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Venda de ingressos de pista premium para Pearl Jam no DF é reaberta

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Meia entrada custa R$ 325; banda se apresenta em cinco cidades brasileiras.
Apresentação em Brasília acontece dia 17 de novembro, no Mané Garrincha.

pearl jam (Foto: Flavio Moraes/G1)

Eddie Vedder durante show do Pearl Jam (Foto: Flavio Moraes/G1)

 

A produção do show do Pearl Jam em Brasília reabriu nesta semana a venda de ingressos para pista premium. As entradas custam R$ 325 (meia) e R$ 650 (inteira). A apresentação acontece dia 17 de novembro no Estádio Nacional Mané Garrincha.

O show faz parte da turnê da banda pela América Latina, que começa em Santiago (Chile), dia 4 de novembro, e termina na Cidade do Méximo, em 28 de novembro.

No Brasil, os músicos se apresentam dia 11, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre; dia 14, no Estádio do Morumbi, em São Paulo; dia 20, no Mineirão, em Belo Horizonte; e dia 22, no Maracanã, no Rio de Janeiro.

Com 25 anos de estrada, o Pearl Jam chega ao Brasil com dez álbuns gravados, o mais recente lançado em 2013, “Lightning bolt”. A estreia em estúdio aconteceu em 1991, com “Ten”, até hoje o disco de maior sucesso e com maior número de cópias vendidas – foram mais de 10 milhões só nos Estados Unidos.

A banda mantém praticamente a formação original, com o vocalista Eddie Vedder, os guitarristas Stone Gossard e Mike McCready, o baixista Jeff Ament e o baterista Matt Cameron , que acompanha o grupo desde 1998.

Pearl Jam, uma das bandas mais aguardadas do Lolla (Foto: Flavio Moraes/G1)

Pearl Jam, que se apresenta em novembro no Distrito Federal (Foto: Flavio Moraes/G1)

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Política BSB

Dados de milícia digital no ataque ao TSE estão com o Ministério Público Federal

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Informações colhidas pela Safernet sobre o ataque sofrido pelo TSE dão o caminho dos criminosos. Apesar de terem utilizado servidores localizados fora do Brasil, há indicações de que mentores e integrantes da gangue de hackers estariam dentro do país

(crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agencia Brasil)

A Procuradoria-Geral da República (PGR) já está de posse das informações colhidas pela ONG Safernet sobre o ataque hacker sofrido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que devem ajudar as autoridades a entender de onde partiu a invasão e chegar até os autores do crime, no Brasil ou no exterior –– e serão responsabilizados por isso. Apesar de terem usado servidores baseados fora do país, acredita-se que os mentores da ação estejam em território nacional e usaram máscaras de endereço de IP para ocultar a localização.

Além do vazamento das informações, os dados coletados pela ONG devem colaborar para a elucidação do ataque de negação de serviço, que inundou o site do TSE de acessos robóticos para tentar sobrecarregar os servidores e derrubar a página no dia do primeiro turno da eleição municipal, domingo passado. O presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, disse que os ataques tiveram “motivação política”.“Milícias digitais entraram imediatamente em ação tentando desacreditar o sistema. Há suspeita de articulação de grupos extremistas que se empenham em desacreditar as instituições, clamam pela volta da ditadura e muitos deles são investigados pelo STF (Supremo Tribunal Federal)”, disse Barroso.

Por conta disso, o presidente do TSE determinou a criação da Comissão de Segurança Cibernética para acompanhar a investigação da Polícia Federal sobre os ataques contra os sistemas informatizados da Corte. O grupo vai mirar as investidas criminosas para desacreditar o sistema eleitoral por meio da divulgação de notícias falsas sobre o processo de votação. A comissão será presidida pelo ministro Alexandre de Moraes, que já conduz um inquérito sobre fake news em tramitação no STF.

Também integrarão a comissão o corregedor-geral do TSE, ministro Luís Felipe Salomão; o delegado federal Disney Rosseti, assessor Especial de Segurança Institucional do órgão; dois juízes auxiliares; e um representante da Secretaria da Tecnologia da Informação (STI) da Corte. O tribunal ressaltou que o atraso de duas horas na divulgação dos resultados das eleições no último domingo não teve relação com os ataques.

A comissão vai apurar, segundo o TSE, “incidentes em sistemas on-line do Tribunal Superior Eleitoral potencialmente decorrentes de ataques cibernéticos praticados de modo criminoso e mediante ação coordenada de grupo com a finalidade de prejudicar o processo eleitoral”.

