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WhatsApp começa a liberar modo noturno em celulares Apple

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Os usuários da versão de testes públicos do WhatsApp no iPhone já podem usar a nova função do aplicativo de mensagens americano

WhatsApp: modo noturno começa a aparecer em versão beta do aplicativo em celulares da Apple (NurPhoto/Getty Images)

São Paulo – Assim como o Twitter e o Instagram, chegou a vez do WhatsApp começar a lançar o modo escuro de sua interface em iPhones, os smartphones da Apple. Segundo o portal MacRumors, usuários que têm acesso para as atualizações da versão beta do aplicativo já podem testar a nova ferramenta.

O recurso estava em fase de testes ao longo de 2019 e, enfim, começa a chegar aos usuários – ainda que na versão de testes do app.

WhatsApp modo escuro

 (MacRumors/Reprodução)

O modo noturno começou a aparecer para usuários da versão beta do app em smartphones Android no início do mês, e deve aparecer para os demais usuários de OS em um futuro próximo. Confira a interface em celulares Android:

gente modo escuro chegou no zap repito modo escuro chegou no zap

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Apesar da atualização para dispositivos Apple já estar disponível, usuários ainda não postaram suas primeiras reações ao teste.

No entanto, usuários que já testaram a versão do modo noturno no Android atestaram que o novo fundo “não é escuro o suficiente”, ficando mais próximo de um cinza azulado do que da cor preta. Um dos benefícios apontados por especialistas é que o modo escuro, se for efetivamente preto, pode ajudar a economizar bateria dos celulares que utilizam telas com tecnologia Amoled, um tipo de painel em que os pixels que representam as cores pretas estão desligados. Esse tipo de tela é encontrada em praticamente todos os smartphones recentes da Samsung e da Motorola e também nos iPhones 11 Pro. Sem modo escuro realmente escuro, o benefício da novidade é limitado a uma nova interface – desse modo, frustrando as expectativas de parte dos usuários.

 

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Novo smartphone com 5G da Huawei chega para competir com Apple e Samsung

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O próximo smartphone da Huawei será anunciado na manhã desta segunda-feira, 24

Huawei: empresa anuncia novo smartphone nesta segunda-feira (Rodrigo Garrido/Reuters)

São Paulo – Mesmo com o cancelamento do evento Mobile World Congress devido ao surto do coronavírus da China, a empresa chinesa Huawei irá anunciar o seu novo smartphone por meio de uma transmissão virtual. O lançamento acontecerá na próxima segunda-feira, 24, às 10h no horário de Brasília, via YouTube.

De acordo com o site americano Cnet, o smartphone P40, como está sendo chamado pela mídia internacional, virá com rede 5G e o novo Wi-Fi 6, que são conexões de rede da última geração. Além disso, o celular seguirá o modelo dos dispositivos P30 e não terá os serviços do Google, como Gmail e Google Maps.

Na mensagem abaixo, publicada no Twitter, a Huawei divulga a transmissão de seu evento via internet:

We invite you to join us online and explore our latest innovations in smart technology! Tune in at 14:00 CET on February 24th and discover how we bring Huawei seamless Al to life at http://bit.ly/HWLaunchTW#TogetherConnectingPossibilities

Ver imagem no Twitter

84 pessoas estão falando sobre isso.

Mais uma possível novidade é que o aparelho terá uma câmera com zoom óptico em até 10 vezes, que estará inclusa em um módulo retangular traseiro com cinco sensores. Para ativar o zoom, o usuário deve alterar a câmera objetiva grande-angular pela teleobjetiva, de forma que o zoom é um reflexo da diferença de comprimentos de ambas.

Uma reportagem do site GizChina diz que as câmeras da parte de trás virão com o sensor MX700, da Sony, que tem 52 megapixels. Isso demonstra um avanço em relação aos sensores dos dispositivos da geração anterior, que tinham 42 megapixels.

Sobre a aparência dos novos modelos, uma das imagens postadas pela Huawei mostra um smartphone dobrável, o que pode indicar que a companhia esteja tentando disputar o mercado com o Razr, da Motorola. O site 91mobiles acrescentou que o dispositivo deve vir com cinco opções de cores, que são: cinza, azul, preto, dourado e branco.

A Huawei busca se destacar no mercado global de smartphones, liderado hoje pela rival sul-coreana Samsung, que lançou recentemente smartphones da linha Galaxy S20 com zoom óptico de 10 vezes e zoom digital de até 100 vezes. Já a Apple, que recentemente perdeu a vice-liderança do mercado global, ainda não possui um celular com um zoom tão avançado.

