Na segunda-feira após as eleições presidenciais brasileiras, a China declarou seu respeito pela decisão do povo brasileiro diante das alegações de fraude feitas por Donald Trump sem apresentar provas.
Em entrevista, o porta-voz da chancelaria chinesa, Guo Jiakun, afirmou que a China valoriza a escolha independente dos brasileiros, reforçando sua posição iniciada alguns dias antes, em resposta a pedidos para anular os resultados eleitorais.
Trump, por sua vez, expressou desconfiança na eleição que reelegeu Luiz Inácio Lula da Silva, afirmando que o processo pareceu injusto e fraudulento, apesar de não ter se posicionado oficialmente a favor de nenhum candidato.
O ex-presidente dos EUA criticou especialmente a decisão de prorrogar o horário de votação durante o segundo turno, mencionando ainda sua boa relação com Lula, mas questionando a extensão do tempo para votação.
O governo americano adiou a publicação de uma nota parabenizando o Brasil, especialmente após pedidos para anulação dos resultados vindos de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, como seu filho Flávio Bolsonaro, que deixou o país em meio às tensões políticas.
Flávio Bolsonaro viajou para países como Argentina e Estados Unidos usando diferentes passaportes, enquanto o governo americano confirmou seus esforços para facilitar a entrada da família nos EUA.
Esses acontecimentos marcam um momento delicado nas relações internacionais do Brasil, com diferentes posições e reações sobre a legitimidade do processo eleitoral e suas consequências.

