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Veja onde se vacinar contra gripe e outras 18 doenças no DF; capital está abaixo da meta na maioria das campanhas

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Situação é mais grave no caso da vacina tetra viral, com cobertura de 1,3%; e da segunda dose da tríplice viral, com 56,4%. Imunizante contra gripe está liberado para todos os públicos.

Vacinação contra a gripe no Distrito Federal — Foto: André Borges/Agência Brasília

Gripe, sarampo, febre amarela e hepatite são algumas das doenças que podem ser evitadas com vacinas – todas disponíveis, de graça, no Sistema Único de Saúde (SUS). Apesar disso, a cobertura vacinal, ou seja, a quantidade de pessoas que receberam os imunizantes oferecidos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), está abaixo do esperado pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF).

Segundo a pasta, pelo menos 12 campanhas de imunização infantil estão com procura abaixo da meta. Dados referentes ao primeiro quadrimestre do ano indicam que, no caso da tetra viral, a cobertura está em 1,3%. Já da tríplice viral, 56,4%. O objetivo é imunizar 95% do público-alvo.

Os imunizantes contra 19 doenças (veja lista abaixo) estão disponíveis em dezenas de salas de vacinação na capital. Os endereços podem ser conferidos no link.

A SES-DF também liberou a aplicação da proteção contra a gripe em todos os públicos, por conta da pouca procura. Ao todo, 99 postos oferecem as doses (veja aqui os endereços).

Baixa cobertura

Outra campanha que está abaixo do esperado é a de vacinação contra a poliomielite, doença que causa paralisia infantil. Nos primeiros quatro meses deste ano, apenas 78,2% dos nascidos no DF receberam a vacina. A meta é imunizar, com duas doses, 95% do público-alvo, formado por bebês com dois e quatro meses de vida.

Já a vacina contra a gripe alcançou apenas 64,1% dos idosos e 62,1% das gestantes, de 12 de abril, quando a campanha teve início, até 5 de julho. O objetivo da Secretária de Saúde (SES-DF) era vacinar, pelo menos, 90% das pessoas que fazem parte do grupo prioritário.

“Existe uma corrida em busca da vacina contra a Covid-19, mas as pessoas não podem esquecer que outras doenças que são prevenidas com vacinas também possuem potencial de levar a complicações, internações e óbito, como já levaram no passado e muitas inclusive já foram causa de epidemias e pandemias”, lembra a enfermeira Fernanda Ledes, da área de imunização da SES-DF.

 

Veja abaixo a cobertura vacinal do calendário infantil no DF:

Cobertura vacinal no DF, no 1º quadrimestre de 2021

BCG 95,7%
Rotavírus 78,2%
Meningo C 80,8%
Poliomielite 78,2%
Pentavalente 78,3%
Pneumo 10-V 81,4%
Tríplice viral 88,3%
Tetra viral 1,3%
Hepatite A 78,6%
Hepatite B 78,7%
Febre amarela 79,9%
Hep B < 31 dias 77,4%
Tríplice viral D2 56,4%
Varicela 76,1%

Quais vacinas estão disponíveis?

 

A orientação é que, do bebê ao adulto, todas as pessoas tomem as vacinas necessárias na idade e com as doses recomendadas. Para receber um imunizante, basta ir a uma UBS e apresentar um documento de identificação e o cartão de vacinação.

Caso não tenha o documento com as vacinas já tomadas, um outro cartão será fornecido após a atualização.

Veja a lista de vacinas disponíveis na rede pública do DF e quem pode tomar:

