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Com protesto, motoristas de aplicativos pedem mais segurança na atividade

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Parte dos condutores do DF faz um protesto contra a violência na manhã desta segunda-feira (10/2)

Manifestantes vão entregar uma carta de reivindicações ao governador
(foto: Ana Rayssa/CB/D.A Press)

A onda de assaltos e mortes contra motoristas de aplicativos no Distrito Federal motivou mais um protesto da categoria na manhã desta segunda-feira (10/2). Desde às 7h, condutores fazem uma manifestação por mais segurança na atividade. A concentração do protesto começou no estacionamento do Estádio Nacional Mané Garrincha, e deve ganhar as ruas ao longo desta manhã.

As centenas de motoristas citam falhas nos aplicativos de transporte. Segundo os condutores, os atuais sistemas têm brechas que permitem a ação de criminosos em furtos e roubos de veículos. O coordenador da ação, Manoel Scooby, defende que os motoristas precisam de um sistema mais eficaz, que proporcione uma melhor sensação de segurança aos condutores. “A insegurança na cidade existe para todos, e entendemos isso. Mas não aceitamos que as situações de insegurança aconteçam por chamadas que venham do aplicativo”, afirmou.

Desde o início da manhã, os motoristas fazem pronunciamentos e contam histórias de insegurança. Após a reunião, os condutores sairão em direção ao Congresso e voltarão até o Palácio do Buriti. No local, o grupo vai entregar uma carta de reivindicações ao governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. O mesmo documento será entregue à duas grandes empresas de transporte por aplicativo.

Violência contra motoristas

Só neste domingo (9/2), dois motoristas de transporte por aplicativo do Distrito Federal foram encontrados mortos, Ângelo Sebastião Ávila, 71 anos, e Tulio César, 27. Nos dois primeiros meses de 2020, quatro motoristas por aplicativos foram assassinados no DF.

Protesto reúne centenas de motoristas
(foto: Ana Rayssa/CB/D.A Press)

 

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Ladrões furtam moto aquática em casa no DF e pedem R$ 6 mil por resgate

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Vítima se recusou a pagar quantia por jet ski e registrou ocorrência na delegacia. Polícia procura por suspeitos.

Ladrões roubam moto aquática em casa no DF e pedem R$ 6 mil por resgate — Foto: Arquivo pessoal

Ladrões invadiram uma casa no Distrito Federal e furtaram equipamentos eletrônicos e uma moto aquática que estava estacionada na garagem (veja foto acima). O roubo foi nesta quinta-feira (27), no Sol Nascente. Ninguém foi preso.

Segundo a Polícia Civil, o dono do veículo registrou uma ocorrência na delegacia depois que os suspeitos entraram em contato com ele e exigiram R$ 6 mil pelo resgate do jet ski. A vítima se recusou a pagar.

O morador contou aos policiais que os criminosos arrombaram a porta da casa, por volta das 9h, e reviraram todos os cômodos.

Segundo testemunhas, três homens fugiram em um carro vermelho levando, além do jet ski, duas televisões, videogames, capacetes e uma bicicleta.

Quarto ficou revirado após furto de aparelhos e jet ski em casa no DF — Foto: Arquivo pessoal

Quarto ficou revirado após furto de aparelhos e jet ski em casa no DF — Foto: Arquivo pessoal

No local havia câmeras de segurança, mas nem os equipamentos permaneceram no lugar. Segundo a ocorrência, os aparelhos de vigilância foram arrancados junto com o computador onde ficavam armazenadas as filmagens.

O caso é investigado pela 23ª Delegacia de Polícia (Ceilândia) como furto em residência e furto de veículo.

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Sobe para seis o número de casos suspeitos do novo coronavírus no DF

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De acordo com a Secretaria de Saúde, duas novas suspeitas foram registradas nesta sexta-feira, mas uma delas já foi descartada

Dobra a procura por álcool em gel e máscaras em farmácias .

