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Chances de Trump ganhar a eleição diminuem, diz “gênio da estatística”

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As chances de Trump nesta eleição americana são ainda menores do que eram contra Hillary Clinton em 2016, segundo o FiveThirtyEight

Comício de Trump nesta semana, no Michigan, onde venceu por pouco em 2016: a chance do presidente está em alguns estados decisivos (Shannon Stapleton/Reuters)

Em um mês, as chances do presidente americano, Donald Trump, de vencer a eleição diminuíram bruscamente. Ao menos, é o que mostra o modelo estatístico do site americano FiveThirtyEight, do estatístico Nate Silver.

As chances de reeleição do presidente caíram para 10%, segundo a projeção do FiveThirtyEight. Em agosto, quando Silver lançou seu modelo de projeção para as eleições deste ano, Trump tinha 30% de chance.

A eleição americana acontece em 3 de novembro, na próxima terça-feira, e um terço dos eleitores já votou com antecedência.

Foram esses mesmos 30% que Trump tinha na projeção do site em 2016, às vésperas da eleição na qual derrotou Hillary Clinton. Naquele momento, por incrível que pareça, a projeção do FiveThirtyEight era das mais pessimistas: houve quem desse 99% de chance de vitória de Clinton.

Silver ficou famoso em 2008 ao acertar as previsões para 49 dos 50 estados americanos nas eleições presidenciais. Em 2016, seu trabalho e o de todos os estatísticos foi colocado em xeque.

Como se sabe, a eleição terminou com vitória de Trump no colégio eleitoral, isto é, o presidente conseguiu vencer em quase todos os estados decisivos — os que importam no modelo eleitoral americano. Hillary Clinton até ganhou no total nacional de votos (48% a 46%), mas não nesses estados importantes.

Agora, com 10% de chance, Trump chega a seu menor patamar no FiveThirtyEight nesta eleição e também incluindo a de 2016. Na ocasião, Silver apontou em artigo que as chances de Trump poderiam aumentar caso a pandemia fosse amenizada até novembro, os empregos voltassem ou uma vacina fosse confirmada. Nenhuma dessas coisas aconteceu, o próprio presidente pegou covid-19 no meio do caminho e uma segunda onda da pandemia ameaça os EUA, com recorde de novos casos ontem.

Mas, como 2016 mostrou, mesmo uma porcentagem pequena de chances ainda é alguma coisa. Desta vez, os estatísticos afirmam também que reformularam algumas pesquisas para minimizar os erros vistos em 2016.

Pela média das pesquisas hoje, Biden venceria com sete pontos de vantagem nacionalmente, e aparece vencendo também nos estados decisivos, embora com margem mais apertada do que nacionalmente.

Por outro lado, o modelo eleitoral americano favorece Trump porque os estados decisivos podem ser mais “de direita” do que a média nacional. Assim, como mostrou uma análise exclusiva da EXAME, um presidenciável americano poderia ser eleito, no limite, com só 23% dos votos válidos. No modelo brasileiro, por exemplo, precisaria da maioria, isto é, 50% mais um voto.

É por isso que a chance de vitória de Trump está em alguns estados, e não no país inteiro. Se o presidente conseguir se reeleger, há uma chance grande de que o faça novamente ganhando de forma apertada em alguns estados e sem ganhar no voto popular nacionalmente, o mesmo que aconteceu em 2016.

No modelo estatístico do FiveThirtyEight, as chances de Trump ter maioria no voto popular são só de 3%. As de Biden são de 97%. Ou seja, Trump tem mais chance de ganhar a eleição (10%) do que tem de ganhar o voto popular (3%).

Um dos estados que o FiveThirtyEight aposta que pode decidir a eleição é a Pensilvânia. Por lá, Biden lidera nas pesquisas com cinco pontos de vantagem. Mas, se ocorrer um erro nos patamares de 2016, Trump pode vencer — obrigando Biden a vencer em outros estados onde tem hoje menos chance.Pelas projeções estatísticas, os democratas têm ainda grandes chances de seguir com maioria na Câmara e mais chances que os republicanos de ganhar o Senado, o que seria crucial para um governo Biden.

Pelo modelo eleitoral americano, não valem só os votos gerais do país; a depender do tamanho da população, cada estado tem uma quantidade de votos dentre os 538 do chamado colégio eleitoral. Em todos os estados (com exceção de dois), o vencedor fica com todos os votos do colégio eleitoral, não importa o quão apertada tenha sido a eleição.

