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Votações serão teste de fogo da “união” pregada por Ibaneis e Prudente

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Na abertura dos trabalhos da CLDF, o governador e o presidente da Casa destacaram a necessidade do trabalho conjunto

VINÍCIUS SANTA ROSA/METRÓPOLES

O ano na Câmara Legislativa começou oficialmente com a sessão solene da tarde desta terça-feira (5/2), na qual estava presente o governador Ibaneis Rocha (MDB). Em um plenário lotado de distritais, servidores e populares nas galerias, o presidente da Casa, Rafael Prudente (MDB), inaugurou os trabalhos com um discurso em que destacou a importância de a CLDF e o Palácio do Buriti trabalharem juntos. A mensagem foi passada no momento em que governo e parlamento batem cabeça em relação a projetos de interesse do GDF.

O novo governo quer aprovar uma série de medidas polêmicas que contam com a resistência de parte dos deputados, como o fim das gratuidades do passe estudantil, a criação de três regiões administrativas e a redução de alíquotas de impostos.

Rafael Prudente lembrou ainda que a política passa por um momento de renovação no país. “Tivemos uma mudança de mais um terço nesta Casa, no governo federal e local. Temos que ouvir as ruas. A política e o único meio de mudança da sociedade.”

Nesse contexto, acrescentou o presidente da CLDF, “é hora de união”. “Não faremos nada sozinhos, nem aqui tampouco o Executivo. Precisamos de uma máquina pública que forneça serviços de qualidade ao cidadão”, destacou Prudente.

Dirigindo-se a Ibaneis, o presidente da CLDF disse: “Senhor governador, temos urgência, precisamos de melhorias na saúde e na segurança. Aqui o senhor encontrará uma Câmara disposta a ajudar, com transparência e equilíbrio”.

Logo após Rafael Prudente, foi a vez de o governador discursar. Ibaneis saudou a Deus e aos presentes e afirmou que o correligionário vai ajudá-lo a reformular o MDB. Em seguida, disse que considera todos os deputados “amigos para fazer a diferença na nossa cidade, que está sofrida”.

Segundo o governador, ele separou os temas mais urgentes que merecem atenção especial. “Temos as dificuldades de um estado jovem, mas que envelheceu dentro da sua estrutura. Não possui tecnologias.” O emedebista exemplificou: “A Secretária de Turismo não tinha sequer telefone”.

IHBDF
O governador ainda agradeceu os parlamentares por, após exaustivas negociações, aprovarem o novo modelo do Instituto Hospital de Base (IHBDF), em sessão extraordinária realizada em janeiro.

“A Câmara me entregou um projeto melhor do que o que eu encaminhei. Na saúde, fizemos compras e quase 4 mil cirurgias. São R$ 8,5 bilhões para gastar na saúde, que estavam sendo gastos sem controle. São mais de 300 servidores que fazem compras dentro da Secretaria de Saúde”, ressaltou Ibaneis.

No fim do discurso, que durou 23 minutos, Ibaneis falou sobre outros assuntos. Repetiu que, até o fim do mandato, quer ter construído 40 mil moradias e comentou a questão da saúde financeira do Distrito Federal.

Tenho trabalhado muito para cuidar dessa cidade. Tem dívida? Sim. Mas há condições de pagar tudo com responsabilidade. Estou dizendo que o cobertor não está curto. O que ocorre é que estamos embrulhados em um guardanapo sujo

Ibaneis Rocha, governador do DF

Sobre o escândalo de corrupção no Banco de Brasília (BRB) descoberta com a Operação Circus Maximus, da Polícia Federal e do Ministério Público Federal (MPF), o emedebista disse que já previa problemas graves na instituição. “Foi um local de corrupção durante anos. Indiquei apenas técnicos. Vamos devolver ao BRB à dignidade.”

Administrações regionais
Entre os projetos que prometem ser alvo de idas e vindas entre Executivo e Legislativo, está a criação de três administrações. A proposta do GDF é que sejam instituídas as regiões administrativas do Sol Nascente/Pôr do Sol – atualmente ligadas a Ceilândia –, do Arapoanga e de Arniqueiras. Para o governo, com as medidas, essas localidades terão mais autonomia para resolver seus problemas e gerir recursos do Executivo em políticas públicas.

