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Witzel: Governo federal deve responder por mortes se acabar com isolamento

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“Vamos entrar num caos financeiro pela letargia do governo federal em fazer o que tem que ser feito”, disse o governador do Rio

Witzel: governadores têm divergido das medidas defendidas pelo presidente Bolsonaro (Fernando Frazão/Agência Brasil)

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Governador de MG diz não ter data para pagar servidores: ‘Peço desculpas’

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Apenas profissionais da saúde e da segurança já receberam uma previsão do governo

(foto: Divulgação/Governo de Minas)

O governo de Minas Gerais ainda não definiu a data de pagamento de salários de parte dos servidores públicos. Em entrevista ao Estado de Mina, jornal do grupo Diários Associados, na tarde desta terça-feira (7/4), o governador Romeu Zema (Novo) pediu desculpas e disse que ainda não há como prever quando os recursos estarão à disposição.
“Peço desculpas. Eu não consigo tornar previsível o que não tenho como dar previsibilidade. Não é por uma decisão deliberada que estamos deixando de pagar. É porque, infelizmente, o recurso não existe. Temos de pagar na hora que o recurso entra no cofre. Não adianta, nem se eu quisesse, emitir um cheque e mandar para todo mundo se o cheque estiver sem fundo. Peço essa compreensão”, disse.
Nessa segunda-feira, o governo informou que servidores das áreas da saúde e da segurança — serviços considerados essenciais em meio à pandemia do novo coronavírus — receberão os salários nesta quinta. A previsão de pagamento dos demais, segundo Zema, será divulgada “assim que for possível”.

Governo de Minas Gerais

@governomg

O Governo de Minas Gerais informa que os servidores das áreas da Saúde e da Segurança Pública receberão o pagamento integral na próxima quinta (9/4). Esse é um grande esforço do fluxo de caixa do Estado para contemplar os profissionais da linha de frente do combate ao coronavírus

Em razão da queda de arrecadação ocasionada pela pandemia, ainda não é possível anunciar a escala de pagamento de todos os servidores. Esse anúncio será feito tão logo seja possível.

Crise econômica

Zema atribui a incerteza sobre a data do pagamento ao momento econômico de Minas Gerais, que, assim como o resto do mundo, sofre em função dos reflexos da pandemia do COVID-19. De acordo com o governador, a arrecadação do estado caiu. Os gastos, especialmente os direcionados ao combate ao coronavírus, aumentaram. Por isso, ainda não há dinheiro em caixa para pagar salários.
“O estado, num mês normal, quero deixar muito claro para o servidor que está nos assistindo, tinha sempre uma arrecadação que se repetia de janeiro a dezembro. Havia uma repetição. Nos últimos 15, 20 dias, nós assistimos a uma situação totalmente excepcional e imprevisível. A média diária de arrecadação caiu drasticamente. Com isso, passamos a não ter condição de prever. É alguém que vendia todo dia 100 picolés e agora tem dia que vende cinco, 20, 15. Como essa pessoa vai fazer uma previsão se a estabilidade ficou totalmente afetada?”, questionou.

Nióbio

Em seguida, Zema voltou a falar sobre a venda dos créditos do nióbio pela Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) como solução para pagar o salário o 13º de 2019 de parte dos servidores. “Tenho esperança. Estou empenhado pessoalmente, porque esse recurso é que vai proporcionar o pagamento que ainda falta do 13º,  pois 15%, uma minoria, ainda não recebeu, e o salário que está atrasado”, disse.
Apesar de se dizer esperançoso, Zema admitiu que o momento econômico mundial dificulta as negociações. “Não está descartada, mas quem acompanha qualquer tipo de noticiário hoje sabe que o mercado financeiro está praticamente todo paralisado. Não ocorre nenhuma operação. Nós tivemos a infelicidade de a operação ter sido lançada exatamente neste momento em que o mercado ficou parado. Já estamos conversando em Brasília com bancos oficiais para que eles assumam essa operação. Já que o mercado está parado, e é uma operação que dá resultado a quem fizer, comprar os títulos e papéis, por que não um banco oficial fazer isso?”, concluiu.
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Em meio à pandemia, 6,5 mil brasileiros tentam retornar ao Brasil

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Espalhados em 88 países, brasileiros sofrem muitas vezes com falta de dinheiro e hospedagem

Coronavírus: medidas restritivas impendem o retorno dos brasileiros que estão “presos” no exterior (Rebeca Figueiredo Amorim/Getty Images)

Até as 18h do último sábado, havia 6.469 brasileiros no exterior, em 88 países, sem conseguir voltar para o Brasil, devido às medidas restritivas adotadas para evitar a expansão da pandemia de coronavírus, entre os quais o fechamento de fronteiras.