  1. Vacina BCG: administrar o mais precocemente possível, a partir de 2 Kg. Na rotina dos serviços administrar até 4 anos, 11 meses e 29 dias.
  2. Vacina hepatite B: administrar preferencialmente nas primeiras 12 horas de nascimento, ou na primeira visita ao serviço de saúde. Crianças menores de 7 anos, ver recomendação da vacina penta. A partir de 7 anos, administrar 3 doses (0, 1 e 6 meses) considerando situação vacinal. Gestantes em qualquer faixa etária e idade gestacional, administrar 03 doses (0, 1 e 6 meses) considerando situação vacinal.
  3. Vacina penta (DTP/Hib/Hepatite B): administrar aos 2, 4 e 6 meses de idade. Pode ser administrada até 6 anos 11 meses e 29 dias. Intervalo entre as doses é de 60 dias e mínimo de 30 dias. Reforços: 15 meses (1º) e 4 anos (2º) com a vacina DTP.
  4. Vacina poliomielite (VIP): administrar aos 2, 4 e 6 meses de idade. Intervalo entre as doses de 60 dias e mínimo de 30 dias.
  5. Vacina rotavírus: administrar 2 doses (2 e 4 meses). Primeira dose a partir de 1 mês e 15 dias até 3 meses e 15 dias. Segunda dose a partir de 3 meses e 15 dias até 7 meses e 29 dias. O intervalo mínimo entre as doses é de 30 dias. Não administrar 2ª dose sem ter administrado a 1ª dose. Se a criança regurgitar, cuspir ou vomitar após a vacinação não repetir a dose.
  6. Vacina pneumocócica 10: administrar 2 doses, aos 2 e 4 meses de idade. O intervalo entre as doses é de 60 dias, mínimo de 30 dias. Reforço: 12 meses de idade, podendo ser administrado até 4 anos, 11 meses e 29 dias. Crianças de 12 meses a 4 anos 11 meses e 29 dias não vacinadas, administrar dose única.
  7. Vacina meningocócica C: administrar 2 doses aos 3 e 5 meses de idade. O intervalo entre as doses é de 60 dias, mínimo de 30 dias. Reforço: 12 meses; pode ser administrado até os 4 anos, 11 meses e 29 dias. Crianças de 12 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias não vacinadas, administrar dose única.
  8. Vacina febre amarela: administrar uma dose aos 9 meses de idade e um reforço aos 4 anos. Pessoas de 5 a 59 anos de idade, não vacinadas ou sem comprovação vacinal, administrar dose única. Contraindicada para gestantes e deve ser adiada em mulheres que estão amamentando até o 6º mês de vida da criança. Indivíduos a partir de 60 anos: avaliar o risco da doença e benefício da vacina.
  9. Vacina tríplice viral: administrar 1 dose aos 12 meses e a segunda dose aos 15 meses de idade com a vacina tetra viral. Indivíduos de 1 a 29 anos devem ter 2 doses; indivíduos de 30 a 59 anos de idade devem ter 1 dose; profissionais de saúde independentemente da idade devem ter 2 doses. Contraindicada para gestantes. O intervalo mínimo entre as doses é de 30 dias.
  10. Vacina poliomielite oral: administrar 2 gotas aos 15 meses (1º reforço) e aos 4 anos de idade (2º reforço). Administrar o 1º reforço a partir de 6 meses da conclusão do esquema básico. O intervalo mínimo entre os reforços é de 6 meses. Se a criança regurgitar, cuspir ou vomitar após a vacinação não está mais indicado repetir a dose, considerar vacinado.
  11. Vacina tetra viral: administrar 1 dose aos 15 meses de idade em crianças que já tenham recebido a 1ª dose da vacina tríplice viral. Pode ser administrada até 4 anos, 11 meses e 29 dias.
  12. Vacina hepatite A: administrar dose única aos 15 meses de idade. Pode ser administrada até 4 anos, 11 meses e 29 dias.
  13. Vacina varicela: administrar 1 dose de 4 a 6 anos, 11 meses e 29 dias. Toda criança até 6 anos, 11 meses e 29 dias deve ter 2 doses de vacina com o componente varicela, sendo o intervalo mínimo entre as doses de 30 dias. Profissionais de saúde não vacinados e que trabalham na área assistencial, especialmente em contato com pessoas imunodeprimidas e os da área de pediatria devem receber uma ou duas doses de vacina varicela (atenuada), a depender do laboratório produtor.
  14. Vacina HPV: administrar 2 doses (0 e 6 meses) em meninas de 9 anos a 14 anos, 11 meses e 29 dias E meninos de 11 anos a 14 anos, 11 meses e 29 dias. Intervalo mínimo entre as doses é de 6 meses. O prazo máximo para conclusão do esquema iniciado é de 12 meses.
  15. Vacina Meningocócica ACWY: administrar 1 dose nos adolescentes de 11 e 12 anos, mesmo que já tenham recebido a vacina meningocócica C anteriormente (intervalo mínimo 30 dias entre as doses).
  16. Vacina dupla adulto (dT): a partir de 7 anos, administrar 3 doses (0, 2 e 4 meses) considerando situação vacinal. O intervalo entre as doses é de 60 dias, mínimo de 30 dias. Vacinados anteriormente com 3 doses de vacina com componentes difteria e tétano: administrar reforço a cada 10 anos, após a data da última dose.
  17. Vacina dTpa (adulto): administrar 1 dose a partir da 20ª semana de gestação. Deve ser administrada a cada gestação. Mulheres que perderam a oportunidade de serem vacinadas durante a gravidez devem receber 1 dose da vacina dTpa no puerpério (até 45 dias após o parto). Administrar uma dose de dTpa para todos os profissionais de saúde, considerando o histórico vacinal de difteria/tétano.
  18. Vacina influenza: administrar dose anual por ocasião da Campanha Nacional de Vacinação para grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde.
  19. Vacina pneumocócica 23: administrar 1 dose nos indivíduos a partir de 60 anos acamados e/ou que vivem em instituições fechadas (asilos, hospitais e casas de repouso). Administrar 1 dose adicional a partir de 5 anos da dose inicial.