Por outro lado, há quem critique a iniciativa. Primeiro, pelo fato de o governador não ter colocado em prática a eleição para administradores regionais. Segundo, porque, na visão de quem discorda da medida, trata-se de mais espaço a ser ocupado por indicados de deputados e apoiadores de Ibaneis.

A redução de tributos também é controversa. Técnicos da Casa afirmam que o governador não apresentou, até o momento e de forma clara, de onde sairão os recursos para cobrir o buraco e qual será o impacto econômico para os cofres públicos. A ideia é diminuir as alíquotas do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), do Imposto sobre a Transmissão Inter-Vivos de Bens Imóveis (ITBI) e do Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCD).

A mesma crítica foi feita ao projeto que criou o Instituto de Gestão Estratégica da Saúde (Iges-DF) – que substituirá o Instituto Hospital de Base –, aprovado pela Câmara Legislativa com o aval da maioria dos distritais sem que se apresentasse o impacto financeiro da medida.

Resultado: na última sexta-feira (1º/2), a própria Secretaria de Saúde admitiu que o valor utilizado no Hospital de Santa Maria e nas seis unidades de pronto-atendimento (UPAs) que serão geridas pelo novo modelo custará mais do que o apresentado à Câmara Legislativa.

Outros projetos de interesse da nova gestão já estão na Casa. Entre eles, alterações na Lei Orçamentaria Anual (LOA) e a revisão do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCUB).

Fonte: Metrópoles
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Ibaneis deve deixar Hospital DF Star ainda nesta quinta-feira, diz Buriti

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Governador do DF retornou à unidade particular da Asa Sul para fazer exames após ser submetido a uma cirurgia no abdômen

   Governador Ibaneis Rocha  Foto: Michael Melo/Metrópoles

O governador Ibaneis Rocha (MDB) vai deixar o Hospital DF-Star até o fim desta quinta-feira (04/06). Ele passou a noite na unidade particular, localizada na Asa Sul, para realizar exames após ser submetido a uma videolaparoscopia no abdômen, no fim de maio. A informação é do Palácio do Buriti.

Mesmo liberado pela equipe médica na quarta-feira (03/06), o titular do Palácio do Buriti preferiu pernoitar no local, onde tem despachado com alguns secretários e poucos assessores. O Buriti não confirmou o horário exato que o emedebista deve deixar a unidade.

Para pessoas próximas, o governador chegou a relatar desconforto na região operada, na manhã de quarta-feira (03/06), mas optou pelo uso de analgésico. Como a consulta já estava marcada, preferiu esperar o encontro com os especialistas para comunicar o ocorrido.

A cirurgia

A operação ocorreu durante a madrugada do dia 26 de maio e, logo depois, Ibaneis seguiu para a UTI pós-operatória. O cirurgião Ronaldo Cuenca foi o responsável pelo procedimento, por meio de videolaparoscopia.

Também participaram o médico intensivista Marcelo Maia (coordenador das terapias intensivas da Rede D’Or – DF) e o cardiologista João Poeys Júnior (coordenador médico da emergência do DF Star). O diretor-geral do Hospital DF Star, Pedro Henrique Loretti, acompanhou a equipe.

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Coronavírus: GDF abre licitação para construir hospital de campanha em Ceilândia

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Unidade terá capacidade para 60 leitos destinados a pacientes com Covid-19. Região tem maior número de infectados e mortos pela doença no DF.

Hospital de Campanha do Mané Garrincha — Foto: Larissa Passos/G1

O governo do Distrito Federal lançou um edital para dar início à construção de um hospital de campanha em Ceilândia. O local contará com 60 leitos para pacientes com o novo coronavírus. A abertura de licitação foi publicada em edição extra do Diário Oficial, nesta quarta-feira (3).

