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WhatsApp começa a liberar modo noturno em celulares Apple

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Os usuários da versão de testes públicos do WhatsApp no iPhone já podem usar a nova função do aplicativo de mensagens americano

WhatsApp: modo noturno começa a aparecer em versão beta do aplicativo em celulares da Apple (NurPhoto/Getty Images)

São Paulo – Assim como o Twitter e o Instagram, chegou a vez do WhatsApp começar a lançar o modo escuro de sua interface em iPhones, os smartphones da Apple. Segundo o portal MacRumors, usuários que têm acesso para as atualizações da versão beta do aplicativo já podem testar a nova ferramenta.

O recurso estava em fase de testes ao longo de 2019 e, enfim, começa a chegar aos usuários – ainda que na versão de testes do app.

WhatsApp modo escuro

 (MacRumors/Reprodução)

O modo noturno começou a aparecer para usuários da versão beta do app em smartphones Android no início do mês, e deve aparecer para os demais usuários de OS em um futuro próximo. Confira a interface em celulares Android:

gente modo escuro chegou no zap repito modo escuro chegou no zap

Ver imagem no TwitterVer imagem no Twitter

Apesar da atualização para dispositivos Apple já estar disponível, usuários ainda não postaram suas primeiras reações ao teste.

No entanto, usuários que já testaram a versão do modo noturno no Android atestaram que o novo fundo “não é escuro o suficiente”, ficando mais próximo de um cinza azulado do que da cor preta. Um dos benefícios apontados por especialistas é que o modo escuro, se for efetivamente preto, pode ajudar a economizar bateria dos celulares que utilizam telas com tecnologia Amoled, um tipo de painel em que os pixels que representam as cores pretas estão desligados. Esse tipo de tela é encontrada em praticamente todos os smartphones recentes da Samsung e da Motorola e também nos iPhones 11 Pro. Sem modo escuro realmente escuro, o benefício da novidade é limitado a uma nova interface – desse modo, frustrando as expectativas de parte dos usuários.

 

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Brasil tem 3 milhões de casos de WhatsApp clonado; veja se você foi vítima

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Levantamento da empresa PSafe mostra que o problema diminuiu de 2019 para cá, mas ainda continua fazendo milhões de vítimas no Brasil

WhatsApp: pesquisa reforça a importância de não clicar em links aleatórios recebidos pelo aplicativo (SOPA Images / Colaborador/Getty Images)

Uma das regras básicas da internet é que não se deve clicar em links que pareçam falsos, ou que venham de fontes desconhecidas. No entanto, essa continua sendo uma das formas mais simples de invadir dispositivos alheios. Uma pesquisa realizada pelo laboratório digital da startup PSafe, o dfndr lab, revelou que mais de 3 milhões de brasileiros tiveram sua conta do WhatsApp clonada em 2020.

De acordo com o laboratório, apesar do grande número de ataques, o número ainda é 18% menor do que o registrado durante o mesmo período do ano passado. Segundo os especialistas, uma das razões para a queda se dá graças ao uso das redes sociais e de outros de meios de comunicação para divulgar o perigo.

A clonagem do WhatsApp ocorre quando algum usuário consegue que o programa seja aberto em outro terminal que não o smartphone ou o computador do usuário dono da conta.

Há algumas formas de fazer isso. A mais simples exige que o criminoso esteja com o aparelho da vítima em mãos e então abra o WhatsApp Web com a conta do usuário em seu próprio computador. Isso pode acontecer caso a vítima deixe seu celular desprotegido de senhas com outras pessoas.

Outra forma se dá por um golpe virtual em que a própria vítima cede um código de autenticação do WhatsApp para os criminosos que, em geral, enviam mensagens falsas para solicitar esse código. São promoções, prêmios e supostas novas atualizações do app. A vítima recebe uma mensagem do próprio WhatsApp informando um código numérico. Se esse código for repassado, é possível trocar a conta do aplicativo de dispositivo.