 

 

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Detran-DF identifica 5,3 mil infrações de trânsito no aeroporto em 4 meses

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Câmeras de videomonitoramento flagraram as infrações cometidas por condutores de veículos nas proximidade do aeroporto. Estacionamento em local proibido lidera as multas aplicadas

Agência Brasília

 

Câmeras de videomonitoramento nas vias próximas ao Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek têm auxiliado as equipes do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) na fiscalização dos veículos que passam pelo local. De acordo com levantamento da autarquia, entre 4 de abril e 26 de julho, foram registradas 5,3 mil infrações de trânsito na região.

A maioria das multas aplicadas foram por estacionamento e parada em locais proibidos. O agente do Detran Daniel Leite explica que o condutor pode ser multado caso ultrapasse o tempo destinado à parada de desembarque e embarque. Mesmo que o pisca-alerta esteja ligado e/ou o motor do veículo esteja acionado, com o condutor dentro e porta-malas aberto.

De acordo com ele, é muito importante que as pessoas saibam diferenciar entre “parar” e “estacionar”. Pelas particularidades do aeroporto, Daniel reforça que o passageiro é quem deve esperar o condutor no ponto de embarque/desembarque, não o contrário. A parada nesta área é referente ao momento em que o veículo está embarcando ou desembarcando passageiros. A permanência indevida pode ocasionar transtornos no trânsito, como congestionamento. Estacionar em fila dupla também é uma infração grave e quem tem sido observada pela equipe do Detran-DF.

Veja as multas mais recorrentes por estacionamento em local indevido, conforme o Art. 181, XVIII, Código de Trânsito Brasileiro CTB:

  • Em locais e horários proibidos especificamente pela sinalização (placa com o aviso “Proibido estacionar”: infração média;
  • Ao lado de outro veículo em fila dupla: infração grave;
  • Onde houver sinalização horizontal delimitadora de ponto de embarque ou desembarque de passageiros de transporte coletivo ou, na inexistência desta sinalização, no intervalo compreendido entre 10 metros antes e depois do marco do ponto: infração média;
  • Em locais e horários de estacionamento e parada proibidos pela sinalização (placa com o aviso “Proibido parar e estacionar”): infração grave.

Monitoramento

Pela legislação vigente, as autuações por videomonitoramento só podem ser feitas se o agente de trânsito estiver operando ao vivo. Esse serviço é realizado com base nas Resoluções do Contran nº 471 e 532, nos termos do artigo 280, do Código de Trânsito Brasileiro.

Cerca de dois a três agentes de trânsito trabalham em uma sala da autarquia para monitorar 17 câmeras. Há expectativa de adquirir mais equipamentos e implantar o sistema em outros pontos do DF. Daniel Leite ressalta que toda a região do aeroporto está bem-sinalizada sobre o aviso do videomonitoramento, bem como as sinalizações de trânsito, verticais e horizontais da via.