Os números fazem parte de um relatório elaborado pelo grupo de acompanhamento criado pelo governo, ao qual O GLOBO teve acesso. Os autores do documento alertam que a situação dessas pessoas é críticas e, em alguns casos, podem se tornar insustentáveis.

Pelo mapeamento, a Europa é a região onde há mais brasileiros retidos, com 2.706 pessoas em 17 países. A tendência é de queda desse volume de pessoas, em razão ao aumento dos voos que têm partido, sobretudo, de Portugal, Itália, Reino Unido e Espanha.

Em Portugal, onde está a maioria (1.541), os casos mais graves estão se tornando “insustentáveis”, mesmo com as iniciativas de acolhimento. Também é crítica a situação de passageiros e tripulantes de cruzeiros na Itália – país onde foi identificado um grupo de brasileiros contaminados pelo Covid-19.

“Há muitos casos graves, situações de vulnerabilidade e desvalimentos”, diz o relatório.

O gabinete de crise contabilizou, no último sábado, 1.642 brasileiros em 14 países da Ásia e do Pacífico. Na Austrália, por exemplo, havia 711 pessoas com dificuldade de deixar o país. Existiam, na Índia, 281 cidadãos do Brasil na Índia – onde existem relatos de agressões a estrangeiros – ,187 na Nova Zelândia e 132 na Indonésia, entre outros.

Até sábado passado, havia 1.105 brasileiros em trânsito na América do Sul com dificuldades de toda sorte para retornar ao Brasil. A Argentina apresenta elevado número de nacionais (602), maioria de turistas, com dificuldades logísticas devido às restrições de trânsito. Também se destacam Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru e Venezuela – onde há nove pessoas.

Crescem as demandas por auxílios financeiros para hospedagem, transporte e manutenção de turistas que se declaram desvalidos na Argentina, particularmente. Há diversos perfis de turistas brasileiros naquele país, inclusive os de baixo poder aquisitivo, que se deslocam por via terrestre e que não contam com reservas para situações emergenciais.

Na África, há 516 viajantes brasileiros localizados, em sua maior parte, na África do Sul, no Egito, em Angola e Moçambique. Já no Oriente Médio, foram identificados 253 brasileiros, dos quais 94 estão retidos nos Emirados Árabes Unidos, incluindo 40 navios em Dubai, e Arábia Saudita, com 56.

Na América do Norte, há 247 cidadãos do Brasil, sendo o país mais problemático o México, onde 35 brasileiros sofrem “desgaste físico, mental e financeiro”. No México, as fronteiras estão abertas, mas os voos comerciais para o Brasil estão totalmente suspensos. O país continua recebendo estrangeiros e a fronteira terrestre com os Estados Unidos foi fechada para turismo, mas segue aberta para trânsito de mercadorias e de pessoas por motivos essenciais (como trabalho).

“Apesar de, tendencialmente, se tratar de pessoas de classe média ou classe média alta, verifica-se que a prolongada estada em país estrangeiro tem onerado bastante o grupo. Muitos incorrem em gastos altos adquirindo múltiplas passagens, em voos posteriormente cancelados, ou outras despesas”, diz o relatório.

O processo de repatriação de brasileiros tem sido executado, basicamente, de três formas: negociação com companhias aéreas, fretamento de aeronaves pelo Itamaraty e uso de aviões das Forças Armadas – caso do resgate em Cusco, no Peru, há cerca de duas semanas.

O processo de repatriação de brasileiros tem sido executado, basicamente, de três formas: negociação com companhias aéreas, fretamento de aeronaves pelo Itamaraty e uso de aviões das Forças Armadas – caso do resgate em Cusco, no Peru, há cerca de duas semanas.

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CORONAVÍRUS MARCELO CRIVELLA REMÉDIOS RIO DE JANEIRO

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Rede pública precisa se preparar para um pico de casos de contágio pelo novo coronavírus no país, esperado para acontecer no fim de abril

Imagens aérea do hospital temporário construído no Estádio do Pacaembu, em São Paulo, para absorver demanda esperada de doentes com novo coronavírus (Imagem do satélite Maxar/Getty Images)

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Prefeitura do Rio regulariza uso da cloroquina para tratar coronavírus

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Apesar da controvérsia sobre o uso do medicamento, as regras foram divulgadas nesta terça-feira (7) em uma resolução publicada no Diário Oficial