Os milicianos digitais também acessaram informações recentes, que estavam nos servidores da Corte. No dia da eleição, uma análise preliminar da Polícia Federal apontou que os dados que foram publicados na internet eram de anos anteriores. Mas, numa avaliação posterior, observou-se que informações armazenadas referentes a 2020 também vazaram.

Apesar da amplitude do ataque, as diligências indicam que os registros acessados foram até setembro deste ano, e não alcançaram o período das campanhas, análises de contas e o dia da votação. A informação foi revelada pelo jornal O Globo e confirmada pelo Correio junto a fontes ligadas às investigações. A investida ocorreu por meio de vulnerabilidades no site do Tribunal e se valeu de formulários para encontrar brechas no sistema de segurança para acessar a intranet, que continha as informações que foram vazadas.

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Política BSB

Renda Cidadã naufraga, mas Planalto aguarda segundo turno das eleições

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Reunião entre governo e líderes no Congresso termina novamente sem a definição de uma fonte para bancar o programa social, e Planalto deve abandonar a ideia após o segundo turno das eleições municipais. Uma das alternativas estudadas é ampliar o Bolsa Família

(crédito: AFP / EVARISTO SA)

Integrantes do governo e líderes do Congresso fizeram, ontem, uma nova rodada de reuniões para tentar avançar com a proposta do Renda Cidadã. O programa social é a aposta do presidente Jair Bolsonaro para manter a popularidade após o fim do auxílio emergencial, cuja última parcela será paga no mês que vem. Mais uma vez, porém, os aliados do chefe do Executivo não chegaram a um consenso sobre a fonte de financiamento da proposta. Com isso, governistas já avaliam, inclusive, a possibilidade de enterrar o projeto. Conforme apurou o Correio, o martelo só será batido após o segundo turno das eleições municipais, marcado para o próximo dia 29.

A articulação, agora, é focada em buscar uma alternativa para o que o governo vem chamando de “aterrissagem do auxílio emergencial”. Sem uma retomada total da economia e com mais de 14 milhões de desempregados no país, a ideia do Executivo é manter algum benefício, mesmo que para um número menor de pessoas.

Uma das alternativas estudadas pela equipe econômica é ampliar o número de beneficiários do Bolsa Família, que, atualmente, atende 14,2 milhões de famílias. Entretanto, caso isso venha a ocorrer, a expansão será limitada, com orçamento menor do que o previsto para o Renda Cidadã. Hoje, o programa paga, em média, R$ 190 por pessoa, ou seja, o valor seria cerca de 40% menor do que os atuais R$ 300 do auxílio emergencial.

Para contemplar mais famílias em 2021, a verba do Bolsa Família deve ser ampliada. Neste ano, o governo destinou R$ 29,5 bilhões para o pagamento do programa. O orçamento previsto para o ano que vem está na casa de R$ 34,8 bilhões. Segundo o Ministério da Cidadania, o ajuste é suficiente para incluir mais um milhão de famílias no programa.

Na avaliação de Paulo Monteiro, especialista em economia social, caso o Planalto não chegue a uma alternativa ao auxílio emergencial, até janeiro de 2021, o Brasil corre o risco de passar por uma “convulsão”. “A gente estima que, ao menos, três milhões, dos 67 milhões de brasileiros que recebem o auxílio, vão perder totalmente suas rendas a partir de janeiro. Os demais vão buscar emprego e causarão uma verdadeira convulsão na economia, por falta de alguma forma de sustento”, afirmou.

Monteiro ressaltou que, sem o poder de compra desse grupo de brasileiros, o dano será sentido em toda a cadeia econômica, inclusive os pequenos negócios. “Se houver esse corte na ponte de sustentação da dinâmica econômica, as pessoas não vão ter renda para consumir, e isso vai impactar a dinâmica da economia no conjunto. Serviços, comércios fechando, mais desemprego e o retorno à fome”, disse.