Seguem algumas dicas para os condutores ficarem atentos

  • Retirar ou inserir bagagens no veículo nos pontos de embarque e desembarque
  • Embarcar passageiro que já estava aguardando em local pré-determinado.

Não pode

  • Aguardar no veículo estacionado a chegada do passageiro, ainda que com o motor funcionando e pisca-alerta ligado nos pontos de embarque e desembarque.
  • Estacionar para fazer uma ligação telefônica.
  • Despedir-se ou recepcionar com conversas longa.
  • Estacionar em fila dupla aguardando passageiro, ainda que não haja vaga próximo ao meio-fio.
  • Deixar o veículo estacionado por qualquer motivo, como para levar o passageiro até a área de embarque ou ir até a saída do desembarque para encontrar o passageiro.
  • Estacionar na parada de ônibus até o passageiro chegar ou ligar.

Fonte: Correio Braziliense

 

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Justiça solta procurador que atirou em cunhado e atingiu a própria mãe

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Alvará de soltura foi emitido na tarde desta quarta-feira (28/7). Contudo, o servidor público deve comparecer a todos os atos do processo e manter distância mínima de 300 metros da esposa

oto: Arnon Gonçalves/Sinpol-DF

O procurador da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária, Henrique Celso Gonçalves, foi solto, na tarde desta quarta-feira (28/7), por um desembargador da Segunda Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT). Na emissão do alvará de soltura, o juiz destacou que Henrique deverá comparecer a “todos os atos do processo”, além de manter distância mínima de 300 metros da esposa e não ter contato, por nenhum meio, com ela. O servidor público também está proibido de retornar à residência do casal “até que o Juízo natural da causa se manifeste sobre o tema e determine outras medidas que entender de direito”.

A decisão foi tomada após o advogado do procurador, Karlos Eduardo de Souza Mares, entrar com habeas corpus para reverter a prisão preventiva de Henrique. O procurador foi preso em flagrante, no último sábado (24/7), após ter, segundo boletim de ocorrência, agredido a esposa e atirado cerca de quatro vezes contra o cunhado. No entanto, um dos disparos atingiu o braço da própria mãe de Henrique, que foi atendida no hospital de Base e liberada no dia seguinte, quando recebeu a medicação prescrita pelo médico.

No pedido de soltura, o advogado destaca que Henrique teria atirado em legítima defesa, pois imaginou que o cunhado estaria armado. A defesa do procurador argumentou que a prisão preventiva foi decretada com base na gravidade abstrata do crime e ressaltou que o cliente era réu primário, “sem qualquer processo-crime em seu desfavor”. O pedido também ressalta que não há elementos que indiquem que a liberdade do procurador ofereça risco à ordem pública.

“O paciente é primário, possui bons antecedentes, exerce ocupação lícita (procurador federal/procurador Infraero), é pós-graduado e tem residência fixa, de maneira que a imposição de medidas cautelares diversas da prisão seria suficiente para o caso”, descreveu. A defesa também salientou que o procurador é hipertenso e diabético e que precisa tomar medicamentos diários e aplicações subcutâneas semanais, “de modo que faz parte do grupo mais suscetível a apresentar sintomas graves ou até mesmo de óbito, caso venha a contrair a covid-19”.

Apesar do alvará de soltura, o desembargador que analisou o pedido destacou que “nada impede que o Juízo natural da causa analise novamente a necessidade da prisão preventiva, diante de requerimento expresso do Ministério Público ou representação da autoridade policial”.

Relembre o caso

Henrique foi preso no último sábado (24/7) após discutir com o cunhado e disparar contra o familiar. Segundo o boletim de ocorrência registrado na 1° Delegacia de Polícia (Asa Sul), o procurador teria bebido durante todo o dia e, em determinado momento, agrediu a esposa e a própria irmã. O cunhado, que estava presente no local e presenciou as agressões, foi defendê-las e começou uma briga com o servidor público. A discussão entre eles foi separada por um amigo da família que também estava na casa, na QI 28 do Lago Sul.