Coronavírus: o remédio foi liberado pelo ministério da Saúde, apesar de não ser indicados pela OMS (NurPhoto/Getty Images)

Apesar da controvérsia sobre o emprego do medicamento, a secretaria municipal de Saúde do Rio decidiu regulamentar e padronizar a aplicação da hidroxicloroquina e a cloroquina entre as possíveis alternativas para tratar pacientes com Covid-19 nos hospitais da rede municipal. As regras foram divulgadas nesta terça-feira em uma resolução da secretária municipal de Saude em exercício, Carolina Altoé Velasco, publicada no Diário Oficial. Normalmente, essas medicações são usadas para tratar pacientes de malária ou com doenças autoimunes.

Tanto a cloroquina quanto a sua variação, a hidroxicloroquina, foram liberadas pelo Ministério da Saúde, a critério médico, apesar de não terem sido indicados para o tratamento da Covid-19 pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Segundo a nota técnica, a medicação pode ser usada em casos graves da doença. Para isso, o paciente deve apresentar uma série de sintomas, definidos em um protocolo. Entre eles: dispneia (dificuldade de respirar caracterizada por respiração rápida), choque séptico e frequência respiratória abaixo da que é esperada para a faixa etária.

Antes de prescrever os medicamentos, os profissionais de saúde devem avaliar alguns parâmetros do paciente, como níveis de potássio e magnésio; e a frequência cardíaca, variável conforme o sexo.

A aplicação da medicação é cercada por controvérsia. Em entrevista ao GLOBO, a pneumologista Margareth Dalcolmo, pesquisadora da Fiocruz, reforça que esses medicamentos são recomendados para pacientes com doença autoimune e malária. Muitos tiveram dificuldades de encontrar o remédio depois que ele passou a ser usado no tratamento da doença causada pelo coronavírus.

“Eu não prescrevo a hidroxicloroquina. É um medicamento que nem atrapalha nem ajuda, desde que o paciente não tenha problemas cardíacos. Quando tivermos estudo clínico da Fiocruz, poderemos dar uma informação científica”, disse a especialista.

A titular da secretaria municipal de Saúde, Ana Beatriz Busch, que contraiu a doença e ficou internada por uma semana em uma unidade particular, recebeu doses de hidroxicloroquina durante o tratamento. Busch teve alta nesta segunda-feira e
deu detalhes sobre seu tratamento e a evolução da doença em uma entrevista ao GLOBO.

 

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Complexo do Ibirapuera vai virar hospital de campanha com 268 leitos

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É o terceiro hospital na cidade de São Paulo. Na última segunda-feira, 6, a estrutura no Pacaembu começou a receber pacientes

Complexo: a estrutura será construída no conjunto desportivo. (Germano Lüders/Exame)

O governo de São Paulo anunciou nesta segunda-feira, 6, que erguerá um hospital de campanha no Conjunto Desportivo Constâncio Vaz Guimarães, mais conhecido como Complexo Ginásio do Ibirapuera, na zona sul da capital paulista.

O espaço será equipado com leitos aptos a receber casos suspeitos ou confirmados do novo coronavírus (causador da covid-19). A previsão de abertura é no dia primeiro de maio. A quarentena em todo o estado foi prorrogada até 22 de abril.

Segundo o governo, hospitais estaduais, municipais e filantrópicos ampliaram em 1.524 o número de leitos de UTI para casos relacionados à covid-19.

No caso do Ibirapuera, serão 268 leitos, sendo 240 de baixa complexidade e 28 de estabilização. No total, serão 7.500 metros quadrados e 800 profissionais de saúde trabalhando no local.

Nesta segunda, o Hospital Municipal de Campanha (HM Camp) do Pacaembu começou a receber pacientes no Estádio do Pacaembu, na zona oeste da cidade. Segundo a prefeitura de São Paulo, os 200 leitos são destinados exclusivamente a pacientes de baixa e média complexidade encaminhados por equipamentos de saúde da capital, como hospitais, pronto-socorros e UBSs.

O hospital tem 6,3 mil metros quadrados, com 10 enfermarias. Os leitos são divididos em alas separadas por gênero, feminino e masculino, integradas a uma rede de distribuição de oxigênio. Do total, 10 leitos estão preparados para receber pacientes que tenham quadro agravado. Há, ainda, uma enfermaria, 30 banheiros completos (com chuveiros) e refeitório com capacidade para servir 350 refeições.

Além disso, a prefeitura pretende entregar 887 leitos no hospital de campanha erguido no Complexo do Anhembi no dia 15 de abril. Em uma segunda fase, também em abril, o espaço estará com 1,8 mil leitos disponíveis.