Em 2016, por exemplo, Trump também levou o Michigan, um dos estados historicamente em disputa nas eleições. O presidente venceu por só 11.000 votos de diferença, mas foi o suficiente para lhe garantir os 16 votos do estado no colégio eleitoral. Antes de 2016, a última vez que um republicano tinha ganhado no Michigan havia sido com George H. W. Bush (o “Bush pai”), em 1988.

Isso faz com que alguns estados sejam mais importantes que outros na campanha eleitoral. São os chamados swing states, que podem ser ou republicanos ou democratas. Já estados que sempre votam no mesmo partido, como a Califórnia e Nova York (nos democratas), ou Idaho ou Tennessee (nos republicanos), já estão praticamente “garantidos” e não desempatam a eleição.

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Os swing states também podem mudar de eleição para eleição. Neste ano, uma das maiores surpresas é o Arizona, de pouco mais de 7 milhões de habitantes e onde um democrata não ganha desde Bill Clinton em 1996. Biden tem dois pontos de vantagem no Arizona nas pesquisas. O Texas também está com disputa mais apertada que o normal, e Trump tem somente um ponto de vantagem até esta sexta-feira, 30.

Neste ano, a missão de Biden é justamente ganhar nesses notáveis estados. A Flórida é o mais importante deles, porque tem mais votos no colégio eleitoral, mas cada swing state pode significar a diferença entre a vitória ou a derrota.

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A limpeza de 500 mil dólares na Casa Branca antes da posse de Biden

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Prédio da Casa Branca, em Washington (Giuseppe Amoruso/EyeEm/Getty Images)

O governo dos Estados Unidos gastará quase US$ 500.000 em uma limpeza profunda da Casa Branca antes que o presidente eleito Joe Biden tome posse no dia 20 de janeiro, segundo informações da CNN.

O edifício foi centro de três surtos de covid-19 desde o início da pandemia. Segundo a historiadora Kate Brower Andersen, sempre houve uma limpeza profunda entre as administrações, mas nunca nessa proporção. Os contratos para serviços de limpeza incluem US$ 127.249,00 em “Limpeza inaugural”, US$ 44.038,00 para a limpeza de carpetes e US$ 29.523,00 em limpeza de cortinas.

A limpeza entre os presidentes é realizada geralmente pela pópria equipe da Casa Branca no intervalo de seis horas, quando os presidentes participam da cerimônia de posse. Além da limpeza do edifício, os 100 funcionários da Casa Branca realizam também pequenos trabalhos de manutenção.

A Casa Branca possui 132 salas distribuídas em seis andares. Isso inclui 35 banheiros, 412 portas e 28 lareiras. O contrato de US$ 127.249,00 foi concedido à empresa Didlake, com sede na Virgínia, que ajuda pessoas com deficiência a encontrar emprego, segundo informações da CNN.

A papelada também incluiu um contrato de US$ 115.000 para substituir e instalar novos carpetes em várias salas. O governo também fechou um contrato de US$ 37.975,00 para remoção de lixo e reciclagem e $ 53.000 para pintura e revestimentos de parede, além de US$ 50.000,00 em horas extras.’

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Governo da Holanda renuncia após escândalo com subsídios fiscais

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Inquérito parlamentar descobriu que funcionários do serviço de impostos acusaram erroneamente famílias de fraude em subsídios para creches

Mark Rutte: erros de autoridades fiscais levaram milhares de famílias à ruína financeira na Holanda (John Thys/Pool/Reuters)

O governo do primeiro-ministro Mark Rutte renunciou nesta sexta-feira, 15, após erros de autoridades fiscais que levaram milhares de famílias à ruína financeira na Holanda. Um inquérito parlamentar descobriu no mês passado que funcionários do serviço de impostos acusaram erroneamente famílias de fraude em subsídios para creches, causando uma “injustiça sem precedentes”.

“Erros foram cometidos em todos os níveis que geraram grande injustiça para milhares de famílias. Pessoas inocentes foram criminalizadas e suas vidas destruídas”, disse Rutte em entrevista coletiva.

Cerca de 10 mil famílias foram obrigadas a reembolsar dezenas de milhares de euros, em alguns casos levando ao desemprego, falências e divórcios. Muitas das famílias foram visadas com base em sua origem étnica ou dupla nacionalidade, disse a administração fiscal no ano passado.

Orlando Kadir, um advogado que representa cerca de 600 famílias em um processo contra políticos, disse que as pessoas foram visadas “como resultado de perfis étnicos por burocratas que escolheram seus nomes de aparência estrangeira”.

