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Notícias DF

Covid-19: Semob quer testar 12 mil motoristas, cobradores e fiscais do DF

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Pedido ocorre após o MPDFT cobrar da Secretaria de Saúde a realização de exames em usuários e rodoviários do sistema coletivo local.

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A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob) solicitou para a Secretaria de Saúde a destinação de 12 mil kits para a testagem de Covid-19. A ideia é aplicar o exame em todos os trabalhadores que atuam no sistema de transporte público do Distrito Federal, incluindo motoristas, cobradores e fiscais. No início de maio, a pasta informou ao Ministério Público de Contas (MPC-DF) que o setor seria o próximo alvo da ação de monitoramento das contaminações pelo novo coronavírus.

O pedido ocorre após o Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios (MPDFT) ter cobrado do Governo do Distrito Federal (GDF) a realização de exames no transporte coletivo devido à retomada gradual das atividades econômicas pós quarentena. O órgão deu um prazo de 72 horas para a Saúde se manifestar – prazo encerrado na última segunda-feira (02/06).

Com a força-tarefa criada, os promotores têm acompanhado de perto o aumento do número de casos de Covid-19 entre rodoviários com preocupação. De acordo com a publicação do MPDFT, apesar da obrigatoriedade do uso das máscaras e da adoção de medidas de higienização dos veículos coletivos, passageiros e trabalhadores convivem com o alto risco de infecção, dado o caráter essencial da atividade e a necessidade de contato com grande número de pessoas.

“Nosso principal objetivo é proteger a saúde dos trabalhadores e de todos os usuários do sistema. Dessa forma, se faz necessário o planejamento e a adoção de ações para reduzir a contaminação e preservar a saúde”, afirmou o procurador distrital dos Direitos do Cidadão e coordenador da força-tarefa, José Eduardo Sabo.

Acionada pelo Metrópoles, a Secretaria de Transporte ainda não se manifestou sobre a medida. O espaço segue aberto a manifestações.

Já a Secretaria de Saúde informou que “os postos de drive trhu, itinerantes e as unidades básicas de saúde (UBS) estão à disposição de toda a população do DF para realizar os testes rápidos.” De acordo com a pasta, esses locais podem ser procurados também pelos profissionais de transportes públicos, por se tratar de um serviço essencial.

“A SES tem conhecimento da importância da testagem em massa e desde o dia 21/04/2020 está se empenhando para que a população do DF seja testada de maneira responsável, rápida e na maior quantidade possível”, conclui nota encaminhada à reportagem.

Ônibus-cheio-durante-a-pandemia-do-coronavírus

Ônibus cheio durante a pandemia do coronavírus Material cedido ao Metrópoles

 

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Notícias DF

Trilhas da Água Mineral também serão reabertas na quarta

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Parque Nacional de Brasília entrou na lista de parques liberados para reabertura no DF. As piscinas permanecem interditadas

Água Mineral

O Governo do Distrito Federal (GDF) incluiu, em decreto publicado em edição extra do Diário Oficial do DF (DODF), nessa segunda-feira (01/06), a liberação do Parque Nacional de Brasília (Água Mineral) na lista de espaços que poderão reabrir a partir desta quarta-feira (03/06).

No caso do Parque Nacional, as piscinas permanecerão fechadas e só será liberado o acesso às trilhas.

O funcionamento será entre as 6h e 21h, sendo obrigatório o uso de máscaras de proteção facial. Quem estiver sem o acessório pode ser multado ou até mesmo enquadrado no crime de infração de medida sanitária.

Segundo o GDF, os visitantes dos parques poderão usá-los apenas para práticas esportivas. Áreas de atividade coletiva estarão bloqueadas e a orientação é para se evitar aglomerações.

De acordo com o decreto, estão vetados ainda:

  • Qualquer tipo de comércio dentro dos parques, inclusive ambulantes;
  • Equipamentos de musculação e demais áreas de atividades coletivas;
  • Uso de banheiros e bebedouros;
  • Acampamento.

Veja os parques que serão reabertos:

  • Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek;
  • Parque Ecológico do Paranoá;
  • Parque Recreativo do Gama (Prainha);
  • Parque Ecológico do Gama;
  • Parque Ecológico Sucupira (Planaltina);
  • Parque Ecológico do Lago Norte;
  • Parque Ecológico da Asa Sul;
  • Parque Ecológico Olhos D’água;
  • Parque Ecológico Ezequias Heringer (Guará);
  • Monumento Natural Dom Bosco (Lago Sul);
  • Parque Ecológico de Águas Claras;
  • Parque Ecológico do Riacho Fundo;
  • Parque Ecológico do Areal (Arniqueiras);
  • Parque Ecológico Veredinha (Brazlândia);
  • Parque Ecológico do Cortado (Taguatinga);
  • Parque Ecológico 3 Meninas (Samambaia);
  • Parque Ecológico do Tororó;
  • Parque Ecológico das Copaíbas (Lago Sul);
  • Parque Nacional de Brasília (Água Mineral).
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Política BSB