Do total de leitos, segundo o GDF, 20 serão de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e outros 40 para internação simples. A previsão é que a unidade custe R$ 15,5 milhões e que fique pronta em 40 dias. As propostas podem ser apresentadas até 8 de junho.

De acordo com o governador Ibaneis Rocha (MDB), a estrutura será usada para receber pacientes com a Covid-19 na região com o maior número de infectados e mortos pela doença.

Até a manhã desta quinta (4), Ceilândia registrava 1.320 casos de coronavírus e 39 óbitos. Em todo DF são 12.020 infecções e 176 mortes de moradores da capital. Segundo a Secretaria de Saúde, quando a pandemia estiver controlada, o hospital de campanha “será transformado em uma unidade materno-infantil”.

Além do hospital de campanha de Ceilândia, o GDF prometeu outras duas unidades do tipo para ajudar a conter o avanço do novo coronavírus: o hospital de campanha do Estádio Mané Garrincha e o hospital de campanha do Complexo Penitenciário da Papuda.

O Mané Garrincha recebeu os primeiros pacientes de Covid-19 no dia 22 de maio. A estrutura montada no estádio conta com 173 leitos de enfermaria, 20 de suporte avançado e quatro de emergência, que são voltados para a reanimação de pacientes que se recuperam da infecção pelo novo coronavírus.

Segundo o secretário de Saúde Francisco Araújo, o espaço é como “retaguarda” para atender pacientes que já tiveram alta de leitos em UTIs, mas ainda estão em processo de recuperação e não podem voltar para casa.

A expectativa é que cada pessoa permaneça até 14 dias no local, de acordo com o caso clínico.

Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal  — Foto: TV Globo/Reprodução

Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal — Foto: TV Globo/Reprodução

Hospital na Papuda

Já na Papuda, o hospital de campanha foi prometido pelo governo do DF em abril. A previsão era de que a estrutura – com capacidade para 40 leitos – fosse erguida em 15 dias, no campo de futebol do Centro de Detenção Provisória (CPD). No entanto, 54 dias depois deste anúncio, o hospital ainda não está pronto.

De acordo com a Secretaria de Saúde, as obras do hospital do Complexo da Papuda estão “em ritmo acelerado”. “O custo da construção gira em torno de R$ 5,9 milhões. A obra prevê cerca de 1 mil metros de área construída, dez leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com equipamento avançado para ventilação mecânica e outros 30 leitos de enfermaria”.

Ainda de acordo com a pasta, já foram concluídas as fundações das obras e da infraestrutura para a rede elétrica e cabeamento de dados, assim como a montagem dos módulos pré-fabricados, semelhantes a contêineres, feitos de material resistente a fogo.

“O projeto prevê sistema de isolamento térmico e acústico, além de uma rede de fibra óptica para se interligar ao sistema da Secretaria de Saúde (SES), com suporte para as câmeras de vigilância”.

Até a noite de quarta-feira (3), o sistema penitenciário do DF contabilizava 785 casos do novo coronavírus, e duas mortes. Os números contam com detentos e agentes penitenciários.

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Ano letivo será retomado em 29 de junho nas escolas públicas do DF com aulas a distância

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Atividades presenciais estão suspensas desde 11 de março, por conta da pandemia do novo coronavírus. A partir de 22 de junho, haverá aulas sem aferição de presença; veja cronograma.

Estudante tem aula a distância durante pandemia do coronavírus — Foto: Vladimir Luz / SEE

O secretário de Educação do Distrito Federal, João Pedro Ferraz, anunciou nesta quarta-feira (3), que o ano letivo será retomado na rede pública do DF em 29 de junho. Por conta da pandemia do novo coronavírus, as atividades ocorrerão à distância.