“Nunca é aceitável que alguém sinta que está sendo discriminado com base na nacionalidade, raça, gênero ou (orientação) sexual. É absolutamente inaceitável em um estado baseado na lei”, afirmou o primeiro-ministro, no poder desde 2010. “Trata-se de dezenas de milhares de pais que foram esmagados pelo Estado. Não pode haver dúvida, esta é uma mancha colossal. Todos concordamos: quando todo o sistema falha, apenas uma responsabilidade comum pode ser assumida”.

O gabinete permanece no cargo por enquanto para cuidar da crise do coronavírus. Rutte, que está no fim de seu terceiro mandato, se dirigiu ao palácio barroco Huis Ten Bosch, em Haia, para discutir sua renúncia. Uma eleição já foi marcada para 17 de março.

A crise política ocorre em meio ao mais difícil confinamento da pandemia de covid-19. Embora o apoio público às medidas tenha diminuído nas últimas semanas, o Partido Popular para a Liberdade e a Democracia (VVD), de Rutte, ainda está em alta nas pesquisas de opinião pública antes das eleições de março.

No poder desde 2010, o partido tenta um quarto mandato. As pesquisas indicam algo em torno de 30% dos votos, mais do que o dobro do segundo colocado PVV, do partido anti-islã de Geert Wilders.

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Mundo ultrapassa marca de 2 milhões de mortes por covid-19

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Até agora em 2021, a média de mortes é de mais de 11.900 por dia ou uma vida perdida a cada oito segundos

Covid: dada a rapidez com que o vírus está se espalhando devido a variantes mais infecciosas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que o pior pode estar por vir (Amanda Perobelli/Reuters)

O número de mortes por coronavírus no mundo ultrapassou 2 milhões nesta sexta-feira, segundo contagem da Reuters, enquanto os países buscam adquirir vacinas e detectar novas variantes da covid-19.

O mundo levou nove meses para registrar 1 milhão de mortes pelo novo coronavírus, mas apenas três meses para ir de 1 milhão para 2 milhões de mortes, o que demonstra uma taxa acelerada de óbitos.

Até agora em 2021, a média de mortes é de mais de 11.900 por dia ou uma vida perdida a cada oito segundos, de acordo com contagem da Reuters.

“Nosso mundo atingiu um marco de partir o coração”, disse o chefe da Organização das Nações Unidas, António Guterres, em um vídeo.

“Por trás desse número impressionante estão nomes e rostos: o sorriso agora é apenas uma lembrança, o assento para sempre vazio na mesa de jantar, a sala que ecoa o silêncio de um ente querido”, afirmou ele, pedindo mais coordenação global e financiamento para o esforço de vacinação.

Em 1º de abril, o número global de mortos pode chegar a 2,9 milhões, de acordo com uma previsão do Institute for Health Metrics and Evaluation.

Dada a rapidez com que o vírus está se espalhando devido a variantes mais infecciosas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que o pior pode estar por vir.

“Estamos entrando em um segundo ano disso. Pode ser ainda mais difícil devido à dinâmica de transmissão e algumas das questões que estamos vendo”, disse Mike Ryan, principal autoridade de emergências da OMS, durante um evento na quarta-feira.

Os Estados Unidos têm o maior número total de mortes, com mais de 386.000, seguido por Brasil, Índia, México e Reino Unido. Juntos, os cinco países são responsáveis por quase 50% de todas as mortes por Covid-19 no mundo, mas representam apenas 27% da população global.

A Europa, região mais afetada do mundo, registrou mais de 615.000 mortes até agora e é responsável por quase 31% de todas as mortes relacionadas à covid globalmente.

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Em Hong Kong, 11 pessoas são presas por ajudarem na fuga de ativistas

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A polícia chinesa confirmou que os detidos são suspeitos de terem contribuído, em agosto passado, na tentativa de fuga de 12 ativistas pró-democracia de Hong Kong

Entre as pessoas detidas estava Daniel Wong, advogado especializado na defesa dos direitos humanos (Philip FONG/AFP)

A polícia prendeu 11 pessoas em Hong Kong, nesta quinta-feira (14), suspeitas de terem ajudado um grupo de ativistas em sua tentativa de fugir de barco para Taiwan.

“Onze pessoas foram detidas pelo serviço encarregado da segurança nacional por ‘conspiração com o objetivo de ajudar criminosos’”, disse um oficial de polícia à AFP.

Este policial confirmou que os detidos são suspeitos de terem contribuído, em agosto passado, na tentativa de fuga de 12 ativistas pró-democracia de Hong Kong.

Ameaçados na ex-colônia britânica por seu envolvimento nas manifestações pró-democracia de 2019, estes 12 militantes foram detidos pela Guarda Costeira chinesa quando tentavam fugir para Taiwan.