STF tem consciência do momento e preservará a Constituição, diz Mello

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‘República se vê comprometida quando prevalece, no âmbito dos governantes, em detrimento do senso de Estado, o espírito de facção’, diz o decano

O decano do STF fala então do dever do governante e de como “numa República”, o primeiro dever de Bolsonaro deveria ser “o senso de Estado”, o “dever de buscar o bem comum, e não o individual ou de grupos”. “É por essa razão que a República se vê comprometida quando prevalece, no âmbito dos governantes, em detrimento do senso de Estado, o espírito de facção voltado não para a utilidade comum, mas para assegurar vantagens e privilégios para grupos, partidos e lideranças”, registra Mello. Ueslei Marcelino/Reuters

Na decisão em que rejeita o pedido de apreensão do celular de Jair Bolsonaro, Celso de Mello manda um duro recado a Jair Bolsonaro e seus seguidores que todo fim de semana ocupam a frente do STF para pedir um novo golpe militar no país.

“Esta Suprema Corte possui a exata percepção do presente momento histórico que vivemos e tem consciência plena de que lhe cabe preservar a intangibilidade da Constituição que nos governa a todos, sendo o garante de sua integridade, de seus princípios e dos valores nela consagrados, impedindo, desse modo, em defesa de sua supremacia, que gestos, atitudes ou comportamentos, não importando de onde emanem ou provenham, culminem por deformar a autoridade e degradar o alto significado de que se reveste a Lei Fundamental da República”, diz Mello.

O decano do STF fala então do dever do governante e de como “numa República”, o primeiro dever de Bolsonaro deveria ser “o senso de Estado”, o “dever de buscar o bem comum, e não o individual ou de grupos”. “É por essa razão que a República se vê comprometida quando prevalece, no âmbito dos governantes, em detrimento do senso de Estado, o espírito de facção voltado não para a utilidade comum, mas para assegurar vantagens e privilégios para grupos, partidos e lideranças”, registra Mello.

O ministro lembra ainda que, “Numa República, as boas leis devem ser conjugadas com os bons costumes de governantes e governados… É o que permite afastar a mentira e a simulação, inclusive a ideológica, que mina a confiança recíproca entre governantes e governados, necessária para o bom funcionamento das instituições democráticas e republicanas”.“Ninguém ignora que o Brasil enfrenta gravíssimos desafios, que também repercutem nesta Corte Suprema, a quem incumbe superá-los por efeito de sua própria competência institucional, fazendo-o, sempre, com respeito ao princípio essencial da separação de poderes, em ordem a manter íntegros os valores ético-jurídicos que informam a própria noção de República, em cujo âmbito deve prevalecer, como primeiro dever do governante, o senso de Estado na busca incessante da realização do bem comum”, segue Mello.

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Política BSB

“Nunca fui contra o inquérito das fake news”, diz Augusto Aras

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Em entrevista a Pedro Bial, procurador-geral diz que apenas pediu para que o STF fixasse as balizas da investigação que atinge bolsonaristas

Antônio Augusto Brandão de Aras, indicado para o cargo de procurador-geral da República, durante sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Marcelo Camargo/Agência Brasil.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, afirmou nesta terça-feira, 2, que nunca foi contra o inquérito das fake news, aberto ano passado para averiguar notícias fraudulentas, ofensas e ameaças que atingem a “honorabilidade e a segurança” dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Muito se tem dito sobre o inquérito das fake news, e as pessoas que falam […] e levam mensagens estão equivocadas. Por exemplo, eu nunca fui contra o inquérito das fake news, nunca pedi o arquivamento desse inquérito”, afirmou Augusto Aras em entrevista ao programa Conversa com Bial, da Rede Globo.

O procurador aponta que só pediu “ao Supremo que fixasse as balizas para a sua realização [com o intuito de] que esse inquérito não ganhe finalmente o apelido inicial que se lhe puseram, que foi o inquérito do fim do mundo”, completou. “Todo inquérito tem que ter um objeto delimitado”.

Augusto Aras ainda defendeu o papel do Ministério Público de investigador no caso das fake news, mas também de defensor das garantias individuais. “É preciso que o Supremo diga quais são os limites desse inquérito porque no particular eu fui contra medidas coercitivas que invadem esse conjunto de liberdade e garantias individuais”.

Como mostrou a coluna, o inquérito das fake news ganhou robustez ao longo dos últimos meses e se transformou em um dos mais importantes casos em tramitação na mais alta Corte do país. Na semana passada, o cumprimento de novas medidas judiciais elevaram a gravidade das apurações a uma escala não imaginada, cada vez mais próxima do coração do governo Jair Bolsonaro.

