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Bolsonaro autoriza estudos sobre privatização de unidades básicas de Saúde

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Permissão via decreto foi assinada pelo presidente e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e publicada no Diário Oficial da União da última terça-feira (27/10)

(crédito: Evaristo Sa/ AFP)

O presidente Jair Bolsonaro autorizou, via decreto, estudos sobre modelo de privatização nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) via Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). As UBS são a porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS), fazendo o atendimento primário do paciente, como acompanhamento de doenças crônicas, para evitar que a pessoa desenvolva algo grave. Elas são instaladas nos bairros, próximas às casas das pessoas.

A autorização veio via decreto 10.350, publicado no Diário Oficial da União (DOU) da última terça-feira (28) e assinado por Bolsonaro e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Texto diz que “fica qualificada, no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) da Presidência da República a política de fomento ao setor de atenção primária à saúde, para fins de elaboração de estudos de alternativas de parcerias com a iniciativa privada para a construção, a modernização e a operação de Unidades Básicas de Saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios”.

O decreto diz que os estudos têm como “finalidade inicial de estruturação de projetos pilotos”. A seleção será estabelecida em ato da Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos do Ministério da Economia.

Conselho Nacional de Saúde

O presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Fernando Pigatto, se manifestou na última terça-feira contra o decreto. “Nós não aceitaremos a arbitrariedade do presidente da República”, afirmou. Pigatto informou que está sendo encaminhado para a Câmara Técnica da Atenção Básica (CTAB) está estudando o decreto para elaborar um parecer formal e tomar as providências legais. “O que precisamos é fortalecer o Sistema Único de Saúde”, frisou.

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Coronavírus: com alta na taxa de transmissão no DF, governo alerta para 2ª onda

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Secretaria de Saúde não descarta retomada de medidas restritivas. Pasta diz que reprodução do vírus está em 1,3 na capital, ou seja, ou seja,100 pessoas podem contaminar 130.

Secretário de Saúde do DF, Osnei Okumoto, em imagem de arquivo — Foto: Renato Araújo / Agência Brasília

O aumento na taxa de transmissão do novo coronavírus preocupa as autoridades do Distrito Federal. Em entrevista coletiva à imprensa, nesta segunda-feira (30), no Palácio do Buriti, o Secretário de Saúde, Osnei Okumoto, informou que a pasta trabalha com a possibilidade de uma segunda onda da Covid-19.

De acordo com o chefe da pasta, o nível de reprodução do novo coronavírus está em 1,3 no Distrito Federal, ou seja, 100 pessoas podem contaminar 130. Quando esse índice está acima de um, significa que a pandemia está em crescimento.

Okumoto atribui o aumento da taxa de reprodução, que estava abaixo de um, em outubro, ao descumprimento das medidas sanitárias por parte da população, “principalmente dos jovens”.

“A gente observou um relaxamento por parte da população. Uma grande quantidade de pessoas se utilizando de casas noturnas, como bares, sem utilização de máscaras, muitas vezes compartilhando copos e, também, a utilização de narguilé, que é o uso do fumo coletivamente.”

O secretário disse ainda que, nesta segunda-feira, vai se reunir com entidades ligadas ao comércio para que sejam reforçadas as orientações sanitárias.

“Vamos conversar com a Fecomércio e com os sindicatos para que a gente possa fazer uma mobilização muito grande, para que tenhamos Natal e Ano Novo muito mais confortáveis do que estamos tendo nesse momento, com essa taxa de transmissão”, disse o secretário.

“Considerar o início de uma segunda onda é em decorrência desse índice. Estamos iniciando esse processo do que a gente tem que evitar, através de ações [preventivas].”

Segunda onda

O secretário explicou que, para que o Executivo considere uma segunda onda do novo coronavírus, três aspectos são observados. Um deles é a taxa de transmissão. Os outros são a quantidade de óbitos e de pessoas internadas. “A gente não tem observado dois desses itens”, disse.

“Estaremos conversando com o comércio para que as medidas de proteção sejam exigidas da população, dos funcionários dos donos. Caso não haja essa diminuição, medidas serão tomadas”, frisou.

Vacina

O secretário informou que, no momento, a prioridade é a chegada da vacina. De acordo com ele, cada fabricante vai disponibilizar as imunizações. As doses deverão ser tomadas em etapas, com calendário ainda a ser estabelecido.