Outros dois casos suspeitos de coronavírus foram notificados pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SESDF), nesta sexta-feira (28/2). De acordo com a pasta, no final da tarde um deles foi descartado por não atender a definição do caso. Com isso, a capital têm, até o momento, seis pessoas sendo monitoradas sob a suspeita de infecção pelo vírus. Um caso também é investigado em Formosa (GO).

De acordo com a secretaria, a notificação do novo quadro já foi encaminhada ao Ministério da Saúde. Tanto o DF quanto o Entorno ainda não possuem casos comprovados da doença.
Três dos seis casos suspeitos no DF estiveram na Itália nos últimos dias. Um está em observação domiciliar, um internado em unidade da rede privada e outro no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), local considerado referência para esse tipo de atendimento. Uma ala do sétimo andar foi preparada para receber casos suspeitos.
Mesmo os possíveis casos dos hospitais particulares são acompanhados pela pasta do Governo do Distrito Federal (GDF), que envia informações para o Ministério da Saúde. A intenção da SESDF é realizar boletins diários sobre a doença para informar a população.

O próximo balanço do ministério sobre o avanço da doença só deve ser divulgado na segunda-feira (2/3). Segundo o órgão, os dados serão compilados para que a informação divulgada seja mais confiável.

Ministério da Saúde

Nos dados apresentados pelo Ministério da Saúde, um pouco mais cedo, nesta sexta-feira, o Distrito Federal continua com cinco casos suspeitos de novo coronavírus, pois não houve tempo ainda de o governo federal atualizar seus dados.
O próximo balanço do ministério sobre o avanço da doença só deve ser divulgado na segunda-feira (2/3). Segundo o órgão, os dados serão compilados para que a informação divulgada seja mais confiável.
“As secretarias estaduais de saúde ficarão responsáveis pelas análises dos próprios casos. Precisamos de um tempo para consolidar, validar, checar e garantir que a informação está precisa, completa e objetiva”, explicou o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira. Com isso, pode ser esperado um grande aumento nos números, especialmente dos casos considerados suspeitos.

Em todo o país, são 182 casos em investigação, sendo que 71 suspeitas já foram descartadas. O único paciente confirmado com infecção pelo Covid-19 no país é o paciente diagnosticado na última terça-feira. Trata-se de um morador de São Paulo de 61 anos que chegou recentemente de uma viagem à Itália.
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Após morte de ex-diretor, CEF 410 Norte inicia aulas com pais apreensivos

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Laudo da Polícia Civil indica que o professor Odailton Charles de Albuquerque Silva, 50 anos, possa ter sido envenenado na escola

Preocupados, dezenas de pais acompanharam os filhos no volta às aulas e permaneceram em frente à unidade até ter um pronunciamento
(foto: Walder Galvao/CB/D.A Press)

Centenas de alunos do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 410 da Asa Norte voltaram às aulas na manhã desta segunda-feira (10/2). O ex-diretor da unidade de ensino Odailton Charles de Albuquerque Silva, 50 anos, morreu após ter sido envenenado. A Polícia Civil investiga se o crime aconteceu dentro da escola e se foi cometido por um colega de trabalho da vítima.

O clima na unidade de ensino é de apreensão. Preocupados, dezenas de pais acompanharam os filhos no volta às aulas e permaneceram em frente à unidade até ter um pronunciamento. Às aulas estavam marcadas para começar às 7h30 e às 7h45 um funcionário da escola anunciou que os responsáveis poderiam entrar junto com os filhos.

Por volta das 8h, os pais começaram a deixar a unidade e as aulas tiveram início. Um dos pais, que preferiu não identificar, reclamou que faltam informações. “Não sabemos se a escola passou por alguma vistoria. Até agora, não tivemos nenhuma reunião para tratar do assunto. A verdadeira preocupação precisa ser com as crianças”, afirmou.

 

 

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