De acordo com o secretário, a partir desta quinta (4), gestores de escolas já devem retomar as atividades remotamente. Na sexta (5), professores voltam ao trabalho. Entre 22 e 26 de junho, os estudantes voltam às aulas sem aferição de frequência e, no dia 29, ocorre o retorno oficial do ano letivo. Veja o cronograma abaixo:

  • 4 de junho: Gestores de escolas públicas;
  • 5 de junho: Professores
  • 8 a 12 de junho: Semana de acolhimento e formação
  • 15 a 19 de junho: Professores produzem conteúdo para a plataforma
  • 22 a 26 de junho: Estudantes voltam sem aferição da frequência
  • 29 de junho: Começa o ano letivo do ensino mediado com aferição da frequência para todas as etapas
  • 29 de junho: Professores e estudantes podem acessar a plataforma gratuitamente

As atividades presenciais nas redes pública e privada de educação estão suspensas desde 11 de março, por conta da Covid-19. O anúncio foi feito durante uma transmissão ao vivo na internet, ao lado do coordenador do programa Escola em Casa DF, David Nogueira.

Como vai funcionar

Segundo a Secretaria de Educação (SE-DF), as aulas ocorrerão por meio da plataforma Google Sala de Aula e por transmissão pela televisão. A pasta afirma que estudantes do Ensino Médio e do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental já têm aulas pelo sistema e podem seguir se cadastrando.

Para os demais estudantes, a SE-DF afirma que a data de abertura do cadastramento será divulgada nos próximos dias. Até então, as aulas, tanto pela televisão quanto pela plataforma, não eram obrigatórias. Já a partir de 29 de junho, vão contar como horas letivas.

A secretaria afirma que estudantes sem acesso às aulas por falta de equipamento ou de sinal em suas regiões receberão material impresso, a ser entregue nas escolas. A frequência e a avaliação serão feitas pelos professores, por meio da realização de atividades.

Segundo a pasta, a implementação das atividades vai ocorrer por meio de comitês regionais e locais, além de um grupo central. Eles vão fazer reuniões remotas para operacionalizar as aulas.

Plano de ensino não presencial

Na terça-feira (2), o Conselho de Educação do DF aprovou o plano de ensino não presencial para a rede pública da capital. O documento estabelece como fica o ensino na rede pública enquanto durar a pandemia do coronavírus.

Segundo o documento, as teleaulas serão transmitidas por quatro emissoras de televisão. O material vai ser apresentado e produzido por professores da Secretaria de Educação, de segunda a sexta-feira, nos três turnos.

Durante o dia, serão exibidas as teleaulas destinadas à Educação Infantil, ao Ensino Fundamental, à Educação Especial. As transmissões à noite serão exclusivamente para a Educação de Jovens e Adultos (EJA).

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Brasília

Delmasso pede o desenvolvimento de plataforma de comércio eletrônico

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A ideia é contribuir na criação de renda e oportunidade de trabalho em tempos de pandemia

No dia 31 de maio, o vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado Delmasso (Republicanos-DF) pediu à direção da FAP – Fundação de Apoio à Pesquisa, o desenvolvimento de um aplicativo para fomentar o comércio do Distrito Federal. A quarentena deixou milhares de pessoas desempregadas e a criação de uma plataforma gratuita para a venda eletrônica é mais uma das propostas do distrital para diminuir o impacto desta crise.

Através do Ofício 82/2020, o vice-presidente, solicitou ao diretor-presidente da FAP, Alessandro França Dantas, estudos e o desenvolvimento de uma plataforma para o comércio eletrônico de destinação gratuita à população do Distrito Federal. Delmasso propôs ainda, que o processo de treinamento e divulgação seja realizado em parceria com o Laboratório Hacker de Inovação da Câmara Legislativa do Distrito Federal (LabHinova), colocando à disposição a equipe de trabalho para a completa realização do projeto.

“Além das ações para a proteção e garantia à saúde da população do Distrito Federal, estamos reunindo esforços para contribuir na criação de renda e oportunidade de trabalho para as famílias carentes, pessoas que perderam seus empregos e pequenos empreendedores,” explica Delmasso.

 

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‘Lockdown é medida extrema, mas não está descartado’, diz governo do DF

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Bloqueio total das atividades é pensado para regiões de Ceilândia, Pôr do Sol, Samambaia e Estrutural. No último fim de semana, governador Ibaneis postou vídeo pedindo que pessoas fiquem em casa.