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Estudo vai usar “sondagem eleitoral” para calcular casos de covid-19

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Projeções matemáticas sugerem que os atuais números oficiais da epidemia representam apenas 10% do total real de infectados

Pessoa com máscara no Rio de Janeiro: pelo menos 80% dos infectados, no entanto, têm pouquíssimos sintomas ou nem sequer os apresentam (Sergio Moraes/Reuters)

Um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), no Rio Grande do Sul, vai usar uma metodologia similar à das pesquisas eleitorais para calcular quantos casos de covid-19 existem no Brasil. Os testes começam em 15 dias. Antes do fim de maio, o País já terá dimensão bem mais clara do tamanho da epidemia.

Originalmente, o objetivo do projeto era fazer o levantamento de forma experimental somente no Rio Grande do Sul, com financiamento de R$ 1 milhão do Instituto Serrapilheira. Mas o Ministério da Saúde logo percebeu o potencial da ideia.

Antes que os técnicos fossem a campo no Sul, firmou um contrato para uma pesquisa de abrangência nacional. Será o primeiro estudo no Brasil a estimar o número de infectados com maior precisão.

Projeções matemáticas sugerem que os números oficiais da epidemia representam apenas 10% do total real de infectados. Pela dimensão mundial da pandemia e pelo tamanho da população brasileira, não há testes disponíveis para todos. Por isso, apenas os casos mais graves, que requerem internação hospitalar, estão sendo testados.

Pelo menos 80% dos infectados, no entanto, têm pouquíssimos sintomas ou nem sequer os apresentam. Mesmo assim, transmitem o novo coronavírus. É por isso que, atualmente, o distanciamento social é a única forma de impedir disseminação maior da doença: ao confinar todo mundo, os portadores assintomáticos também ficam isolados.

Mas se soubermos com mais exatidão quantos são os infectados, onde eles estão e, sobretudo, quem já teve a doença e está imune será possível, por exemplo, criar medidas de prevenção menos radicais e mais objetivas. Os doentes poderiam ser isolados e os que já estão imunizados poderiam voltar ao trabalho sem risco de contaminação.

“Para combater a epidemia, é preciso entender urgentemente a epidemiologia da doença”, afirma o diretor-presidente do Serrapilheira, Hugo Aguilaniu. “Este é apenas um primeiro passo, mas é fundamental que seja feito o mais rapidamente possível, pois, sem dados sólidos, nenhuma política de saída de crise é possível. Por isso decidimos apoiar este projeto.”

De acordo com o protocolo do estudo desenhado para o Brasil, serão testadas 99.750 pessoas de todas as regiões brasileiras em três fases. Cada uma terá 33.250 pessoas, e haverá intervalos de tempo de duas semanas entre elas. Somente em São Paulo serão 8.250 testados. Nas pesquisas de intenção de voto, que têm margem de erro de 2% a 3%, são entrevistadas, em média, duas mil pessoas.

“Neste momento, a melhor recomendação é o isolamento”, constata o epidemiologista Pedro Hallal, reitor da UFPel e coordenador-geral do projeto. “Mas sabemos que esse isolamento não pode durar seis meses, um ano. Por isso, precisamos de evidências científicas para recompormos nossa força de trabalho. Isso não pode ser feito por critérios ideológicos, e sim científicos. Vamos identificar os imunizados e devolvê-los ao mercado de trabalho.”

Um instituto de pesquisa deverá ser contratado para fazer a coleta dos exames. Eles vão testar as pessoas com um teste rápido para detectar o novo coronavírus e também entrevistá-las em todos os Estados do País, em amostras proporcionais às populações locais. Especialistas do IBGE trabalham em outras etapas do processo.

“O nome do projeto é ‘back to the basics’ (de volta ao básico, em inglês)”, disse Hallal. “A epidemiologia avançou muito e faz muitas modelagens, cria modelos estatísticos, para ver o que vai acontecer daqui a vinte anos com epidemias que já estão aqui há séculos. Com isso, nos desacostumamos a fazer os trabalhos mais básicos da epidemiologia. Mas agora, com uma epidemia nova, temos que fazer isso, voltar ao básico; saber, antes de mais nada, quantas pessoas foram infectadas.”

O número de pessoas testadas servirá como uma amostra muito mais confiável do que as disponíveis hoje do total da população. O custo estimado é R$ 30 milhões. O estudo no Rio Grande do Sul está mantido: serão testadas 18 mil pessoas, em 4 fases.

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