De acordo com a PSafe, mais de 40.000 links de redirecionamento para sites falsos, resultando em golpes e roubo de dados, estão ativos e circulando por redes sociais e aplicativos de mensagem, como o próprio mensageiro virtual.

No caso do WhatsApp, é possível verificar se o aplicativo foi clonado caso o usuário perceba mensagens estranhas que foram enviadas pela sua própria conta. Se perceber que o aplicativo foi instalado em outro celular, é possível que a clonagem também tenha ocorrido. Vale também acessar o menu do aplicativo, ir em WhatsApp Web e verificar as sessões ativas. Outra dica é verificar com alguns contatos, principalmente de grupos e conversas ativas, se eles receberam alguma notificação de que seu número de telefone foi alterado.

Mesmo assim, como não é tão fácil notar que seu celular foi clonado — especialmente quando as redes sociais não sofrem algum tipo de alteração aparente —, especialistas passaram a divulgar formas de assegurar que o smartphone está seguro. Verificar se o consumo de bateria está excessivo, se o dispositivo está superaquecendo ou se ficou mais lento sem motivo aparente são algumas das dicas. Veja como saber se seu smartphone foi clonado.

Cuidado com os cliques

Entra ano, sai ano e a principal dica de segurança permanece sendo o cuidado ao clicar em links aleatórios, independentemente de quem enviou a mensagem. Links que prometem soluções milagrosas, dinheiro fácil ou sorteios milionários quase nunca são seguros. O melhor a fazer é ignorar.

Mas, caso a curiosidade continue falando mais alto, o site do laboratório que conduziu a pesquisa realiza a checagem do link. Basta copiar e colar o endereço suspeito na caixa do centro da página e verificar o resultado.

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Instagram anuncia medidas contra robôs e contas falsas

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Se tiver suspeitas sobre uma conta, rede irá pedir que usuário confirme informações e dados. Punições incluem redução do alcance e até desativação da conta

INSTAGRAM: rede social vai pedir informações quando suspeitar de comportamento de contas (Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket/Getty Images)

O uso de robôs e as contas falsas são problemas que o Facebook tem sido persistente em tentar resolver. Nesta quinta-feira, 13, a empresa anunciou uma nova maneira de monitorar esse tipo de atividade no Instagram. A partir de hoje, a rede social vai começar a solicitar a confirmação de informações e dados do usuário quando tiver a suspeita de que uma conta seja um robô ou está fazendo alguma atividade que tenta enganar outros usuários.

“Se percebermos sinais de atividade potencialmente não autêntica, será necessário que o proprietário da conta confirme quem ele é. Assim que ele verificar as próprias informações, a conta dele funcionará normalmente, a menos que exista algum motivo para investigar mais”, disse, em nota, o Instagram, que reiterou que se as informações não forem confirmadas a distribuição da conta será reduzida ou ela poderá ser desativada.

A empresa afirmou que apenas uma pequena parcela de usuários será afetada e que “uma série de sinais” serão levados em consideração para determinar que alguém precise confirmar suas informações.

Entre as atividades mencionadas pelo Instagram que podem levantar suspeitas estão indícios de automação da conta, uso de robôs, ter a maioria dos seguidores em um país diferente da localização do usuário ou ainda o que o Facebook chama de “comportamente inautêntico”, que é quando um grupo de páginas e pessoas atuam em conjunto para enganar outros usuários sobre quem são e o que estão fazendo nas redes sociais.

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Apple remove Fortnite da App Store após Epic Games violar diretrizes

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Após Epic inserir seu próprio recurso de pagamento no Fortnite, Apple remove battle royale da App Store

ANKARA, TURKEY – NOVEMBER 26: A man plays Fortnite game on smartphone in Ankara, Turkey on November 26, 2018. (Photo by Metin Aktas/Anadolu Agency/Getty Images) (Metin Aktas/Anadolu Agency/Getty Images)

A Apple removeu, nesta quinta-feira, 13, o jogo Fortnite de sua loja digital App Store. A remoção veio depois que a Epic Games, desenvolvedora do battle royale, inseriu sua própria forma de pagamento no jogo — antes de ser revisado ou aprovado pela Apple.