Moradores de Ceilândia em rua da região do DF — Foto: TV Globo/Reprodução

Após o aumento no número de casos do novo coronavírus em algumas regiões do Distrito Federal, o governo declarou, na manhã desta quarta-feira (3) que o

pode ser uma alternativa. O bloqueio total das atividades estaria sendo pensado para Ceilândia, Pôr do Sol, Samambaia e Estrutural.

“Lockdown é medida extrema, mas não está descartado.”

A declaração partiu de um dos coordenadores de comunicação do GDF, Paulo Pestana. Segundo ele, o governador Ibaneis Rocha (MDB) “está muito preocupado com o aumento de casos nessas cidades”

No último do domingo (31), Ibaneis chegou a publicar um vídeo onde pedia às pessoas que usem máscaras e evitem sair de casa (veja abaixo). “Por favor, sigam as orientações, fiquem em casa, só saiam se for necessário. E você, comerciante, que agora tem possibilidade de retomar as suas atividades, faça isso com responsabilidade, não nos obriguem a tomar medidas mais duras”, afirmou.

“Os casos aumentaram demais nesses locais, há muita gente agindo como se nada estivesse acontecendo. O lockdown é caso extremo, mas não está fora da mesa”, disse o porta-voz do governo.

Casos de coronavírus no DF por região

No último boletim da Secretaria de Saúde, divulgado no começo da tarde desta quarta-feira, o Distrito Federal somava 11.398 casos do novo coronavírus e 167 óbitos de moradores desde o início da pandemia. Outras 14 pessoas, vindas de outros estados, morreram nos hospitais da capital – no entanto, segundo a pasta, essas mortes são contabilizadas nas regiões de origem das vítimas.

Ceilândia, que inclui os números do Sol Nascente e do Pôr do Sol, onde é cogitado o lockdown, lidera o número de casos e de mortes pela Covid-19 no DF:

  • Ceilândia: 1.233 casos e 36 mortes
  • Plano Piloto: 1.035 casos e 11 mortes
  • Taguatinga: 782 casos e 7 mortes
  • Samambaia: 771 casos e 23 mortes
  • Águas Claras: 475 casos e 10 mortes
  • Gama: 463 casos e 8 mortes
  • Planaltina: 436 casos e 7 mortes
  • Guará: 423 casos e 10 mortes
  • Sobradinho I: 359 casos e 4 mortes
  • Santa Maria: 340 casos e 6 mortes
  • São Sebastião: 255 casos e 3 mortes
  • Paranoá: 264 casos e uma morte
  • Recanto Das Emas: 224 casos e 10 mortes
  • Lago Sul: 207 casos e 2 mortes
  • Sudoeste/Octogonal: 193 casos e 4 mortes
  • Scia (Estrutural): 220 casos e 4 mortes
  • Riacho Fundo I: 181 casos e 5 mortes
  • Brazlândia: 158 casos e 3 mortes
  • Vicente Pires: 151 casos e uma morte
  • Lago Norte: 138 casos e uma morte
  • Jardim Botânico: 120 casos e 2 mortes
  • Cruzeiro: 101 casos, sem mortes
  • Núcleo Bandeirante: 93 casos e 2 mortes
  • Parkway: 71 casos e uma morte
  • Itapoã: 61 casos e uma morte
  • Riacho Fundo II: 56 casos e uma morte
  • Sobradinho II: 46 casos, sem mortes
  • Candangolândia: 40 casos e uma morte
  • Fercal: 11 casos e sem mortes
  • Varjão do Torto: 9 casos, sem mortes
  • S I A: 4 casos, sem mortes

O lockdown é a atitude mais radical para evitar a circulação de pessoas e a propagação do vírus. A medida é decretada pelo poder público.

Quando esse nível extremo do isolamento social ocorre, as pessoas não podem sair ou entrar nas regiões bloqueadas. Os moradores só têm autorização para ir ao mercado, farmácia ou locais de atendimento à saúde.

No Brasil, o lockdown foi implementado em alguns locais, como São Luis e outras três cidades do Maranhão; em quatro cidades no interior do Amazonas; Belém e outras 16 cidades do Pará; e mais de 30 cidades do Tocantins.