Okumoto explicou que as ações relacionadas à vacina, como decidir os grupos prioritários, serão decididas pelo Ministério da Saúde. O chefe da pasta ainda frisou que o governo federal começa a preparar insumos e tem 1 milhão de seringas guardadas. “Também estamos fazendo aquisições”, disse.

Questionado sobre a obrigatoriedade da vacina, Okumoto disse que as pessoas podem se negar a se imunizar. Ele ressaltou que há um movimento antivacina e que o papel da pasta é desmistificar esse assunto.

O secretário também esclareceu que laboratórios particulares poderão adquirir os imunizantes e disponibilizar à população. “Aqueles que não quiserem esperar, poderão ir a esses locais”, comentou.

Monitoramento
A secretaria também anunciou que vai iniciar um “inquérito epidemiológico” para aumentar o monitoramento da Covid-19 no Distrito Federal. Técnicos da pasta vão a todas as regiões administrativas para testar a população.

De acordo com o secretário, 230 endereços serão sorteados em cada região para que sejam feitos exames dos moradores e a checagem de contaminação. Caso não tenha nenhum morador no momento com mais de 18 anos, a casa vizinha será avaliada.

Secretaria de Saúde vai testar moradores para avaliar risco de segunda onda no DF
A pesquisa, que deve começar na quarta-feira (2), é uma maneira de identificar possíveis riscos de uma segunda onda da Covid-19. Além disso, poderá indicar se a região precisa outras medidas para conter o avanço da doença.

Hospital de campanha de Ceilândia
A previsão da Secretaria de Saúde é de que o hospital de campanha de Ceilândia comece a receber pacientes até a segunda quinzena de dezembro. Representantes da pasta informaram que estabelecer prazos é difícil, porque, na Administração Pública, os processos, como contratação, são lentos.

A obra do hospital de campanha para casos de Covid-19 em Ceilândia foi entregue nesta sexta-feira (27). A conclusão da construção ocorre quase seis meses após o anúncio e quase nove meses desde o primeiro caso confirmado de Covid-19 na capital, em março.

‘Preparados’ para a segunda onda
Em 18 de novembro, o governador Ibaneis Rocha (MDB) comentou a possibilidade de uma segunda onda de contágio pelo novo coronavírus no Distrito Federal. De acordo com o chefe do Executivo local, o governo está “preparado” para a possibilidade.

“Nós estamos preparados, sim, para uma segunda onda se ela vier. Rezamos muito para que a vacina chegue, de onde quer que ela venha, seja da Rússia, dos Estados Unidos, ou da própria China, onde surgiu o vírus. Mas, nós estamos preparados para uma segunda onda caso ela venha, e nós tratamos desse assunto semanalmente com o secretário da Saúde, o Osnei [Okumoto], exatamente para ficarmos prontos.”

A declaração ocorreu em almoço da Liga dos Empresários do DF (Lide-DF). De acordo com o governador, caso haja um novo aumento de casos da Covid-19, o GDF não deve determinar um fechamento geral do comércio, como ocorreu no início da pandemia.

“Por que queremos ficar prontos? Para não passarmos por aquele momento de fechamento que tivemos aqui no momento inicial. Nós precisamos ter a condição de atender a população sem precisar fechar novamente o nosso comércio, sem fechar nossas indústrias, e eu tenho certeza que isso se faz hoje com muito mais tranquilidade”, afirmou.

 

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Com derrota do PT e aliados de Bolsonaro, eleição aponta despolarização

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Resultado das urnas mostra a resiliência do sistema democrático, apesar das ameaças de retrocesso autoritário. Pleito impõe derrota ao PT, que não obteve prefeitura de nenhuma capital, e dificulta reeleição de Bolsonaro. MDB sai fortalecido

(crédito: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR)

Um balanço do segundo turno das eleições municipais não altera as tendências apontadas pelo primeiro: houve uma despolarização política, que mostra a resiliência do sistema democrático brasileiro, apesar das ameaças de retrocesso autoritário observadas em alguns momentos recentes da vida nacional. Destaque para o fato de que a apuração dos pleitos não teve os atrasos do primeiro turno, o que enfraquece as críticas ao sistema de urnas eletrônicas, protagonizadas pelo presidente Jair Bolsonaro. Os partidos de centro-esquerda e centro-direita saíram fortalecidos: MDB, PSDB, DEM e PP, principalmente, somando novas capitais ao bom resultado obtido no primeiro turno.