Debate contaminado

Líder do PP no Senado, Esperidião Amin (PP) afirmou que o governo precisa chegar logo a uma definição. Sobre a possibilidade de o Congresso aprovar qualquer mudança nos programas sociais, ele ressaltou que a proposta, primeiro, tem de ser apresentada. “Não tem como chegar janeiro e, simplesmente, abandonar essas famílias. Nós estamos com mais de 14 milhões de desempregados, e esse número deve chegar a 20 milhões no ano que vem. A gente viu que o auxílio deu certo, por mais que seja caro pagar. Bolsonaro é quem tem o cheque, então, ele precisa apresentar uma alternativa”, argumentou. “No Congresso, todos vão querer faturar. Uns vão dizer que R$ 300 não são suficientes, outros vão falar que R$ 600 não temos como pagar. Só que a proposta precisa chegar para um consenso ser definido.”

O parlamentar acredita que a solução chegará depois do segundo turno das eleições e, mesmo com o calendário apertado, os congressistas terão interesse em aprovar uma eventual medida. “Agora, o debate está contaminado. O bom foi que o Paulo Guedes garantiu que, em caso de uma segunda onda, o auxílio seria mantido”, completou, numa referência à declaração do ministro da Economia, na semana passada. “Ele conseguiu dar uma sinalização muito clara. Então, vamos aguardar qual será o desfecho para uma aterrissagem dos brasileiros.”

De acordo com Guedes, o governo não poderia fazer “aventuras para criar o novo programa social”. “Se nós conseguirmos criar um produto melhor dentro da responsabilidade fiscal, corretamente financiado, criaremos. Se não, o presidente já deu a última palavra. Enquanto essa discussão não estiver estabelecida, e ela não está, o que vai acontecer é o seguinte: vamos voltar para o Bolsa Família e acabou. Nós não vamos fazer aventura, não vamos gastar o que não pudermos. Ou tem sustentação fiscal, ou não interessa”, disse.

Bolsonaro acusa índios

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que, em alguns locais da Amazônia, indígenas trocam “tora” de madeira por Coca-Cola e cerveja. A declaração foi feita em live, ontem, ao lado do delegado Alexandre Saraiva, superintendente da Polícia Federal no Amazonas. “A Amazônia é uma imensidão (…). Então, não é fácil você tomar conta de tudo aquilo. Agora, as críticas são potencializadas. Existe o desmatamento ilegal? Existe. Eu acho que existem alguns locais, onde o índio, por exemplo, troca uma tora com uma Coca-Cola ou com uma cerveja”, disse.

Bolsonaro não cumpriu, porém, a promessa de divulgar a lista dos países que, conforme acusou, compram madeira ilegal do Brasil. Ele disse que “não acusaria nenhum país de cometer crime ou ser conivente de um crime, mas empresas que poderiam estar nos ajudando a combater esse ilícito”.

Ao ser questionado pelo jornalista Augusto Nunes sobre a França, disparou: “Eu vi que tem vários países, a quantidade que são importadas anualmente, se você pegar aqui, tem a França aqui também, o tipo de madeira. Se você pega um montante de ipê, por exemplo, entre vários países, aquele montante é muito superior do que é permitido extrair em reserva legal, área de manejo. Augusto fez diretamente (a pergunta sobre) a França, porque a França é uma concorrente nossa em commodities”, destacou. “O grande problema nosso para avançar no acordo da União Europeia com Mercosul é exatamente a França. Estamos fazendo o possível, mas a França, em defesa própria, nos atrapalha.”

 

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Política BSB

Corregedoria do MPF pede cópia de dados da operação Lava-Jato

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A obtenção de dados é um desejo da gestão de Augusto Aras, que já fez uma requisição direta aos procuradores do Paraná e chegou a acionar o Supremo Tribunal Federal

(crédito: Rosinei Coutinho/SCO/STF)