 

 

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Tecnologia

Facebook processa empresa analítica por uso inapropriado de dados

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O site oneAudience pagou fabricantes de software para instalar um programa ”malicioso” em seus aplicativos que criava uma coleta “inadequada” de dados

A maior rede social do mundo enfrenta intensa pressão para tomar medidas fortes contra o uso inadequado de dados.
(foto: DENIS CHARLET / AFP)

O Facebook entrou com uma ação contra a empresa de inteligência de dados oneAudience por usar uma tática para obter informações sobre os usuários da plataforma de rede social.
O site oneAudience, com sede em Nova Jersey, pagou aos fabricantes de software a instalação de um programa “malicioso” em seus aplicativos que criava uma coleta “inadequada” de dados de pessoas no Facebook e em outros sites de redes sociais, disse o Facebook.
“Os investigadores de segurança primeiro relataram o comportamento da oneAudience como parte do nosso programa de recompensas por (denunciar) abusos de dados”, disse Jessica Romero, diretora de regras de plataforma e litígios, em um post no blog.
“O Facebook e outras empresas afetadas logo tomaram medidas contra a OneAudience”
As medidas que o Facebook tomou no final do ano passado incluem a desativação de aplicativos e o envio de uma notificação legal à oneAudience para interromper essa atividade, de acordo com a rede social.
O Facebook pediu à oneAudience para cooperar e auditar a conformidade com as políticas de redes sociais, mas, segundo Romero, a empresa se recusou a cumprir o pedido.
A maior rede social do mundo enfrentou intensa pressão para tomar medidas fortes contra o uso inadequado de dados, uma vez que um consultor político que trabalha na campanha de Donald Trump roubou informações pessoais de dezenas de milhões de usuários.
Desde então, o Facebook se comprometeu a revisar os acordos com todos os seus parceiros e aplicativos.
A oneAudience diz que trabalha com parceiros para precisar “identidades únicas de dispositivos móveis” que permitam localizar usuários “reais e verificados” e “compreender plenamente o usuário por trás da tela”.
Procurada pela AFP, a empresa não se manifestou.
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Política BSB

Lava Jato abre ação penal contra Walter Faria e mais 21 por lavagem

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A peça é resultado da 62ª fase da operação, denominada “Rock City”, deflagrada em 31 de julho do ano passado

Walter Faria: investigação diz que empresário atuou no esquema de lavagem de dinheiro (Grupo Petrópolis/Divulgação)

O juiz Luiz Antonio Bonat, da 13ª Vara Federal de Curitiba, abriu ação penal contra o empresário Walter Faria e outros 21 investigados que mantêm ligações com o Grupo Petrópolis, a Odebrecht e o Antígua Overseas Bank por 642 atos de lavagem de dinheiro. O esquema teria movimentado, entre 2006 e 2014, cerca de R$ 1,1 bilhão em valores atualizados. O magistrado não acolheu a denúncia contra Nelson de Oliveira. A decisão foi tomada na quarta-feira, dia 26.

A denúncia foi oferecida pela Lava Jato em Curitiba em 13 de dezembro de 2019. A peça é resultado da 62ª fase da operação, denominada “Rock City”, deflagrada em 31 de julho do mesmo ano, para apurar o envolvimento de executivos do grupo Petrópolis na lavagem de dinheiro desviado pela Odebrecht de contratos com a Petrobras.

A denúncia foi rejeitada em prol de Nelson de Oliveira, parcialmente aceita em face de Wladimir Teles de Oliveira e de Marcio Roberto Alves do Nascimento e totalmente aceita em relação aos outros 20 denunciados. Os acusados têm dez dias para apresentar defesa no processo.

O caso

As investigações apontam que Faria, do Grupo Petrópolis, “atuou em larga escala na lavagem de ativos e desempenhou substancial papel como grande operador do pagamento de propinas”. Ele também teria “atuado no pagamento de subornos decorrentes do contrato da sonda Petrobras 10.000”.

Em contrapartida, Faria teria recebido “altas somas no exterior e uma série de negócios jurídicos fraudulentos no Brasil”, diz o Ministério Público Federal.

A Lava Jato acusa a Odebrecht de repassar o dinheiro ilícito diretamente a contas no exterior relacionadas à empreiteira e ao grupo Petrópolis. Para isso, teria usado “camadas de contas estrangeiras em nome de diferentes offshores”.

A Procuradoria diz. “Essa estratégia envolveu também a utilização de complexa estrutura financeira de contas no exterior relacionadas às atividades do grupo Petrópolis. De acordo com documentação encaminhada pela Suíça, foram identificadas 38 offshores distintas com contas bancárias no EFG Bank de Lugano, controladas por Faria. Mais da metade dessas contas permaneciam ativas até setembro de 2018.”

A Procuradoria pedia a abertura de ação contra Nelson de Oliveira. Ele seria o representante da conta Headliner Limited, cujo beneficiário econômico seria Walter Faria. A conta teria recebido valores para benefício de Walter Faria entre 30 de outubro de 2007 e 1º de setembro de 2008.

Mas a defesa apresentou documentos que comprovam a desvinculação de Oliveira da conta em abril de 2006. Assim, o magistrado federal não abriu ação contra ele.

Defesas

A reportagem entrou em contato com o Grupo Petrópolis, a Odebrecht e o Antígua Overseas Bank. O espaço está aberto para posicionamento do banco e das empresas – bem como dos demais citados.

 

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