Grande derrotado no primeiro turno, o presidente Jair Bolsonaro não conseguiu se recuperar no segundo, apesar da vitória de alguns poucos aliados, como Delegado Pazolini (Republicanos), em Vitória. Seus aliados mais importantes, Marcelo Crivella (Republicanos), no Rio de Janeiro, e Capitão Wagner (Pros), em Fortaleza, perderam. Engana-se, porém, quem imagina que o chefe do Executivo virou um pato manco. Tendo o governo federal sob seu controle, ele pode mitigar essas derrotas. E continuar sendo o mais forte candidato a uma vaga no segundo turno das eleições de 2022.

 

Ilustração

Ilustração (foto: Editoria de ilustração)

A reeleição líquida e certa de Bolsonaro, porém, foi o sonho de uma noite de verão. Teria de fazer tudo certo e contar com muita sorte até lá, o que não é muito provável, por causa do histórico de trapalhadas na Presidência e porque as circunstâncias (crise sanitária, volta da inflação, desemprego em massa) ainda são muito desfavoráveis para o seu governo. De qualquer forma, são potenciais aliados de Bolsonaro os prefeitos eleitos em Rio Branco, Tião Bocalom (PP); Manaus, David Almeida (Avante); João Pessoa, Cícero Lucena (PP); Belo Horizonte, Alexandre Kali (PSD); e Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD). Sem partido, Bolsonaro é assediado pela cúpula do PP para que dispute a reeleição pela legenda; já o PSD pode derivar em direção à oposição.

A esquerda

No outro extremo do espectro político, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sai enfraquecido do segundo turno, que não confirmou a tendência de recuperação apontada no primeiro. As derrotas de Marília Arraes, no Recife, e de João Coser, em Vitória, deixaram o partido sem nenhuma prefeitura de capital. Além disso, a emergência da liderança de Guilherme Boulos, na disputa de segundo turno em São Paulo, e a vitória de Edmilson Rodrigues, em Belém — ambos do PSol —, quebram o hegemonismo do PT no campo da esquerda.

O triunfo de João Campos (PSB), no Recife, em eleição disputadíssima, na qual a hegemonia do clã Arraes esteve ameaçada, deixará sequelas para o relacionamento do PSB com o PT. O maior ponto de contato entre os dois partidos foi o apoio do governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, ao candidato do PT em Vitória, mas a derrota do petista João Coser inviabiliza esse eixo de aliança. Sem um nome próprio para disputar a Presidência, o PSB deriva na direção de Ciro Gomes, o pré-candidato do PDT, um dos grandes vitoriosos do segundo turno no campo da esquerda. Venceu em Fortaleza, com Sarto Nogueira, e em Aracaju, com Edvaldo Nogueira. Em ambas as capitais, sinaliza o sistema de alianças que pretende construir para sua candidatura, mais amplo do que o do PT, que está perdendo espaço, também, para o PSol.

O centro

Já o MDB obteve um resultado espetacular no segundo turno, elegendo Arthur Henrique, em Boa Vista; Emanuel Pinheiro, Cuiabá; Maguito Vilela, Goiânia; Sebastião Melo, Porto Alegre e Dr. Pessoa, Teresina. Com isso, em número de prefeituras, ultrapassa o DEM e o PSDB, que elegeram quatro prefeitos de capital, cada uma. O MDB ainda é o fiel da balança no Congresso, mas não tem um projeto próprio para a Presidência. Em contrapartida, pela projeção estratégica, as vitórias de Bruno Covas, em São Paulo, e Eduardo Paes, no Rio de Janeiro, desequilibram o jogo a favor do PSDB e do DEM, respectivamente.

O PSDB venceu, também, em Natal, com Álvaro Dias; em Palmas, com Cinthia Ribeiro; e Porto Velho, com Hilton Chaves. A manutenção da Prefeitura de São Paulo, porém, por causa de sua importância, fortalece a candidatura do governador tucano João Doria à Presidência. Já a vitória de Eduardo Paes, na Prefeitura do Rio de Janeiro, coroa um desempenho excepcional do DEM que, no primeiro turno das eleições, conquistou as prefeituras de Florianópolis, com Gean Loureiro; Curitiba, Rafael Greca; e Salvador, Bruno Reis. A cúpula da legenda namora a candidatura à Presidência do apresentador Luciano Huck, cuja filiação à legenda disputa com o Cidadania.