A corregedora-geral do Ministério Público Federal (MPF), Elizeta Maria de Paiva Ramos, determinou que a força-tarefa da Lava Jato no Paraná envie cópia da base de dados da operação. A atividade é parte de um procedimento interno, aberto para verificar se houve irregularidade na atuação do grupo. As informações sigilosas da investigação motivaram uma queda de braço entre os procuradores de Curitiba e o procurador-geral da República, Augusto Aras.
A obtenção de dados é um desejo da gestão do PGR, que já fez uma requisição direta aos procuradores do Paraná e chegou a acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para obter a cópia – sem sucesso, nos dois casos. Agora, as informações foram copiadas pela Secretaria de Perícia, Pesquisa e Análise (Sppea) da PGR, que é ligada ao gabinete do procurador-geral. A Corregedoria-Geral, no entanto, afirma que os dados não estarão à disposição de Aras.
Procurada pela reportagem, Elizeta Paiva disse que houve cópia apenas para análise da corregedoria, mas nenhum outro setor do MPF terá acesso. Ela negou-se a dar mais detalhes por se tratar de procedimento sigiloso.
A justificativa de Aras ao requisitar o acesso é o que ele chama de uma “caixa de segredos” e a necessidade de “correção de rumos” na operação. No fim de junho, a coordenadora dos processos ligados à Lava Jato na PGR, Lindôra Araújo, foi a Curitiba solicitar os dados, mas os procuradores não aceitaram e criticaram a “inspeção informal”. O episódio resultou na abertura de uma sindicância interna no órgão.
Um dos argumentos de Aras para vistoriar os dados da Lava Jato no Paraná foi a inclusão dos nomes dos atuais presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), nos autos de uma denúncia apresentada pelos procuradores da primeira instância, que não têm atribuição legal para investigar chefes de poderes.
Em julho, Aras chegou a fazer uma live e defendeu o fim do “lavajatismo”. Na ocasião, membros da força-tarefa no Paraná reagiram com uma nota de repúdio ao que chamaram de “ataques genéricos”, “declarações infundadas” e “ilações”.
Supremo. A PGR solicitou os dados ao STF em julho, durante o recesso. O então presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, autorizou. No entanto, o relator dos processos ligados à Operação Lava Jato, ministro Edson Fachin, revogou a decisão, o que interrompeu o repasse das informações, que já havia sido iniciado. Apesar de ter recusado a cópia de dados diretamente à PGR, em junho, a força-tarefa da Lava Jato, agora, não se opôs ao pedido da Corregedoria-Geral.
Procurado pela reportagem, o coordenador da força-tarefa da Lava Jato do Paraná, Alessandro Oliveira, não quis comentar o assunto. Em nota, a Corregedoria-Geral do MPF disse que a solicitação “não possui nenhuma relação com medida judicial analisada pelo Supremo Tribunal Federal”.
‘Diligência’ gerou reação
Braço direito de Augusto Aras, sub-procuradora-geral da República Lindora Maria Araújo fez em julho uma “diligência” para consultar o banco de dados da força-tarefa da Operação Lava Jato, em Curitiba. Os procuradores reagiram e, alegando independência funcional, enviaram ofício a Aras relatando “estranhamento” com a o que chamaram de “busca informal”. Em nota, Lindora negou irregularidade e disse que se tratava de uma reunião previamente agendada. A PGR emitiu uma nota afirmando que a Lava Jato “não é um órgão autônomo e distinto do MPF”. A corregedoria-geral do Ministério Público Federal abriu sindicância para investigar o caso.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Datafolha aponta Covas com 48% e Boulos com 35% no 2º turno em SP

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Brancos e nulos somam 13%; 4% não souberam responder. Se forem considerados apenas os votos válidos, está 58% para o tucano e 42% para o candidato do PSol

(crédito: Reprodução)

A primeira pesquisa Datafolha sobre o segundo turno das eleições em São Paulo aponta o atual prefeito, Bruno Covas (PSDB), com 48% das intenções de voto e Guilherme Boulos (PSol), com 35%. A pesquisa encomendada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S. Paulo foi divulgada nesta quinta-feira (19/11).

Brancos e nulos somam 13% e 4% não responderam. A margem de erro é de três pontos percentuais.

O tucano tem vantagem entre os mais pobres e entre os mais ricos. Boulos tem vantagem entre os mais jovens.

Votos válidos

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral. Para vencer no 2º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Bruno Covas: 58%
Guilherme Boulos: 42%

Levantamento foi feito entre 17 e 18 de novembro e ouviu 1.254 pessoas na cidade de São Paulo. Número de identificação na Justiça Eleitoral: SP-03437/2020.

 

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Datafolha: Paes tem 54% dos votos e Crivella 21% no 2º turno no Rio

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Brancos e nulos somam 22% e 3% não responderam à pesquisa

(crédito: AFP)

A pesquisa Datafolha para o segundo turno do Rio de Janeiro, divulgada nesta quinta-feira (19/11), mostra grande vantagem de Eduardo Paes (DEM) sobre Marcelo Crivella (Republicanos). Paes aparece com 54% das intenções de votos, enquanto o atual prefeito aparece com 21%. Levando em conta só os votos válidos, Paes tem 71% e Crivella, 29%.

Brancos e nulos somam 22% e 3% não responderam à pesquisa.