Depois da discussão, Henrique buscou um revólver 38 e atirou cerca de quatro vezes contra o cunhado. No entanto, um dos disparos atingiu o braço da mãe do procurador. Para se proteger, os familiares que estavam na casa se esconderam em um quarto e acionaram a polícia.

O servidor entrou em outro cômodo e afirmou que se mataria. Ao chegar ao local, uma equipe do Grupamento Tático Operacional (GTOP) negociou com o procurador sua rendição. Em buscas pela casa, os militares apreenderam dez armas de fogo, duas facas e munições de diversos calibres.

Na ocasião, o advogado de Henrique afirmou ao Correio que as armas eram do pai do servidor público, que era brigadeiro da aeronáutica e já morreu. Em relação às agressões contra a esposa, a defesa do procurador destacou que “o casal estava passando por uma fase conturbada da relação, houve uma discussão e exaltação de ânimos, mas ele (Henrique) não chegou a agredi-la. Ao contrário, ele foi vítima de agressões por parte das pessoas que lá estavam presentes, tanto que foi constatado no laudo do IML (Instituto Médico Legal) diversas marcas de golpes no corpo do nosso cliente”, finalizou.

Fonte: Correio Braziliense

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DF recebe 30,4 mil doses de Pfizer e confirma vacinação para 35 anos na quinta

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Segundo a Secretaria de Saúde, a lista dos 100 pontos de vacinação abertos será divulgada ainda nesta quarta-feira (28/7)

Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde

O Distrito Federal recebeu, na manhã desta quarta-feira (28/7), 30.420 doses do imunizante da Pfizer, sendo metade destinada à aplicação de primeira dose (D1) e a outra metade à aplicação de segunda dose (D2). Assim, junto às outras doses de CoronaVac e AstraZeneca que chegaram no início desta semana, a Secretaria de Saúde confirmou a vacinação contra covid-19 para 35 anos ou mais a partir de quinta-feira (29/7).

Segundo a secretaria, a lista dos 100 pontos de vacinação abertos será divulgada ainda nesta quarta-feira. No início da semana, o GDF divulgou que 43.110 doses de vacinas serão destinadas ao novo público. Mil doses serão voltadas para a segunda dose de grávidas que se vacinaram primeiramente com a AstraZeneca.

Nesta quarta, o governador Ibaneis Rocha (MDB) afirmou que o GDF vai acatar a decisão do Ministério da Saúde e vacinar adolescentes a partir de 12 anos contra a covid-19. A pasta federal decidiu que o atendimento ao novo público deve ocorrer após todos os adultos com 18 anos ou mais terem recebido, pelo menos, a primeira dose dos imunizantes. Apesar disso, ainda não há  data definida para o início da imunização de adolescentes.

A nova orientação do Plano Nacional de Imunização (PNI) foi emitida na noite desta terça-feira (27/7), em nota conjunta assinada pelo Ministério da Saúde, pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). No documento, os três órgãos orientam que, uma vez esgotados os grupos prioritários, a campanha de vacinação contra a covid-19 deve seguir critério decrescente de idade.

 

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Covid-19: Ibaneis pretende vacinar adolescentes a partir de 12 anos

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O governador do DF confirmou ao Correio que vai seguir a determinação do Ministério da Saúde. Depois de todos os adultos vacinados com a primeira dose, o atendimento deve seguir para as pessoas de 12 a 17 anos

Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília.

 

O Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), confirmou, na tarde desta quarta-feira (28/7), que o GDF vai acatar a decisão do Ministério da Saúde e vacinar adolescentes a partir de 12 anos contra a covid-19. A pasta federal decidiu que o atendimento ao novo público deve ocorrer após todos os adultos com 18 anos ou mais terem recebido, pelo menos, a primeira dose dos imunizantes. Apesar disso, ainda não há uma data definida para o início da imunização de adolescentes.

A nova orientação do Plano Nacional de Imunização (PNI) foi emitida na noite desta terça-feira (27/7), em nota conjunta assinada pelo Ministério da Saúde, pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). No documento, os três órgãos orientam que, uma vez esgotados os grupos prioritários, a campanha de vacinação contra a covid-19 deve seguir critério decrescente de idade.

