas corpus cabíveis já estão sendo preparados”. A defesa destacou também que Monique já cumpriu a determinação da justiça. “Por fim, ressalta que Monique deu integral cumprimento à decisão exarada pelo juízo”, completou.

 

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Homem tenta esconder 40 pedras de crack na boca, mas acaba preso

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O suspeito foi abordado pela Polícia Militar de Uberaba, após denúncia anônima, em avenida do bairro Serra Dourada

(crédito: PMMG/Divulgação)

A Polícia Militar (PM) prendeu na noite de desse domingo (26/6) um homem de 30 anos com 40 pedras de crack dentro da boca. A prisão, feita após denúncia anônima, aconteceu na avenida Alfredo Freire, bairro Serra Dourada, em Uberaba, no Triângulo Mineiro.

Além da droga que tentou esconder na boca, o suspeito, conforme o registro policial, estava com mais seis pedras de crack em uma das mãos e R$ 2 no bolso.

Ainda de acordo com a PM, depois de ser detido, o suspeito disse que venderia as pedras de crack a pedido de um traficante, a quem ele teria acabado de passar o valor de R$ 100 e recebido a droga, que acabou apreendida.

O suspeito preso e o material apreendido foram encaminhados para a Delegacia de Plantão da Polícia Civil (PC) de Uberaba para as demais providências.

 

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