Eleitos no 1º turno

Belo Horizonte
Alexandre Kalil (PSD) 63,36%

Salvador
Bruno Reis (DEM) 64,20%

Natal
Álvaro Dias (PSDB) 56,58%

Campo Grande
Marquinhos Trad (PSD) 52,58%

Florianópolis
Gean Loureiro (DEM) 53,46%

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Brasília será pioneira em projeto de realidade virtual

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Nesta quarta, a Secretaria de Turismo e a Oganização das Cidades Brasileiras Patrimônio Mundial da Humanidade (OCBPM) lançam projeto para trazer o turismo de forma diferente para a capital

(crédito: divulgação )

A Secretaria de Turismo do Distrito Federal e a Organização das Cidades Brasileiras Patrimônio Mundial da Humanidade (OCBPM) lançam, nesta quarta-feira (2/12), a campanha Brasília Patrimônio Mundial em Realidade Virtual. A ideia é explorar o potencial do turismo mesmo em meio a uma pandemia. O lançamento será as 17h em um reunião pelo Zoom.

O projeto de histórias imersivas desenvolve uma série de conhecimento preservação e entretenimento em realidade virtual nos 23 sítios culturais, naturais e mistos do Patrimônio Mundial Brasileiro. Brasília será pioneira do projeto. “Escolhemos Brasília para começar este trabalho, porque Brasília é de todos os brasileiros. Tem uma riquíssima arquitetura, cultura e arte e esta comemorando sessenta anos é Patrimônio Cultural Mundial. Será um presente para o Brasil e para a humanidade”,explica Mario Ribas, presidente da OCBPM, em nota.

Com o projeto, qualquer pessoa com com um celular, computador ou óculos de realidade virtual, poderá literalmente passear pela arquitetura e urbanismo de nossa moderna capital. E ainda a pessoa não será só um observador. Nesse projeto, o cidadão interage com um amigo virtual. Para participar é só baixar um  link e pelo celular.

Segundo a organização, a ideia surgiu da dificuldade que o Brasil tem em divulgar seus atrativos turísticos. Em breve, outras cidades também contarão com o projeto. Ouro Preto, (MG), Olinda, (PE), São Miguel das Missões (RS), Salvador, Congonhas, (MG), São Raimundo Nonato (PI), São Luís, Diamantina (MG), Cidade de Goiás, (GO), São Cristovão (SE), Rio de Janeiro, Pampulha, (BH) e o Sítio Arqueológico do Cais do Valongo (RJ) estão na lista.

O projeto de realidade virtual inclui ainda os biomas brasileiros, como Pantanal, cerrado, Amazônia e as ilhas atlânticas brasileiras, como Fernando de Noronha e Atol das Rocas.

Para que pudesse sair do papel, o projeto foi aprovado em um programa de financiamento a projetos culturais que une financiamento coletivo e o aporte do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES). A cada um real doado por algum brasilense, o BNDES aporta R$ 2. A meta de arrecadação é de R$ 95 mil, já foram arrecadados R$ 19 mil. Mas o recurso só será liberado se a população estiver participando. Para participar é só clicar aqui.
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E quem doa ainda ganha alguma recompensa. Pode ser um salto de pára-quedas in door, um óculos de realidade virtual, uma camiseta transada, eco copos, um jantar. Produtos e experiências de empresas de Brasília que já se engajaram no projeto.

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Duas pessoas ficam feridas em tiroteio na Rodoviário do Plano Piloto

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As vítimas foram levados ao hospital; até o momento, ninguém foi preso

(crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

Duas pessoas ficaram feridas em um tiroteio na noite desta sexta-feira (27/11) na Rodoviária do Plano Piloto. Segundo a Polícia Militar, uma das vítimas, que foi atingida no peito, seria tio do suspeito de efetuar os disparos. A outra vítima estava passando pelo local quando foi atingida na perna.  As duas foram levadas ao Hospital de Base e, até o momento, ninguém foi preso.