Atualmente, o DF atende pessoas de 37 anos ou mais. Nesta quinta-feira (29/7), a campanha de imunização vai ser ampliada para as pessoas a partir de 35 anos. Assim como no mutirão do último fim de semana, não será necessário agendamento prévio e terão 100 pontos de atendimento em todo o DF. A distribuição das doses pelos postos deve ser divulgada em breve pela Secretaria de Saúde.

Pandemia

O Distrito Federal registrou 582 novos casos de covid-19 e 11 mortes, nesta terça-feira (27/7). Com as ocorrências, a capital acumula 447.354 infecções pela doença e 9.578 óbitos, desde o começo da pandemia. Os dados são do boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde do DF.

Segundo a Secretaria de Saúde, 88% dos pacientes com o novo coronavírus são moradores da capital; 5,9% são do Entorno do DF; e 7,2% são de outras unidades da Federação;

Fonte: Correio Braziliense

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Temperatura no DF pode chegar a 29ºC nesta quarta; mínima foi de 8ºC

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Nas horas mais quentes do dia, a umidade relativa do ar deve alcançar 20%

Foto: Elza Fiúza / Agência Brasil

A previsão do tempo do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indica que a quarta-feira (28/7) será marcada por céu com poucas nuvens no Distrito Federal. A temperatura máxima pode chegar a 29ºC, no DF. A mínima registrada foi de 8ºC, em Águas Emendadas, Planaltina.

De acordo com o órgão, nas primeiras horas do dia, a umidade relativa do ar alcançou 85%. Nas horas mais quentes, deve alcançar 20%. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), quando a umidade fica abaixo de 30%, é preciso cuidados especiais.

A orientação da Defesa Civil é beber, pelo menos, seis copos d’água por dia, pingar duas gotas de soro fisiológico em cada narina, ter toalhas molhadas e bacias de água nos quartos, usar roupas leves e, se possível, de algodão. Também faz parte das recomendações não fazer exercícios físicos entre 10h e 17h e evitar queima de lixo e entulho. Confira a orientação para cada nível de medição abaixo.

Massa de ar frio

De acordo com o Inmet, durante a noite desta quarta-feira, uma nova massa de ar fria deve chegar na capital federal e as temperaturas devem reduzir a partir de quinta-feira (29/7). Com a chegada do novo fenômeno meteorológico, as manhãs no DF podem alcançar até 6ºC, conforme explica o meteorologista Heráclio Alves. “A massa de ar frio avança no país e começa a influenciar no DF a partir desta noite, fazendo com que as temperaturas no DF variem de 6ºC a 8ºC. Essa massa deve atuar na cidade na quinta e sexta, mas, no fim de semana, começa a perder força”, garante.

Segundo Heráclio, haverá uma ligeira melhora na umidade relativa do ar, mas não será suficiente para causar chuvas. O DF completa, nesta quarta-feira, 42 dias de estiagem. “A umidade não vai ter uma queda acentuada, mas haverá uma ligeira melhora”, ressalta o meteorologista.

Confira a orientação para cada nível de medição:

Entre 21% e 30% por cinco dias consecutivos: estado de atenção
– Evitar exercícios físicos ao ar livre entre 11h e 15h;
– Umidificar o ambiente por meio de vaporizadores, toalhas molhadas e recipientes com água;
– Consumir água à vontade.

Entre 12% e 20% por dois dias seguidos: estado de alerta
– Observar as recomendações do estado de atenção;
– Suprimir exercícios físicos e trabalhos ao ar livre entre 10h e 17h;
– Evitar aglomerações em ambientes fechados;
– Usar soro fisiológico nos olhos e nas narinas.

Abaixo de 12% por dois dias seguidos: estado de emergência
– Observar as recomendações para os estados de atenção e de alerta;
– Interromper qualquer atividade ao ar livre entre 10h e 16h;
– Manter os ambientes internos úmidos.