De acordo com o levantamento, Paes tem vantagem entre as mulheres, entre os mais instruídos e entre os que têm mais de 60 anos. Crivella lidera entre os evangélicos.

Votos válidos

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral. Para vencer no 2º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.Eduardo Paes (DEM): 71%
Crivella (Republicanos): 29%

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e ouviu 1.064 pessoas entre terça (17/11) e quarta-feira (18/11). A margem de erro é de três pontos percentuais. Número de identificação na Justiça Eleitoral: RJ-00503/2020.

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Cai o número de congressistas eleitos prefeito ou vice

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Entre os 69 congressistas que se lançaram para os cargos de prefeito e vice-prefeito, apenas quatro se elegeram no domingo e 15 vão disputar o segundo turno

(crédito: Divulgação/Senado Federal)

O resultado das eleições municipais 2020 mostra que o desempenho de deputados federais e senadores na disputa pelas prefeituras poderá ser o pior em quase três décadas, de acordo com levantamento do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). Entre os 69 congressistas que se lançaram para os cargos de prefeito e vice-prefeito, apenas quatro se elegeram no domingo e 15 vão disputar o segundo turno. Do total, 50 já perderam a eleição.
Mesmo considerando os que ainda concorrem ao comando dos Executivos locais, o número de parlamentares eleitos pode chegar a no máximo 18 nas eleições de 2020, igualando a 2008, até então o pior desempenho desde a redemocratização. O total de 18, e não 19 (4 eleitos mais 15 disputando), é consequência de o segundo turno ser disputado entre os deputados João Campos (PSB) e Marília Arraes, no Recife.
De 1992 para cá, a média foi de 26 congressistas vencedores. Um deputado ou um senador não perde o mandato quando concorre na eleição municipal. Caso ganhe, um suplente é chamado para ocupar o mandato na Câmara ou no Senado.
Um dos fatores que explicam o baixo número de eleitos é que, neste ano, também houve o menor número de parlamentares candidatos na série histórica. “Além do ambiente fiscal que os municípios enfrentam, muitos parlamentares preferiram se dedicar ao mandato no Congresso ou por questões partidárias ou incerteza em relação a fazer campanha na pandemia de covid-19”, afirma o analista político do Diap Neuriberg Dias.
Com a possibilidade de indicar recursos no orçamento federal e destinar verbas para seus redutos eleitorais, muitos congressistas preferiram ficar na segurança de seus mandatos federais, segundo o analista. O cenário difícil para a economia dos municípios após a pandemia do novo coronavírus agrava ainda mais esse quadro, na avaliação do Diap. Dos 69 candidatos, 40 estão no primeiro mandato no Congresso, um número grande de estreantes, de acordo com o analista. “O eleitorado apostou mais na manutenção de políticos experientes na gestão municipal do que em renovação, como se imaginava.”
Dos parlamentares vencedores, apenas dois deputados garantiram a eleição para prefeito no primeiro turno: Roberto Pessoa (PSDB), em Maracanaú (CE), e Alexandre Serfiotis (PSD), em Porto Real (RJ). Os outros dois vencedores – Paulinho Marinho Jr (PL), em Caxias (MA), e Juninho do Pneu (DEM), em Nova Iguaçu (RJ) – foram eleitos vice-prefeitos. No Senado, Vanderlan Cardoso (PSD-GO) foi para o segundo turno em Goiânia e Jean Paul Prates (PT) perdeu na primeira etapa da disputa em Natal.
Para o segundo turno, o PSD e o PT têm três congressistas candidatos, incluindo um senador e deputados. PSB e PSOL contam com dois cada. PDT, Podemos, Solidariedade e PROS tem um deputado federal cada concorrendo na segunda etapa da eleição municipal.
Com a aposta do eleitorado destoando do quadro da eleição presidencial em 2018, o presidente Jair Bolsonaro elegeu apenas dez candidatos no primeiro turno entre os 59 políticos para os quais pediu votos nas últimas semanas. O cenário também influenciou o baixo desempenho dos congressistas na eleição, segundo o analista do Diap.
“A tendência da eleição de 2018 não se confirmou, porque o próprio presidente da República saiu do partido depois do primeiro ano de mandato e não criou um novo. Isso enfraqueceu e fragmentou os grupos que vinham ascendendo na política”, afirma Neuriberg Dias.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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terça-feira, 24 de novembro de 2020

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