Nossa rede

Aconteceu

Caminhão carregado de tijolos pega fogo na BR-040, no DF

Publicado

dia

Ninguém se feriu. Carga ficou espalhada na pista.

Bombeiros apagam fogo em caminhão carregado de tijolos, no Distrito Federal — Foto: Corpo de Bombeiros/ Divulgação

Bombeiros apagam fogo em caminhão carregado de tijolos, no Distrito Federal — Foto: Corpo de Bombeiros/ Divulgação

Um caminhão carregado com tijolos pegou fogo no final da manhã desta terça-feira (13), na BR-040, no Distrito Federal. Por causa do calor, a lateral da carroceria cedeu e a carga acabou espalhada na pista

Bombeiros apagam fogo em caminhão carregado de tijolos, no Distrito Federal — Foto: Corpo de Bombeiros/ Divulgação

De acordo com os bombeiros, que atenderam a ocorrência, ninguém se feriu. O motorista informou à corporação que um vazamento em uma mangueira de óleo provocou o incêndio.

Um congestionamento de cerca de 1 km se formou no local. Até a última atualização desta reportagem, a via estava interditada na altura do Núcleo Rural Chifrudo.

Comentário

Aconteceu

Vigilante é encontrada morta em escola do Guará; aulas foram suspensas

Publicado

dia

A mulher de 33 anos estava na guarita no Centro de Ensino Fundamental 1. Um colega de serviço encontrou a vítima já sem vida. A Polícia Civil investiga o caso

(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)

Uma vigilante de 33 anos foi encontrada morta na manhã desta sexta-feira (22/11), na guarita do Centro de Ensino Fundamental 1 do Guará 1. Um segurança, que chegou no local para assumir o posto no lugar da vítima, identificada como Ludimila Fagundes Pereira, relatou aos policiais que precisou pular o muro da instituição para conseguir entrar. De acordo com informações da investigação da 4ª Delegacia de Polícia (Guará), a vítima não tem marcas de violência e não há sinais de arrombamento da escola. As aulas desta sexta-feira (22/11) foram suspensas.

Conforme relato de um vigilante, de 42 anos, ao Correio, Ludimila aparentava ter sofrido uma morte natural. “Quando cheguei, gritei por ela. Mas ela estava imóvel, na guarita, sem esboçar qualquer reação. Na hora percebi que tinha algo errado. Como estava tudo trancado, precisei pular para dentro do centro de ensino. Quando cheguei até o local onde Ludimila estava, vi que a porta estava trancada”, explica, em condição de anonimato.
O funcionário acionou socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que chegaram em cerca de 30 minutos. Eles confirmaram o óbito da vigilante e, assim, a perícia da Polícia Civil também foi chamada. Especialistas analisavam a área, durante a manhã desta sexta-feira (22).
Segundo o delegado João Maciel, chefe da 4ª DP, todas as circunstâncias da morte serão avaliadas. “Trata-se de um caso recente e não podemos dar nenhuma posição. Mas, o que faremos é falar com familiares da vítima, para ver se ela tinha histórico de doença. Além disso, também vamos analisar as imagens do circuito interno de segurança, que, por ora, está inacessível”, esclarece.
Por meio de nota oficial, a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEDF) confirmou o caso. A pasta frisa que não “há indícios de violência ou arrombamento na unidade escolar. As aulas foram canceladas no CEF 1 nesta sexta-feira devido ao falecimento da vigilante. O dia será resposto até 19 de dezembro.”
Ver mais

Aconteceu

Assassinato de mulher no Sol Nascente é investigado como 31º feminicídio do DF em 2019

Publicado

dia

Tipificação de crime foi modificada após filho da vítima matar ex-padrasto. Gláucia Sotero da Silva, de 45 anos, foi asfixiada por ‘esganadura’, diz polícia.

Gláucia Sotero da Silva, de 45 anos – morte dela é investigada como 31º feminicídio registrado no DF em 2019 — Foto: TV Globo/Reprodução

A morte de Gláucia Sotero da Silva, no Sol Nascente, passou a ser investigada como o 31º caso de feminicídio no Distrito Federal em 2019. A informação foi dada nesta quinta-feira (21), pelo delegado Maurício Iacozzilli, da 23ª DP, de Ceilândia.

“Fizemos todos os protocolos da investigação. Agora aguardamos o laudo que deve sair em 15 dias”, disse o delegado.

O crime, que era tratado como “morte natural”, passou a ser investigado como feminicídio depois que o filho de Gláucia assassinou o ex-padrasto, no último sábado (16). O rapaz, de 20 anos, disse que o homem era responsável pela morte da mãe, que tinha 45 anos.

O corpo de Gláucia foi descoberto na casa onde morava, também no Sol Nascente, por uma irmã dela, que chamou a Polícia Civil. Os investigadores disseram que como não havia sinais de violência, em um primeiro momento, não pensaram na hipótese de feminicídio.

No entanto, após o assassinato do ex-marido da vítima e a denúncia do filho dela, a investigação avançou.

“Verificou-se a existência de indícios de feminicídio, tendo como suspeito o companheiro da vítima”, disse a polícia no começo desta semana.

Nesta quinta, a tipificação do crime foi confirmada. De acordo com as investigações, o ex-companheiro havia feito ameaças recentes à mulher.

O assassinato do ex-padrasto

Por volta das 15h de sábado (16), três jovens entraram na casa de Bruno Rodrigues Vital, de 30 anos, e o mataram com um tiro na cabeça. Um deles era filho de Gláucia, outro sobrinho e o terceiro, um “conhecido”.