Sendo assim, a empresa entendeu que a Epic Games estaria passando por cima dos serviços já oferecidos pela Apple, além de ter conseguido contornar a taxa obrigatória de 30% exigida pela empresa para todos os desenvolvedores de apps.

A remoção acontece em meio a um período de grande consumo no mercado de games, com a Epic Games avaliada em mais de 17 bilhões de dólares em agosto de 2020. O Fortnite é um dos símbolos desse sucesso, depois de faturar 1 bilhão de dólares em 10 meses em 2018, mesmo sendo um jogo gratuito

Há uma década, a Epic e a Apple mantém uma relação de convivência pacífica, de forma que a desenvolvedora de jogos sempre aceitou as exigências impostas pela empresa para que seus aplicativos pudessem permanecer na App Store. Essa ação, no entanto, representa uma pressão da Epic Games para que a Apple considere estabelecer um acordo especial com a desenvolvedora, que tem a intenção de permanecer com seu próprio recurso de pagamento no jogo — que também está disponível para as demais plataformas de videogame, como PC e Xbox.

Caso o acordo seja aceito futuramente, essa não será a primeira vez que a Apple passará por cima de suas próprias regras para manter um produto em seu catálogo. Em 2016, eles retiraram a taxa de 30% para que a Amazon pudesse continuar com o aplicativo Amazon Prime Video para os usuários iOS, reduzindo a taxa obrigatória para 15%.

Logo após a remoção, a Epic Games informou que entrou com um pedido judicial que pede que a Apple reavalie sua decisão. “Em vez de tolerar esta competição saudável e competir pelos méritos de sua oferta, a Apple respondeu removendo o Fortnite da App Store, o que significa que novos usuários não podem baixar o aplicativo e usuários que já baixaram versões anteriores do aplicativo pela App Store não poderão atualizá-lo para a versão mais recente”, disse a empresa, que alegou não desejar uma compensação financeira, mas sim uma mudança das políticas da loja digital.

Porém, enquanto não encontram uma saída justa para os dois lados, a Epic informou que irá oferecer um desconto de 20% para os jogadores que utilizarem o pagamento interno, além de outros benefícios. A empresa também anunciou que realizará, ainda hoje, um evento pequeno intitulado “Nineteen Eighty-Fortnite”, considerado uma paródia do comercial do Macintosh, da Apple, em 1984, e uma resposta direta para a remoção do jogo da loja digital.

Confira, abaixo, o posicionamento da Apple, enviado para a Exame:

“Hoje, a Epic Games deu o passo infeliz de violar as diretrizes da App Store que são aplicadas igualmente a todos os desenvolvedores e projetadas para manter a loja segura para nossos usuários. Como resultado, seu aplicativo Fortnite foi removido da loja. A Epic habilitou um recurso em seu aplicativo que não foi revisado ou aprovado pela Apple, e o fez com a intenção expressa de violar as diretrizes da App Store em relação aos pagamentos no aplicativo que se aplicam a todos os desenvolvedores que vendem produtos ou serviços digitais.

A Epic tem aplicativos na App Store há uma década e se beneficiou do ecossistema da App Store – incluindo suas ferramentas, testes e distribuição que a Apple fornece a todos os desenvolvedores. A Epic concordou com os termos e diretrizes da App Store livremente e estamos felizes por eles terem construído um negócio tão bem-sucedido na App Store. O fato de seus interesses comerciais agora os levarem a pressionar por um acordo especial não muda o fato de que essas diretrizes criam condições equitativas para todos os desenvolvedores e tornam a loja segura para todos os usuários. Faremos todos os esforços para trabalhar com a Epic para resolver essas violações para que eles possam devolver o Fortnite à App Store.”