Fonte: Correio Braziliense

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Máquinas de lavar e secar roupas compradas para presídios, por mais de R$ 500 mil, estão guardadas há 8 meses no DF

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Doze equipamentos foram entregues em novembro de 2020. Secretaria de Administração Penitenciária diz que providências para instalação dos equipamentos ‘estão em andamento’.

Máquinas de lavar de presídios do DF estão estocadas em almoxarifado de secretaria — Foto: Seape/Reprodução

Máquinas de lavar e secar roupas, que custaram R$ 558 mil, estão guardadas no Distrito Federal há 8 meses. Os equipamentos foram comprados para os presídios, porém, permanecem encaixotados.

O Governo do Distrito Federal (GDF) abriu licitação para comprar seis máquinas industriais de lavar e seis de secar em julho de 2019. A justificativa foi a necessidade de “evitar proliferação de doenças infectocontagiosas que podem se alastrar nos presídios caso não haja uma eficiente higienização das roupas usadas pelos apenados”.

A estimativa feita pelo governo mostrava que 135 mil toneladas de roupa poderiam ser lavadas por semana. O DF1 apurou que o GDF comprou os equipamentos sem avaliar se os dispositivos poderiam ser instalados nos presídios e que as unidades da capital não têm infraestrutura elétrica e hidráulica para a instalação.

Já a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seape) afirmou que “estão em andamento” as providências para a instalação dos equipamentos, “mas ainda não há previsão para que isso ocorra”.

Em outro comunicado, a pasta explicou que os presos não têm uniforme específico e que a maioria das roupas brancas que eles usam é entregue por familiares (leia íntegra da nota no fim da reportagem) e, portanto, as peças são lavadas pelos próprios detentos.

Entrega do equipamento

 

Máquinas de levar e secar de presídios estão estocadas há 8 meses no almoxarifado da SSP, no DF — Foto: TV Globo/Reprodução

Máquinas de levar e secar de presídios estão estocadas há 8 meses no almoxarifado da SSP, no DF — Foto: TV Globo/Reprodução

 

           As máquinas de lavar e secar foram entregues em novembro do ano passado. Oito meses depois da chegada, o equipamento ainda não foi encaminhado ao presídio e permanece guardado no                 almoxarifado da Secretaria de Segurança Pública (SSP), que fica no Setor de Garagens Norte (SGN).

           Na época da entrega, os responsáveis por acompanhar o contrato disseram que os equipamentos não haviam sido testados e que não era recomendado abrir as máquinas, caso não houvesse                 previsão de instalação.

      Como funciona hoje

          A advogada criminalista Vanessa Vitória, que visita o Complexo Penitenciário da Papuda pelo menos duas vezes por semana, conta que os próprios detentos lavam e secam as próprias roupas.             Segundo ela, tudo é feito dentro das celas, com produtos como sabão em pó e água sanitária, levados pelos parentes.

“Os locais são pequenos, superlotados, o que acaba gerando mofo, que pode causar doenças contagiosas. A gente acompanhou o surto de doença de pele na Papuda”, disse a advogada.

Conforme Vanessa, há relatos de familiares de presos que afirmam que os detentos pedem que os parentes não levem toalhas e cobertores grossos para eles usarem porque não há como estender direito para secar. Uma mulher que preferiu não se identificar conta que leva roupas e produtos de limpeza para o marido, mas os detentos não têm alternativas para higienizar as vestimentas.

“Não tem essa opção [com máquina] pra nenhum presidiário. Todo material de limpeza e higiene é levado pelos familiares”, contou a mulher.

O que diz a Secretaria de Administração Penitenciária

“A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape/DF) esclarece que, atualmente, não há uniformes específicos fornecidos pela Seape para todos os presos.

A uniformização que se tem é que todos os custodiados usem integralmente roupas e chinelos brancos. As roupas também podem ser fornecidas por familiares.

Sendo assim, os únicos custodiados que usam uniformes são os classificados para o trabalho interno nas unidades prisionais. O objetivo é diferenciar os presos que trabalham dos demais. Os uniformes ficam sob a guarda do próprio preso classificado, responsável pela sua lavagem.

Ressalte-se que a Seape estuda os trâmites licitatórios para verificar a viabilidade de comprar uniformes aos reeducandos.”

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