No estado de São Paulo, o governo diz que o protocolo está pronto, mas ainda não será adotado. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) é contra a medida.

Segundo o epidemiologista Jonas Brant, colocar a medida em prática no Distrito Federal exige “muita articulação do governo”. Ele explica que, na capital, os moradores precisam circular entre uma região e outra para trabalhar.

Para o médico, o isolamento social ainda é a melhor forma de prevenir o contágio sem necessitar o bloqueio total de circulação.

Entenda as diferenças

  • Isolamento social – é, em princípio, uma sugestão preventiva para todos para que as pessoas fiquem em casa
  • Quarentena – é uma determinação oficial de isolamento decretada por um governo
  • Lockdown – é uma medida de bloqueio total que, em geral, inclui também o fechamento de vias e proíbe deslocamentos e viagens não essenciais

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Coronavírus: mais da metade dos infectados no DF está recuperada da Covid-19

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Entre 11,2 mil registros confirmados até esta terça-feira (2), 6,3 mil pacientes estão curados. Média na capital é de 127,7 novas infecções a cada dia.

Primeiro caso de coronavírus é confirmado em Adamantina — Foto: Foto: Getty Images

Ao mesmo tempo em que disparam os casos de infecção pelo novo coronavírus no Distrito Federal, a soma de recuperados aumenta a cada dia. Quase três meses após a primeira confirmação da Covid-19 na capital, no dia 7 de março, já são 6.373 (57%) pacientes curados da doença.

Até a noite desta terça-feira (2), a Secretaria de Saúde contabilizava 11.256 infectados. Com o índice de recuperados, é possível dizer que, em média, 72 pessoas ficam livres dos sintomas a cada dia.

Já, quando consideradas as notificações na última semana, o índice de curados reduziu de 59% para 57%. Com base na análise dos dados, é possível afirmar que os novos casos de coronavírus foram superiores ao total de recuperações (veja gráfico abaixo).

Veja gráfico de recuperados da Covid-19 no DF — Foto: Reprodução

Veja gráfico de recuperados da Covid-19 no DF — Foto: Reprodução.

Na contramão de quem se viu livre da doença, outras 177 pessoas morreram em decorrência da Covid-19 em Brasília. Entre as vítimas, 14 viviam em outros estados e, segundo a secretaria, devem ser contabilizados nas estatísticas desses locais.

Recuperados

Entre os curados da Covid-19 na última semana está o catador de materiais recicláveis José Ednei da Silva, de 40 anos. Ele passou 22 dias internado logo após os primeiros sintomas.

Durante o período em que esteve no hospital, o reciclador lembrou que a família era sua “única preocupação”.

“A família precisa estar em primeiro lugar e a saúde é muito importante. Sem saúde não somos capazes de nada, eu senti isso na pele, no meu corpo”.

casos de recuperados x ativos no DF — Foto: Reprodução

casos de recuperados x ativos no DF — Foto: Reprodução

Ele passou dez dias intubado e sedado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Já em casa, ele conta que o período internado “foi como em um sonho, aqueles pesadelos”, diz. “Acordei sem saber que dia era, sem saber de nada.”

Já o primeiro caso de uma paciente recuperada no DF foi o da advogada Daniela Teixeira, de 48 anos. Ela foi diagnosticada com a doença em 16 de março.

À época, após ficar livre dos sintomas, ela contou que recebeu o diagnóstico “quase uma sentença de morte”, mas conseguiu superar a doença.

Infectados

Nesta terça (2), o DF ultrapassou a marca de 11,2 mil infectados pelo novo coronavírus. Segundo o boletim do GDF, a maioria dos infectados é homem (52,2%) e tem entre 30 e 39 anos. Veja abaixo os casos por faixa etária:

  • Menor de 19 anos: 638
  • De 20 a 29 anos: 1,96 mil
  • De 30 a 39 anos: 3,18 mil
  • De 40 a 49 anos: 2,59 mil
  • De 50 a 59 anos: 1,53 mil
  • Mais de 60 anos: 1,35 mil
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