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Tecnologia

Relatório diz que TikTok coletou dados de usuários sem autorização

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Análise do jornal Wall Street Journal revelou que TikTok utilizou tecnologia do Google para coletar dados de forma irregular

TikTok: Wall Street Journal acusa aplicativo de coletar dados sem permissão (Dado Ruvic/Reuters)

Ameaçado de ser banido dos Estados Unidos, o TikTok se envolveu em mais uma polêmica envolvendo a segurança de dados dos usuários. Agora, a plataforma de vídeos foi acusada de coletar informações de usuários Android por cerca de 15 meses — entre 2018 e 2019.

A informação vem de uma análise feita pelo Wall Street Journal, que diz que a técnica para recolher dados particulares foi desenvolvida pelo Google e permite que os desenvolvedores consigam essas informações sem que o usuário precise ceder permissão.

Segundo a pesquisa, o TikTok conseguiu os dados enquanto rastreava os endereços MAC, que dão acesso aos dispositivos e mídias, dos telefones Android de seus usuários. Com isso, conseguiu recolher as informações e utilizá-las para, possivelmente, fins publicitários. O relatório também diz que o TikTok faz uso de uma camada de criptografia adicional, não presente em outros aplicativos de uso diário, e a utiliza para coletar dados e transmiti-los para os servidores da própria empresa.

Em comunicado à revista Variety, um porta-voz do TikTok informou que, com as novas atualizações, o aplicativo recebeu uma nova estrutura de segurança interna para os usuários.”Constantemente atualizamos nosso aplicativo para acompanhar os desafios de segurança em evolução, e a versão atual do TikTok não coleta endereços MAC. Nunca fornecemos dados de usuários dos Estados Unidos ao governo chinês, nem faríamos se solicitado”, disse.

O Google, responsável pelo download do aplicativo por meio da loja Google Play, disse ao Wall Street Journal que está investigando as alegações contra o TikTok. O senador Josh Hawley, no entanto, já sugeriu que a empresa expulse o TikTok de sua loja digital de aplicativos.

 

A acusação surgiu uma semana após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, proibir toda e qualquer negociação comercial com o TikTok até o meio de setembro — exigindo que o aplicativo seja vendido pela chinesa ByteDance, caso queira continuar atuando no país. O banimento é resultado da preocupação do governo americano com a segurança de seus dados.

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Facebook quer auditoria externa sobre relatório de revisão de conteúdo

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Anúncio foi feito hoje pela empresa

O Facebook convidará especialistas externos para auditar de forma independente seu relatório trimestral sobre as métricas usadas para remover conteúdo de sua plataforma, afirmou a rede social nesta terça-feira (11), ao divulgar o sexto relatório.

Introduzido em 2018, o Relatório de Aplicação dos Padrões da Comunidade do Facebook fornece detalhes sobre o conteúdo removido em seus aplicativos por violações de políticas, incluindo violência, suicídio e discurso de ódio.

A empresa disse que dependeu mais da tecnologia de automação para revisar o conteúdo entre abril e junho, já que tinha menos moderadores nos escritórios devido à pandemia covid-19.

Isso resultou na empresa tomando menos medidas em relação a conteúdo sobre suicídio, automutilação, nudez infantil e exploração sexual em suas plataformas, disse o Facebook em publicação em seu blog.

Agência Brasil

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R$ 7,5 bilhões do lucro do FGTS serão distribuídos aos trabalhadores

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Valores serão depositados de forma proporcional aos saldos de cada conta do FGTS que detinha recursos em 31 de dezembro de 2019

FGTS: montante equivale a 66,23% do resultado global do FGTS em 2019 que foi superavitário em R$ 11,324 bilhões (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

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sexta-feira, 14 de agosto de 2020

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