Na entrevista a Pedro Bial, o procurador-geral ainda criticou Raquel Dodge, sua antecessora no cargo, que foi contra a abertura do inquérito das fake news. Dodge deu uma ordem para que todas as investigações relacionadas a este inquérito fossem arquivadas. Aras diz que não existe nulidade “em qualquer peça que chegue ao MPF e que contenha a notícia de crime”. 

“Aceitei o inquérito porque esta previsto e reconhecido como constitucional pelo próprio STF. Mas exigi que fosse observado o sistema acusatório que [dá] ao MPF [o direito] de ser aquele que acusa, mas também aquele que arquiva”, disse o procurador-geral em sua participação no programa.

Augusto Aras ainda comentou nota emitida pelo presidente Jair Bolsonaro na qual o político, após fazer uma visita à Procuradoria-Geral, afirmou que acreditava no arquivamento do inquérito que apura a tentativa de interferência na Polícia Federal. “É uma declaração unilateral. O presidente esqueceu de combinar comigo”, disse.

Questionado se era errado um presidente e um procurador-geral serem próximos, Augusto Aras explicou que não é amigo do presidente, mas um profissional firme e duro quando necessário. “Continuo fiel à Constituição e às leis do país. Vou cumprir a Constituição”, garantiu.

 

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Política BSB

Decreto de Bolsonaro que altera estrutura do Dnit é questionado na Justiça

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Mudanças na estrutura do setor aquaviário entram em vigência em meados deste mês

Decreto do presidente mudou estrutura do Dnit// ///Reprodução

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) é alvo de uma representação no Ministério Público Federal que envolve a questão aquaviária do país. O processo no MPF requer a anulação de um decreto de Jair Bolsonaro que alterou a estrutura e o quadro do setor aquaviário. Foram extintas unidades e teve remanejamento de cargos. O departamento ganhou ainda as funções de gerir as obras dos Portos Marítimos.

A nova estrutura começa a funcionar a partir do dia 17 deste mês.

A procuradora Anna Carolina Resende Maia Garcia deu seguimento a processo junto ao MPF que pede o afastamento da edição do decreto presidencial. O argumento da autora da ação é que as alterações propostas no Dnit não foram embasadas em estudos técnicos, desconsiderando o interesse público.

O decreto prevê a extinção das unidades aquaviárias do Dnit, e que cuidam das hidrovias e portos fluviais.

A razão do decreto é dar agilidade no setor e reduzir custos administrativos.

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Política BSB

OAB vai sustentar no STF ser contra limite de indenizações trabalhistas

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Ordem dos Advogados aponta inconstitucionalidade de artigos da reforma trabalhista. Um deles dá indenização maior a quem tem salário mais alto

O presidente da OAB, Felipe Santa Cruz Facebook/Reprodução.

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, vai sustentar no Supremo Tribunal Federal (STF), nesta semana, que é contra todo e qualquer limite para indenizações trabalhistas. A ideia será defendida em uma ação direta de inconstitucionalidade impetrada pelo Conselho Federal da OAB contra a limitação de indenizações em casos como a tragédia de Brumadinho (MG).

A ação questiona mudanças realizadas pela Lei 13.467/2017, a Reforma Trabalhista aprovada pelo Congresso durante o governo Michel Temer e que tem o apoio do governo Jair Bolsonaro. Antes da alteração da lei, não existia, por exemplo, um limite para o valor que um empregado podia pedir como indenização por danos morais eventualmente causados pelo empregador. Como um todo, a reforma trabalhista alterou 54 artigos, modificando cerca de 10% da legislação existente anteriormente.

A ação tem especial importância na OAB porque foi a primeira impetrada na atual gestão. Nela, a Ordem dos Advogados pede que seja reconhecida a inconstitucionalidade de dois artigos, o 223-A e 223-G da nova lei trabalhista, que tratam da reparação de danos de natureza extrapatrimonial decorrentes da relação de trabalho e limitam o valor da reparação a até 50 vezes o último salário contratual pago.

A OAB aponta que “a previsão legislativa criou uma espécie de tarifação para o pagamento de indenização trabalhista” e afirma que “as normas em vigor são muito prejudiciais ao trabalhador”. A Ordem usa como exemplo a tragédia de Brumadinho para argumentar que a limitação da indenização pela legislação trabalhista fere o princípio da isonomia, uma vez que os atingidos que entrarem com ações na Justiça comum não terão a limitação imposta pela CLT.

A coluna teve acesso ao memorial que será apresentado por Felipe Santa Cruz no STF. No documento, o presidente da OAB afirma que “a vinculação da indenização ao último salário recebido é determinação odiosa que considera unicamente a posição econômico-social do ofendido como indexador de danos extrapatrimoniais, presumindo-se que, quanto maior o salário, mais valem os direitos da personalidade”.

 

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