Uma terceira pessoa também teria sido atingida por uma das balas de raspão na perna e deixou o local andando sem esperar por socorro.

Ainda segundo a polícia, o desentendimento teria sido entre dois vendedores ambulares que são tio e sobrinho, na plataforma superior da Rodoviária por volta das 21h. Ao todo, foram efetuados nove disparos. A ocorrência foi atendida pelo  6º Batalhão de Polícia Militar.

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Taxa de desemprego do DF fica acima da média nacional, aponta IBGE

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243 mil moradores do DF estavam desempregados no 3° trimestre de 2020, uma taxa de 15,6%, acima da média brasileira de 14,6%. Empregados, porém, tiveram o maior rendimento médio do país

(crédito: Ana Rayssa/CB/D.A Press)

O desemprego entre moradores do Distrito Federal segue sendo um desafio a se enfrentar no ano de 2020. A taxa de pessoas desocupadas no DF ficou acima da média nacional no terceiro trimestre do ano. Os números são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta sexta-feira (27/11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Ao todo, os resultados mostraram 243 mil moradores do DF desempregados entre agosto, setembro e outubro de 2020, uma taxa de 15,6%, acima da média brasileira (14,6%). A porcentagem se manteve estável em relação ao segundo trimestre do ano, que manteve o mesmo valor, enquanto outras dez unidades da Federação apresentaram aumento.

Houve ainda queda de 9,9% no número de empregados do setor privado com carteira assinada. Apesar de estar acima da média nacional, a taxa de desemprego fez o DF cair da 8ª posição para a 12ª entre a maiores do país, entre os dois últimos levantamentos trimestrais do IBGE. Entre os trabalhadores informais, o Distrito Federal foi a segunda região com as menores taxas.

Foi registrado um índice de informalidade de 28,6% no DF, maior somente do que o percentual de Santa Catarina, com 26,9%. O cálculo da capital leva em conta os 110 mil empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada, os 42 mil empregados domésticos sem carteira assinada, os 13 mil empregadores sem CNPJ, os 203 mil trabalhadores por conta própria sem CNPJ e os 7 mil trabalhadores familiares auxiliares.

 

 

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Ambulatório do Hran volta a atender especialidades médicas

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Consultas estavam suspensas na unidade desde abril devido à pandemia do novo coronavírus. A UTI começa, gradativamente, a receber casos gerais

(crédito: Ed Alves/CB/D.A Press – 11/3/20)

O ambulatório do Hospital Regional da Asa Norte (Hran) voltou a atender especialidades médicas. Devido à pandemia, as consultas com especialistas tinham sido direcionadas para unidades da Região Central, como a policlínica do Lago Sul, o Adolescentro e o Centro de Orientação Médico Psicopedagógica. A retomada dos serviços na unidade de saúde inclui, também, a oferta de exames.

Os consultórios de Geriatria e do Crisdown, no entanto, não voltarão à unidade de saúde neste primeiro momento.

A porta de entrada para ser atendido nos ambulatórios da rede pública é pelas unidades básicas de saúde que referenciam, quando necessário, os pacientes para serem atendidos na Atenção Secundária. De acordo com a direção do Hran, a internação de pacientes que não estão com a covid-19 e são tratados pelo ambulatório também já é possível.

Segundo a Secretaria de Saúde, nos últimos meses, 95% dos atendimentos do Hran foram concentrados no enfrentamento da covid-19. Foram mantidos apenas os ambulatórios de fisioterapia dos queimados e pneumologia, além do atendimento da emergência de queimados.

O Hran está se reestruturando e remodelando para voltar aos seus atendimentos clínicos, cirúrgicos e, também, no centro assistencial, por ser um formador de médicos residentes em mais de 12 especialidades.

A unidade voltará, em breve, a atender especialidades no pronto-socorro, como ginecologia e cirurgia. A exceção continua sendo a clínica médica, que permanecerá atendendo exclusivamente pacientes com suspeita, ou confirmados, com o novo coronavírus.

Vinte leitos de UTI do Hran, que eram leitos exclusivos para atender pacientes com covid-19, começaram a ser disponibilizados gradualmente para pacientes portadores de outras enfermidades. O sétimo andar da ala de internação do hospital será exclusivo para atender esses pacientes.

Com informações da Secretaria de Saúde

 

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segunda-feira, 30 de novembro de 2020

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