As prisões de quinta-feira ocorreram oito dias após uma grande operação contra mais de 50 figuras da oposição de Hong Kong, detidas em nome da draconiana lei de segurança nacional imposta por Pequim no final de junho.

Entre as pessoas detidas nesta quinta-feira, estava Daniel Wong, advogado especializado há anos na defesa dos direitos humanos e conhecido por ser um fervoroso militante do movimento pró-democracia.

“A polícia encarregada da segurança nacional chegou à minha casa às 6h10 e, por enquanto, não sei para qual delegacia vão me levar”, escreveu Wong em sua conta no Facebook.

Este homem de 71 anos também é o criador de um restaurante em Taipei que emprega e ajuda cidadãos de Hong Kong que fugiram para Taiwan.

Willis Ho, um ex-líder estudantil, confirmou que sua mãe está entre os detidos.

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Biden apresentará plano para injetar US$1,5 tri na economia dos EUA

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O novo governo vai trabalhar com o Congresso em um rápido pacote de estímulo depois que Biden assumir o cargo em 20 de janeiro

Joe Biden: Biden fez campanha no ano passado com a promessa de enxergar a pandemia de forma mais séria que o presidente Donald Trump (Joe Raedle/Getty Images)

O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, vai apresentar uma proposta de pacote de estímulo nesta quinta-feria para impulsionar a economia durante a pandemia de coronavírus com um alívio econômico que pode superar 1,5 trilhão de dólares e ajudar as comunidades minoritárias.

Biden fez campanha no ano passado com a promessa de enxergar a pandemia de forma mais séria que o presidente Donald Trump, e o pacote busca colocar essa promessa em movimento com um influxo de recursos para a distribuição da vacina contra o coronavírus e a recuperação econômica.

O novo governo vai trabalhar com o Congresso em um rápido pacote de estímulo depois que Biden assumir o cargo em 20 de janeiro, embora o impeachment de Trump ameace dominar os parlamentares nas primeiras semanas.

O pacote de estímulo inclui compromisso com cheques de estímulo de 1.400 dólares, de acordo com fonte familiarizada com a proposta, e Biden deve fazer parceria com empresas privadas para aumentar o número de norte-americanos sendo vacinados.

Uma parcela significativa dos recursos financeiros adicionais será dedicada a comunidades minoritárias. “Acho que vocês verão uma ênfase real nessas comunidades carentes, onde ainda há muito trabalho duro a ser feito”, disse outra autoridade de transição.

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Pico de Covid no Japão adia abertura de parque da Nintendo

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Atração não será inaugurada em 4 de fevereiro segundo planejado e a abertura foi adiada indefinidamente

Fachada do Universal Studios Japan theme park em Osaka, no Japão (Bloomberg/Bloomberg)

A Universal Studios Japan adiou a inauguração de seu tão aguardado parque temático Super Nintendo World devido ao pico de casos de coronavírus, o que levou o governo a expandir a declaração de estado de emergência.

O anexo ao parque de diversõesUniversal Studios Japan, localizado nos arredores de Osaka, não será inaugurado em 4 de fevereiro segundo planejado e a abertura foi adiada indefinidamente, em conformidade com o pedido do governo de restrição de viagens e atividades não essenciais. Organizadores disseram que irão reavaliar a situação e decidir sobre uma nova data assim que o estado de emergência for suspenso.

A nova atração é concebida como uma réplica em tamanho real dos personagens e ambientes dos jogos mais populares da Nintendo, que tem sede em Kyoto. O parque inclui lojas e atividades de passeio. Uma das primeiras atrações será um passeio de Mario Kart dentro de uma recriação do Castelo de Bowser. Inspirado em uma ideia da franquia Super Mario, no passeio os visitantes poderão coletar moedas virtuais usando uma pulseira enquanto exploram a área e interagem com os recursos do parque por meio de um console Switch.

O parque é um dos maiores projetos já concebidos pela Universal Studios Japan, com custo de cerca de US$ 580 milhões. A inauguração estava programada para meados do ano passado, antes de enfrentar o primeiro adiamento imposto pela pandemia. É um passo importante nos esforços da Nintendo para ampliar suas franquias além dos jogadores de console. Filmes, lojas de produtos e aplicativos para smartphones são pensados como um gancho para atrair novos usuários a comprar máquinas e software de games.

Nesta semana, o Japão expandiu o estado de emergência fora da região de Tóquio para abranger outros centros econômicos do país, como Osaka, enquanto tenta controlar o aumento recorde de infecções.

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sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

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