Até a última atualização desta reportagem, apenas o sobrinho de Gláucia estava preso. Ele foi encontrado pela Polícia Militar ainda na noite de sábado.

Feminicídios no DF

Com a mudança na tipificação da morte de Gláucia Sotero da Silva, o DF passa a ter 31 casos de feminicídio registrados neste ano.  veja abaixo:

FEMINICÍDIOS NO DF EM 2019

  • 5 de janeiro: Vanilma dos Santos, 30 anos

  • 28 de janeiro: Diva Maria Maia da Silva, 69 anos

  • 30 de janeiro: Veigma Martins, 56 anos

  • 11 de março: Cevilha Moreira dos Santos, 45 anos

  • 17 de março: Maria dos Santos Gaudêncio, 52 anos

  • 29 de março: Edileuza Gomes de Lima, 68 anos

  • 31 de março: Isabella Borges, 25 anos

  • 14 de abril: Luana Bezerra da Silva, 28 anos

  • 21 de abril: Elaine Maria Sousa, 49 anos

  • 6 de maio: Jacqueline dos Santos Pereira, 39 anos

  • 9 de maio: Cacia Regina Pereira da Silva, 47 anos

  • 9 de maio: Maria de Jesus do Nascimento Lima, 29 anos

  • 20 de maio: Débora Tereza Correa, 43 anos

  • 12 de junho: Francisca Naíde de Oliveira Queiroz, 57 anos

  • 12 de julho: Genir Pereira de Sousa, de 47 anos.

  • 22 de julho: Joyce Oliveira Azevedo, 21 anos

  • 8 de agosto: Maria Almeida do Vale, 68 anos

  • 20 de agosto: Iram Francisca de Vasconcelos, 68 anos

  • 23 de agosto: Letícia Sousa Curado Melo, 26 anos

  • 26 de agosto Talita Valadares de Lavôr, 38 anos

  • 29 de agosto: Cristiane Mendes de Sá, 41 anos

  • 1º de setembro: Pedrolina Silva, de 50 anos

  • 12 de setembro: Lilian Cristina da Silva Nunes, 25 anos

  • 15 de setembro: Graizielle Feitoza de Carvalho, 31 anos

  • 26 de setembro: Queila Rejane da Costa Martins, 43 anos

  • 29 de setembro: Adriana Maria de Almeida. 29 anos

  • 30 de setembro: Tatiana Luz da Costa, 35 anos

  • 17 de outubro: Noélia Rodrigues de Oliveira, 38 anos

  • 1º de novembro: Renata Alves dos Santos, 26 anos

  • 14 de novembro: Necivânia Eugênio de Caldas, 34 anos

  • 15 de novembro: Gláucia Sotero da Silva, 45 anos

Ver mais

Aconteceu

Polícia Civil inicia operação contra roubos e furtos no fim de ano

Publicado

dia

A ação ocorrerá toda sexta, sábado e domingo até a véspera do Natal, em 24 de dezembro. Ao todo, 270 policias civis estarão nas ruas

De acordo com o delegado do Departamento de Polícia Circunscricional, Jeferson Lisboa Gimenes, todas as regiões do DF receberão a operação
(foto: Caroline Cintra/CB/D.A Press)

A Polícia Civil iniciou na última sexta-feira (15/11) a Operação Natal Seguro. A ação visa diminuir os índices de criminalidade no fim do ano, período em que a população recebe mais dinheiro, devido ao 13° salário, e frequenta mais os comércios da cidade. As primeiras cidades a receber a atuação da polícia foram Ceilândia, Samambaia, Santa Maria, Gama e Recanto das Emas.

A operação ocorre até a véspera de Natal, em 24 de dezembro, toda sexta-feira, sábado e domingo. Por dia, atuarão 90 policiais, totalizando 270 agentes da Polícia Civil. A partir de 30 de novembro o número será maior.
De acordo com o delegado do Departamento de Polícia Circunscricional, Jeferson Lisboa Gimenes, a operação foi iniciada com sucesso. Houve prisões por receptação de aparelhos celulares e por posse de arma de fogo — entre elas uma calibre .40, que é de uso restrito. Além disso, foram presas pessoas que cumpriam pena domiciliar e apreendidos menores com mandados de busca e apreensão em aberto.
“Ainda não temos o balanço do primeiro fim de semana da operação, mas Ceilândia foi a cidade com mais prisões. Estivemos lá na sexta-feira, quando teve uma queda de energia. A população agradeceu muito porque se sentiu segura. As pessoas estavam no escuro e muitas ocorrências poderiam acontecer nesse período”, disse o delegado.
Jefferson ressaltou que todas as regiões do DF receberão a operação. Em média, seis delegacias atuarão por dia, com uma equipe de cinco policiais cada e um delegado coordenando. “Nosso foco será  mais em cidades com maior índice de violência, mas a operação será em todas elas. O intuito é reduzir os crimes patrimoniais e contra a vida”, destacou.
De acordo com o delegado, um dos crimes que contribuem para o aumento dessas ocorrências é o tráfico de drogas. De 1º de janeiro até esta quinta-feira (21/11), 1.235 pessoas presas por tráfico de drogas. No mesmo período do ano passado, foram 867. Em todo 2018, 910 pessoas foram presas.
“É importante a gente dizer que não é o tráfico de drogas que está crescendo. Nós que temos combatido mais ele”, ressaltou o delegado. “Até o fim da operação vamos divulgar os balanços gerais”, completou.
A Operação Natal Seguro é coordenada pela Polícia Civil e ocorrerá às sextas e aos sábados, das 20h às 2h, e aos domingos, das 18h à 0h.
Ver mais

Disponível nosso App

Publicidade

Escolha o assunto

Publicidade